terça-feira, 31 de março de 2015
Como conseguimos?
O avanço da humanidade não se dá apenas na tecnologia, mas também nas áreas sociais, onde aprendemos a conviver com diferentes culturas, à medida que distintos estilos de vida entram cada vez mais em contato com nossa rotina. Modificamos hábitos para incorporar o que vemos como novidades, mesclando idéias que dão uma perspectiva diferente às nossas, crescendo em conhecimento com o resultado obtido por esta mistura. Mas estas inovações, assim como na ciência, não acontecem de primeira, sendo necessárias várias tentativas, além da quebra de paradigmas antigos, destruindo pré-conceitos que nos seguram presos à zona de conforto.
Como o comportamento geral da sociedade é o somatório dos costumes de cada cidadão, absorvemos mais facilmente novos hábitos quando, como indivíduos, temos uma mentalidade aberta para tais práticas. De uma maneira geral, ao olharmos para o globo, conseguimos ver a integração de diversas civilizações, que convivem pacifica e prosperamente juntas, se beneficiando em alguns aspectos, compartilhando em outros. Existe, claro, uma parte que tenta se manter isolada, desconsiderando que são resultado de uma mistura de povos mais antigos, desprezando o progresso criado pelo relacionamento e troca de experiências entre nações.
Mas esta porção é um número menor do que se pensa, uma minoria que tende a ficar para trás na evolução, assim como sua contraparte que é pioneira, desbravadores que estão na vanguarda das inovações e que puxam todo o resto para frente. Mesmo em percalços históricos, onde ficamos séculos na escuridão, sem produzir avanços morais ou tecnológicos significativos, ainda existiam aqueles que nos puxavam para cima, mostrando que este é o caminho que escolhemos seguir. Quando foi a última vez que aprendeste algo de novo, que mudaste uma prática ou conheceste um outro ponto de vista, capaz de tirar teu pensamento de perspectivas fechadas, expandindo-as para além das fronteiras com que te acostumaste?
:-)
Texto inspirado em:
Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2015/03/banalizacao_do_mal.html
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2015/02/conectados-a-musica
Pensador Anônimo - http://pensadoranonimo.com.br/10-estrategias-de-manipulacao-da-midia-noam-chomsky/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/o-que-e-vida.html
segunda-feira, 30 de março de 2015
O que já alcançamos?
Todos os dias somos inundados com uma quantia maior de notícias do que nossos antepassados sonhariam ver em toda sua vida, mas ainda não conseguimos nos coordenar para ajustar a percepção à este fato. Também temos dificuldades em separar o que é entretenimento e propaganda do que é relevante, sofrendo influências inconscientes que, de outra maneira, possivelmente seriam deixadas de lado somente para momentos de lazer. Esta incapacidade em lidar com a enxurrada de informações que estamos recebendo nos dá a impressão de que o mundo irá terminar amanhã, e que devemos mais aproveitar o momento sem pensar no futuro.
Esquecemos que com os avanços tecnológicos tratamos de acontecimentos do outro lado do globo como se tivessem acontecido na rua de nossa casa, nos deixando cientes de eventos que tem uma mínima, se perceptível, repercursão em nossa rotina. Além disto, alguns eventos recebem uma cobertura desproporcional da mídia, passando a impressão de que tem uma frequência mais curta e abrangência maior do que possuiríam se fossem colocados em perspectiva com o cenário geral. Passamos a ter uma visão global sobre a espécie, mas nosso ponto de vista ainda está restrito à localidade, nos fazendo desprezar os bilhões de pessoas que circulam pela esfera, considerando que são apenas os punhados de onde moramos.
Apesar de vermos diariamente o contrário nos noticiários, proporcionalmente menos pessoas morrem em guerras ou de doenças ao redor do planeta, e a estimativa de vida tem crescido de maneira estável, apesar de alguns percalços. A tecnologia tem avançado a passos largos, nos proporcionando confortos que nem sonhávamos à alguns anos, além de possibilidades que vão além da imaginação de alguns, sendo barrada apenas por nossa própria ignorấncia. Já pensaste que hoje é possível ir de um lado ao outro da Terra em pouco tempo, se relacionando com uma riquíssima diversidade de pessoas, e que o maior empecilho que encontramos é nosso próprio medo de abrir as asas?
:-)
Texto inspirado em:
Jaru Online - http://www.jaruonline.com.br/noticia/famoso-chef-de-cozinha-vence-demanda-judicial-contra-mcdonalds-e-prova-a-farsa,geral,9884.html
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2015/02/quimica-na-pratica
Pensador Anônimo - http://pensadoranonimo.com.br/site-de-tv-telesur-destaca-tentativa-de-golpe-da-globo/
Rosacruzes - http://rosacruzes.blogspot.com/2015/02/o-bem-e-o-mal-de-braco-e-abracos-num.html
sexta-feira, 27 de março de 2015
Por que nos tornarmos tangíveis?
HAPPY: Documentário Sobre a Genuína Felicidade from Guru Sabe on Vimeo.
Ter coerência entre o que falamos e o que fazemos parece ser uma atitude básica para qualquer ser humano, mas existem aqueles que passam uma vida inteira sem conseguir uma concordância destes dois aspectos em suas atitudes. Quando esta discrepância acontece com os outros, somos rápidos no julgamento, esquecendo que diariamente nos prometemos mudanças em comportamento que falhamos por encontrar desculpas das mais variadas. Apesar de existirem justificativas válidas, cada vez que nos certificados de que uma ação é necessária e não cumprimos, o inconsciente começa a duvidar das intenções, passa a ganhar força e assumir o controle que estamos perdendo.Sem sermos capazes de gerenciar o próprio humor, permitindo que sejamos mais cordiais com aqueles ao redor, nos entregando à impaciência, ilustramos que o domínio da situação não está nas nossas mãos, mas do Ego. Com os instintos tomando conta, não podemos esperar algo diferente do que sermos tratados como animais, adestrados por aqueles que conseguem o mínimo necessário de fiscalizar e mandar em seus impulsos. Estes se tornam exemplos, seguidos pelos demais como modelos de vida e de princípios, mesmo que não tenham uma harmonia entre o discurso e os atos, realizando exatamente o contrário do que pregam para seus discípulos.
O pensamento crítico, ferramenta essencial para organizarmos a própria vida e escolhermos padrões para nos especializarmos, fica em segundo plano nestes casos, à espera de uma conexão com o Espírito para colocar a casa em ordem. Simplesmente substituir o Ego pela lógica fria e calculista é sair de um extremo para cair em outro, ainda longe do equilíbrio necessário para nos tornarmos reais, deixando de ser reflexos distorcidos de quem realmente somos. Ao se prometer mudanças na vida, está cada vez mais fácil de encontrar as desculpas para desistir, chegando ao ponto de nem precisar mais delas, ou você consegue cumprí-las da melhor maneira possível, sempre que disponível?
:-)
Texto inspirado em:
Pública - http://apublica.org/2015/03/mordaca-de-marca/
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com/2015/03/tera-sido-ingenuidade.html
Voz das Comunidades - http://www.vozdascomunidades.com.br/destaques/favela-uma-arvore-um-aglomerado-de-casas-ou-um-lugar-de-guerra-paz-ou-violencia/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/03/equilibrio_12.html
quinta-feira, 26 de março de 2015
Quem é palpável?
Na indústria do entretenimento, os maiores destaques vão para aqueles que atraem o maior público pagante, independente se a mensagem transmitida for para o aumento da mentalidade coletiva, ou para sua simplificação. Infelizmente, passamos a basear a cultura em tais moldes, e estes passaram a ser utilizados em outras áreas, como a administrativa, por exemplo, onde nem sempre os mais aptos são escolhidos pela sua popularidade. Estes cenários apenas acontecem por serem um somatório das escolhas individuais de cada um, sendo inútil apontarmos dedos para outro que não seja nós mesmos, na esperança de modificar a situação em que nos encontramos.
Políticos vem e vão, e por mais extremistas ou moderados que sejam seus discursos, são as assinaturas e votos em leis que ficam, que decidem o futuro de toda uma nação que os elegeu por serem populares, não necessariamente competentes. Mas o que vemos na sociedade é um reflexo do que temos dentro de nós mesmos, onde somos capazes de ir para as ruas protestar a corrupção, enquanto pagamos propina para não levar multa, ou buscamos atestados médicos falsos para pegar dias de folga. Por falta de observação, e de um espelho, nunca descobrimos quem são os perpetuadores de comportamentos que queremos ver extintos, e saimos atirando para todo o lado, inclusive daqueles que agem conforme falam.
Existem exemplos de competência, tanto no meio da população, como em cargos de gerenciamento, que podem ser facilmente copiados por qualquer um, desde que se tenha um interesse mínimo em alterar as próprias atitudes. Encontramos diversos meios de nos comunicarmos com o Universo para sabermos qual nossa missão, e com um pouco de entusiasmo nos são revelados inúmeros benefícios para nos tornarmos tão palpáveis quanto a imaginação que temos de nós mesmos. Quantas vezes por dia você comete atos que pensa não terem importância nenhuma por serem pequenos, mas que fica com pensamentos de sofrimento por saber que eles não eram necessários, nem recomendados?
:-)
Texto inspirado em:
Voz das Comunidades - http://www.vozdascomunidades.com.br/destaques/o-cara-que-estampou-o-orgulho-de-ser-favela/
Desentorpecendo a Razão - http://coletivodar.org/2011/11/entrevista-exclusiva-com-denis-russo-burgierman-as-alternativas-a-guerra-contra-as-drogas-nao-surgem-dos-politicos-surgem-da-sociedade-mobilizada/
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/a-brown-frases-de-sabedoria/
Pública - http://apublica.org/2015/03/sabesp-desobedece-corregedor-e-nao-entrega-contratos-de-demanda-firme/
quarta-feira, 25 de março de 2015
Como encontrar o concreto?
Ao passarmos a considerar o corpo como um personagem que assumimos, e o que vemos ao redor como o cenário mais avançado já criado para jogarmos, temos um ponto de vista diferente sobre a existência, capaz de mudar hábitos. Temos base para deixar de julgar os demais pela aparência ou discursos, e passarmos a prestar mais atenção em suas ações, pois estas revelam os objetivos que eles tentam alcançar, seja de apenas dar umas risadas, ou algo mais. Também somos capazes de compreender a imagem que passamos em detalhes que eram ignorados antes, desde o tom de voz até os gestos que acompanham as palavras, tudo o que demonstra o que estamos realmente sentindo.
Para enxergar através do superficial é preciso estudo e prática, mas podemos nos tornar mestres em olhar os bastidores, entender melhor as pessoas para termos relacionamentos mais saudáveis, mesmo que seja evitando alguns indivíduos. Da mesma maneira, podemos fazer analise idêntica com nosso comportamento e identificar quais são as ligações que estamos atraíndo, e se elas condizem com o tipo de objetivo que estamos perseguindo. Intenções e idéias são um excelente começo, mas se nunca saírem da conversa e se transformarem em atos, materializando os pensamentos, não passam de utopias que se tornam cada vez mais inatingíveis.
A observação é uma ferramenta que temos à nossa disposição para aprender sobre as particularidades da vida, principalmente da nossa, onde desvendamos o real significado de metáforas milenares. Como robôs de jogos, temos conosco utensílios que podemos utilizar a qualquer momento, se soubermos da sua existência e das possibilidades de uso, inclusive de nos atualizarmos, aumentando a inclinação para a naturalidade. Quantas vezes você já parou para notar se aquela falta de paciência é sua mesmo, ou se é o Ego tentando puxar sua atenção para algo que ele queira, com consequências que você sabe que não é o ideal para sua vida?
:-)
Texto inspirado em:
Scribatus - https://scribatus.wordpress.com/2015/02/19/nonolet/
Blog Rosacruzes - http://rosacruzes.blogspot.com.br/2015/02/assuma-uma-postura-poderosa-e.html
Nathalia Paccola - http://www.nathaliapaccola.com.br/13-coisas-que-as-pessoas-mentalmente-fortes-evitam/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/o-drama-da-alma.html
terça-feira, 24 de março de 2015
Onde está a existência?
Temos uma cultura de consumo abusivo, onde vivemos para comprar as últimas novidades, baseando nossa existência em objetos descartáveis que nos custam tempo e energia, a própria essência de nossa presença neste plano. Mantemos indústrias que são espelhos de como conduzimos nossos corpos: estão ativas para captar recursos para acionistas, despreocupadas em retornar algum benefício sustentável para a comunidade onde estão inseridas, ou para os próprios clientes. Este padrão de exploração de chão de fábrica ainda existe por enxergarmos lucros, mesmo que mínimos, com uma mentalidade educada para viver em uma Revolução Indústrial, o que não notamos que já se tornou passado.
Neste período, criamos máquinas incríveis, capazes de nos levar à outros mundos, inundando nossa atenção com mais informações em um dia do que séculos inteiros seriam capazes de produzir para nossos antepassados. Estamos vivendo uma nova transformação: onde antes geramos uma abundância de produtos, agora estamos fazendo o mesmo com notícias de todo o globo e além, isto sem termos nos acostumado com a prévia inovação. Neste mar que tenta nos afogar a cada onda, é fácil esquecermos quem somos e o que realmente importa na vida de cada um, nos confundindo em anúncios que exploram inseguranças e defeitos, oferecendo pontos de vista como mercadoria.
Procuramos nos atualizar usando o mínimo esforço necessário, buscando a sobrevivência social através do estímulo de instintos básicos mais do que o intelecto, ilustrando que ainda damos permissão ao corpo para funcionar de maneira automática. O resultado é a futilidade e a ignorância, pois ele procura a preservação de energia, situações onde não é requerido que o cérebro, o maior consumidor de recursos, atue em plena capacidade para avaliar a situação. Quantas vezes por dia você cria cenários em sua cabeça onde a zona de conforto predomina, modificando a realidade para que ela atenda aos seus caprichos, ao contrário de você trabalhar para alterar ela à sua vontade?
:-)
Texto inspirado em:
Teoria da Conspiração - http://www.deldebbio.com.br/2015/02/19/o-retorno-ao-caminho-antigo/
Voz das Comunidades - http://www.vozdascomunidades.com.br/destaques/dj-daniel-e-sua-trajetoria-mixagem-de-emocoes/
Nômades Digitais - http://nomadesdigitais.com/5-mitos-sobre-comecar-um-novo-projeto-que-voce-precisa-abandonar-hoje/#
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/ilusao.html
segunda-feira, 23 de março de 2015
O que é real?
No filme Matrix, é ilustrada a idéia de que consideramos como real os impulsos elétricos interpretados pelo nosso cérebro, correntes de energia que se originam nos sentidos quando interagimos com o Universo e são traduzidos no crânio. Mas esquecemos de nos perguntar para quem ou para o que são esclarecidas estas informações, e se é o mesmo local de onde aparecem os comandos que são enviados para que o corpo se movimente, ou para que pensamentos sejam controlados. Temos alguma idéia do funcionamento biológico, confirmado com instrumentos capazes de medir o que se passa no sistema nervoso, mas raramente nos perguntamos sobre o que existe por trás que ainda somos incapazes de mensurar.
Podemos considerar nossa constituição física um modelo mais avançado de um personagem de jogo, onde não temos apenas visão, audição e mobilidade, como nos mais avançados, mas todos os atributos que fazem um ser humano. Como em qualquer partida, existem regras que devemos seguir, mas que podem ser contornadas ou dobradas por aqueles que conhecem seus segredos; e missões que temos para cumprir, embora deixá-las também é uma opção, com suas consequências. Nos deixamos absorver tanto por esta brincadeira que passamos a considerá-la a única realidade que cogitamos, ignorando que talvez existam outros níveis de consciência, onde descobrimos que somos os jogadores, e não marionetes.
Temos um elo de comunicação com este grau superior, que tenta nos ensinar o que são distrações que podemos facilmente evitar, e qual é o objetivo que assumimos antes mesmo de entrar neste plano existencial. Ele nos mostra que estamos aqui por um motivo específico, descoberto facilmente quando nos relacionamos com a comunidade, procurando meios de crescimento para ela, e nos exercitando com meditações frequentes. Já te imaginaste como um piloto de um robô tão avançado, com inteligência artificial capaz de cuidar de si próprio, enquanto procura pelas mais fáceis condições de vida, com tamanha habilidade que consegue confundir a identidade de seu condutor?
:-)
Texto inspirado em:
Canal do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2015/03/14/a-polemica-da-publicidade-direcionada-a-crianca/
Mais Buritis – maisburitis.com.br/2015/02/25/onibus-hacker-traz-cursos-e-reciclagem-de-lixo-eletronico/
Voz das Comunidades - www.vozdascomunidades.com.br/opiniao/maconha-sem-reflexao-nao-ha-transformacao/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/paz-interior.html
sexta-feira, 20 de março de 2015
Por que acolher?
Aceitar as consequências de uma decisão é assumí-las com paciência e resignação, mesmo sem concordar e enquanto trabalhamos para modificá-las, uma vez que os efeitos podem perdurar contra nossa vontade. A ação e a reação são forças que existem na própria Natureza, explicadas pela física, e aplicadas em tudo que podemos imaginar, ao redor do Universo, inclusive no comportamento e relacionamento humano. Tal é sua potência que, quanto mais resistimos à resposta aos nossos atos, maior é o atrito que encontramos no caminho, dificultando ainda mais o acolhimento pela escolha feita, saindo da rota por causa de instintos.
Ao contrário, se concordamos com o seguimento, nadamos junto com a maré e temos o auxílio da correnteza, que nos permite guardar as energias e nos leva para onde precisamos estar, sem tanto esforço por nossa parte. Podemos sair de suas águas em qualquer momento, se soubermos nadar, alcançando as margens com segurança e conforto, nos direcionando para onde queremos ir com mais tranquilidade, sem tamanho confronto. Decisões são feitas o tempo todo, mesmo que seja ficar na mesma, aproveitar para ver onde somos levados, talvez descobrir cenários que nunca imaginamos antes, pouco explorados e ainda cheios de perigos e riquezas.
Se mudamos ou permanecemos na mesma situação é indiferente, pois ambos podem nos levar para o mesmo destino por caminhos diferentes, onde temos cenários diversos para escolher, assim como companheiros para conhecer. O que transforma totalmente nossa experiência é a aceitação, capaz de tornar a estrada mais suave e amigável, ao invés de enxergarmos inimigos em cada canto, e nos desgastarmos em disputas que não levam à lugar algum. Concordamos inteiramente com as decisões que tomamos em cada minuto da nossa vida, ou procuramos por meios de sabotar nossa própria felicidade, ao contrário de buscarmos os meios de trazê-la de volta quando à perdemos?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/o-papel-do-ser-humano.html
Nômades Digitais - http://nomadesdigitais.com/5-motivos-pelos-quais-voce-deve-assumir-a-responsabilidade-por-nao-seguir-seus-sonhos/
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/organizacao-de-frente-parlamentar-para-auditoria-da-divida-publica/
Pública - http://apublica.org/2015/03/agua-destinada-a-empresas-pela-sabesp-aumenta-92-vezes/
quinta-feira, 19 de março de 2015
Quem concorda?
Consideramos que tomamos decisões apenas quando modificamos alguma ação em nossas vidas, mas não percebemos que participamos de escolhas a cada respiração, pois a aceitação de uma situação também é uma opção feita. Quando vivemos apenas para a satisfação de instintos, nos distanciando das responsabilidades sociais, e concordamos com a direção em que o resto da sociedade marcha, arcando igualmente com as consequências. Ainda não percebemos, mas o destino de nossa vida pessoal e comunitária são os mesmos, já que ambos são criados de atos, e não de discursos, como alguns reforçam, seja em ano eleitoral ou seja em relacionamentos particulares.
A aceitação de um cenário só pode ser modificado através da luta privada, onde combatemos o próprio Ego para dominá-lo, colocá-lo de volta em seu devido lugar, e permitir que o Espírito tome conta de nossa conduta. Sem este combate ganho, notamos que, por mais pessoas que colocamos no banco dos réus da corrupção, um número ainda maior acaba fazendo ainda mais falcatruas, por fazerem parte de uma cultura que se perpetua tirando vantagem sobre outros. Mas uma vez conquistada esta vitória, nos tornamos modelos do que queremos ver acontecendo, ao contrário do que perpetuamos sem consciência, apenas por termos sidos adestrados de tal maneira.
A batalha sobre o conhecimento coletivo se dá dentro de cada um, pois somente assim somos capazes de inspirar, ao invés de sermos levados por algo que tentamos mudar, e que talvez estejamos usando a abordagem errada. Ao permitirmos deturpações em nossa conduta, independente de justificativas que contemos para nós mesmos, concordamos que outros façam o mesmo, já que estamos dando o exemplo com nossas ações. Observamos o padrão que passamos para familiares, amigos e o resto do mundo, desde que acordamos até a hora que colocamos a cabeça novamente no travesseiro, cuidando para que, principalmente crianças, tenham a melhor imagem do que é um ser humano?
:-)
Texto inspirado em:
El País - http://brasil.elpais.com/brasil/2015/03/10/ciencia/1426004228_642425.html
Nômades Digitais - http://nomadesdigitais.com/5-mentiras-que-devemos-parar-de-contar-para-nos-mesmos/
G1 - http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/03/afega-e-ameacada-apos-protesto-com-lingerie-de-ferro.html
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/martin-luher-king-3/
quarta-feira, 18 de março de 2015
Como aprovar?
Ultimamente temos visto muito foco em cima da corrupção praticada por alguns políticos, nos fazendo esquecer que ela é apenas um tipo de deturpação social, que deve ser combatida como todas as outras, mas que não é a única. Sem consciência, aprovamos pequenos atos de desmoralização, que nos é passado por normal porque todos estão supostamente fazendo, desde que estamos em nossa mais tenra idade, a época onde mais aprendemos. A partir de então, vemos atos de furar fila, ultrapassar pelo acostamento, receber troco a mais e ficar quieto, como parte dos costumes da sociedade em que vivemos, nos fazendo parecer trouxas se agimos de outra maneira.
Mas quando uma pessoa dessas se elege, ela passa a conhecer um outro lado da comunidade, onde os recursos são mais abundantes, e o que antes parecia uma grande vantagem, agora se torna o mínimo necessário para sobreviver. O motivo de continuar agindo de tal maneira porque os demais também o fazem persiste, mas agora os demais agem em milhões, não mais em míseras centenas, e avisam que se quiserem continuar no jogo, é bom manterem o mesmo ritmo. Os benefícios são exponencializados, e as consequências são escondidas debaixo do tapete, pois aqueles que pensam diferente estão acostumados a aprovar o peso que carregam ser aumentado de tempo em tempo, exaurindo a energia necessária para uma mudança.
Ambos podem mudar sua aceitação e alterarem o rumo de todo um país para outro destino, e temos os dois exemplos acontecendo neste momento ao redor de toda a nação, como podemos acompanhar em noticiários independentes. Ao analisarmos nossa vida, podemos ver claramente se somos aqueles que tiram vantagem agora na esperança de verem alguma diferença em um futuro que nunca chega, ou se já consentimos que somos parte do problema e nos adaptamos para criar um presente diferente. Enquanto pensarmos apenas em algum dia, ele não chegará, já que não existe no calendário, deixando para nós a questão de quando iremos parar apenas de reclamar, e modificar as únicas pessoas que temos total influência: nós mesmos?
:-)
Texto inspirado em:
Nômades Digitais - http://nomadesdigitais.com/medo-de-ficar-sem-dinheiro-a-falacia-que-te-paralisa/
Frases de Sucesso - http://www.frasesdesucesso.com/william-j-bryan-2/
Ipoema - http://ipoema.org.br/aguas/downloads/cartilha-jardins-agroflorestais/
O Globo – oglobo.globo.com/economia/eua-europa-dao-visto-especial-investidores-que-depois-podem-ganhar-nacionalidade-13711837
terça-feira, 17 de março de 2015
Onde consentir?
Temos dificuldades em saber onde consentir e onde devemos nos impor por estarmos desconectados do Universo e da missão que temos nele, nos tornando ferramentas de um corpo que deveria servir como utensílio, e não como chefe. Deixamos de nos ver como membros de uma família Cósmica, ligados à tudo e todos, para dar enfoque à mínima fração disto, centralizando as ações em benefício apenas de uma existência temporária, que é logo esquecida. Os cálculos que fazemos de perdas e ganhos são minimalistas, pois colocamos os próprios sentimentos em primeiro lugar, esquecendo que somos senhores de nossas Vontades, e que temos a habilidade de suportar mais do que imaginamos.
Concentrados em uma rotina imposta, nos tornamos cegos para as possibilidades que estão dentro de nós, seja para receber o peso da tarefa escolhida, seja para aceitar o aprendizado e tomar uma abordagem diferente. Quando embarcamos em uma viagem na qual não conhecemos o caminho, estamos fadados a nos surpreender em cada novo passo, e a decidir qual estrada nos levará mais perto do objetivo que sonhávamos na saída. Por vezes podemos nos prevenir e ter um mapa, onde traçamos uma rota que consideramos a ideal, mas podem acontecer percalços e termos que fazer um grande desvio por causa de alguma inundação, ou desmoronamento na rodovia.
Saber escolher entre a espera pela limpeza da pista ou a distância pela via alternativa é o que fazemos o tempo todo quando encaramos desafios, e são os momentos que definem se somos aqueles que obedecem o Ego, ou se descobrimos o Espírito. Não pela direção que escolhemos, pois esta, no final das contas, irá nos levar onde precisamos ir, mas em como nos conduzimos por ela: se com paciência e determinados à alcançar o destino, ou complicando a nossa viagem e a dos outros ainda mais. Somos nossos próprios escultores, capazes de fazer uma obra-prima detalhada ou nos quebrar em pedaços, mas quando paramos para pensar se estamos nos tratando com o cuidado necessário, ou se estamos apenas dando marretadas para nos inutilizar de vez?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/altruismo_12.html
Notícias Naturais - http://forum.noticiasnaturais.com/Topico-brasil-%C3%A9-destino-de-agrot%C3%B3xicos-banidos-no-exterior
Nômades Digitais - http://nomadesdigitais.com/sei-que-nao-estou-feliz-com-meu-trabalho-mas-nao-sei-pra-qual-caminho-ir-esse-exercicio-vai-solucionar-os-seus-problemas/
Blog do Paulo Coelho - http://paulocoelhoblog.com/2015/03/09/following-your-personal-legend/
segunda-feira, 16 de março de 2015
O que é aceitar?
Desprovidos de instruções sobre quem somos e quais são nossas habilidades e responsabilidades, ficamos livres para descobrirmos por nós mesmos, fazendo uso do cérebro e criando teorias para serem colocadas em prática, testadas via tentativa e erro. Nestas avaliações, nos deparamos com questões profundas que são agentes primordiais em como, e para onde, levamos nossas vidas, de acordo com as ações resultantes das respostas encontradas por cada um de nós. Mas estas soluções somente terão significado quando as aceitarmos, transformando-as em realidade no dia a dia, incorporando-as como parte de nós, para que sejam tão naturais e conhecidas quanto a própria respiração.
Uma decisão não é imutável, afinal, temos toda liberdade para realizarmos as escolhas que quisermos, mas acatá-la significa assumir todas suas consequências, por mais que sejamos contra seu desfecho. Aquele que vai contra a lei, seja por quais motivos forem, corre o risco de ter a Instituição em seu encalço, cobrando reparos que podem custar sua autonomia de tomar certo tipo de decisões e restringindo locais. Tanto a lei quanto o ato contra ela podem ser modificados pelas pessoas, mas enquanto no segundo caso o julgamento é exclusivamente privado e deve ocorrer antes de ser validado, no primeiro ele é público, dependente da consciência de cada cidadão do país.
Consentir, por vezes, pode tirar um peso de nossas costas, como quando aceitamos os defeitos que temos, já que só assim podemos começar a trabalhar para superá-los; ou quando estamos trancados em algum assunto e aceitamos que devemos procurar por alternativas. Mas também é possível que ele se torne uma prisão, quando consideramos a zona de conforto acolhedora e nos acomodamos nela, ou aprovamos as ações irracionais de instintos que nos acorrentam à vícios destruidores. Quais aceitações da sua vida tem trazido benefícios para você, e quais o tem encarcerado de maneira que ainda não fizeste nenhuma mudança para mudar tal definição?
:-)
Texto inspirado em:
Nômades Digitais - http://nomadesdigitais.com/coisas-que-nunca-te-disseram-sobre-a-zona-de-conforto-e-como-saber-se-voce-esta-preso-nela/
Engenharia É - http://www.engenhariae.com.br/meio-ambiente/engenheiros-transformam-caixa-dagua-em-mini-usina-hidreletrica/
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/03/09/o-que-e-neo-ruralismo/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/ver-somente-o-bem.html
sexta-feira, 13 de março de 2015
Por que existir o inconveniente básico?
no lar – dr. Sergio felipe de oliveira
Somos ainda incapazes de saber quem somos, imaturos para aprender de maneira compreensiva o que precisamos para evoluirmos, sendo necessário lições que estejam de acordo com o nosso nível de mentalidade. Ações egoístas geram reações de mesma natureza, criando toda uma realidade onde nos vemos de vítimas, quando na verdade somos propagadores de comportamentos que, quando usados em nós, consideramos injustos. Mais do que isto, procuramos viver em extremos, incapazes de ver o que está na frente, seja por ofuscamento de uma luz intensa nos olhos, ou por procurarmos um esconderijo no escuro total, na esperança de que não nos enxerguem.
De um modo ou de outro, estamos fadados a tropeçar e nos machucar por nosso próprio mérito, ignorantes do equilíbrio que devemos ter em nossa caminhada, da necessidade de claridade e sombras que coloquem a estrada em perspectiva. Sem a devida estabilidade, perdemos de vista até mesmo o chão debaixo de nossos pés, nos tornando impossibilitados de continuar a viagem para onde queremos, ficando fadados a ir aonde somos levados. Por outro lado, com autocontrole e firmeza, conseguimos ir mais rápido e mais longe do que imaginamos, sendo capazes de feitos incríveis, como alçar voô para outros mundos, lugares que nem ousamos sonhar.
O bem e o mal são frutos de ponto de vista, dependentes de tempo e lugar, da cultura que precedeu e da que tentamos propagar, resultado de uma perspectiva dualista, que nos coloca separados do restante do Universo. Eles obedecem o ponto de vista que escolhemos utilizar, e podem ser modificados da maneira que quisermos, pois nada mais são do que ferramentas que nos auxiliam a chegar mais perto do destino que escolhemos para nós. Se este paradeiro se encontra no meio das estrelas, rodeados de concidadãos brilhantes ou nos abismos mais profundos do próprio umbigo, solitários em esconderijos escuros, a quem resta optar, se não a nós mesmos?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/persistencia.html
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/como-burlar-os-radares-do-detran/
E-Farsas - http://www.e-farsas.com/alerta-de-golpe-militar-no-brasil-circula-pelo-whatsapp.html
Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2015/02/como_manterse_m.html
Somos ainda incapazes de saber quem somos, imaturos para aprender de maneira compreensiva o que precisamos para evoluirmos, sendo necessário lições que estejam de acordo com o nosso nível de mentalidade. Ações egoístas geram reações de mesma natureza, criando toda uma realidade onde nos vemos de vítimas, quando na verdade somos propagadores de comportamentos que, quando usados em nós, consideramos injustos. Mais do que isto, procuramos viver em extremos, incapazes de ver o que está na frente, seja por ofuscamento de uma luz intensa nos olhos, ou por procurarmos um esconderijo no escuro total, na esperança de que não nos enxerguem.
De um modo ou de outro, estamos fadados a tropeçar e nos machucar por nosso próprio mérito, ignorantes do equilíbrio que devemos ter em nossa caminhada, da necessidade de claridade e sombras que coloquem a estrada em perspectiva. Sem a devida estabilidade, perdemos de vista até mesmo o chão debaixo de nossos pés, nos tornando impossibilitados de continuar a viagem para onde queremos, ficando fadados a ir aonde somos levados. Por outro lado, com autocontrole e firmeza, conseguimos ir mais rápido e mais longe do que imaginamos, sendo capazes de feitos incríveis, como alçar voô para outros mundos, lugares que nem ousamos sonhar.
O bem e o mal são frutos de ponto de vista, dependentes de tempo e lugar, da cultura que precedeu e da que tentamos propagar, resultado de uma perspectiva dualista, que nos coloca separados do restante do Universo. Eles obedecem o ponto de vista que escolhemos utilizar, e podem ser modificados da maneira que quisermos, pois nada mais são do que ferramentas que nos auxiliam a chegar mais perto do destino que escolhemos para nós. Se este paradeiro se encontra no meio das estrelas, rodeados de concidadãos brilhantes ou nos abismos mais profundos do próprio umbigo, solitários em esconderijos escuros, a quem resta optar, se não a nós mesmos?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/persistencia.html
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/como-burlar-os-radares-do-detran/
E-Farsas - http://www.e-farsas.com/alerta-de-golpe-militar-no-brasil-circula-pelo-whatsapp.html
Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2015/02/como_manterse_m.html
quinta-feira, 12 de março de 2015
Quem é inadequadamente essencial?
Evoluímos quando descobrimos as restrições do que consideramos utópico, pois constatamos que temos mais espaço para expandirmos conceitos, alterando o ponto de vista atual para algo que não imaginávamos, cobrindo novo terreno. No passado, por exemplo, considerávamos essencial a manutenção apenas de nossa própria vida, descobrindo logo que dependíamos de uma família, clã ou comunidade; crescendo , com o tempo, a definição para alcançar escravos e outras classes sociais. Ultimamente temos defendido o direito à vida de animais e plantas nativas, além de ter uma consciência global sobre guerras e atentados, sem falar em acidentes que acontecem do outro lado do globo, e que antigamente nem teríamos conhecimento.
Este desenvolvimento da moralidade está em perpétua atividade, fazendo com que o certo de hoje seja o errado de amanhã, ou ao menos, o mínimo esperado de qualquer ser capaz de um reduzido raciocínio. Na sociedade, como um reflexo da individualidade, as alterações acontecem aos poucos, dependendo do quanto estamos presos na zona de conforto, do quanto imaginamos perder sem considerar todo o terreno que iremos ganhar. Podemos estar na vanguarda, liderando as descobertas de novas fronteiras éticas; no meio do caminho, trabalhando na consolidação do que foi explorado; ou na retaguarda, procurando justificativas para manter antigos costumes.
A sociedade, como um todo, tem avançado à passos largos na busca por uma nova conduta moral, mesmo que na prática ainda se atenha à alguns passos atrás, enquanto uma minoria nos lembra, constantemente, o que estamos deixando no passado. E é ela que nos faz recordar, a cada noticiário de barbáries praticadas, os motivos de procurarmos incansavelmente por alternativas que fujam da resposta colérica e sem fundamentos de seus perpetuadores e reivindicadores. Temos uma base de experiências que não queremos repetir para nos apoiarmos e crescermos acima dela, então por que ainda somos cegos para algumas ações que praticamos no dia a dia, com justificativas cada vez mais estapafúrdias?
:-)
Texto inspirado em:
Pública - http://apublica.org/2015/02/grilagem-e-desmatamento-contam-a-historia-do-jari/
Ponte - http://ponte.org/policiais-fazem-campanha-contra-entrevistas-a-imprensa/
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2015/02/mensagem-para-quem-tem-opinioes-formadas-pela-midia-esta-conhecendo-internet.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/paz.html
quarta-feira, 11 de março de 2015
Como encontrar o incorreto primordial?
Os conceitos de bom e mal, que formam a base da moral, são diferentes dependendo do tempo e local analisados, e estão em constante modificação de acordo com as descobertas que vamos fazendo. Informações tem o poder de transformar drogas banidas por interesses comerciais e raciais, caçadas e queimadas como bruxas na fogueira, em curas naturais à muito procuradas para diversos malefícios modernos. Da mesma maneira, o acumulo de recursos por parte de uma minoria, antes visto como necessário para a manutenção da ordem e da segurança, hoje nos dá o conhecimento de que não é sempre o caso, chegando a ser exatamente o contrário.
Definições mudam com o tempo, e somos os responsáveis por tal feito, uma vez que expandimos a mentalidade toda vez que somos expostos à um novo tipo de cenário, que nos puxa para fora da zona de conforto. Mas com a prática, notamos que os únicos que se alteram somos nós, enquanto que o resto permanece com o mesmo princípio, apenas respondendo de acordo com nossos atos, funcionando como um espelho. Se somos egoistas e arrogantes ou calmos e pacientes, de qualquer maneira teremos uma sociedade que reflete as ações do nosso dia a dia, e não os discursos que brandimos em momentos que estamos tomados de coléra.
As oportunidades para mostrarmos o que realmente queremos se apresentam a todo instante, e podemos observar claramente o tipo de realidade que buscamos, pois agimos como se fôssemos os donos do mundo, cheios de lacaios. Mas, ironicamente, somos nós mesmos que acabamos escravos, seja de outros indivíduos, seja dos objetos que pensamos possuir, mas que nos prendem à eles, ditando como devemos guiar nossas vidas. Ao olharmos a História, descobrimos que temos a habilidade de expandir a consciência, encontrando liberdades que nem sonhávamos, deixando a questão do por que ainda não notamos que precisamos mudar para somente depois ver diferença na sociedade?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/02/o-dever-de-cada-um.html
Teoria da Conspiração - http://www.deldebbio.com.br/2015/03/01/a-aurora-de-malevola-parte-final/
Pensador Anônimo - http://pensadoranonimo.com.br/globo-e-sua-forma-honesta-de-fazer-jornalismo/
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/meu-posto-preferido/
terça-feira, 10 de março de 2015
Onde está o ilegal indispensável?
Enquanto mantermos o mesmo tipo de reação, ficamos fadados a enfrentar situações que giram em torno do mesmo problema, nos forçando a analisar onde se encontra a solução e a real causa do transtorno. Em um primeiro momento nos entregamos aos instintos, respondendo como animais enjaulados, incapazes de compreender o que está acontecendo ao redor. Com o tempo vamos nos acostumando, e toda agitação que antes nos deixava com os nervos à flor da pele, agora não passa de chiado aborrecido que fica de fundo.
Com a continuação das repetições, chegamos ao ponto em que nem notamos mais o que acontece, deixando que a mente relaxe e passe a se preocupar com outras coisas. Mas os movimentos continuam ali, da mesma maneira que estavam no começo ou atė mais intensos, cabendo a nós, agora mais conscientes, escolher como abordar o assunto. Temos, então, a opção de conduzirmos o cenário para o caminho que quisermos, livres da prisão dos sentimentos que nos deixa irracionais, incapazes de analisar outras perspectivas que nos auxiliem.
Todos os dias lidamos com momentos que, em algum dia, chegaram a nos incomodar, e que hoje não estamos apenas acostumados, mas chegamos a compreender o motivo de existirem. Tudo o que nos tira de nossa zona de conforto ė visto como ameaça no começo, mas sempre podemos fazer a escolha de lutar contra, aceitar inquestionavelmente, ou de procurar o equilibrio entre as lições aprendidas e o que queremos para nós. Tendo nossa vida ligada com a da sociedade, quanto tempo levaremos para notar que o que desejamos para nós é o que sonhamos para o resto da comunidade, e vice-versa?
:-)
Texto inspirado em:
Teoria da Conspiração - http://www.deldebbio.com.br/2015/02/01/noe-o-que-merece-ser-salvo-parte-final/
Washington Post - http://www.washingtonpost.com/world/europe/france-wants-companies-to-make-appliances-that-last-longer/2015/03/02/b39b326e-c0fa-11e4-a188-8e4971d37a8d_story.html
Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2015/03/06/cozinhar-pode-salvar-seu-dia/
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/paulo-coelho-2/
segunda-feira, 9 de março de 2015
O que é mal necessário?
blog do prates - foliões
Dizem que na escuridão total somos incapazes de enxergar alguma coisa, e que o mesmo acontece quando temos uma luminosidade extrema jogada em nosso rosto, de tal maneira que apenas conseguimos ver quando temos os dois. Ilustrando de outro modo, podemos colocar que estamos aptos à ver virtudes por causa dos defeitos; que sem as falhas nunca saberíamos o que são as qualidades, uma vez que estas seriam tudo o que conheceríamos. A máxima de que apreciamos os dias de sol por termos outros com chuva, ou vice-versa, no caso de locais com seca, também demonstram que a eliminição completa de algo produz uma instabilidade capaz de nos cegar.
Quando nos deparamos com uma barreira, facilmente deixamos a calma de lado para nos entregar à cólera, fazendo com que o objeto se torne um objetivo, centralizando toda a atenção nele, esquecendo-se do resto. Jogamos pela janela qualquer outra perspectiva, algumas que poderiam nos auxiliar a contornar facilmente tal desafio, simplesmente por querermos nos livrar dele o mais rápido possível, retornando para a zona de conforto anterior. Desprezamos que este encontro aconteceu para nos ensinar lições, desde a prestar mais atenção para evitá-lo, até policiar as reações que temos, frustrando ciclos que não queremos mais perpetuar na sociedade.
Estamos vivendo hoje, no Brasil, a colheita da popularização e exportação do jeitinho, da mania que temos de tentar levar vantagem em tudo o que possível, da plantação do egoísmo por inúmeras gerações que nos precederam. Por mais indignados que nos encontramos, é preciso refletir sobre o que fazemos, como cidadãos, em nossa rotina, que se reproduz em toda a cultura e culmina no tipo de governantes que temos, que nada mais são do que uma amostra de seus representados. De que adianta arrancarmos todos do poder, como já fizemos no passado, e mantermos os mesmos costumes que nos trouxeram, novamente, à um ponto onde somos lembrados de que é preciso mudar para não sermos escravizados?
:-)
Texto inspirado em:
Papo de Homem - http://www.papodehomem.com.br/precisamos-conversar-sobre-o-estudante-que-morreu-apos-beber-trinta-doses-de-vodca
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/03/02/aprenda-a-plantar-pequenas-florestas-urbanas/
Nômades Digitais - http://nomadesdigitais.com/a-familia-que-disse-adeus-aos-supermercados-e-conseguiu-economizar-r-4-mil-em-um-ano-2/#
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/autor-desconhecido-20/
Dizem que na escuridão total somos incapazes de enxergar alguma coisa, e que o mesmo acontece quando temos uma luminosidade extrema jogada em nosso rosto, de tal maneira que apenas conseguimos ver quando temos os dois. Ilustrando de outro modo, podemos colocar que estamos aptos à ver virtudes por causa dos defeitos; que sem as falhas nunca saberíamos o que são as qualidades, uma vez que estas seriam tudo o que conheceríamos. A máxima de que apreciamos os dias de sol por termos outros com chuva, ou vice-versa, no caso de locais com seca, também demonstram que a eliminição completa de algo produz uma instabilidade capaz de nos cegar.
Quando nos deparamos com uma barreira, facilmente deixamos a calma de lado para nos entregar à cólera, fazendo com que o objeto se torne um objetivo, centralizando toda a atenção nele, esquecendo-se do resto. Jogamos pela janela qualquer outra perspectiva, algumas que poderiam nos auxiliar a contornar facilmente tal desafio, simplesmente por querermos nos livrar dele o mais rápido possível, retornando para a zona de conforto anterior. Desprezamos que este encontro aconteceu para nos ensinar lições, desde a prestar mais atenção para evitá-lo, até policiar as reações que temos, frustrando ciclos que não queremos mais perpetuar na sociedade.
Estamos vivendo hoje, no Brasil, a colheita da popularização e exportação do jeitinho, da mania que temos de tentar levar vantagem em tudo o que possível, da plantação do egoísmo por inúmeras gerações que nos precederam. Por mais indignados que nos encontramos, é preciso refletir sobre o que fazemos, como cidadãos, em nossa rotina, que se reproduz em toda a cultura e culmina no tipo de governantes que temos, que nada mais são do que uma amostra de seus representados. De que adianta arrancarmos todos do poder, como já fizemos no passado, e mantermos os mesmos costumes que nos trouxeram, novamente, à um ponto onde somos lembrados de que é preciso mudar para não sermos escravizados?
:-)
Texto inspirado em:
Papo de Homem - http://www.papodehomem.com.br/precisamos-conversar-sobre-o-estudante-que-morreu-apos-beber-trinta-doses-de-vodca
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/03/02/aprenda-a-plantar-pequenas-florestas-urbanas/
Nômades Digitais - http://nomadesdigitais.com/a-familia-que-disse-adeus-aos-supermercados-e-conseguiu-economizar-r-4-mil-em-um-ano-2/#
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/autor-desconhecido-20/
sexta-feira, 6 de março de 2015
Por que sermos legítimos?
Enquanto não descobrirmos quem somos, nos tornamos incapazes de ser autênticos, já que qualquer tentativa de legitimidade passa a não ter um comparativo, um fundamento na qual podemos basear a originalidade. Primeiramente tentamos nos firmar como os reis dos animais, e como tais, saimos agindo por aí caçando e destruindo, pois o nosso entendimento do que é ser um bicho era restrito à apenas este tipo de característica. Mais conscientes sobre o estilo de vida dos outros seres, encontramos em nós o raciocínio lógico, e o aliamos aos sentimentos de posse que já detínhamos, aumentando os resultados que já estávamos colhendo, mas em menor escala.
Agora estamos mais despertos para quem somos, percebendo uma Alma capaz de controlar o corpo e todos seus diversos componentes, nos fazendo acordar para os efeitos que estamos colhendo das ações que praticamos por milênios, e que se intensificaram nos últimos séculos. Nos tornamos capazes de enxergar as falhas de nossas práticas, antes aplaudidas de pé e sem nenhum questionamento, mas que agora apresentam seu lado controverso e agressivo, principalmente contra nós mesmos. Encarar os problemas que antes eram facilmente varridos para debaixo do tapete por serem pequenos para nos incomodar é inevitável, mas contemplar os diversos tipos de soluções que estão aparecendo em sentido contrário do que estávamos indo é algo que não imaginávamos antes.
Temos muito ainda o que crescer, pois ainda falamos em repetir os erros de um passado nem tão distante, simplesmente por não sabermos utilizar as ferramentas que temos dentro de nós, ficando propensos a dar uma martelada no próprio dedo, ou pior. Mas isto também significa que temos um quadro totalmente em branco para pintar, onde podemos colocar os sonhos de toda uma espécie, moldando o futuro de inúmeras gerações que irão acrescentar à base que estamos firmando. Com tantas possibilidades à nossa frente, como não se empolgar em procurar o que existe de melhor em nós, compartilhando com os que menos esperam, mostrando para todo o Universo que podemos ser também Criadores.
:-)
Texto inspirado em:
Pensador Anônimo - http://pensadoranonimo.com.br/pm-do-parana-recusa-ordem-de-beto-richa/
Abordagem Policial - http://abordagempolicial.com/2015/02/ingenuidade-e-aprofundar-tudo-que-esta-ai/
Observar e Absorver - http://observareabsorver.blogspot.com.br/2015/02/estamos-em-guerra-as-empresas-contra-os.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/01/o-riso.html
quinta-feira, 5 de março de 2015
Quem é puro?
Associamos a pureza da humanidade à sentimentos de alegria e compartilhamento, os relacionando à quando somos bebês, ainda incapazes de discernir quem somos do restante do ambiente, observando-o com curiosidade total. Das crianças, no entanto, dizemos que são crueis, nos referindo à fase em que estamos nos descobrindo indivíduos e passamos a testar não apenas nossos limites, mas também aqueles da comunidade ao nosso redor. Quando adolescentes somos pegos por mudanças corpóreas que, em certos casos, levamos toda uma vida para equilibrar os efeitos, já que ainda temos pouco da curiosidade de quando nascemos e mais da lógica infantil que criamos e passamos anos aprimorando.
Adultos tem um ponto de vista diferente dos mais jovens, principalmente pela carga de responsabilidades que se acumula ao longo do tempo, porém existem aqueles que ainda tentam utilizar o mesmo raciocínio da época em que eram mais jovens. Sua argumentação é cheia de ataques e defesas desnecessários, como se um debate sobre uma idéia fosse uma agressão pessoal, da qual precisam sair vitoriosos, ou, no mínimo, humilharem o oponente com insinuações privadas. O foco de conversas pode mudar rapidamente de tom, passando de um diálogo pacífico para uma guerra sanguinária, onde a mentalidade ainda não desenvolvida apela para agressões físicas e verbais para compensar a falta de habilidade em se comunicar.
Uma pessoa pura é aquela em que o Espírito está em comando, mais do que o Ego ou, até mesmo, a Mente, uma vez que estas são ferramentas que utilizamos para governar o corpo e experimentar todo o Universo. Ela sabe que existem situações onde estes utensílios são úteis e tem seu papel a desempenhar, e demonstra tal equilíbrio em suas ações diárias, uma vez que cada ato é planejado com sua Missão em vista. Ao nos conhecermos também encontramos nosso objetivo no Cosmos, mas iremos ter a Vontade de abandonar a vida de ócio e futilidade para desempenharmos nossa parte neste infinito quebra-cabeças que mal começamos a desvendar?
:-)
Texto inspirado em:
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/dalai-lima-2/
Observar e Absorver - http://observareabsorver.blogspot.com.br/2015/02/seria-mais-um-auto-de-resistencia-o.html
Desentorpecendo a Razão - http://coletivodar.org/2015/02/mare-guerra-e-duas-mortes-na-marcha-pela-paz/
Pensar Não Dói - http://www.arthur.bio.br/2015/02/27/saude/dieta-para-matar-diabeticos
quarta-feira, 4 de março de 2015
Como nos tornamos originais?
Por milênios, a humanidade tem lutado contra alguns membros que tentam levar vantagem sobre os demais, capazes de colher os benefícios enquanto tentam distribuir suas responsabilidades, sobrecarregando relacionamentos que, de outra maneira, estariam equilibrados. Temos culturas ao redor do mundo que são baseadas no princípio de que para a sociedade avançar, todos precisam contruibuir, e ela, em troca, procura dar aos cidadãos todas as oportunidades necessárias para que consigam desempenhar sua função. No Brasil, no entanto, observamos claramente uma instrução no sentido contrário, onde todos tentam tirar algum tipo de proveito, sem considerar em nenhum momento uma devolução, nos admirando quando tal comportamento se reflete em governos.
Procuramos os mais mirabolantes meios de quebrar a lei, desde burlar radares até preferir pagar propina do que multas, ignorando que estes são os exemplos copiados por outros, inclusive aqueles que irão se candidatar a representantes do povo. A desculpa de que todos estão fazendo o mesmo simplesmente ilustra o medo que temos, seja de parecer mais fracos, menos inteligentes ou inocentes, e demonstra o quanto estamos desconectados com que somos. Facilmente nos entregamos ao julgamento de terceiros, que nada tem de poder para decidir o futuro que queremos para nós, a não ser o controle que entregamos à eles voluntariamente, mesmo que de maneira inconsciente.
Esta lógica linear, de onde somente desfrutamos sem nunca compensar o que tiramos é insustentável, e longe de mostrar o quanto somos espertos, certifica o quanto somos amadores em habilidades como pensar e sensibilizar. Ainda não conseguimos olhar o longo prazo, preferindo roubar centavos agora do que trabalhar para conquistar bilhões mais para frente, como mostram modelos de países ao redor de todo o globo. Enquanto esperamos o carnaval passar para começar o ano, por que não procuramos meios de nos conhecermos melhor, encontrando a originalidade que nos falta como seres humanos, compartilhando o pouco que temos, para começar?
:-)
Texto inspirado em:
Pública - http://apublica.org/2015/02/empate-no-jari/
Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2015/02/26/como-se-faz-leite-sem-lactose/
Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2015/02/ibogaina_planta.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/01/karma-e-vida-astral.html
terça-feira, 3 de março de 2015
Onde somos genuínos?
Conhecer as vontades do corpo é o que nos ajudou a sobreviver por milênios a fio, mas deixar que ele tome o controle sobre nossos atos é voltarmos à origens bestiais, onde nos transformamos em escravos dos vícios. Ficamos trancados em uma zona de conforto que nos parece um paraíso, à primeira vista, até descobrirmos o quão limitados estamos dentro dela, incapazes de encontrar a saída pois esquecemos quem realmente somos. Presos aos próprios desejos, olhamos para além da prisão e vemos os sonhos passarem por nós, enquanto imploramos para que nos libertem de tão horrenda masmorra, ignorantes de que estamos ali por vontade própria.
Procuramos por diferenças entre ideologias, ao contrário de encontrar semelhanças que permitam a toda a sociedade se unir em torno de causas comuns, suprindo o básico necessário para que todos tenham a oportunidade de prosperar. Nós generalizamos preconceitos, segregando-nos do resto da comunidade, como se vivêssemos separados dos demais, em um planeta diferente, onde nunca somos os perpetuadores dos problemas, apenas as vítimas. Em nossas próprias cabeças, damos liberdade à pensamentos que incentivam uma mentalidade de medo e opressão, fazendo com que a única resposta que estamos preparados a dar seja na linguagem da violência e do ataque.
Temos, dentro de nós, os meios para atravessarmos as paredes que erguemos, já que somos capazes de criar um espelho e observarmos quem realmente somos, fazendo uma analise que vai além da superficialidade do corpo. Somos uma centelha do Universo, parte deste grande quebra-cabeça que nos constitui, da energia vital que ainda não compreendemos, aos átomos que formam o corpo, e que estamos enxergando cada vez mais. Somos genuinamente seres estrelares, cidadãos do Cosmos, irmãos e irmãs de cada entidade, conhecida ou não, ficando a questão de por que ainda agimos como crianças mimadas, incapazes de limpar a própria sujeira, destruindo o que tocamos?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/01/perda-de-um-ente-amado_29.html
Ponte - http://ponte.org/pm-filmado-durante-perseguicao-e-morte-e-preso-em-sp/
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/gastos-com-a-divida-publica-em-2014-superaram-45-do-orcamento-federal-executado/
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com.br/2015/02/os-fantasticos-numeros-da-ceap.html
segunda-feira, 2 de março de 2015
O que é ser autêntico?
Definir o que é um ser humano autêntico é difícil, pois mais do que não saber quem somos, o pouco que sabemos entra em conflito com as ações que realizamos regularmente, e com o estilo de vida que nos é anunciado em propagandas. Nos confundimos com o veículo que utilizamos para experimentar o Universo, dando-lhe prioridades de comando, ficando no banco do carona observando as consequências aparecerem como se fossem passe de mágica. Descartamos novas informações quando elas tentam nos puxar de volta para a direção, preferindo manter os vícios à que estamos acostumados, mesmo que sejam contrários ao que queremos alcançar, ou à própria vida.
Observamos, nas redes sociais, aqueles que condenam as ditaduras ao redor do mundo, da Coréia do Norte à Venezuela, mas que comentam sobre os avanços que o Brasil teve durante sua época de tirania, como se voltar à esta forma de governo trouxesse algum resultado diferente hoje em dia. Clamores pelo extermínio daqueles que são vistos como errados ilustram o tamanho da mentalidade que temos, relembrando épocas da Inquisição, onde o linchamento e a fogueira eram corriqueiros métodos de lazer das pessoas. Este tipo de indivíduo diz defender a moral e os bons costumes, mas é incapaz de se atualizar e aprender que o padrão está em constante mudança, mostrando que a sociedade tenta abraçar a diversidade que ele tanto repele.
Tal comportamento é genuíno de animais encurralados, incapacitados de encontrar outro tipo de saída a não ser o ataque, sem maiores habilidades além da força bruta, domesticados por ilusões de grandeza que os mantém cada vez mais amordaçados. Mas nós somos humanos, possuidores de todos os talentos dados aos outros seres do globo e mais, temos um espírito ciente de que é parte do Cosmos, assim como ele é de nós, nos dando uma perspectiva Divina. Com o conhecimento de que somos irmãos de estrelas, iremos continuar imitando nossos companheiros, ou conseguiremos encontrar uma originalidade humana, tão diversa e acolhedora quanto o planeta que habitamos?
:-)
Texto inspirado em:
Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2015/02/22/meu-modelo-de-negocios/
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/grecia-presidente-do-parlamento-anuncia-auditoria-da-divida/
Pública - http://apublica.org/2015/02/o-sol-nasce-para-todos-mas-nao-com-essa-vista/
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/augusto-cury-4/
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