sexta-feira, 30 de março de 2012

Cozinheiro macabro

Para mudarmos o mundo, precisamos mudar nossa rotina, o que naturalmente acontece quando mudamos nossa mentalidade. Mas para isto acontecer, é preciso ter informações, que nem precisam ser novas para todos, mas novas para nós. Assim somos capazes de fazer associações que nos ensinam mais sobre o planeta onde moramos, e seus habitantes.
Entenderemos que propaganda é usada para conseguir lucros para empresas, apenas uma ínfima minoria serve para informar. Descobriremos as conexões dos donos das grandes empresas de mídia, e o tipo de programação que eles aprovam. Compreenderemos que, nas decisões realmente importantes de nossas vidas, como o tipo de fonte de energia a ser usada, a democracia fica de fora.
Somos capazes de encontrar, também, pessoas que já sabem sobre o que achamos, e que já estão lutando para mudar. Indivíduos que, por vezes, o fazem de forma silenciosa, sem que ninguém perceba que sua rotina vai mudando. Quando aprendemos a notar os pequenos detalhes, enxergamos nossa realidade de maneira diferente, mais esperançosa do que pensávamos.
:-)

quinta-feira, 29 de março de 2012

Diretor esquizofrênico

Sem saber o que realmente temos em nossa sociedade, ficamos presos à eterna tentativa de consertar o que é feito para quebrar. Temos a impressão de que certas consequências, como corrupção e violência, são frutos de defeitos nas pessoas. Mas ao observarmos como o sistema funciona, sem romantismos ou idealizações, entendemos que são subprodutos esperados.
As técnicas usadas no controle social lembram períodos como a Inquisição, onde a força bruta é o argumento predominante. Quando uma lei se mostra errada, as montanhas de processos envolvidos na burocracia para revertê-la são escrito com o sangue de inúmeros inocentes. Isto se os lobistas perderem o interesse, o que acontece quando comunidade e ambiente não representam lucro algum.
Mas ao sorrirem para nós, as promessas impossíveis ficam a um passo da realização, ainda mais em ano de eleição. Sem educação, não vemos o que são defeitos que podem ser consertados, e o que são subprodutos, que precisam de um replanejamento. Aos poucos, entretanto, vamos chegando lá, com uma pessoa ajudando a outra, abrindo janelas e portas e mostrando um mundo novo.
:-)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Carasco sádico

Nossa mente tem a incrível habilidade de trazer para a realidade tudo o que passa nela, ao menos para nós mesmos. Apenas assim somos capazes de ver e sentir barreiras intransponíveis ao olharmos para linhas em mapas, mesmo no meio da selva. Da mesma forma, damos tamanho valor à um pedaço de papel pintado, que somos capazes de tirar vidas por ele.
O que enxergamos ao nosso redor, a maneira como agimos, são evoluções das gerações passadas que adaptamos para nossa realidade tecnológica. Herdamos deles uma estrutura que, mesmo espalhando o rótulo de liberdade, cada vez mais retira nossos direitos, e restringe nosso espaço. E a venda é feita de tal maneira que damos nossa alma achando que estamos fazendo o negócio do século.
O cenário geral, no entanto, mostra que, para cada indivíduo que assina o contrato de uma vida, uma família sofre. Separar e conquistar é uma tática antiga, mas que continua tão viva quanto outros legados de nossos ancestrais. Mas nada que a união das pessoas não resolva, algo simples de ser feito, e que pode trazer muitos mais benefícios do que se pensa.
:-)

terça-feira, 27 de março de 2012

Prisão maligna

É irônico notar o quanto o termo “liberdade” serve de tarja para estruturas que cada vez mais nos aprisionam ultimamente. Nossas próprias leis, por serem criadas em um meio subjetivo, a linguagem, dão abertura a qualquer interpretação. E como vivemos em um mundo monetarizado, são raros os momentos que vemos aquele que tem mais influência sendo devidamente penalizado.
Sem educação, nos apegamos à estas fagulhas no tempo, pois não sabemos a diferença entre chance e oportunidade. Não temos noção de matemática e probabilidades, nos entregando aos dramas manipulados dos noticiários. Constantemente criamos fantasias, para suprir uma realidade escassa de recursos, que foram consumidos sem consciência.
Glorificamos nosso passado, tememos nosso futuro e esquecemos de nosso presente, sobrevivendo, e não vivendo. Mas mesmo quando estamos no canto mais escuro, da prisão mais sombria, com fome e enlouquecidos, ainda temos esperança. E é ela que nos move, que nos faz procurar a saída, e que nos dá forças para começar do zero e construir um mundo melhor.
:-)

segunda-feira, 26 de março de 2012

Estrutura caótica

Com o passar do tempo, nossa sociedade criou certos alicerces que foram úteis em apenas um dado momento. Mantemos a ilusão de que eles ainda tem sua utilidade, mas ao analisarmos seu funcionamento, descobrimos o contrário. Inclusive, existe até aquele que se tornou um meio de propagação de intimidação, pois nada mais é do que o monopólio da força bruta.
Em um planeta tão diverso, o papel do governo, que antes era de união, acaba se tornando exatamente o contrário. Hoje sabemos que cada comunidade tinha sua cultura própria, por menor que fosse, e que foram englobados pelo sistema. Mas isto não significa que foi colocado em uso, difundido ou respeitado; pode ter sido simplesmente colocado em um canto e ignorado.
Aqueles que deveriam defender os mais fracos acabaram na folha de pagamento dos mais fortes, e as leis ficaram de acordo. Mas não podemos apontar dedos sem lembrar que a função de tal sistema é de servir ao povo, e que este se acomodou por tempo demais. Está na hora de relembrarmos o que é cidadania, para reavaliarmos o que foi feito de nossa sociedade, e mudarmos o que for necessário.
:-)

sexta-feira, 23 de março de 2012

Plano orgânico

Nossa tecnologia, por mais avançada que seja, de nada adianta enquanto não servir para o benefício de cada pessoa do planeta. Por existirem restrições no uso de ferramentas é que existe escassez, o que acaba gerando a violência que vemos nos noticiários. Ao notarmos as montanhas de lixo e ferro-velho que se acumulam, entendemos que o culto à futilidade é para o benefício de poucos.
Do controle da distribuição da matéria-prima até a popularização de leis de propriedade intelectual, apenas compreendemos quando sentimos falta. Mas no caminho para o meio da desolação do deserto, esbanjamos o que podemos, como se os sinais não importassem. Olhamos para o nada que se cria ao nosso redor e, entediados, tentamos fugir da realidade, de qualquer forma possível.
Mesmo esta fuga tem seus dias contados, pois com o tempo, descobrimos que precisamos de alimento para a alma, não apenas para o corpo. Podemos aprisionar facilmente nosso físico, mas nosso intelecto está sempre à procura de novidades para saciar a curiosidade. Com a união dos dois, descobrimos que somos imbatíveis, e que não existe nenhum tipo de prisão capaz de nos segurar.
:-)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Hábitos sincronos

A tecnologia tem a função de se melhorar constantemente, nos fornecendo os meios para que consigamos sobreviver em nosso ambiente. Criamos as ferramentas mais apropriadas para o objetivo que temos, apesar de não notarmos este fato em nossa rotina. Nos surpreendemos facilmente quando nos deparamos com o resultado de nossas escolhas, por mais esperado que seja.
Ao mantermos uma sociedade baseada em lucros e crescimento infinito, devemos nos preparar para lidar com as consequências. O romantismo dos ideais nubla nossa visão da realidade, fazendo com que vivamos perseguindo uma utopia. Tentamos esconder os problemas como se eles fossem desaparecer, sem lidar com eles de maneira apropriada e definitiva.
Sem mudarmos a estrutura que nos sustenta, construir em cima dela aumenta o impacto que sofreremos quando cair. A base pode aguentar o peso do resto até um certo ponto, pois além de ser finita ela tem seus limites de força. Podemos descer do pedestal em que nos colocamos, observá-lo e aprender com ele, para começar novamente, de uma maneira mais sustentável.
:-)

quarta-feira, 21 de março de 2012

Resposta lógica

Além de se referir à ferramentas, a tecnologia também envolve o conhecimento sobre técnicas e metodologias. Criamos uma evolução em nosso pensamento de tal maneira que otimizamos certas tarefas, descobrindo benefícios que não víamos antes. Descobrimos novos pontos de vista que nos mostram a relevância de diferentes aspectos desconsiderados previamente.
A cada ligação que notamos existir entre nós e nosso ambiente, compreendemos seu funcionamento e crescemos. Ficamos cientes de uma nova forma de interagir com o mundo ao nosso redor, aumentando nossas possibilidades. E quanto mais procuramos por elas, mais experientes ficamos, encontrando-as onde menos esperamos, por vezes.
Acabamos com hábitos que, anos antes, poderiam parecer sem sentido, ou desnecessários, mas que agora, são essenciais para nossa sobrevivência. A cada segundo que passa no relógio, estamos mais sábios do que antes, pois nossa experiência de vida como espécie se enriquece. Aos poucos vamos descobrindo a resposta para perguntas básicas sobre nossa existência, que alguns nem descobriram como fazê-las.
:-)

terça-feira, 20 de março de 2012

Galhos Ciborgues

Outro aspecto do avanço tecnológico que raramente notamos é o quanto ele fica mais simples e fácil de ser entendido. O que no começo parece misticismo, ao longo do tempo vai se revelando como um quebra-cabeças complexo. Mas apenas o vemos como tal quando temos o conhecimento sobre suas peças, de sua função à sua forma.
Com este tipo de informação, não apenas entendemos uma única ferramenta, mas toda uma gama que faz uso do mesmo sistema. Descobrimos que somos capazes de consertar, e, inclusive, criar utensílios que funcionem baseados nestes princípios. Nossa cabeça é capaz de fazer as associações necessárias para adaptar a funcionalidade com a necessidade em nossas vidas.
Unindo a simplicidade com a comunicação, notamos o porque certa tecnologias se popularizam mais rápido do que outras. Mas elas são apenas a porta de entrada para um novo mundo, cheio de recursos, mistérios e novidades. Um estudo mais aprofundado sobre os assuntos do nosso interesse nos dão ainda mais meios de expandirmos nossa criatividade.
:-)

segunda-feira, 19 de março de 2012

Faísca da vida

O avanço tecnológico não significa apenas que novas ferramentas estão sendo criadas, mas também sua popularização. Os meios de comunicação que tem aparecido nos últimos anos tem alcançado números maiores de usuários em menos tempo. Isto significa que as pessoas estão compartilhando mais informações do que antes, criando as oportunidades de aumentar seu conhecimento.
Estamos mais cientes do que acontece ao redor do mundo do que anos atrás, e das consequências destes acontecimentos. Temos consciência do que podemos fazer, dos limites que nosso corpo e mente quebram a cada novo dado que encontramos. Descobrimos novos pontos de vista sobre nossa sociedade, contraditórios com mitos popularmente conhecidos.
Diariamente, aprendemos sobre o poder que a comunicação e a troca de informações tem em nossas vidas, em velocidades cada vez maiores. Entendemos que, apesar de sermos moldados pelo ambiente em que vivemos, temos o livre arbítrio de mudarmos a nós mesmos. E que ao fazermos isto, damos a chance de outras pessoas fazerem o mesmo, mudando a realidade de um planeta inteiro.
:-)

sexta-feira, 16 de março de 2012

Deficiência Visual

A magnitude que a consequência de nossos atos atinge é tão abrangente, que alguns aspectos apenas notamos quando já é tarde. Nossa dependência do ambiente é grande, e apenas tomamos conhecimento de certos pontos quando já não existem. Desde o mundo microscópico que habita naturalmente nosso próprio organismo, até o macrocosmos, é uma proporção ínfima que conhecemos.
Aos poucos, estamos entendendo que nosso estilo de vida atual causa mais desequilíbrios do que harmonia. Seja em relação ao ecosistema que nos rodeia, ou entre nossa própria espécie, os efeitos podem ser observados. Os benefícios das quais abrimos mão, como liberdade, não parecem compensar o que pensamos ganhar, como a segurança.
Palavras podem mudar seu conceito durante o tempo, mas o que elas expressavam continua existindo da mesma maneira. Podemos atualizar definições e criar novas ideias, mas suas bases originais não somem por causa disto, apesar de as ignorarmos. Sem cuidar do básico, estamos fadados a perder tudo que é construido sobre ele, por mais sólido que pareça.
:-)

quinta-feira, 15 de março de 2012

Cara à tapa

Com o avanço da tecnologia, as distâncias se encurtam, uma vez que nossas mensagens vão mais longe em menos tempo. As pessoas que antes pareciam distantes, sofrendo com problemas que imaginávamos nunca ver ao nosso redor, estão cada vez mais perto. Descobrimos que o globo não é tão grande assim, e que nossos atos em um hemisfério são rapidamente sentidos em outro.
Este fenômeno não é uma via de mão única, pois vivemos em um sistema fechado, e tudo o que vai, obrigatoriamente volta. Assim, como exemplo, quando compramos um produto fabricado em outro país, podemos piorar as condições de vida do nosso próprio. Afinal, ainda mais no caso do Brasil, a exportação de matéria-prima acaba voltando de forma processada, que vemos nas prateleiras.
Desde o local onde trabalhamos, até o que comemos, ou o que fazemos em nosso horário de lazer, todos geram respostas. Sem consciência do que fazemos, seguindo escolhas de quando não tínhamos informação suficiente, tendem a criar problemas. Alguns deles começam a afetar aqueles que estão mais longe, mas eles não demoram a se alastrar e nos encontrar.
:-)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Esconde-esconde

A interação acaba sendo a maior diferença entre a internet e outros meios de comunicação, com usuários podendo criar seu próprio conteúdo. Isto nos dá acesso à inúmeros pontos de vista, que antes não tínhamos conhecimento por não serem do interesse da grande mídia. Esta nova revolução na maneira como lidamos com a informação mostra o quanto estava escondido sobre o mundo.
Em nossa arrogância, criamos a ideia de que somos os detentores da verdade, quando mal sabemos o que existe por aí. Nossa noção sobre o que é o universo já nos levou à perpetuar o impensável, mais de uma vez, fazendo milhares sofrerem por isto. Agora está mais difícil de escondermos as consequências de nossos atos, e temos que encara-los de frente, no espelho, todos os dias.
Existe uma citação de Desmond Tutu que não notamos em nossa rotina, apesar de o fazermos todos os dias. “Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado do opressor”, mostrando o quanto somos responsáveis por nossos atos. Mesmo que não tenhamos consciência sobre eles, realizando-os sem questionamento, por mais simples que pareçam.
:-)

terça-feira, 13 de março de 2012

Mudando a vida

Para notarmos claramente o quanto estamos vivendo longe da realidade, basta observarmos a proliferação de certos aspectos da sociedade. Procuramos incansavelmente por alguém a quem reverenciar, mesmo que não tenha nada a dizer ou o que fazer. Queremos um exemplo em quem nos espelharmos, esquecendo nossas próprias identidades, como uma fuga de nosso mundo.
Nossas prioridades são exibidas diariamente nos meios de comunicação, que continuam a dar o que é pedido pelo público. O círculo vicioso se completa quando entendemos que só pedimos o que conhececemos, já que fomos educados por estes meios. Sair desta espiral, que apenas desce a cada volta, é uma tarefa difícil, mas não impossível, e que pode ser acelerada.
A divulgação de informação é uma tarefa que pode ser facilmente realizada por qualquer ser humano, se desejar. Basta apenas estar apto à se comunicar, ter vontade de interagir com outros, e pesquisar sobre o assunto de seu interesse. Para entender a relevância dos dados encontrados, observamos se eles podem mudar nossa vida, ou se apenas nos mantém no mesmo caminho.
:-)

segunda-feira, 12 de março de 2012

Distrações

A imagem que temos de nossa sociedade é diferente do que a realidade mostra, e estamos cada vez mais conscientes disto. Desde pequenos somos ensinados que o crescimento contínuo e infinito é o que mantém nossas comunidades vivas. Mas ao contrastarmos esta afirmação com o fato de que vivemos em um planeta finito, descobrimos que estamos cavando nossa própria cova.
Existem diversas razões pelas quais esta, e outras, “verdades universais” são propagadas, distorcendo a maneira como vemos o mundo. A maioria delas podem ser encontradas dentro de cada pessoa, pois faz parte da maneira como fomos doutrinados. Mas não quer dizer que sejam realmente as verdadeiras ou as únicas, e que precisam ser seguidas ou passadas adiante.
Temos objetivos comuns, como a sobrevivência e a vontade de melhorar, que acabam sendo nublados por distrações. Nos reunimos em grupos, elegendo líderes, por considerarmos que eles compartilham os mesmos interesses que nós. Mas como a história tenta educar, talvez seja a hora de avaliarmos como estamos vivendo, abrir nossos olhos e fazer umas mudanças.
:-)

sexta-feira, 9 de março de 2012

De olho no futuro

Ao entendermos os resultados de nossos atos, conseguimos ver adiante no futuro, e descobrir aonde estamos indo. Podemos escolher manter o curso que nos encontramos, ou mudá-lo para outra direção, dependendo do que enxergarmos. No final das contas, por mais que tentemos negar, a decisão é de cada pessoa, por mais influênciada que ela seja.
É preciso nos munirmos do máximo de informações possíveis, para que possamos criar o conhecimento necessário para a viagem. Sem saber para onde estamos indo, corremos o risco de acertar um obstáculo logo no início, sendo impedidos de continuar a viagem. Impaciência é uma característica da juventude, que pode trazer consequências imprevistas e destrutivas.
Temos, também, a energia para partirmos para a ação, experimentando possibilidades, descobrindo novos caminhos. Não somos presos à nada, pois nossas únicas barreiras são as que impomos sobre nós mesmos, de maneira inconsciente. Ao nos conhecermos melhor, temos condições de ver onde nossos corpos nos levam, e optar pelo melhor caminho a seguir.
:-)

quinta-feira, 8 de março de 2012

Nossa Parte

Nossa sociedade atual foi construida baseada em princípios antigos, quando a tecnologia e o conhecimento eram escassos. Com o tempo, atualizamos muitos de nossos conceitos e ferramentas, mas não mudamos a base principal de nossas relações. Por diversos motivos, que vão do medo ao comodismo, ainda mantemos uma estrutura onde o foco é no indivíduo, e não na espécie.
Apesar de parecer pequena, esta diferença pode mudar completamente nosso ponto de vista e nosso estilo de vida. A competição, que passamos a ver como algo natural, pode se tornar contos do passado, escritos em livros de história. Temos a oportunidade de tentar algo que vemos como inalcançavel, mas que aprendemos desde cedo: a cooperação.
Existem outros aspectos que mudam, uma vez que nossa mentalidade mostre o caminho e nosso corpo o siga. Cada um tem suas qualidade e defeitos, sendo próprios para um tipo específico de situação, que as vezes não entendemos. Mas com o hábito da mudança, treinamos a capacidade de nos adaptar, descobrindo de forma mais rápida qual os benefícios que podemos encontrar.
:-)

quarta-feira, 7 de março de 2012

Imprevistos

Mesmo que tenhamos tudo o que precisamos para ir o mais longe possível, imprevistos estão fadados à acontecer. A preparação nos ajuda a criar a mentalidade criativa que iremos precisar em nossa jornada, para onde quer que ela nos leve. Ainda mais quando não percebemos que eles podem vir de nossas próprias soluções, como efeitos colaterais não imaginados.
Dentre os próximos passos, após descobrir estas consequências de nossos atos, podemos tentar corrigir nosso curso. Aprender a conviver com um fato inesperado vai exigir uma habilidade de adaptação que podemos treinar desde cedo. Mas é preciso cuidado com o resultado, pois podemos piorar o que já se tornou ruim e criar uma situação difícil de ser revertida.
Consertar nossas ações para eliminar o imprevisto pode ser uma alternativa mais fácil de ser implementada cedo do que tarde. Uma vez que se tenha incluído tal novidade em nossa rotina, ela cria um simbiose de separação problemática. Sua remoção pode exigir muito mais do que alguns estão dispostos a pagar, mas que acaba sendo o mesmo preço de sua manutenção.
:-)

terça-feira, 6 de março de 2012

Materialização de sonhos

Dependendo de nossa educação, experiências e do ambiente em que vivemos, temos desejos que são esperados. Eles são resultados de nossa vida em sociedade, pois em sua base, trazem a vontade de pertencer à um grupo. Quando conseguimos materializar estes sonhos, nos sentimos completos, por diferentes períodos de tempo.
Esta diversidade se dá pela relevância real do que queremos alcançar em nossas vidas, mesmo sem sermos capazes de perceber. Podemos imaginar que nossos problemas serão resolvidos com um objeto específico, quando nosso lado psicológico precisa de outra solução. É complicado olhar no espelho e descobrir nossos próprios defeitos, ainda mais quando estão escondidos dentro de nós.
A jornada para tal feito é árdua, mas o destino é recompensador, em níveis que não podem ser traduzidos em palavras. É algo que cada pessoa deve fazer sozinha, pois outros apenas podem mostrar o caminho, mas não trilhá-lo. A vontade de cada indivíduo serve de combustível, enquanto nossa mentalidade se torna o guia que não vemos.
:-)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Pegadinha do esperto

Quando não tínhamos acesso fácil à informação, apenas descobríamos na prática sobre certos aspectos de nossa sociedade. Agora com mais experiência e tecnologia, temos as condições de aprendermos sobre certas armadilhas que são colocadas em nosso caminho. Algumas são óbvias, mas outras são mais elaboradas, se mostrando como benefícios, à princípio, mas se mostrando o contrário em um segundo momento.
Por não estarmos conscientes do tipo de vida que levamos, deixamos que nossos instintos nos guiem em nosso dia a dia. Nublando nossa mente e lógica, eles trazem à tona nossa irracionalidade enquanto afundam nossa habilidade de pensar. Ignoramos probabilidades adversas em troca de satisfação rápida, nos colocando em situações perigosas e questionáveis.
Em nossa rotina, podemos observar quantas vezes fazemos isto, e em quais delas estamos pensando ou apenas indo com a maré. Deixamos nossa consciência adormecida uma parte do tempo, as vezes maior até do que queremos admitir para nós mesmos. Ao percebermos certos aspectos de nossas vidas, podemos dar os primeiros passos para corrigí-los, se não gostamos do que vemos.
:-)

sexta-feira, 2 de março de 2012

O que nos tornamos

Apontar dedos para todos os lados é simples, e qualquer um consegue fazê-lo sem um mínimo de analise ou estudo. Apenas a superstição e o achismo são necessários para tal ato, que acaba sendo auto-destrutivo, pois não resolve nenhum problema. Com um pouco de pesquisa, no entanto, estamos fadados à descobrir que, invarialvelmente, quem compõe nossa realidade somos nós.
Isto significa que, em maior ou menor grau, o que vemos ao nosso redor é um reflexo direto de nossas ações. Quanto mais nos envolvemos em um assunto, maior nosso conhecimento sobre como ele funciona, e como podemos modificá-lo. O contrário também é verdade, fazendo com que nosso ambiente siga seu curso natural, com a mínima, se alguma, influência de nossa parte.
Ao mantermos os hábitos e crendices de nossos antepassados, estamos abertos tanto para os benefícios, quanto para os problemas. Por mascararmos os defeitos, eles sempre nos pegarão de surpresa, indefesos contra seu poder, seja ele qual for. Podemos continuar ignorantes do que fazemos, ou podemos criar a consciência de que vivemos em uma sociedade, e agir como tal.
:-)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Lições dolorosas

Por mais que imaginamos que certas situações estão longe de nós, o caminho em que fomos colocados as trazem para nós. Nascemos andando em uma espiral que afunda a cada passo que damos, em um terreno precário e com nosso número aumentando. Ao continuarmos nessa direção, colocamos em risco toda a espécie, fazendo com que os problemas se acumulem, sem resolvê-los.
Existem aqueles que já estão sentindo o que é perder o chão, e que a queda é final, sem oportunidades ou chances de volta. Outros, no entanto, descobrem que existem maneiras de seguir em frente, utilizando métodos que a grande mídia não oferece. A vida sempre encontra uma maneira de sobreviver, mesmo que em diferentes formas das que estamos acostumados.
Os que conhecem a perda com mais intimidade tem um ponto de vista diferente do que é força de vontade, e do que podem fazer. Barreiras psicológicas acabam caindo, mostrando novos horizontes que antes estavam escondidos por nossos medos. Quando são descobertos, são capazes de dar um novo sopro de vida sobre nós, renovando nossas energias e esperanças.
:-)