quinta-feira, 31 de maio de 2012

Vida na Prática

Quando começamos a nos perguntar as questões que realmente fazem a diferença em nossas vidas, descobrimos que as respostas podem nos assustar. Nossa moral é testada de formas que não imaginamos, onde descobrimos que nossas prioridades podem não ser o que pensamos. Somos capazes de atos que não considerávamos antes, alguns que eram completamente repudiados previamente. Não gostamos da ideia de ter algum ente querido morto, mas rapidamente consideramos o extermínio de alguns infratores. Nosso próprio cérebro gosta de ordem e organização, porém consideramos a completa destruição de pilares da sociedade. Diariamente preferimos a praticidade, todavia repudiamos as corporações que as criam, e procuramos alternativas a elas. Ao encararmos nossa rotina de frente, podemos perceber certos aspectos que não gostamos, e que somos levados a questionar o que podemos fazer para mudar. Nesta analise sobre nosso estilo de vida, encontramos certos aspectos de nós mesmos que podemos não gostar, ou podemos adorar. O que iremos fazer com ele é o que irá contar, pois certos atos não podem ser desfeitos, enquanto outros precisam ser repetidos inúmeras vezes. :-)

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Prática na vida

Ao entregarmos para terceiros a responsabilidade sobre as direções que nossa vida toma, devemos estar preparados para fazer o que não queremos. Os rumos que alguns querem levar a sociedade não são, necessariamente, o caminho que a maioria trilharia se tivesse a escolha. E raramente notamos quem realmente nos conduz por estes trajetos, iludidos pela utopia da democracia, sem considerar o monetarismo. Vemos acusações de corrupção aparecendo cada vez mais, apenas para ser barrada em uma justiça burrocrática, criada para resolver um mínimo. Sentimos o abuso do poder com as desculpas mais estapafúrdias, desde uma segurança falha, até um incentivo para o esporte que vai para o bolso de poucos. Recebemos notícias de pessoas com dinheiro levando punições leves por crimes hediondos, onde qualquer outro mortal já teria sido apedrejado em praça pública. Não apenas nossos políticos, mas todos somos comprados facilmente, enquanto vivermos em uma economia que festeja o lucro. Nossa moral é testada ao pegarmos as rédeas de nossa vida, ao tentarmos levar nossas comunidades para uma realidade melhor. Existem aqueles que não são corrompidos, que nos mostram a força que podemos encontrar dentro de nós, se procurarmos devidamente. :-)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Teoria para prática

As informações que vamos conseguindo com o tempo são como peças de quebra-cabeça, que vão encaixando-se para mostrar toda a figura. Sem ter noção do que estamos construindo, levamos mais tempo testando as combinações do que melhor se ajusta para nossa situação. Existem aqueles fragmentos que parecem servir perfeitamente, mas que pertencem à outra área, e que só notamos mais tarde. Nossa própria moral vai se reciclando com o tempo, fazendo com que a civilidade de hoje se torne o barbarismo de amanhã. Nossos hábitos refletem em nossa saúde as suas consequências, e descobrimos que os excessos da juventude são pagos mais tarde. Nossas ações sustentam uma realidade que pode se voltar contra nós, ao desligarmos nossa consciência em nossa rotina. Nossa experiência cresce com o tempo, e ficamos mais sábios ao aprendermos com ela, ainda mais se prestarmos atenção em nossos erros. Entendemos que, mesmo quando enganados, ainda existem muitas lições à serem tiradas, que podem nos enriquecer de maneira que não esperávamos. Manter a mente aberta para recompensas que não esperávamos pode ser mais valioso do que receber o que já imaginávamos. :-)

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Entender e compreender

A diversidade de nossos pontos de vista pode ser visto em diversos aspectos de nossa cultura, de nosso estilo de vida. A própria linguagem, por exemplo, apresenta palavras parecidas, mas que tem conceitos que podem ser completamente diferentes. Em sua subjetividade, pode, também, apresentar outros significados para o mesmo termo, e mudar completamente a ideia original. O mesmo pode acontecer quando tentamos ajudar uma pessoa, que acaba se considerando vítima de um ataque premeditado. Mas também podemos encontrar vantagens em uma situação ruim, ao observarmos as circuntâncias que nos rodeiam. E toda a gama entre uma e outra, mudando nossas condições e caminhos à medida que observamos novos ângulos. Temos a capacidade de mudar nosso cenário com apenas uma alteração em nosso pensamento, uma nova forma de ver nossa realidade. Quanto mais informados estamos, mais possibilidades nos são apresentadas, nos permitindo alcançar patamares ainda mais elevados. Com a experiência, nos libertamos de prisões, desobstruindo nosso caminho para conseguir o que antes parecia impossível. :-)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Disseminando o conhecimento

O que nos é passado como cultura não é a realidade de muitas pessoas, apesar delas mesmas não notarem isto. A propaganda, martelada incansavelmente, é a de que certos aspectos de nossa sociedade não existe mais, que ficaram apenas nas páginas da história. Mas o que vemos ao sairmos de casa, confronta de frente o que não querem que acreditemos, o que não querem que vemos. Os habitantes das ruas das cidades são mostrados apenas em noticiários, retratados como delinquentes, ignorando que são marginalizados pela sociedade. Os suburbios acabam enfeitados em novelas, criando um conto de fadas que é improvável de acontecer, mas que mantém o rebanho calmo e sonhando. A comunidade rural fica longe do alcance do braço da lei, onde reinam os donos de terra, e onde os empregados tem apenas os direitos que lhes são ditos por eles. Graças à Internet, certas realidades que antes não encontravam o público, agora ficam expostas mais facilmente. Temos a oportunidade de conhecer o que realmente acontece em nosso mundo, sem interferência de grandes empresas com interesses financeiros. Seja na própria rua em que vivemos, em algum bairro de nossa cidade que não visitamos, ou em algum ponto do planeta que não conhecemos. :-)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Agindo em conjunto

Em nossa vida em sociedade, é necessário que vejamos nossos vizinhos e o resto da comunidade como uma família. Por nos dividirmos em indivíduos, somos alvos cada vez mais fáceis para a exploração de corporações e governos. Acreditamos em propagandas que dizem que o perigo mora ao lado, sem tentar conhecer quem vive ali, quais seus costumes e hábitos. Durante a Revolução Industrial aprendemos a tratar os próprios filhos como fonte de renda, o que ainda é verdade em parte do mundo rural. Certos pais, querendo dar o que não tiveram para seus rebentos, acabam se tornando meros bancos, com empréstimos infinitos, sem conexão emotiva. Irmãos são constantemente comparados, criando um clima de competição doentio, onde a cooperação não existe desde o berço. Com a destruição das comunidades, perdemos a diversidade de outros pontos de vista que apenas nossos vizinhos podem dar. Mas este é um espaço que não tende a ficar em branco por muito tempo, pois elas estão encontrando seu caminho de volta. E como uma enorme família, estão aprendendo a agir em uníssono, a se tornarem gigantes, e defender seus membros. :-)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Observando as ações

Um dos maiores problemas que enfrentamos atualmente em nossa sociedade, é a disparidade entre os governantes e os governados. Nosso sistema econômico incentiva a corrupção, fazendo com que leis sejam esquecidas, ou distorcidas, para o benefício de poucos. Mesmo na criação das regras, são deixadas portas dos fundos, para que aqueles que entendem a linguagem, tirem proveito. Desta maneira, bebidas serão liberadas em estádios de futebol durante a copa de 2014, pois a organizadora é patrocinada por este tipo de empresa. O mesmo acontece nas olimpíadas, onde corporações com produtos nocivos para a saúde, como refrigerantes e comidas prontas, tem espaço reservado na mídia. Isto sem falar nas consequências de alguém que desvia milhões em verbas e de um ladrão de galinhas, e suas correspondentes punições. É interessante de notar como se comportam aqueles que dirigem o país, suas ações e quem realmente beneficiam. As milhares de pessoas que acreditam em suas palavras e seus bons atos, descobrem, a duras penas, que foram usadas, anos mais tarde. Felizmente a história está cada vez mais sendo descoberta, e a população está acordando para o que realmente tem valor, evitando erros passados. :-)

terça-feira, 22 de maio de 2012

Reunindo a comunidade

Os meios de comunicação sempre foram importantes no desenvolvimento de sociedades, sejam elas rústicas ou avançadas. Das formigas aos humanos, a transferência de informação é primordial para se manter qualquer tipo de relacionamento. Mas o que beneficia também pode escravizar, se não soubermos como funciona, e qual o objetivo da interação. Confundimos o lucro com benfeitoria, quando vemos propagandas de produtos tóxicos embrulhadas em sorrisos de crianças e bebês. Acreditamos em promessas de campanhas, esquecendo as probabilidades de que não serão cumpridas, ou serão restritas à poucos beneficiados. Não notamos que certos programas servem para empurrar estilos de vida que não são sustentáveis, terminando em pouco tempo. Quando as pessoas tomam conhecimento do que acontece, e passam a informação adiante, toda a comunidade tem a chance de atuar. Todos tem a oportunidade de decidirem por si mesmos qual ação tomar, se alguma, mesmo que a distância seja grande. Nenhuma causa é pequena demais para aqueles que sofrem com ela, e para aqueles que tem os meios de auxiliar. :-)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Desfazendo a dispersão

Uma das armas para separar as pessoas é usada na forma da propaganda, disseminando informações tendênciosas, pela metade ou incorretas. Fazer com que uma comunidade se disperse é interessante para quem quer conquistá-la, pois quebra a comunicação e a confiança, enfraquecendo-a. Acabamos vivendo com medo de nossos próprios vizinhos, que antes eram considerados como parte de nossa família. Quando aceitamos notícias sem saber de sua fonte ou de sua veracidade, damos chances para especulações do medo, e passamos a olhar por cima dos ombros. Quando compramos produtos sem saber sua procedência, corremos o risco de incentivar o trabalho escravo e a separação de classes. Quando participamos de um sistema por imposição, ficamos fadados a repetir as mesmas ações, como votar, esperando eternamente um resultado diferente. Muitas são as maneiras de separar as pessoas, de deixá-las isoladas para serem um alvo mais fácil de se atingir. Esta é uma técnica que saiu da natureza, onde predadores procuram as presas mais debilitadas para, uma a uma, serem reduzidas. Mas o dia que a caça se unir, mesmo com baixas, será o começo do fim dos caçadores, que sempre estiveram em menor número. :-)

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Personalizando faculdades

Um traço típico da adolescência é a constante tentativa de pertencer à um grupo, identificando-se com aqueles que tem as mesmas preferências. Por sermos jovens, não notamos, em certos casos, o quanto somos influenciáveis, de onde vem e para onde nos levam estas sugestões. Estamos abertos e cheios de energia, dispostos à abraçar o que nos agrada, e combater o que vemos como ameaça. Aceitamos, sem maiores questionamentos, as respostas fáceis constantemente bombardeadas em propagandas nos meios de comunicação. Não nos perguntamos a necessidade de possuir determinados items para sermos tarjados como grupos específicos, cuja ideologia nos identificamos. Também não notamos que nossos instintos são o alvo de tais comerciais, deixando qualquer lógica de lado, nos transformando em meros animais. É uma fase em nossas vidas em que nos sentimos perdidos, correndo atrás de sonhos que, por vezes, não são nossos, mesmo os tendo comprado. Mas ela não é a única nem a última, e dependendo de nossa consciência e ações, também não é a maior que iremos passar. Em nosso caminho rumo ao crescimento, envelhecemos a cada passo, nos tornando mais sábios a cada experiência, e donos de nosso próprio destino. :-)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Extrapolando capacidades

Ao observarmos nosso dom da criação sob outro ângulo, notamos que ele pode ser facilmente chamado de adaptação. Como não criamos alguma coisa do nada, unindo ideias já existentes de formas diferentes, podemos dizer que adaptamos conceitos. Apesar de fazermos isto diariamente, por vezes esquecemos deste poder que temos, e ficamos presos ao passado, sem ver uma saída. Mantemos o mesmo modo de pensar, fechando nossa mentalidade para as descobertas da ciência, ignorando as melhorias que poderiam ser feitas. Descartamos maneiras de agir que vão contra a impressão popular de normalidade, por medo de represálias de uma sociedade medieval. Nos prendemos à costumes antigos, mesmo eles sendo provados nocivos para nossa sobrevivência, por comodismo de encontrar uma alternativa. Felizmente, existem aqueles que não conseguem ficar parados no tempo, e procuram avançar da melhor forma que conseguem. Eles mostram os caminhos que podemos tomar para chegarmos em um novo oásis, quando estamos perdidos no deserto. Mas eles podem apenas apontar a direção, cada um tem em si a força necessária para se mover na direção que bem entender. :-)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Compartilhando aptidões

A falta de informação do passado ainda é refletida em certos aspectos de nossa cultura, que nos mantém presos àquela realidade. Nosso comportamento limita nossas possibilidades e oportunidades, mesmo elas existindo e se multiplicando ao nosso redor. A estrutura de nossa sociedade apresenta rachaduras, esmagada pelo peso do crescimento intelectual que tivemos. A ideia de família, restrita, em grande parte, aos laços de sangue, ignora nossa simbiose com o resto da comunidade. Os objetivos de nações pouco tem a ver com a melhoria de vida de sua população, e mais com a conquista da liderança de um jogo macabro. Nossa própria cultura tenta sobreviver, esquivando-se do constante bombardeio consumista e separatista, criado em currais. Ao entendermos o que estamos perdendo, somos tomados por uma euforia de querer experimentar tudo ao mesmo tempo. Mas com um pouco mais de experiência, compreendemos que, apesar das ilusões, este mundo sempre esteve no mesmo lugar. Nos detalhes da vida conseguimos enxergar além daquilo que nos mostram, o que esconderam até hoje, e que aos poucos, está aparecendo de novo. :-)

terça-feira, 15 de maio de 2012

Maximizando talentos

De todos os dons que temos, os que mais nos ajudou em nossa evolução, é o da criação, de fazer abundância com poucos recursos. Nossa habilidade de entender e manipular a natureza para maximizar seu potencial, nos deu a chance de dominar o planeta. Infelizmente, nossa ganância, e a corrupção do poder também nos levaram à atrocidades inenarráveis, dos quais iremos ainda colher os frutos. Ao criarmos um estilo de vida que precisa de um suprimento infinito, perdemos o contato com o planeta, que é finito. Ignoramos a biologia, e tratamos o chão em que pisamos como uma máquina, fazendo-a trabalhar exaustivamente até seu esgotamento. Tentamos maximizar lucros, inflando os produtos da terra com hormônios e químicos, ignorando que somos nós que iremos nos alimentar deles. Como bêbados, nos achamos invencíveis, intoxicados por algo que distorce nossa realidade, ainda apegados à garrafa. Quando resolvermos largá-la, veremos que temos capacidade para resolvermos mais problemas do que criamos neste estado inebriado. Notaremos que nossas habilidades apenas precisam de prática, para nos tornarmos o que realmente somos, e sairmos da sarjeta em que nos colocamos. :-)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Potencializando escolhas

Ainda somos uma espécie nova no planeta, sem conhecimento de onde viemos, do porque estamos aqui, e para onde vamos. Respondemos essas perguntas com nossas ações, ao mantermos uma cultura viva, ao observarmos o resultado de nosso trabalho, e ao materializarmos nossos sonhos. E apesar da visão romantizada em que nos viciamos, as consequências de nossos atos são outros. Mantemos um cultura montada em reuniões empresariais, de um passado tão curto quanto nossa memória, e tão inconsequente quanto. Como escravos, vemos apenas o prato de comida que recebemos, e não o impacto que nossos empregos tem na sociedade e no ambiente. Até mesmo nossos sonhos são criações de corporações, recheados de consumismo sem sentido, em que depositamos toda nossa esperança. Viramos a força motriz de uma econômia que não é nada econômica, que destroi comunidades para o sustento de poucos. Corremos por toda nossa vida sem ver que estamos em uma roda, incapazes de sair do lugar por mais que nos desgatemos para o benefício de um ou outro. Mas somos mais do que isto, pois uma vez que nos libertamos das paredes mentais que nos aprisionam, não temos limites do que podemos fazer, e de onde podemos ir. :-)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Crie sua cultura

Toda vez que abrimos um jornal ou revista, que ligamos a televisão ou o rádio, somos levados a imaginar que nossa cultura se resume ao que nos é apresentado. Esquecemos que estes meios de comunicação vivem de anuncios, e que nós, espectadores, somos o alvo de todos eles. Somos nós que mantemos estas empresas vivas, quando decidimos doar nosso tempo a elas, consumindo seus produtos. Quando olhamos a novela e tornamos ela o foco de nossas conversas, entramos na fantasia que nos é passada, e esquecemos nossa realidade. Ao usarmos os produtos da indústria da moda, esquecemos nossa auto-estima, e nos comportamos como meros animais emplumados. Ao debatermos sobre partidos políticos, esquecemos que nossos problemas são técnicos, e agimos como cobaias, correndo desesperadamente em uma roda, sem chegar à lugar algum. Até mesmo as notícias que nos são passadas são filtradas previamente, sendo aprovadas por uma pessoa com uma norma a cumprir. Mas ao investigarmos o mundo que existe ao nosso redor, ou navegarmos pelas ondas da Internet, descobrimos a diversidade que existe. Encontramos a pluralidade do ser humano, em todas suas cores e formas, em todo seu potencial criativo, onde nosso maior dom encontra a abundância de ideias. :-)

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Desenvolva suas habilidades

Nossa individualidade se mostra com mais clareza em nossos pontos de vista, nossa maneira diferente de chegar ao mesmo objetivo. A padronização à que somos submetidos tende a apagar estas distinções, removendo parte de quem somos, e do que podemos fazer. Deixamos nossa identidade nos sofás de casa, nas cadeiras dos escritórios, bancos dos carros e nas prateleiras de lojas. Deixamos de criar nossas próprias ferramentas, modernizando nossa comunidade, para se adaptar aquelas que já estão prontas. Esquecemos o que são obras de arte quando deixamos que críticos pagos pensem por nós, definindo padrões de beleza e moralidade. Vendemos nossa liberdade ao dar a responsabilidade de dizer o que são direitos e deveres a terceiros, entregando nosso corpo e mente ao seu bel prazer. Deixamos que a praticidade nos simplifique, em um processo onde deixamos de ser indivíduos, e nos tornamos meros empregados e consumidores. Mas podemos fazer mais por nossas vidas, e sabemos que existe o potencial dentro de cada um, por mais obstáculos que apareçam. Encontrar a vontade, no entanto, é uma tarefa árdua, onde renascemos do fogo mais fortes do que antes, como a mitolôgica fênix. :-)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Ajude seu ambiente

Apesar de estarmos mais conscientes sobre as relações que temos com o meio em que vivemos do que nossos antepassados, ainda não aplicamos o que sabemos. Somos facilmente iludidos com a praticidade de nossa cultura, e deixamos de fazer o que é certo para fazer o que é fácil. Não aprendemos ainda que, sem o ambiente, nossas possibilidades ficam limitadas de tal forma, que nossa sobrevivência fica ameaçada. Continuamos comprando produtos descartáveis e nocivos para o ambiente, sem pensar no fim que terão quando acabar sua validade. Enchemos os olhos com embalagens volumosas e vistosas, que acabam custando mais do que o conteúdo que protegem. Aceitamos trocar nosso tempo por soluções fáceis que acabam nos aprisionando, uma vez que elas nunca resolvem o problema e precisam ser constantemente adquiridas. Por não prestarmos atenção em todo o processo do consumo, desde a criação do produto até seu descarte, criamos problemas desnecessários para nós mesmos. Destruímos nossa casa duas vezes em nosso procedimento atual: na retirada de materias para criar, e novamente quando jogamos as sobras fora. Com uma pequena mudança de mentalidade, podemos diminuir drasticamente o impacto de nossas ações em nosso ambiente, e ainda aprender coisas interessantes no processo. :-)

terça-feira, 8 de maio de 2012

Construa suas ferramentas

Certas qualidades que temos, e que não notamos sua existência até que a perdemos, podem ficar destreinadas, mas estão sempre com a gente. Por vivermos em um mundo onde a praticidade é sinônimo de conforto, não notamos o quanto de nossas características perdemos. Deixamos certas habilidades nas prateleiras de lojas e mercados, enquanto tentamos nos identificar com as limitadas opções oferecidas. Nossa curiosidade se perde com as explicações convencionais que somos forçados à aceitar, em um mundo montado para nos proteger de nós mesmos. Nossa vontade é trocada por anestésicos que nublam nossa mente, nos mantendo de forma dócil em nossos sofás, poltronas e cadeiras. Nossa inteligência acaba na forma de uma cenoura que nunca alcançamos, mas que está sempre perto o suficiente para nos mantermos em sua direção. Temos inúmeras habilidades que foram aprimoradas durante milênios, e que estamos jogando fora sem pensar no que estamos fazendo. Reflexos ainda nos ajudam em nossos dias, mesmo não tendo que caçar nossa comida ou correr de animais selvagens. Podemos tirar proveito do que existe dentro de nós, daquilo que nossos antepassados passaram a história treinando, e que agora podemos fazer uso em sua melhor forma. :-)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Faça você mesmo

A escassez de informação levou nossos antepassados à crer que viviam em um mundo com poucos ou sem recursos. Das diversas soluções encontradas, a que mais se destacou foi a da força bruta, onde poucos comandavam muitos em um espetáculo competitivo. Em nome de nossos senhores, destruímos e matamos animais, árvores e pessoas, apenas para receber mais um pedaço de pão neste circo. Fomos convencidos de que estamos vivos, quando meramente sobrevivemos, incapazes de se mover, ou pensar, livremente. Fomos reduzidos à robôs descartáveis, trabalhando incansavelmente em linhas de produção, manuais ou cognitivas, até estarmos esgotados. Fomos adestrados, desde como e quando comemos, nos vestimos, dormimos, nos limpamos, descansamos e procriamos. A praticidade oferecida em troca do uso da força bruta não nos rouba a liberdade, pois está já entregamos quando aceitamos nos submeter. Ela nos retira a alma e o espírito: a união com nossos semelhantes e a vontade de lutar, fundamentais em seres sociáveis como nós. Felizmente, existem aqueles que ainda possuem estas qualidades, e que estão dispostos a não aceitar o que lhes é empurrado em troca de fumaça e pó. :-)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Olhando ao redor

Ao trilharmos nosso caminho, precisamos olhar para nossos lados, evitando rotas de colisão com outros viajantes. Além de evitar conflitos, podemos nos precaver de obstáculos móveis e outros problemas que nos atrapalhariam em nossa viagem, e que podem ser simples de se evitar. Uma rápida esquiva, um passo mais largo ou mais curto fazem milagres para prevenir situações complicadas. Ao deixarmos a moda passar na compra de certos produtos virais, descobrimos se eles realmente são úteis em nossas vidas. Ao fazermos nosso papel de cidadãos desde que acordamos, evitamos de ser incomodados e escravizados por governos abusivos. Ao sermos mais solidários com as pessoas ao nosso redor, nos esquivamos de problemas sociais, que podem ter um efeito avalanche como o que vemos diariamente. Por não fazermos o que é necessário quando é preciso, sofremos com as consequências e nos lamentamos sem achar uma solução. Vivemos uma utopia romantizada, longe da realidade de nosso planeta, e continuamos apanhando cada vez mais forte por causa disso. Podemos continuar neste mundo e ver até onde aguentamos, ou podemos mudar nossa mentalidade, e construir uma alternativa para ele. :-)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Saindo do escuro

Podemos, sem querer, entrar em áreas escuras em nosso caminho, e apenas perceber quando já não vemos nada em nossa frente. Encontrar uma saída se torna complicado, e se não estivermos preparados, podemos ficar presos a esta realidade indefinidamente. Podemos nos colocar em uma posição que vai contra nosso próprio caminho, nos tornando os intimidadores que tentamos evitar. Temos a ideologia de que estamos ajudando a sociedade quando escolhemos um emprego, mas podemos ser usados para salvar empresas, não o público. Ao fazermos nossas compras, raramente lemos sobre o produto, ou sobre a empresa que os fabrica, incentivando o que pode acabar nos matando. Ao votarmos em alguém, estamos validando um sistema que é baseado em uma utopia, que foi deturpado ao longo do tempo, e que agora serve para aprisionar ao invés de libertar. Diariamente realizamos ações que não estamos conscientes do que significam, ou de suas consequências no mundo. As repercursões do que fazemos vão além do que imaginamos, em certos casos, e devido à lei da ação e reação, estão fadadas à voltar para nós. Com planejamento e consciência, somos capazes de reverter essa situação ao nosso favor, e construir o mundo que queremos. :-)

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Removendo o tapa-olho

Existem entidades que bloqueiam nossa visão, impedindo-nos de ver coisas que podem estar bem ao nosso lado. Existem diversos motivos para que elas realizem estes feitos, e em uma sociedade baseada no lucro, não é difícil de imaginar um dos grandes. Todos querem tirar proveito da fonte de renda mais abundante deste planeta, que se prolifera exponencialmente: o ser humano. Sendo um dos mercados que mais movimenta dinheiro no mundo, a indústria farmaceutica dificilmente admitirá que podemos plantar nossos próprios remédios em casa. Da mesma forma, a indústria armamentista fomenta a resolução dos problemas via o conflito, aumentando seu lucro com cada corpo que cai. Enquanto isto, a indústria da moda promove a baixa estima, nos deixando insatisfeitos com o que temos, fazendo-nos procurar por respostas fabricadas por eles. Muitas são as armadilhas que encaramos em nosso caminho ao natural, e quando temos nossa visão bloqueada, ela se amplificam. Até mesmo o governo é passivo de ser influenciado quando a quantia oferecida é alta o suficiente, tratando o povo que o elegeu como se fossem nada. Mas ao retirarmos nosso tapa-olho, conseguimos ver a situação sem interferências, e entender mais sobre o universo ao nosso redor. :-)

terça-feira, 1 de maio de 2012

Abrindo os olhos

Podemos dizer que quando estamos muito acostumados à uma certa situação, ficamos cegos para ela, pois não a percebemos mais. Ela se torna parte de nossa rotina, e nosso cérebro a assimila em sua zona de conforto, deixando de ser uma ameaça para nossa existência. Mas nem tudo que é perigoso tem um efeito imediato: algumas coisas levam anos, e até décadas para se mostrarem. A ingestão de açúcar e gordura pode ser deliciosa em uma refeição, mas ao repetir o mesmo ato por anos, acabamos com diabetes e problemas de circulação. Estudos já demonstram que comida processada tem um papel vital na criação de câncer e problemas psicológicos, como depressão. Até mesmo a nossa vida sedentária, que pareceu uma ótima alternativa ao estilo nômade, apresenta seu lado maléfico em aulas de medicina. Mesmo certos produtos modernos com as quais nos acostumamos, e criamos nossa sociedade ao seu redor, tem sua porção de veneno. A plasticidade de nossas vidas acaba nos colocando em perigo como espécie, se não aprendermos a controlar nossos instintos. Antes que seja tarde demais, precisamos abrir os olhos, e procurar alternativas para, aos poucos, nos adaptarmos à um estilo de vida que seja menos nocivo para nós e o resto do planeta. :-)