quinta-feira, 31 de março de 2011

Japão

O Japão é o exemplo do que o resto do mundo pode esperar em um futuro não tão distante. Com uma economia já debilitada pela última crise mundial, os desastres naturais que atingiram o país não poderiam vir em pior momento. E como se isto não bastasse, o problema nuclear tem mostrado com quem as populações do mundo realmente pode contar nesta hora desesperadora.
Por exemplo, em 1992, a EPA (Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos) criou um guia com os níveis de radiação que uma pessoa pode tolerar. Depois do acidente japonês, este guia está sendo revisto, aumentando os níveis em até cem mil vezes, em alguns casos. E se esta mudança for aprovada por lá, será uma questão de pouco tempo para que outros governos ao redor do mundo sigam o exemplo.
Em um mundo monetarista, uma país como o Japão, que tem uma economia problemática e desastres tanto naturais quanto humanos acontecendo, fica largado à própria sorte. Talvez esta seja uma mensagem para o futuro. Ou talvez seja apenas o resultado de nosso estilo de vida atual.
:-)

quarta-feira, 30 de março de 2011

Países Árabes

As revoltas que tem acontecido no mundo árabe tem sido focadas na relação governante-povo sem muita especulação da grande mídia sobre o que teria incitado tudo isto. As consequências para a população local tem sido especuladas, mas muito superficialmente. Da mesma forma como as que atingiram o resto do planeta, que em alguns casos, estão completamente alheios ao que pode acontecer.
Com a intervenção da ONU e da OTAN, assim como aconteceu no Iraque, apenas algumas empresas selecionadas terão o privilégio da exploração do petróleo naquela àrea. O que agora é estatal, se tornará privado, e os cidadãos daqueles países irão pagar pelos recursos naturais de seu próprio país. Outros países, que não fazem parte da coalizão, poderão ter seu suprimento cortado, assim como foi feito no início da Segunda Guerra.
Pouco está sendo feito para se evitar que o mesmo cenário se repita, pois a informação não está sendo passada adiante. Alias, a única que está sendo propagada é a de que uma intervenção é cada vez mais necessária nestes locais, ignorando que os próprios tem condições de resolverem seus problemas, enquanto existem outros mais necessitados. Infelizmente, eles não oferecem tantos lucros que justifiquem um auxílio.
:-)

terça-feira, 29 de março de 2011

Mudança climática

A força da natureza tem se mostrado de diversas formas ao redor do Brasil e do mundo. De enchentes à secas, de nevascas à terremotos, as mudanças tem pego governos e governados desprevenidos. E por ainda seguirmos certos paradigmas, dedos são apontados de um lado para outro, sem que nenhuma solução seja realmente encontrada.
Aqueles que foram atingidos diretamente por estas catastrófes tiveram suas vidas mudadas completamente. Mas, enquanto isso, o resto do planeta continua agindo como se nada tivesse acontecido, ou como se este tipo de situação nunca fosse chegar à sua porta. Mas as probabilidades são de que o contrário aconteça.
Seja resultado das ações do homem, do ciclo solar, dos dois ou nenhum, o fato é que a natureza tem se comportado de forma diferente do que estamos acostumados, ou do que foi previsto no passado. Podemos, mais uma vez, esperar as mudanças chegarem para nos adaptarmos, ou podemos mudar junto com elas. A diferença pode salvar algumas vidas no futuro.
:-)

segunda-feira, 28 de março de 2011

Notícias

Durante os últimos meses, alguns eventos mudaram a forma que certas pessoas vivem, tanto no Brasil quanto ao redor do mundo. Para os menos atentos, as consequências ainda estão restritas às respectivas àreas, e tem poucas chances de se alastrarem para o resto do planeta. Mas para aqueles que estão prestando atenção, a realidade é bem o contrário.
Por vivermos em um globo onde, apesar de não percebermos tão claramente, tudo está interligado, o que acontece em um local tem efeitos de onda sobre outros. E com a globalização, não é apenas a natureza que tem esta influência, mas principalmente a economia. Enquanto colocamos nosso foco em apenas um plano, outros podem nos atingir sem percebermos, mas com um impacto tão devastador quanto.
Em alguns casos, o que está acontecendo já foi previsto à mais de ano por certas pessoas. E segundo estas mesmas, o que está por vir pode ser ainda ainda pior do que já passamos. Algumas destas previsões poderão se realizar este ano, enquanto outras talvez se realizarão durante a década. Cabe a cada um escolher no que acreditar e como se preparar, para não existirem arependimentos mais tarde.
:-)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Colocando em prática

Algumas pessoas tem mais facilidade de aplicar sua moral em seu dia-a-dia, enquanto outras encontram mais dificuldades. Da mesma forma, existem aqueles que seguem tão à risca seus princípios, que nem cogitam dar uma atualizada neles, utilizando-se da mesma ética do tempo medieval. E em contrapartida, os que tem sua visão no futuro são os que puxam para as mudanças mais radicais, deixando os moderados confusos.
Em ambos os extremos, pende-se para épocas diferentes da que estamos vivendo, criando conflitos que acabam sendo desnecessários em nossa rotina. Quando estudamos nossa realidade, principalmente os recursos materiais e humanos, notamos mais claramente onde nossa moral atual está nos levando. Utilizando-se de pesquisas, podemos atualizar ela para que tenhamos uma sociedade mais saudável e progressiva do que estamos acostumados.
Para tanto, o primeiro passa que precisamos para colocar em prática uma nova ética, é passar mais tempo com pessoas diferentes, aprendendo sobre tolerância e compreensão. Paciência também será exercitada junto, ainda mais se tivermos a coragem de viver com alguém completamente oposto aos nossos ideais. Sem entender essas pessoas, ficando apenas na presunção, continuaremos com um mundo presunçoso, se destruindo por dentro.
:-)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Onde usá-la

Apesar de não parecer, usamos nosso conceito de moral mais do que pensamos. Tanto é que somos governados por ele. Ultimamente, os canditados mais eleitos não são necessariamente os que tem um melhor conhecimento técnico sobre administração ou economia. Eles são eleitos por apelarem um lado moral do eleitor, seja ele um lado de esperança, indignação ou até, comédia. E por utilizarmos mais nossa ética pessoal do que a lógica, não podemos reclamar dos serviços que nos são oferecidos por eles. Ética é subjetiva, aberta a interpretações, e por isto pode dar resultados contrários aos esperados inicialmente.
Até mesmo nossos relacionamentos pessoais são guiados por nossa moral. Construímos nossas famílias com base no que consideramos mais correto. Em alguns casos, nem nos preocupamos em ponderar sobre outros costumes, ignorando a diversidade existente no mundo. Assim, acabamos por assumir que são as únicas existentes, e as mais corretas.
Ao notarmos que existem inúmeras maneiras de conduzirmos nossa ética, entendemos melhor outras pessoas, algumas vezes dentro de nossa própria casa. Compreendendo o que os outros querem dizer, e o que os guia na vida, ajuda também a descobrirmos mais sobre nós mesmos. Nosso ambiente nos molda para o que precisamos ser, mas também temos nossa influência nele. Podemos aproveitar essa vantagem de uma melhor maneira.
:-)

quarta-feira, 23 de março de 2011

Quem tem moral?

Irônicamente, aqueles que mais clamam serem os guardiões da moral e dos bons costumes tem se mostrado justamente o contrário. De professores, pais e policiais, até padres e pastores, conselheiros espirituais e econômicos, governadores e presidentes, reis e rainhas. Claro que não podemos generalizar, pois existem aqueles que ainda salvam o nome de suas profissões, batalhando contra aqueles que o sujam. E justamente está é a questão: qual conduta deve ser o exemplo a ser seguido?
Aqueles que defendem os direitos humanos são tão criticados quanto os que defendem uma posição mais ofensiva. Da mesma maneira, aqueles que destroem o ambiente levam tantos elogios e aplausos quanto os que tentam salvá-lo. E muitas vezes, expressamos nossos sentimentos sem saber, ou achando que o impacto não será tão grande. Certamente, se uma pessoa deixar de comprar certo produto que considere prejudicial, não causará o impacto esperado. Mas como somos um coletivo, normalmente a ação tomada por um é seguida por milhares.
Exemplos podem ser vistos nas redes sociais, onde qualquer comunidade pode facilmente alcançar os três zeros. Apesar de sermos indivíduos, temos muitos pontos em comuns, apesar de querermos negar isto desesperadamente. Mesmo ignorando o fato, em um mundo de bilhões de pessoas, a probabilidade de fatos comuns serem compartilhados por um grande número é alta. Ainda mais quando certas informações são colocadas ao alcance de todos, de uma forma ou de outra.
:-)

terça-feira, 22 de março de 2011

O que é a moral?

Para se entender o que é a moral, é necessário entender que ela muda de cultura para cultura. O que é éticamente aceito em alguns países, são motivo de prisão em outros, fazendo com que a moral se torne dependente da cultura. Poderíamos dizer que ela é o que a maioria das pessoas de uma comunidade aceita como normal, mas, em alguns casos, se estas pessoas nem fazem idéia do que estão fazendo parte, este abuso não poderia ser chamado de moral. Ou poderia?
Se levarmos em conta a diversidade do ser humano, quanto mais regras tiver o código de conduta da sociedade, mais exclusões irão existir, não inclusões. E a cada exclusão feita, um grupo que só cresce é marginalizado, criando conflitos que são desnecessários. Isto pode ser visto com mais clareza nas lutas entre classes, entre raças, sexos e até de torcedores de alguns times. A ética de um lado entra em conflito com outros, por não terem um denominador comum.
Além disto, se a sociedade em peso realmente parasse para analisar o que é aceitável ou não, teria que existir uma revolução na educação, para aumentar o nível de conhecimento das pessoas. Criar normas para a conduta das pessoas baseando-se em informações passadas ao longo do tempo, sem se atualizar, é querer manter a população vivendo como escravos feudais, onde se mantinha ignorante na esperança de conseguir o pão do próximo dia sem percalços. Este tipo de "moral" teve seus momentos, mas agora está sendo mais destrutiva do que benéfica.
:-)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Moral Humana

Em certos debates, é difícil deixarmos a questão da moral de lado. Mesmo falando sobre um jogo de futebol, questionamos a índole de certos jogadores, se estão dando o melhor de si, ou se foram as melhores escolhas do técnico. Ao fazermos isto, sem percebermos, estamos analisando a honestidade dos protagonistas, e sua ética. E, também sem percebermos, deixamos a cultura guiar nossos pensamentos e ações, ao invés da lógica.
O que algumas pessoas consideram como imutável tem se mostrado justamente o contrário quando estudamos a história. Principalmente em épocas de guerra, passamos por cima de qualquer pudor antes respeitado religiosamente. Isto significa que o que pensamos ser sagrado pode, em determinados casos, ser esquecido. Se temos esta posição sobre o que vemos como as principais guias de convivência em sociedade, o que podemos esperar do resto?
Além de entender o que é este lado moral que temos, é preciso sabermos qual sua verdadeira utilidade, pois, talvez, em um maior ou menor grau, existe a possibilidade de estarmos utilizando-o inapropriadamente. Esta é uma habilidade social que ainda precisamos treinar, já que estamos engatinhando neste quesito. E para dominar qualquer capacidade, saber um pouco da teoria antes de iniciar a prática tende a garantir resultados com menos dores de cabeça.
:-)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Onde ficou a Liberdade

Talvez a maior troca que estamos fazendo é a da nossa liberdade. E, talvez, a razão seja justamente por não entendermos direito o que ela significa. Quando era mais jovem, por exemplo, estava certo de que ser livre é fazer o que está a fim. Infelizmente, esta também é a noção que algumas pessoas tem. Com o passar do tempo, no entanto, descobri que esta é apenas uma faceta desta misteriosa relíquia, perseguida por nações inteiras.
É difícil de definir em poucas palavras o que é ser livre, tanto que filósofos dedicaram livros na busca de expressar o que se passava em suas cabeças. Por nossa sociedade estar seguindo um outro caminho, o que deveria ser algo inerente de nossa cultura se tornou algo raro de se transformar em palavras. Por isto algumas pessoas se contentam com a versão resumida que descobrem logo na infância, ou que compram na adolescência. E, por não terem esta prioridade, passam a vida toda com ela, sem fazer mais nenhuma atualização.
Mas, diferente do que é passado pela grande mídia e governos, liberdade não é apenas ter opções de escolha. É também saber fazer a escolha e viver com ela. Principalmente viver com ela, pois é sempre a parte que, misteriosamente, não é mencionada em discursos políticos ou propagandas. Ao notarmos que é muito mais complicado passarmos o futuro tentando corrigir uma decisão feita por preguiça ou comodidade, do que chegar na resposta mais coerente e lógica com os dados que temos, passamos a ver a liberdade com outros olhos.
:-)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Relacionando-se com...

Como John Donne descobriu, "nenhum homem é uma ilha", e portanto, precisamos uns dos outros para sobreviver, assim como do ambiente ao nosso redor. Com o passar do tempo, entretanto, temos nos tornado cada vez mais individualistas, sem notar que esta é a causa de certos problemas de nossa sociedade. Se compararmos ela com um organismo vivo, seria como se as células deste ser estivessem lutando umas contra as outras, matando-o de dentro para fora.
As causas para preferirmos nos relacionar com eletrônicos, quando o fazemos, podem ser muitas. Desde a falta de paciência com outros seres humanos, até a atratividade que as ferramentas tem sobre o comportamento das pessoas. Seja qual for a desculpa, o resultado continua o mesmo: continuamos nos fechando cada vez mais em mundinhos próprios, tentando competir uns com os outros para alcançar algo inatingível, seja emprego, conta bancária, carro do ano, ou o que quer que seja.
Um mundo artificial foi criado para nós, e é nossa opção se relacionar com ele ou não. Já o relacionamento entre as pessoas não é tanto opcional quanto se quer acreditar, pois sem elas, não sobrevivemos muito tempo. Desta maneira, seria mais produtivo acharmos soluções e meios-termos para nos integrarmos com nossos semelhantes, do que ficar procurando ainda mais brinquedos para nos entreter quando estamos longe deles.
:-)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Ah, a Paciência

Outra característica que estamos deixando de lado, apesar de ter sido moldada durante milênios, é a paciência. Irônicamente, nosso mundo atualmente é, em si, uma aula sobre tolerância, pois somos testados a cada minuto. Desde o momento em que levantamos, criamos uma rotina onde tudo deve ser feito com precisão, não deixando espaço para falhas ou atrasos. Como eles estão sempre conosco, somos lembrados constantemente do que precisamos, pois vemos a consequência diretamente em nossa saúde.
Pressão alta e estresse são apenas o topo deste iceberg despontando na superfície. Com a troca desta habilidade por outras mais modernas, estamos levando junto até mesmo nossa sanidade. Sem deixar que certas idéias passem pelo teste da paciência, praticamos ações sem lógica, apenas pela comodidade que apresentam à primeira vista. Elas são um empecilho, na verdade, que só encurtam nosso já restrito tempo, mas ainda assim justificamos muitas delas apenas por terem sido passadas adiante até nós.
E como um boato qualquer, estamos passando para as próximas gerações sem filtrar qualquer informação. Pior ainda: como fofoqueiras profissionais, estamos aumentando o conto. Mas diferente do que leva a crer o ditado popular, neste não iremos ganhar um ponto. Ao menos não um favorável. Claro que existe como revertermos esta situação, e para isto precisamos respirar fundo e re-pensar o que estamos fazendo e como levamos nossa vida.
:-)

terça-feira, 15 de março de 2011

Perdendo a Curiosidade

Uma das nossas características que estamos perdendo é a curiosidade. Todos nascemos querendo desvendar os mistérios do mundo, mas durante o crescimento, somos convencidos de que o mundo sempre foi e sempre será da maneira como nos mostram. Desta forma, acabamos perdendo o interesse em descobrir como ele é feito, e passamos a tentar moldá-lo para refletir o que aprendemos. Mesmo sem entender as complexas ligações da natureza, temos a arrogância de achar que sabemos o que é o melhor para o mundo, sem perceber que ainda não sabemos o que é o ideal para nós mesmos.
Em nossa infinita ignorância, não percebemos que o que queremos nos faz mal, enquanto nos afastamos do que é necessário para nossa vida. Agindo como crianças mimadas, brigamos com o mundo por não recebermos o que queremos. E como esperado de um pai responsável, recebemos lições sobre a vida, às vezes de forma dolorosa, outras de forma mais clara. Possivelmente, até mesmo a paciência dele deve estar acabando, pois as repreensões estão se tornando mais duras, nos fazendo pensar mais.
Talvez seja hora de deixarmos a teimosia juvenil de lado e re-descobrir os benefícios da curiosidade. Nos re-inventar é primordial para nossa sobrevivência, pois o risco de levarmos a surra de nossas vidas esta se aproximando. Os mimos que tivemos até hoje serão, de um jeito ou de outro, tirados de nós, pois já está mais do que na hora de crescermos. Cabe a nós, no entanto, decidir como iremos dar este passo.
:-)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Nossas Trocas

Com o passar do tempo, nossas mentes trouxeram ferramentas cada vez mais criativas para a realidade. Com o propósito de nos auxiliar, em alguns casos fizeram um trabalho tão bom, que ficamos maravilhados e enfeitiçados por nossas criações. E assim, aos poucos, fomos trocando nossa soberania por doses daquilo que se tornou a droga da vez. Desta forma chegamos aonde estamos hoje: vivendo em um mundo onde nossas ferramentas tem como função principal a estética, e não a produtividade.
O exagero se tornou uma constante, puxando nossa atenção para adquirir o que não precisamos, em ordem de manter uma sociedade que ignora cada vez mais seus próprios problemas. As raras soluções apresentadas se mantém na mesma linha, pois mudar o paradigma que vivemos é motivo para ser queimado na fogueira em praça pública. Acabamos aceitando o absurdo, tentando nos convencer de que estamos fazendo a coisa certa, com a desculpa de sobreviver por mais um tempo, mesmo que seja para prolongar nossa agonia.
Poucos entendem que, para arrumar a casa, a primeira coisa que precisamos é de vontade. Com ela, conseguimos colocar cada objeto em seu devido lugar. Os inúteis precisam ir para o lixo, por mais atrativos que sejam. E embora fiquemos na esperança de que eles, um dia, irão provar sua utilidade, precisamos considerar os dados e as probabilidades. Se até agora só ajudaram a sujar ainda mais a casa, dificilmente irão fazer o contrário.
:-)

sexta-feira, 11 de março de 2011

Levante

Para encerrar, Zeitgeist 3 mostra o caminho que temos seguido e para onde ele está nos levando. Desde as previsões sobre o petróleo, que está causando as revoluções no oriente médio, até mesmo a poluição, deflorestamento e explosão populacional. Tudo que nosso comportamento tem causado ao planeta e, consequentemente, à nós mesmos.
Mesmo que ainda estejamos em um estado de negação, onde tentamos acreditar que as causas da maioria dos problemas esteja longe de nosso alcance, é inegável que algo precisa ser feito. Com o passar dos dias, perdemos valioso tempo sentados, acostumados com o que conhecemos, medrosos de uma mudança radical, mas necessária. Uma transição suave está dando lugar à uma sofrida, e cada vez mais perto de acontecer.
Os dados apresentados no filme podem ser confirmados com pesquisas na Internet, assim como teorias contrárias. Depende de cada um no que vão acreditar ou ver, e como irão responder à isto. Pensamento crítico é essencial para analisar os dados, pois a interpretação é tão importante quanto a informação apresentada. Ao menos enquanto não temos uma linguagem lógica e técnica.
:-)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Projeto Terra

Como não poderia deixar de ser, o Projeto Vênus tem uma participação especial em Zeitgeist 3. As propostas de Jacque Fresco são mais exploradas e detalhadas, melhorando a visualização para os mais leigos. A proposta de termos uma verdadeira economia regendo nossas vidas é ilustrada, mostrando a lógica por trás.
Com as respostas apresentadas, é destacado que elas são apenas sugestões, e que se outras mais eficientes forem apresentadas, devem ser utilizadas. A idéia de uma sociedade em constante mudança é lembrada, pois o conhecimento gera novas informações que levam a diferentes conclusões. Assim como uma vez se pensou que o planeta era plano, agora temos a convicção de que um sistema monetário é necessário.
A utilização da tecnologia para o bem estar das pessoas é o foco principal de uma nova sociedade. Enquanto ainda estivermos presos à empregos para a sobrevivência, não temos como alcançar nosso real potencial. Uma transição do que vivemos hoje para algo parecido com o proposto pelo Projeto Vênus pode ser demorada, mas não impossível. Depende de cada pessoa, e não de um governante ou messia.
:-)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Patologia Social

Complementando, atualizando e resumindo a palestra dada por Peter Joseph sobre o que ele chama de Patologia Social, esta seção de Zeitgeist 3 foca no sistema econômico. As teorias iniciais são revistas, focando no ponto de evangelização do dinheiro como meio de interação e de vida. Ao se questionar o ponto de vista popularmente conhecido como pilar principal da sociedade, é inévitavel a crítica à propriedade privada e a desigualdade entre os agentes deste sistema, conhecidos como consumidores, empregados e empregadores.
É difícil não ver a irônia apontada pelo filme, ao afirmar que o sistema que temos hoje é, na realidade, anti-econômico. A razão foi comparar o conceito de economia do dicionário com o que temos hoje, e notar que o volume dos lixões cada vez aumenta mais. As causas, como o consumo cíclico e a obsolescência planejada, são apontadas e explicadas.
Como nossa geração foi criada neste paradigma, nos acostumamos com ele e dificilmente fazemos as perguntas relevantes. O que é apresentado neste pedaço leva mais em conta o sistema estadounidense, mas não deixa de ser similar, se não idêntico ao brasileiro. Alguns nomes podem mudar, assim como algumas regras, mas a base é a mesma. E a direção também.
:-)

terça-feira, 8 de março de 2011

Natureza Humana

Desde nossa criação, temos tentado entender a origem de nossas ações, evoluindo de uma teoria à outra, procurando a chave que rege nossas intenções. Desde o começo tentamos provar que nosso comportamento está relacionado com predisposições, sejam divinas ou genéticas, e que não pode ser mudado. Mas certos estudos mostram uma realidade exatamente no lado contrário.
Zeitgeist 3 apresenta estudos que vão no caminho oposto do apresentado por algumas organizações conhecidas e renomadas. Em sua maioria, eles mostram que a resposta da nossa natureza não está necessariamente dentro de nós, mas do lado de fora. E é muito mais simples do que muitos querem acreditar, apesar de complicado (para não dizer impossível) de se colocar em prática com o modelo econômico atual: necessidades.
O filme explora as consequências biológicas e psíquicas de passarmos por privações, principalmente na gestação e infância. Também é destacado a forma como a sociedade trata os resutados desta situação, ignorando as reais causas. Os contrastes entre a velha e a nova teoria mostram a importância desta mudança, onde descobrimos um pouco a mais sobre nós mesmos, aprendemos e crescemos.
:-)

segunda-feira, 7 de março de 2011

Zeitgeist Moving Forward

Um dos assuntos que preciso atualizar com urgência é sobre o novo filme de Peter Joseph, anunciado no ano passado e lançado no início deste. Zeitgeist 3 não decepciona, aprofundando e atualizando os assuntos abordados em Addendum. E seguindo os moldes do Guia do Ativista e da Patologia Social, o novo filme é dividido de forma a facilitar o entendimento do espectador mais leigo.
Bem diferente do primeiro filme, que não representa o Movimento e gera uma confusão para quem não pesquisa, este redefine alguns conceitos básicos sobre nós mesmos. Além de mostrar os problemas existentes em nossa sociedade, a apresentação de uma possível solução também é feita de forma didática e lógica. O Projeto Vênus tem um peso maior neste filme do que no anterior.
Apesar de ainda faltar um lado do Movimento e do Projeto Vênus que trate do espirito, aquecendo a fria lógica, é interessante de ver o avanço e progresso do trabalho desenvolvido por eles. Talvez se abordassem esta questão, mostrando as diferenças entre religião e espiritualidade, chamariam a atenção de um público maior. Com este tipo de informação sendo divulgada em cinemas, como fizeram, fica mais complicado a grande mídia ignorar.
:-)

sexta-feira, 4 de março de 2011

Filtragem

Vivemos em um planeta vivo, que se modifica constantemente, independente de nossa vontade. Aprendemos com ele o tempo todo, sobre o que nos beneficia e o que nos é prejudicial. E assim como fazemos com a natureza, é preciso descobrir o mesmo com a enxurrada de informações causada pelos meios de comunicação.
Com a Internet, temos uma oportunidade maior de filtrar o que queremos aprender, e seu ritmo. Temos a escolha de ir atrás do que nos interessa, em nosso tempo e de acordo com nossa vontade. Mas, criados pela televisão e pelas propagandas, algumas gerações tratam esta ferramenta como suas precursoras.
Vivendo em um meio monetareísta, onde o lucro impera, precisamos ver além dos rostinhos bonitos e sorrisos brancos que nos são empurrados. É preciso notar as técnicas utilizadas para aumentar vendas, ainda mais de produtos que apenas nos fazem mal. Com informação e atitude, podemos mudar nossa realidade para algo bem diferente.
:-)

quinta-feira, 3 de março de 2011

Pequenos Seres

Além de nossa interação com seres da mesma espécie que nós, ainda temos a oportunidade de fazer o mesmo com outros. A diversidade de vida em nosso planeta é surpreendente, e algumas pessoas passam seus dias sem notar o quão saudável este tipo de relacionamento é. Não apenas o mundo animal, também o vegetal tem seus benefícios para nossa saúde fisíca e mental.
Mesmo parecendo completamente dependentes de nós, podemos observar que a realidade é outra. Sem eles, em maior ou menor grau, não seríamos capazes de sobreviver. Mas, como já disse um sábio, se nós desaparecessemos do planeta, a diversidade da vida floresceria. Então está mais do que na hora de aprendermos nosso papel neste ecosistema.
Ao aprendermos a nos relacionar com outros seres, acabamos descobrindo mais sobre nós mesmos. Talvez aí seremos capazes de encontrar as respostas para perguntas milenares. Algumas que temos tentado achar em objetos inanimados, desprezando os habitantes mais velhos deste mundo.
:-)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Fator Humano

Alguns cientistas já comentam à um tempo sobre a existência de outros universos. Certas teorias tentam explicar se eles seriam paralelos ao nosso, onde habitariam versões nossas que tomaram decisões diferentes, ou se seriam completamente novos, onde até as leis da física não seriam compatíveis com as nossas. Mas ao analisarmos o que temos ao nosso redor, podemos dizer que já vivemos em um multiverso.
Desde a realidade do nosso corpo, passando por nossa imaginação e o ambiente que nos cerca, ao voltarmos nossa atenção para cada aspecto, podemos nos perder em suas infinitas galáxias. E uma dessas é nosso relacionamento com outros seres da mesma espécie que nós. Por sermos tão complexos, nossas interações se tornam mundos à parte.
Quando pessoas com gênios explosivos se encontram, talvez entrem em rota de colisão e se esfacelem em milhões de pedaços, ou podem se fundir em um único corpo ainda maior. As variáveis são tantas, que é impossível predizer o resultado. Podemos melhorar as probabilidades, claro, se formos os protagonistas e estivermos conscientes de nossas ações. Sem estarmos despertos para nossa própria natureza e nossa ambiente, estamos passivos de responder instintivamente, perdendo o controle de nossos atos.
:-)

terça-feira, 1 de março de 2011

Redescoberta

Possivelmente o ponto que mais está me chamando atenção neste novo estilo de vida é a volta de antigas habilidades, juntamente com o aprimoramento de outras que não notava. Quando estamos acostumados com uma rotina, dificilmente percebemos o quanto aperfeiçoamos certa capacidade ao longo do tempo. Alguns, inclusive, ficam estagnados no nível necessário para realizarem suas tarefas diárias, sem perceber que poderiam ir muito mais além.
Estas aptidões não se resumem apenas ao lado físico de nossos corpos, mas também ao lado mental e espiritual. Nossos limites ainda não são completamente conhecidos, mas estamos convencidos do contrário, sem conceber que nossas ferramentas de medição podem estar descalibradas. Isto se seu propósito for alcançado, onde também existe a possibilidade de não ser.
Ao voltarmos nossa atenção para nossos próprios corpos, descobrimos um mundo que, por costume, ignoramos. Este universo pode nos levar para patamares mais altos, que apenas sonhamos. Para alcançá-los é preciso disciplina e paciência, e por isto algumas pessoas nunca conseguem. A propaganda das soluções fáceis e rápidas é muito sedutora, achando suas vítimas nos locais mais inesperados.
:-)