sexta-feira, 29 de março de 2013

Insulto contra a vida

Ao seguirmos o rastro do dinheiro, descobrimos os verdadeiros objetivos por trás do que nos é passado, e que tentam conseguir nossa aprovação. Enquanto não mudamos nossa mentalidade, somos incapazes de mudar nossos atos, e como consequência, o mundo. Mas ao alterarmos nossa perspectiva, observamos o universo sob um ângulo diferente, e entendemos mais sobre ele do que antes.
Compreendemos que somos todos parte deste globo, e que nossas ações tem repercussões, mesmo que não estamos conscientes delas. Vemos que nosso menor gesto é capaz de desencadear um efeito de proporções gigantescas, e que temos controle sobre isto. Descobrimos o que realmente somos, e deixamos de ouvir nosso ego, voltando a viver em harmonia com o planeta e seus habitantes.
Existem evidências sobre nossa história que são escondidas da população, ocultando nosso verdadeiro potencial. Estas alterações são feitas para influenciar nossas mentes, nos guiando por uma lógica falha, incapaz de se manter por muito tempo. Aos poucos, estamos descobrindo o que foi afastado de nós, mas que é parte de nosso passado, e que pode nos ajudar a moldar um futuro melhor.
:-)


quinta-feira, 28 de março de 2013

Dano contra a honestidade

Não é apenas durante as eleições que políticos usam do poder da mídia para distorcer fatos, mostrando que são bons enquanto apunhalam a população pelas costas. Quanto maiores as promessas, maior o número de atingidos que serão mostrados como vilões, ao serem sumariamente executados. Os poucos que são clamados como heróis por estes meios, são aqueles que perpetuam hábitos e mantém a situação na mesma.
Projetos para a Copa e Olimpíadas irão criar custos para a população, enquanto empresas privadas recolhem todo e qualquer lucro. Planos de hidrelétricas beneficiam empreiteiras e companhias de energia, enquanto toda a nação paga pela destruição que causam. Até mesmo o aumento de rodovias incentiva o consumo automotivo, sem nunca resolver o problema do trafego, que clama inúmeras vidas.
Enquanto nós, cidadãos, não arregaçarmos as mangas para construirmos nossa própria realidade, nada irá mudar de fato. Continuaremos sendo marionetes e escravos de um sistema que apenas toma nosso tempo, segundo a segundo, até não o termos mais. Está na hora de virarmos as costas para o que querem que façamos, e descobrir por nós mesmos o que devemos fazer, para transformar este planeta do que queremos.
:-)

quarta-feira, 27 de março de 2013

Desagrado contra a prioridade

Se quisermos mudar nossa realidade, é preciso mudar nossa mentalidade, colocar nossas prioridades em questionamento e re-organizá-las. Devemos deixar de prestar atenção no discurso, e observar as ações, que são a materialização de nossos pensamentos. Podemos começar olhando para o que fazemos em casa, para o que pregamos para nossos filhos, e comparar com a maneira que vivemos.
Dizemos que nos importamos com a nova geração, mas os ignoramos, tentando comprá-los com presentes, punindo-os quando nos questionam. Ensinamos a viver de aparências, procurando por produtos melhores anunciados, deixando a ciência do funcionamento de lado. Instruímos a seguirem palavras em cada votação, pois quando promessas não são cumpridas, não cobramos como deveríamos.
Abandonamos o futuro a sua própria sorte, pois como espécie e sociedade, deixamos de fazer planos a longo prazo. Nos concentramos em nosso próprio ego, procurando demonstrar o que não somos, na busca de algo que não nos satisfaz. Enquanto não entendermos o que somos, seremos incapazes de saciar nossa ansiedade, cometendo cada vez mais atrocidades no caminho.
:-)

terça-feira, 26 de março de 2013

Ofensa contra a soberania

Ainda nos deixamos encantar pela propaganda feita por corporações, ainda mais quando elas se disfarçam de instituições. Somos levados a acreditar que certas nomenclaturas servem de permissão para a execução de atos contra toda uma nação. Damos licença para atos destrutivos, mascarados de entretenimento e progresso, para o benefício de alguns poucos.
Permitimos que rios sejam poluídos e desviados, com a desculpa de consumir e produzir mais energia elétrica, para o lucro de meia dúzia de empresas. Despejamos cidadãos necessitados com o pretexto de melhorarmos a estrutura de cidades, quando apenas leiloamos terrenos agora valiosos. Deixamos que nossas florestas sejam derrubadas por comodidade ou medo, enquanto somos obrigados a pagar cada vez mais caro por alimentos de pior qualidade.
Não é apenas a soberania do país que está sendo roubada por companhias, mas também a nossa, individual, chamada de liberdade. Estamos perdendo nosso ambiente, ficando encurralados em espaços cada vez mais restritos, sendo tratados como gado. Voluntariamente já nos deixamos marcar desde cedo, mas ainda temos a oportunidade de escaparmos do trágico fim do abatedouro.
:-)

segunda-feira, 25 de março de 2013

Afronta contra a dignidade

Quanto mais descobrimos sobre as barganhas feitas por debaixo dos panos, mais compreendemos que nada sabemos sobre nossa sociedade. Os pilares que a sustentam, ensinados desde os primeiros passos, servem apenas para aprisionar o cidadão de bem, enquanto outros fazem a festa. A teoria, na prática, é muito diferente do que mostram as propagandas, chegando a ser o exato oposto do que propõem.
Candidatos que aparecem apertando a mão daqueles de classe baixa, estão já pensando em seus despejos, e no lucro que terão com isto. As corporações, que publicam pessoas saudáveis e felizes em seus anúncios, vendem produtos que envenenam e causam a miséria. Até mesmo aqueles que deveriam dar conforto para a população, se tornando exemplos de moralidade, mostram outro lado escondido até então.
Sabemos que a história é escrita pelos vitoriosos, mas não vemos que eles apenas se tornam conquistadores por não espalharmos o que sabemos. Ao ajudarmos as informações circularem pelo planeta, avisamos futuras vítimas de suas estratégias, enquanto pedimos auxílio. Quanto mais cabeças acordando para a realidade, maiores nossas chances de darmos um fim para a opressão que se segue.
:-)

sexta-feira, 22 de março de 2013

Sistema de Aprisionamento

Os atos contra a sociedade são cometidos com uma sutileza cada vez maior, proporcional aos direitos que são removidos. Enquanto os cidadãos não prestam atenção, são descaradamente roubados de suas vidas, por aqueles em que mais confiavam. O Estado, que deveria auxiliar os que mais precisam, se tornou um departamento de corporações, servindo de arma contra seus clientes.
Despejos são feitos mediante o valor da terra, e não, como diz a lei, devido ao tempo em que os residentes se encontram no local. As taxas criadas por bancos são cada vez mais abusivas e protegidas, assim como os juros cobrados dos correntistas. Poucas empresas hoje controlam todo o mercado, tornando mais fácil a criação de cartéis, e muito mais díficeis de serem revelados.
Aqueles que mais deveriam ser vigiados são aqueles que se encontram em cargos de confiança em governos ao redor de todo o mundo. Incentivos à campanhas políticas e para partidos são feitos com um objetivo, que dificilmente chega a beneficiar toda a população. Mas aos poucos, vamos descobrindo as falhas do sistema e encontrando alternativas para substituí-lo, ou abandoná-lo em certos casos.
:-)

quinta-feira, 21 de março de 2013

Governo da Falsidade

Participamos de um jogo arranjado, onde ficamos perpetuamente correndo em círculos, enquanto outros lucram com esta energia. Somos, a todo momento, lembrados do que não somos, mas que podemos alcançar, se comprarmos o produto certo, da marca correta. Nos tornamos escravos do sistema, induzidos a idolatrá-lo de tal forma que protegemos aqueles que seguram o chicote.
Nos alimentamos de veneno por ser mais barato, enquanto corporações gastam mais em propaganda do que em matéria-prima de qualidade. Sofremos com angústias constantemente bombardeadas em nossa mente, para aumentar consideravelmente nosso desejo de consumo. Trocamos nosso tempo e planeta por papel pintado, sem valor ou utilidade nenhuma, a não ser na fantasia que nos obrigaram a comprar.
Tentam nos enganar a todo momento, com cada sorriso, para que possamos justificar e legalizar seus atos contra nós. Contam histórias fantásticas, onde saímos vencedores em todas elas, mas que são o contrário do que mostra a realidade. Está na hora de encararmos os fatos e tomarmos uma atitude, pois a cada dia o cerco se fecha mais, e nossa liberdade é perdida.
:-)

quarta-feira, 20 de março de 2013

Poder Opressivo

Ainda mantemos, em nossa cultura, o cerne de que precisamos ser egoístas para sobreviver, pois os recursos são escassos. Ignoramos os avanços tecnológicos ao impedirmos os sociais de acontecerem, na esperança de continuar lucrando com o arcaico. Nosso comodismo não nos permite lutar pelo que são direitos básicos, com medo da responsabilidade inerente a eles.
Deixamos de nos fortalecer com o compartilhamento, pois temos receio de que iremos perder nossa posição social, ou que ela se torne comum. Ignoramos o voluntariado, temendo que não sejamos capazes de manter nosso próprio conforto e regalias, e talvez nossa sobrevivência. Sentimos um terror ao pensarmos na troca de uma economia baseada em acúmulo, por qualquer outra que possa dar possibilidades a todos.
Não descobrimos que colhemos maiores benefícios quando todos tem condições, a começar pelo fim de represálias da desigualdade social. Permitimos que poucas pessoas tomem conta dos recursos de uma nação, deixando toda uma população no esquecimento. Tentamos participar do jogo que nos impõe, na esperança de que conseguiremos, um dia, sermos vitoriosos e conseguir o prêmio que nos venderam.
:-)

terça-feira, 19 de março de 2013

Ministério do Desespero

Ao terceirizarmos nossas responsabilidades, deixamos nas mãos de outros certas decisões sobre como levar nossas vidas. Em um mundo que prioriza o lucro, não deveríamos nos espantar de nos ver no final da lista, junto com objetos descartáveis. Nossas vozes são constantemente abafadas, para sumirmos do mapa o mais silenciosamente possível, incapazes de impedir o progresso.
Somos removidos de nossos lares e empregos, rejeitados por aqueles que querem padronizar o comportamento e a mentalidade da sociedade. Somos esquecidos durante décadas, lembrados apenas quando sofremos desastres que podem ser utilizados em campanhas para conseguir dinheiro. Somos usados para justificar atrocidades contra nós mesmos, com a desculpa de que não sabemos o que é o melhor para nós.
A maioria das pessoas deseja apenas uma vida tranquila e plena, capaz de desenvolver suas habilidades sem incomodações. Mas existem aqueles que, incapazes de conter sua ansiedade e ganância, consomem sozinhos os recursos que seriam suficientes para todos. Felizmente, as pessoas estão acordando para esta realidade, gritando ainda mais alto para serem ouvidas por todo o globo.
:-)

segunda-feira, 18 de março de 2013

Administração Pútrida

A cada eleição, viramos platéia de um espetáculo criado com o propósito de esquecermos nossas principais necessidades. Deixamos de lados os problemas que ameaçam nossas vidas, e que poderiam ser facilmente resolvidos, com um pouco de vontade. Da mesma forma, ignoramos os que realmente tem alguma influência sobre os candidatos, e participamos da legitimização da opressão.
Negligenciamos alagamentos e secas, perdendo tempo debatendo políticas que não farão a menor diferença se forem implantadas ou não. Somos omitidos de planejamentos, sejam municipais, estaduais ou federais, nos tornando apenas empecilhos a serem removidos. Desprezamos a maneira como somos tratados, considerando natural sermos esquecidos por aqueles que deveriam nos representar.
Os financiadores de campanhas são os maiores beneficiários de um sistema onde o lucro é o objetivo principal. Mas para mudar esta situação, depende de cada pessoa encontrar uma maneira de se libertar de tal opressão, mostrando para outros o que é possível. Quando a maioria tiver abandonado a mentalidade do acúmulo e da ganância, seremos capazes de ter todas nossas necessidades satisfeitas.
:-)

sexta-feira, 15 de março de 2013

Novo semelhante

A troca de hábitos pode começar com o abandono de velhas lógicas por algumas novas, que nos façam sentir mais vivos. Com isto, iremos nos sentir melhor, e ficará mais fácil de superar as ansiedades, medos e separações que tentam colocar em nossos corações. Teremos mais informações para ver o mundo como ele é, e quais são as armadilhas que devemos evitar para sair desta prisão.
Não precisamos de uma bancada que nos diga o que podemos considerar belo ou não, pois nossas preferências são as mais diversas. Não precisamos de empregos sem sentido, que apenas consomem tempo e paciência, esgotando nossa alma aos poucos. Não precisamos de adestradores que nos punam toda vez que cometemos um engano, pois somos capazes de pensar por nós mesmos.
A vida é nossa escola, onde aprendemos constantemente que podemos nos superar, alcançar novos patamares que não sonhávamos antes. Ao deixar os controladores para trás, descobrimos que nossas possibilidades aumentam ao pegarmos as rédeas de nosso destino. Talvez não tenhamos uma visão, ainda, de nosso destino final, mas a viagem certamente será muito mais prazeirosa.
:-)

quinta-feira, 14 de março de 2013

Outra vez

Não é apenas com sentimentos que problemas são criados, pois também temos o outro lado, onde podemos seguir uma lógica falha. Os exemplos nos rodeiam, mas por termos crescido com eles, e sermos bombardeados por eles, consideramos com naturalidade. Não vemos seus defeitos até nos atingirem em cheio, nos deixando incapazes de reagir mais, se não prestarmos atenção.
Criar guerras para combater comportamentos milenares não é uma maneira de eliminá-los, mas de manter e aumentar lucros de armas e adjuntos. Chamar de democracia um sistema onde o cidadão apenas é consultado sobre os(as) garotos(as) propaganda é o ápice da ignorância. Apesar do anunciado, podemos ver a verdadeira prioridade de um governo ao observarmos quem são beneficiados com as leis, e quem paga por elas.
Vivemos em uma realidade de ilusões e mentiras, criadas para enganar tanto nossos sentidos quanto nosso intelecto. Mas ela tem um limite, se mantendo em nossa zona de conforto, nos atraindo para a inércia, para o abandono de responsabilidades. E ao deixarmos nossos deveres, também se vão nossos direitos, até não nos restar nada, a não ser a escolha do veneno que iremos tomar.
:-)

quarta-feira, 13 de março de 2013

Deja Vu

Um dos problemas que são gerados para angariar fundos é o apelo aos instintos, ao nos fazer sentir medo, ansiedade e, principalmente, separação. Ao seguirmos apenas nossas emoções, acabamos deixando a lógica de lado, e viramos meros animais, fáceis de sermos adestrados. E uma vez doutrinados, somos explorados até nos tirarem tudo, da pele à dignidade, incapazes de usar nosso próprio cérebro.
Apesar dos esforços, existem hoje mais escravos físicos do que em qualquer período anterior de nossa história. Nos tornamos servos de um sistema agressivo e opressor, onde somos punidos fisica e psicologicamente se não nos enquadramos nele. Somos lacaios do consumo, incapazes de enxergar as consequências do que fazemos, nos conformando que autoridades assumem a responsabilidade de cuidar de nossas vidas.
Nos consideramos vítimas por que fomos instruídos assim, e esquecemos de que somos os únicos culpados de não atingirmos nosso potencial. Querem que fiquemos neste estamos por terem medo de alcançarmos nosso verdadeiro poder, e perderem a mamata que conseguiram. Mas na era da informação, transformamos o mundo na velocidade do pensamento, agindo como neurônios, criando uma nova mentalidade.
:-)

terça-feira, 12 de março de 2013

Mais do mesmo

Para trocarmos os hábitos nocivos pelos saudáveis, o primeiro passo é identificar aqueles que nos fazem mal. Existem diversos aspectos de nossa cultura que não prestamos atenção, pois já estão enraizados em nós, nos parecendo natural. Mas, pelo contrário, são nossas criações, que perdemos o controle e estão tomando vida própria, tentando nos eliminar no processo.
O sistema monetário já não está atrelado a nada do mundo real, e vive completamente em nossa imaginação, incentivando o consumo infinito. As leis que fazemos são, em alguns casos, contrárias as da natureza, sendo impossivel de serem respeitadas, apesar das punições. Nossa estrutura social se mantém por causa de mentiras e ilusões que, uma vez desmascaradas, colocam em risco nossa existência.
Ao notarmos o que acontece ao nosso redor, somos capazes de entender os reais motivos de certos problemas de nossa sociedade que nunca são resolvidos. Lucros podem ser gerados apenas onde existem problemas, ou não existiria uma demanda que sustentasse o mercado. Talvez seja por isto que existem aqueles interessados em ver o mundo pegar fogo, para serem capazes de vender seus extintores.
:-)

segunda-feira, 11 de março de 2013

Repetindo a cena

Descobrimos que, ao longo do caminho percorrido, damos um passo após o outro, em uma repetição constante do mesmo ato. Quando não prestamos atenção para onde estamos indo, esta sequência pode se tornar uma armadilha letal em nosso futuro. Mas ao criarmos ações com consciência, somos capazes de construir pontes e navios para conhecer novos horizontes.
Podemos desenvolver uma mentalidade de voluntariado, auxiliando aqueles com menos condições e sem oportunidades. Temos a capacidade de seguir nossos sonhos, mesmo que eles sejam o contrário do que prega a cultura em que estamos inseridos. É possível produzir os meios de espalharmos as informações ao redor de todo o globo, ou além, se necessário for.
Para mudarmos hábitos é interessante trocarmos os que queremos se livrar, por aqueles que queremos formar. Parece óbvio e simples, mas é muito difícil de ser feito, ainda mais quando somos bombardeados com obstáculos por todo lado. Mas existem aqueles exemplos em que podemos nos espelhar, que nos dão força e mostram o potencial que desperdiçamos com supérfluos.
:-)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Deuses supremos

Ao perdermos as ligações que nos conectam com a realidade do planeta, deixamos de lado a espiritualidade para criar a religião. Esquecemos que somos almas habitando corpos com mente, e vendemos ela, nos tornando cascas vazias, incapazes de serem preenchidas. Ignoramos completamente a história, vivendo a loucura de repetir o mesmo ato e esperar um resultado diferente.
A cada eleição, abandonamos nossos deveres como cidadãos do mundo, para nos tornarmos funcionários de uma corporação chamada governo. A cada compra, deixamos de fazer parte da solução para contribuir com o aumento da desigualdade social e suas consequências. A cada ato inconsciente que praticamos, desperdiçamos uma oportunidade de criar o mundo que queremos, nos subjugando à vontade de outros.
Estamos nos isolando de nossa maior fonte de poder, capaz de nos ajudar a chegarmos em nosso mais alto potencial. Ignoramos os ensinamentos antigos, daqueles que passaram pela mesma situação em que nos encontramos, e que tinham um conhecimento diferenciado do nosso. Nos contentamos com a escravidão diária porque esquecemos que podemos ser deuses, pois temos todas suas características em nós.
:-)

quinta-feira, 7 de março de 2013

Anjos diabólicos

Perdemos o contato com a natureza ao ponto de não sabermos mais escutar nosso próprio corpo, de não entendermos nossas próprias necessidades. Procurarmos, desesperadamente, qualquer guia para as tarefas mais básicas, que possa nos auxiliar em aliviar nossa ansiedade. Sem sermos capazes de compreender a nós mesmos, aceitamos as formas mais práticas, mesmo não sendo as mais corretas.
Nos adestramos a acordar, comer, pensar e descansar em horários comandados por uma máquina, que não leva em conta nosso organismo. Nos obrigamos a habitar locais baseados em lucros, não em nossas habilidades de aproveitamento do solo, ou do ambiente que nele vive. Nos treinamos a obedecer as regras criadas pela política, mesmo que contrariem as da física, muito mais antigas e firmes do que nossa espécie.
Delegamos nossa responsabilidade de cuidar de nossa vida e de nosso planeta, sem sabermos que ela preenchia o vazio que sentimos. Vendemos nossos deveres a cada eleição, na esperança de conseguir direitos que nunca chegam, perdendo os dois no processo. Estamos desfazendo as conexões que nos mantém presos a esta realidade por ignorância, mas que podem ser refeitas ao nos instruirmos novamente.
:-)

quarta-feira, 6 de março de 2013

Morada eterna

Deixamos de prestar atenção no que realmente é relevante por termos que, ainda, lutar pela nossa sobrevivência em nosso planeta. Com nossa tecnologia e conhecimento, deveria ser inconcebível termos pessoas passando necessidades em qualquer parte do globo. Mas a ganância de alguns poucos consegue transformar a vida de muitos em uma constante luta contra a morte.
Comunidades inteiras estão sendo removidas de suas casas para darem lugar ao lucro daqueles que consideram isto um bom negócio. Milhares são diariamente envenenados por produtos que, além de não terem nenhum valor nutritivo, ainda causam diversos problemas de saúde. A própria medicina foi vendida para corporações mais interessadas em manter as pessoas doentes e comprando remédios, do que vender alguma cura permanente.
Dizemos que nosso corpo é um templo, mas ao observarmos como a sociedade o trata, chegamos à conclusão contrária. Ouvimos muitos especialistas pagos por grandes empresas, e esquecemos daqueles que não estão em evidência, mas que possuem dados sólidos. Esquecemos que as respostas para todas as perguntas estão dentro de nós, e que somos capazes de escutá-las se pararmos de prestar atenção nos outros.
:-)

terça-feira, 5 de março de 2013

Profetas insanos

Ainda não nos acostumamos a ver as pessoas pelo que elas realmente são, ao contrário da imagem que tentam passar. Acreditamos nas ilusões criadas, e quando são feitas com confiança, chegamos a duvidar dos fatos que conhecemos. Isto porque não observamos seu principal objetivo, o prêmio máximo que perseguem, e que nos levaram a acreditar em truques baratos.
Damos nossas bençãos para um sistema opressor cada vez que votamos, pois nos mantemos na fantasia de que escolher um candidato faz alguma diferença. Nos tornamos cúmplices de corporações que destroem o meio ambiente e seus habitantes, toda vez que compramos seus produtos. Ajudamos a manter e criar mais desigualdade social ao usarmos os artifícios financeiros de um esquema de pirâmide, incapaz de auxiliar os necessitados.
Somos enfeitiçados pelo vocabulário de vendedores, sejam eles de produtos para a saúde, cosméticos, ou de gerenciamento. Confundimos lealdade com adoração, e nos tornamos fanáticos religiosos, sem perceber o que damos em troca. Viramos robôs de carne e osso, que imaginam ter algum tipo de inteligência, mas que são facilmente controlados por sentimentos primordiais.
:-)

segunda-feira, 4 de março de 2013

Ídolos criados

Parte do que é ser humano é ser imperfeito, de estar sempre nos sentindo incompletos, à procura de algo que preencha o vazio que sentimos. Esta ansiedade ficou mais em evidência nas últimas décadas, quando decidimos que bens materiais poderiam saciá-la. E o que antes poderia ser achado dentro de cada um, passou a ser ignorado, com a procura por objetos cada vez mais em moda.
Esquecemos sobre a espiritualidade, confundindo-a com religião, e passamos a adorar carros, roupas e papéis pintados. Deixamos de fazer o bem, se este não se encaixa em nossa rotina, ou se não tem um retorno financeiro adequado. Paramos de nos responsabilizar pelo que nos sustenta, terceirizando serviços básicos, como educar os próprios filhos, conhecendo-os melhor no processo.
Vemos marcas como deuses, onde nos orgulhamos de pertencer à sua seita, rebatendo qualquer crítica com a paixão de um fanático. Como cordeiros, somos guiados em rebanho para a loja mais próxima, onde podemos comprar nossa passagem para a salvação eterna. Vendemos nossa alma por achar que não precisamos dela, e nos tornamos meros corpos, habitados por uma mente fria com uma lógica falha.
:-)

sexta-feira, 1 de março de 2013

Novela inacabável

Ainda convivemos com uma mentalidade arcaica, presos à um sistema que apenas retribui para uma minoria, ao custo da vida da maioria. Apesar dos avanços tecnológicos, a estrutura social se mantém a mesma de milhares de anos atrás, quando não tínhamos o conhecimento de agora. A história que conhecemos foi montada por civilizações bárbaras, que conquistaram seus rivais na força, criando um estado que é o monopólio dela.
Precisamos pedir autorização para nossa existência desde o nascimento até o último suspiro, presos à uma burocracia sem sentido. Somos obrigados a ceder tudo o que temos e somos, sob pena de represálias tanto físicas quanto psicológicas, daqueles que deveriam nos defender. Ao sairmos dos padrões estabelecidos de consumo, viramos párias de uma sociedade adestrada para repudiar o que é diferente.
Aqueles corajosos o suficiente de seguirem seus sonhos, e mostrarem o que é possível para esta cultura, são caçados por ela. A miséria se tornou o modelo a ser seguido, assim como a mediocridade, em uma realidade onde a segregação das classes é algo a ser almejado. Enquanto vivermos na ilusão da separação, competição e acumulação, perseguiremos nossa própria destruição.
:-)