sexta-feira, 31 de julho de 2015
Por que adquirir cortesia?
Antigamente, as escolas para os cidadãos mais ricos tinham aulas de política, economia, e até mesmo de atividades domésticas, como cozinhar, dando todo tipo de educação necessária para aqueles que estavam internados nelas. Os filhos iam para internatos cedo, e apenas voltavam para casa em tempos de férias, o que fez com que o resto da população confundisse a escolarização com educação, uma vez que o propósito destes locais era mais amplo que o do restante das escolas. Atualmente, no entanto, criamos o hábito de não conversar com os demais componentes da família sobre certos assuntos, ainda mais quando consideramos que eles não tem a mesma mentalidade que nós.
Ao evitarmos o debate, perdemos uma oportunidade de ouro para praticar a conversação, a argumentação e, principalmente, a ouvir e respeitar outras ideias, que fazem a base de qualquer tipo de relacionamento humano. Podemos aprender coisas muito interessantes nestas conversas, ainda mais ao compreendermos que devemos deixar o Ego de fora, pois podemos estar equivocados sobre algumas questões que nem imaginamos. Novas informações são geradas a todo segundo, e por mais especialistas que nos tornemos, sempre existira o que desconhecemos, e que pode se resolver nas situações mais inesperadas, nos dando ideias que não cogitamos antes.
Ser educado deveria estar implícito em ser humano, mas ainda nos falta passos para chegarmos lá, mesmo com a velocidade da Internet nos auxiliando em propagar fatos e desmistificar antigos costumes. Estamos cada vez mais perto de atingirmos um novo patamar como espécie, mas é preciso consciência para não diminuirmos o esforço quando estamos tão perto, ainda que existam obstáculos em nossa frente. Sabes o quanto tuas boas ações servem de exemplo para o resto da comunidade, e te esforças para que elas se tornem um hábito que pode ser facilmente seguido pelos demais, simplificando as ações ao máximo possível?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/ciclicidade.html
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2015/07/se-voce-espera-dos-programas-policialescos-venham-solucoes-para-violencia-desista-de-esperar.html
Observar e Absorver - http://observareabsorver.blogspot.com/2015/07/estrutura-violenta-violencia-geral.html
Desentorpecendo a Razão - http://coletivodar.org/2015/07/documentario-mostra-violencia-e-abusos-em-comunidades-terapeuticas-para-usuarios-de-drogas/
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Quem tem conhecimento?
Sem a educação, uma escolarização não nos dá as asas que precisamos para alcançar novos patamares, nos prendendo à técnica pura, sem os sentimentos que nos conectam, ou algum sentido maior a ser procurado. Pelo contrário, ela simplifica todo o Universo em consumo para o Ego, desprezando a evolução e o crescimento, nos colocando no caminho da destruição pelo simples prazer de satisfazer os desejos. Com a educação, em contrapartida, descobrimos que podemos ir além das técnicas e práticas ensinadas, englobando o resto do Cosmo em uma descoberta íntima extraordinária, onde nos tornamos o próprio Criador.
Esquecemos que a educação precede a escolarização, uma vez que aprendemos na família, enquanto crianças, os limites dos relacionamentos, assim como os meios de nos tornarmos íntimos com o resto da espécie. Compreendemos o valor de um exemplo vivo, ao contrário de ouvir comandos que não são cumpridos por aqueles que o proferem, como vemos tão claramente no papel dos representantes do povo, com suas leis próprias. A educação é o que nos torna civilizados em um sentido ético e moral, esquecido em tempos de escândalos e ignorados nas épocas das vacas gordas, por aqueles que não a tem, e tentam tirar dos demais.
Mas os modos não podem ser tirados daqueles que os tem, e apenas os corruptos se deixam se corromper por fatores externos, trazendo à tona o que tentamos esconder tão sorrateiramente em protestos contra comportamentos dos outros, mas não nossos. Temos como espalhar os exemplos de bom caráter, e muitos são os que podem ser seguidos, mas depende de nossa consciência escolhermos entre o que queremos e o que precisamos para melhorar a cultura de toda a espécie. Tens consciência dos hábitos e comportamentos que carregas contigo e que são corruptos, destruindo, aos poucos, a tua própria vida e do resto da comunidade que te observa em silêncio, mas com atenção?
:-)
Texto inspirado em:
Plugcitarios - http://plugcitarios.com/2013/11/revistas-sinceras-18-capas-voce-nunca-vera-bancas/
Canal do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2015/07/20/colher-de-plastico-e-mais-segura-que-colher-de-pau/
Blog do Lúcio Big - http://www.luciobig.com.br/2015/07/a-patria-educadora-no-pais-das-mentiras.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/unidade.html
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Como temos cultura?
A educação de toda uma comunidade se reflete na sua cultura, onde vemos quais são as influências que deixamos controlar nossos pensamentos e ações, inspirando e motivando as gerações mais novas. Mas nos enganamos quanto à quem é responsável pelas músicas que tocam nas rádios e que são anunciadas com mais intensidade, assim como os filmes, livros e, até mesmo, as comidas que consumimos. Ignoramos que construímos um alicerce que converte tempo em dinheiro, e que baseado nele, temos a propaganda como principal mecanismo de dominação e sugestionamento de qualquer geração.
Olhamos o carro do ano com olhos famintos, abrindo mão de tempo com os próprios filhos para nos acorrentarmos em dívidas na esperança de sermos capazes de estar atrás de tal volante, ignorando que deixaremos ele em uma garagem pela maior parte do tempo. O mesmo acontece com roupas da moda e dispositivos eletrônicos, reservados para momentos de lazer, que se tornam cada vez menores por nos afundarmos com encargos cada vez maiores para sustentá-los. O que queremos, na realidade, são um meio de transporte confiável, reconhecimento por quem somos, e instrumentos que facilitem nossas tarefas enquanto desafiam nossa criatividade e conhecimento.
Nos deixamos persuadir por anúncios que apenas estão sendo apresentados por terem sido pagos pelos anunciantes para estarem ali, fazendo com que assimilemos uma identidade que não é nossa. Temos uma cultura muito mais rica do que querem que acreditemos, pois temos uma diversidade que cresce constantemente, mesmo que na obscuridade dos meios de comunicação em massa. Conseguistes já te livrar das modinhas juvenis que são exploradas ao máximo para nos enquadrar em um padrão específico, encontrando tua verdadeira identidade como ser humano?
:-)
Texto inspirado em:
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/07/24/quinta-do-queiros/
Estadão - http://blogs.estadao.com.br/sonia-racy/a-politica-de-drogas-criou-esse-pesadelo-em-que-hoje-vivemos/
Estar em Si - http://estaremsi.com.br/a-busca-e-a-experiencia-de-si-mesmo/
Houston Press - http://www.houstonpress.com/arts/no-it-s-not-your-opinion-you-re-just-wrong-7611752
terça-feira, 28 de julho de 2015
Onde vemos os modos?
De tempos em tempos escolhemos as pessoas que mais nos representam para cuidar da administração de nossas comunidades, mas esquecemos de ver o tipo de educação que elas demonstram, principalmente ao não cumprirem com o que prometem. Repetidamente damos votos de confiança à indivíduos que oferecem benefícios, sem analisar se são realmente capazes de cumprir com seus planos, ou se já o fizeram alguma vez durante suas fantásticas carreiras. Ignoramos, também, que seu comportamento reflete o nosso próprio, pois são aqueles com quem criamos as maiores afinidades, uma vez que compartilhamos as mesmas ideologias, apesar de talvez termos diferentes medidas e métodos.
Muitos querem ver os chamados “bandidos” mortos, e festejam toda vez que algum morador de favela é alvejado, mas rapidamente esquecem um helicóptero capturado pela polícia, por não passar mais na mídia. Clamamos para que os corruptos sejam jogados na cadeia, mas, quando possível, ultrapassamos pelo acostamento, ou avisamos outros motoristas sobre controladores de velocidade, e consideramos que estamos certos. Abrimos mão da educação em nome de emoções baixas, de uma ínfima vantagem pessoal para apaziguar um Ego inflado por uma cultura de ostentação e futilidade, incapaz de contribuir para o desenvolvimento da sociedade.
Vivemos sem saber o motivo de estarmos aqui, e ao contrário de darmos um propósito nobre para nossas existências, nos identificamos com a selvageria, abdicando de tudo o que nos eleva acima de tal lamaçal. Temos diversos exemplos ao redor do mundo, tanto dos que nos afundam quanto dos que nos erguem, e depende de cada um analisar seu comportamento para decidir onde esta, e para onde quer ir. Qual o caminho que escolheremos, como espécie, quando entendermos um pouco mais sobre o Universo e nosso relacionamento com ele, compreendendo que existe mais do que conseguimos enxergar?
:-)
Texto inspirado em:
Brasil Post - http://www.brasilpost.com.br/2015/07/23/novo-planeta-terra_n_7858276.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/compreensao-da-realidade.html
Obvious Magazine - http://obviousmag.org/observando_o_cotidiano/2015/a-trilha-sonora-da-nova-classe-media.html
Muito Fixe - http://www.muitofixe.pt/tem-cuidado-quando-estacionas-carro-ao-sol-por-algum-tempo-pode-ser-fatal/
segunda-feira, 27 de julho de 2015
O que é educação?
Confundimos muito a educação com a escolarização, esquecendo que a segunda é apenas parte da primeira, nos ensinando o básico para sermos capazes de agir em sociedade de maneira técnica e profissional. Em contrapartida, a educação é o que deveríamos receber em casa desde a infância, e que nos ensina sobre os relacionamentos entre indivíduos de maneira humana, dos limites que devemos ter em controlar nosso lado animal. Ela é responsável pela maneira como vemos o restante da população, nos distanciando daqueles que agem ao contrário do que aceitamos, e nos aproximando mais daqueles que atuam de acordo com nossos interesses.
Mas com o crescimento do nosso conhecimento, estamos descobrindo que os nossos interesses são os mesmos do resto da espécie, e que enquanto ficamos debatendo sobre as migalhas, vamos perdendo o resto da refeição. Mais do que qualquer outro aspecto, é a educação que nos separa do resto dos animais, mostrando que somos capazes de controlar instintos e emoções, mantendo a cortesia mesmo com aqueles que não consideramos amigos. É o que nos faz dar a lição através do exemplo, e não ficar apenas em palavras que são esquecidas após o benefício ter sido alcançado, criando uma discórdia desnecessária entre aqueles que ainda tem decência e os que já a abandonaram.
A dignidade é a primeira a ser esquecida quando não temos educação, pois apelamos para um lado nosso que nos deixa no mesmo nível de animais irracionais, se bem que em alguns casos, ainda temos muito que aprender com eles. Podemos ter toda a escolarização do mundo, sermos mestres e doutores em nossas áreas profissionais, mas enquanto ignorarmos a importância da educação, nos isolaremos do restante do planeta que deveríamos tentar salvar. Quanto tempo perdemos na procura de uma salvação financeira, esquecendo que existem aspectos mais importantes de nossa cultura que estão se desfazendo cada vez mais rápido, por serem negligenciados constantemente?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/a-igualdade-para-todos-e-essencia-dos.html
Estadão - http://economia.estadao.com.br/blogs/claudio-considera/11-direitos-que-o-consumidor-pensa-ter-mas-nao-tem/
Galileu - http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/07/descubra-como-e-vida-das-mulheres-nas-penitenciarias-brasileiras.html
Obvious Magazine - http://obviousmag.org/um_abraco_para_o_mundo/2015/07/o-cerebro-e-o-orgao-mais-burro-do-corpo-humano.html
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Por que controlar a espiral?
Ao olharmos para o sistema solar de maneira bidimensional, vemos apenas os ciclos que os planetas fazem ao redor do Sol, mas quando observamos de maneira tridimensional, notamos que estamos viajando em uma espiral ao redor do centro da galáxia. Em nossas vidas a observação é a mesma, pois enquanto estamos no vício, andamos para a parte da espiral mais fechada, limitando cada vez mais os movimentos e possibilidades, fazendo da existência nada além de sofrimento. Em contrapartida, quando nos livramos destas manias prejudiciais, andamos para a parte mais aberta da espiral, aumentando o conhecimento e as oportunidades, permitindo uma visão mais ampla de tudo que nos cerca.
A mudança gradual em cada uma das voltas da espiral ilustra melhor os ciclos em que estamos inseridos, pois sofremos ou nos livramos deles de maneira progressiva, onde aprendemos algo novo a cada repetição. Um fumante consegue se controlar melhor a cada rejeição à vontade de voltar para o antigo vício, assim como teremos mais habilidade de supervisionar os representantes à medida que mantermos a prática. A disciplina é uma das ferramentas que mais pode nos ajudar nestas conquistas, pois por mais que vivemos na ilusão de que existe um representante que seja o salvador da pátria, ele é incapaz de resolver tudo sozinho, precisando da ajuda de todos os cidadãos.
Ao criarmos o hábito de policiarmos nossa própria cabeça, retirando dela tudo que for fútil, ignorante e desnecessário, aprenderemos a ter um pensamento crítico novamente, capaz de nos levar a novos patamares. Seremos capazes de tomar o controle de nossa existência de volta, nos livrando de todos malefícios que nos seguram presos no mesmo lugar, e seremos capazes de começar dando um passo de cada vez, até reaprendermos a voar. Já imaginastes quão alto podemos chegar, ao conseguirmos manter o domínio sobre nossos próprios pensamentos, sem as intrigas que permitimos vagar por lá, para satisfazer apenas o Ego?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/altruismo.html
Pública - http://apublica.org/2015/07/a-guerra-politica-nas-periferias/
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/zoe-konstantopoulou-e-maria-lucia-fattorelli-contra-a-austeridade-e-o-sistema-da-divida/
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/complexidade-economica-ladeira-abaixo-2/
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Quem reincide?
Ainda sem conseguir controlar o que se passa em nossa própria cabeça, ficamos à mercê de outros fatores que não sejam a vontade para guiarmos a vida, sofrendo com o abuso de outros ou do próprio corpo em nossa jornada. Perdemos a paciência com facilidade, deixando que a ansiedade e o medo controlem as ações que mais tarde servem de arrependimento, e que nos colocam em uma rota que nos leva de volta ao mesmo ponto. Mas, sem preparo, repetimos a dose inúmeras vezes, sofrendo em cada uma delas, até sermos capazes de enxergar o padrão que se forma e corrigí-lo, se ainda tivermos tempo para isto.
A cada volta temos gravado em nós uma nova ferida que, ao insistirmos no percurso, aumenta a dor e o sofrimento que sentimos, nos forçando a procurar alternativas para encontrarmos um alívio para as mazelas que carregamos. Dependendo do quanto estamos distraídos, cada uma destas chagas serve para nos despertar para o que precisamos aprender, chamando nossa atenção para o que deveríamos dar mais prioridade, seja como indivíduos, seja como uma nação. Estamos fadados a repetir estas lições enquanto não aprendermos o que o Universo quer nos ensinar, pois esta é a linguagem que ele tem para se comunicar conosco, e nos mostrar que a evolução é o caminho.
Passamos milênios nos adaptando para chegar onde estamos, e apenas descobrimos que não sabemos quase nada ainda sobre nós mesmos, ou sobre o que nos cerca, ilustrando a quantidade de informações que ainda temos para descobrir. Quanto mais batemos a cabeça com teimosias de nos prender no passado, mais iremos demorar para compreender tudo o que o Cosmo tem a oferecer, sofrendo de maneira desnecessária, mesmo que voluntariamente. Somos inteligentes o suficiente para reconhecer onde mais sofremos, e sábios o bastante para decidirmos parar com as penitências de maneira voluntária, ou precisamos de mais feridas para nos mostrar o que ainda negamos?
:-)
Texto inspirado em:
O Globo - http://oglobo.globo.com/opiniao/mudanca-nas-maos-do-stf-16747550
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/07/15/locavorismo-o-que-nossos-vizinhos-andam-plantando/
Coletivo Verde - http://www.coletivoverde.com.br/isso-e-panc-plantas-alimenticias-nao-convencionais/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/a-justica-e-compaixao-da-lei-carmica.html
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Como recorrer?
Existem momentos em que entramos em ciclos que apenas nos prejudicam, como vícios que destroem nossa saúde, e que não vemos saída deles, pois ignoramos seu movimento repetitivo, que nos pegam sempre em instantes de fraqueza. Mas ao observarmos as voltas que dão, nos tornamos capazes de sair deles, nos preparando de maneira que estamos com suportes em seu retorno, para nos livrarmos de suas consequências indesejadas. Como um fumante que tenta se livrar do hábito sabe, são poucos minutos de uma vontade tentadora que precisam ser observados com mais cuidado, e que representam a reincidência da conduta ou a mudança para uma cura.
O mesmo acontece quando observamos toda a nação, dependente da corrupção por aplaudir a cultura do jeitinho, onde tudo se resolve na base da propina, deixando aqueles sem um tostão à recorrer para a violência. Nos sentimos injustiçados quando somos alvo de qualquer uma delas, mas batemos no peito com orgulho quando conseguimos nos aproveitar dos momentâneos benefícios que elas trazem, mesmo que no longo prazo o efeito seja contrário. Não vemos que temos a oportunidade de quebrar o tal ciclo, ao fiscalizarmos nossas ações, em primeiro lugar, e dos representantes do povo em seguida, mantendo uma vigília constante como cidadãos interessados.
Temos a mania, ou o vício, de tentar terceirizar esta responsabilidade, assim como outras, esquecendo que sem cumprir este dever, abrimos mão também do direito de escolher o rumo que queremos que o país tome. Temos todas as ferramentas necessárias para sairmos deste ciclo que nos prejudica, mas é preciso estarmos atentos para os momentos em que ele irá retornar para nos tentar, que é onde precisamos estar mais alertas e cuidadosos, para não colocarmos tudo a perder. Qual será o destino que escolheremos como uma nação, ou espécie, se ainda não somos capazes de cuidar do que se passa em nossa própria cabeça, com pensamentos de inveja, raiva ou ganância?
:-)
Texto inspirado em:
Revista Full Power - http://revistafullpower.uol.com.br/2015/07/mustang-eletrico-tem-mais-de-800-cv-e-torque-brutal/
Razões Para Acreditar - https://razoesparaacreditar.com/cultivar/com-tetos-solares-bairro-alemao-ja-produz-quatro-vezes-mais-energia-do-que-consome/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/a-alegria-de-dar.html
A Tribuna – http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/aproximar-a-escola-do-aluno-o-maior-desafio-do-seculo-21/
terça-feira, 21 de julho de 2015
Onde está a repetição?
Notamos mais facilmente as repetições que fazemos na famosa rotina, de levantar e se arrumar para ir para o trabalho, para depois ter um tempo de lazer ou para correr atrás de um outro sonho, até chegar o momento de dormir novamente. Os finais de semana também não fogem dos ciclos em que estamos, eles apenas levam mais tempo para acontecer, e duram um tempo mais curto, mas de uma maneira geral, mantemos padrões que levam um certo período para mudar. Raramente observamos as recorrências que levam anos para se alterarem, como a infância, adolescência ou vida adulta, olhando para elas apenas em pontos isolados, quando lembramos de fatos que nos trouxeram alegria ou traumatizaram.
Ignoramos os padrões formados por todo o conjunto, capazes de nos ilustrar de onde viemos e para onde estamos indo de uma maneira geral, como planetas que se aproximam ou se afastam do Sol, dependendo da estação em que se encontram. Por isto traçamos tantos similares entre a infância e a terceira idade, mas enquanto a primeira é o espírito em sua forma mais inocente, a segunda é ele em sua forma mais pura, peneirada pelos filtros da vida, mostrando quem realmente somos. Mas apenas temos este conhecimento após passar por quase todas as provas que nossa existência nos reserva, algumas que, infelizmente, teimamos em não aprender, ignorando os benefícios que podemos colher de tais lições.
Com o passar do tempo somos capazes de ver com maior clareza os ciclos que vivenciamos, e controlá-los com maior facilidade, se nos dedicarmos em cuidar de nosso comportamento através dos pensamentos que permitimos ficar em nossas cabeças. Mas enquanto autorizarmos que outros o façam, veremos nossa existência como algo supérfluo, que não precisamos dedicar nosso tempo para ela, pois o fazemos com aquilo que vemos como prioritário. Quanto deixamos passar por não sermos capazes de observar os ciclos em que nos colocamos, e as consequências de repetí-lo inúmeras vezes, desnecessariamente em alguns casos?
:-)
Texto inspirado em:
O Globo - http://oglobo.globo.com/rio/operacao-do-bope-em-jacarepagua-poe-sob-suspeita-oficiais-do-alto-escalao-da-pm-16778901
Teoria da Conspiração - http://www.deldebbio.com.br/2015/06/19/ventura-2/
Livrólogos - http://livrologos.com.br/2015/07/bastidores-literarios-por-que-a-ficcao-nacional-nao-vende-e-de-quem-e-a-culpa/
Obvious Magazine - http://obviousmag.org/archives/2011/08/bushido_o_caminho_do_samurai.html#ixzz3frDanOrf
segunda-feira, 20 de julho de 2015
O que são ciclos?
Dizem que a astrologia não influência em nada nossas vidas, mas chega a ser irônico o quanto andamos em círculos tanto quanto os planetas do sistema solar, repetindo cenários de tempos em tempos, com espantosa precisão. Podemos, por exemplo, traçar diversos paralelos entre o cenário político atual e o de décadas atrás, onde chegamos a ter os mesmos personagens conhecidos, mas interpretando partes contrárias ao que esperávamos, ilustrando o nosso papel neste espetáculo. Nossa espécie também sofre de reincidências periódicas, nos fazendo notar a necessidade de um crescimento contínuo para não sermos vítimas de desastres, onde nossa ignorância e ganância se mostram mais naturais do que o resto do ambiente.
Além das comunidades, em nossas vidas particulares sentimos os efeitos cíclicos que, apesar de darmos uma aparência humana, foram inspiradas nas voltas do planeta que habitamos, desde as estações que agrupamos em um ano, até as voltas que o relógio dá em um dia. Nos prendemos em rotinas que se repetem mecanicamente, e deixamos que os detalhes dela influenciem nosso humor de maneira orquestrada, sem percebermos as lições que existem por trás de cada passo dado nesta dança. Reincidimos naquelas que teimamos em não ver, mas também somos capazes de nos aproveitar das que vemos como benéficas para nossas vidas, nos especializando em ensinamentos que teríamos que aprender na força, de outra maneira.
Estamos começando a entender os ciclos que existem na natureza, mas ainda estamos distantes daqueles que vivemos dentro de nós, capazes de influenciar como encaramos a vida, e como geramos a cultura que vemos no resto da comunidade. Os mais longos nos mostram o quanto temos que ter cuidado com nossas ações, pois levam tempo para nos mostrar que não aprendemos as lições, enquanto os mais curtos são mais diretos ao falar conosco. Quando foi a última vez que parastes para prestar atenção nos ciclos que guiam a tua vida, e se gostas de voltar para o mesmo ponto de tempos em tempos, em um caminho que te agrada?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/defenda-o-que-e-certo.html
Dr. Drauzio - http://drauziovarella.com.br/drauzio/ai-que-preguica/
Folha de São Paulo - http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/06/1638436-camara-aprova-aumento-de-isencao-tributaria-a-igrejas.shtml
Justificando - http://justificando.com/2015/07/16/o-porte-de-drogas-para-consumo-pessoal-e-o-senso-comum/
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Por que evoluir?
Dizer que a ignorância é uma benção é rir com a risada dos demais enquanto o motivo de tamanha gargalhada somos nós mesmos, pois desconhecemos a razão que gera tal efeito e não demonstramos interesse por ela. Sem um crescimento, seríamos ainda animais que perambulam pela crosta terrestre à esmo, seguindo instintos que podem traí-los, e sendo alvo de uma ecologia que, enquanto alimenta de um lado, pode matar pelo outro. Da mesma maneira, enquanto evitamos o desenvolvimento, perdemos a oportunidade de conhecer novas peças do quebra-cabeças que é o Universo, e de tudo o que ele pode oferecer, inclusive sobre o que podemos fazer.
A ciência já calculou que conhece perto de 5% de tudo o que existe por aí, e isto inclui o próprio ser humano, que tem uma capacidade extraordinária, mas que é limitada por barreiras e âncoras que utilizamos de maneira voluntária. Queremos usufruir de tudo o que nossos sonhos nos mostram ser possível, mas temos receio de realizar as modificações necessárias em nosso próprio comportamento para alcançarmos tais objetivos. Isto porque ainda não vencemos o maior de todos os obstáculos: aprender que não estamos separados nem da natureza, nem do resto da sociedade, e muito menos de todo o Cosmo.
Somos parte de algo muito maior do que nós mesmos, mas ainda nos restringimos a levar uma vida medíocre, fazendo de futilidades o entretenimento, da ignorância a cultura, de fofocas a fonte de informações, e do insignificante o mode de vida. Adquirimos o comportamento moderno perto de 50.000 anos atrás, depois de 150.000 anos que estávamos andando neste planeta, o que significa que ainda temos muitas boas surpresas pela frente, se abraçarmos a evolução como parte de nós. Procura fazer de novas ideias uma constante em tua vida, modificando teu estilo de vida de tempos em tempos, para se renovar, aprender e crescer com novas experiências?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/acoes-gentis.html
Pública - http://apublica.org/2015/07/desclassificados/
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/deputados-assinam-participacao-na-frente-parlamentar-pela-auditoria-da-divida-publica/
Desentorpecendo a Razão – http://coletivodar.org/2015/07/chile-avanca-na-descriminalizacao-da-maconha/
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Quem prospera?
Aqueles que estão aptos à derrubar as barreiras que estão ao seu redor, removendo os limites que impomos à nos mesmos, conseguem prosperar de maneira que o resto da sociedade fica apenas comentando e imaginando os bastidores. Mas sem a disciplina para comandar o próprio corpo, nos perdemos em fantasias onde a sorte tem um papel mais central do que o trabalho, focando apenas no topo e esquecendo o resto da geleira que está submersa. Nos divertimos bisbilhotando a vida alheia, na esperança de descobrir algum segredo místico que nos permita, sem esforço, obter o mesmo nível de sucesso daquela minoria, ou, ao menos, que justifique nossa mediocridade para nós.
Repetimos diariamente os mesmos atos esperando resultados diferentes, ignorando que esta é a fórmula da insanidade, e reclamamos quando nos apresentam os meios para alcançarmos nossos objetivos por serem óbvios demais. A diferença é que eles não são o que estamos fazendo, mas, da mesma maneira, seguimos com nossa rotina, chamando os outros de loucos por acreditarem em uma solução que é simples, mas eficaz: o trabalho. E por ignorarmos os efeitos da padronização, pegamos uma pá e saimos cavando um buraco, considerando que quanto mais esforço físico fizermos, teremos como consequência toda a recompensa que sonhamos.
Por esquecermos o que é ser humano, e nos tornarmos simples consumidores, não temos noção do que é ter equilíbrio nem para perseguirmos os sonhos que temos desde crianças, pois ainda achamos que ao colocar uma capa seremos capazes de voar. Alçar vôo é possível, para não dizer que é preciso, mas é ainda mais necessário derrubarmos as barreiras que nos impedem de ver longe, além de nossa ignorância, na direção do conhecimento primordial para realizarmos o que queremos. Quantas vezes ficastes fantasiando com um sonho, sem se perguntar o que é essencial para colocar ele em prática, por mais absurdo que seja, de maneira que ele chegue, a cada dia, mais perto da realidade que imaginas?
:-)
Texto inspirado em:
Verdade Mundial - http://verdademundial.com.br/2015/06/o-lado-negro-do-facebook-na-capa-da-super-interessante/
Spotniks - http://spotniks.com/essa-e-melhor-historia-da-turma-da-monica-que-voce-ja-leu/
Conti Outra - http://www.contioutra.com/10-ladroes-de-sua-energia-segundo-dalai-lama/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/ateus-e-materialistas.html
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Como progredimos?
Procuramos organizar a sociedade em padrões, para ser mais fácil de nos acharmos quando debatemos assuntos, mas esquecemos que existem espectros que estamos apagando nesta padronização, ou desprezando quando deveríamos torná-los mais relevantes. Nos acostumamos em olhar para nosso físico, mas esquecemos que temos uma mente e espírito que precisam de atenção, para que não se atrofiem e nos transformem em simples robos, incapazes do menor pensamento crítico. Nas última décadas temos dado um pouco mais de atenção para a mente, procurando enchê-la de informações que consideramos relevantes, mas raramente consultamos o espírito para saber o que realmente deveria ser importante.
Nos compadecemos com fotos de necessitados em mídias sociais, e nos revoltamos com as atrocidades cometidas por bandidos em noticiários, mas esquecemos de perguntar qual o nosso papel neste cenário, e o que podemos fazer para modificá-lo. Vemos as cenas com a mesma emoção de olhar para um filme de ação ou drama, e temos o mesmo comportamento no final: levantamos da cadeira e nos retiramos, as vezes comentando sobre o assunto, mas sem nenhuma preocupação de fato. Chegamos a organizar passeatas e protestos, mas no dia a dia, quantos de nós realmente modificam as rotinas para boicotar produtos de qualidade ruim ou empresas de práticas duvidosas, ou ainda mais: fiscalizar e cobrar daqueles em quem votamos.
Vivemos alienados em bolhas próprias, esquecendo que estamos inseridos em uma sociedade que, de uma maneira ou outra, influência nossas decisões tanto quanto influenciamos as direções que ela toma. Estamos acordando para isto de uma maneira geral, como espécie, graças as facilidades de conseguirmos nos comunicar de maneira mais rápida e prática, alterando o que muitos tinham como garantido, e que agora esta nas mãos de cada um de nós. Que tipo de modificações consegues fazer em tua vida, focando teu lazer em um resultado apenas para ti, ou consegues influenciar o resto da tua comunidade para que tenha um comportamento exemplar?
:-)
Texto inspirado em:
Senado Notícias - http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2015/07/06/problema-do-brasil-nao-e-violencia-praticada-pelo-adolescente-mas-contra-ele-diz-delegado
Geledés - http://www.geledes.org.br/cada-preso-e-um-cliente-o-que-se-esconde-por-detras-da-decisao-da-camara/#gs.45e10393a51940879de7c80884436114
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/tranquilidade.html
Obvious Magazine - http://obviousmag.org/obra_das_palavras/2015/07/o-tamanho-da-nossa-ignorancia-parte-2.html#ixzz3f98KDcgN
terça-feira, 14 de julho de 2015
Onde nos desenvolvemos?
A cultura popular tem abandonado o pensamento crítico, abraçando o culto à futilidade e a ignorância, fazendo com que o espírito trabalhe para o corpo e não o contrário: tendo um espírito capaz de comandar a mente e o corpo. Nos tornamos escravos de anúncios e desejos, incentivados à sucumbir a qualquer estímulo de nossos instintos, retornando à bestialidade da qual passamos milênios tentando escapar, e que regressamos em poucas gerações. Ainda não abandonamos certas características que nos prendem à animalidade, mas estamos dando passos na compreensão de que ela não é mais para nós, que temos um papel mais desenvolvido para realizarmos.
Como seres conscientes, temos responsabilidades que não podemos ficar mais adiando ou tentando terceirizar, seja com nossa própria sobrevivência ou daqueles que não tem nossa capacidade de raciocínio. Esta habilidade de compreensão também nos permite ir além dos limites do próprio corpo, buscando prazer nas próprias tarefas que temos para realizar, auxiliando os mais necessitados, nos conectando com a própria humanidade. Vivemos em plenitude quando estendemos a mão para quem precisa, descobrindo as falhas em nosso caráter e trabalhando para corrigí-las, crescendo com as experiências que vivenciamos, que estão longe de ser o que sentimos quando assistimos através de uma tela.
Empurrar nossos limites não significa apenas ter o corpo em seu melhor estado, mas principalmente aumentar nossa conexão com o resto da espécie em um primeiro passo, e com o resto do Universo logo em seguida. Colocamos tantas restrições com a forma que vemos a vida que nos impressionamos quando descobrimos que olhamos para ela em preto e branco, e que existem milhares de cores que nem somos capazes de imaginar. Consegues compreender onde, em tua vida, tens um bloqueio para a maneira como vês o mundo, e que tens, em tua própria cabeça, a chave para mudar tal perspectiva, e descobrir todo um espectro que nem imaginas?
:-)
Texto inspirado em:
Época - http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/06/jose-mariano-beltrame-guerra-drogas-e-perdida-irracional.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/a-conquista-do-ego.html
Conti Outra - http://www.contioutra.com/a-relacao-entre-casa-baguncada-excesso-de-bugigangas-e-depressao/
Obvious Magazine - http://lounge.obviousmag.org/fabiola_simoes/2015/06/o-importante-nao-e-a-casa-onde-moramos-mas-onde-em-nos-a-casa-mora.html
segunda-feira, 13 de julho de 2015
O que é crescimento?
Já notamos que desde que nascemos, nossos corpos passam o tempo todo se desenvolvendo, de maneira mais vagarosa ou mais rápida, dependendo do ponto de vista com a qual o estamos analisando, e o que estamos esperando. Da mesma maneira, observamos que o mesmo acontece com nossa mente, pois algumas idéias e noções que tínhamos anos atrás não são mais as mesmas com as quais regemos nossas vidas na atualidade. Mas outras ainda se mantém a mesma, o que nos faz pensar que talvez existam coisas na natureza que nunca mudam, ou mudam de uma maneira mais lenta do que nossa percepção, ou ainda, que nossa percepção não mudou, ou não evoluiu.
Nos desenvolvemos quando conseguimos aumentar nosso conhecimento sobre o Universo, pois estas informações extras, quando transformadas em experiências, nos mostram que existem outras maneiras de encararmos a vida. Por vezes, no entanto, ficamos acomodados demais com nossa zona de conforto, e começamos a podar as evidências que nos mostram que existe todo um Cosmo fora dela, nos fazendo chegar ao fanatismo, se não cuidarmos. Consideramos que temos o direito de ditar como as outras pessoas devem viver, observando o mundo por entre as frestas de nossa masmorra, ignorando que existe todo um cenário da qual não temos idéia, e as vezes, nem queremos saber.
Ao sairmos de nossa prisão, descobrimos a existência de horizontes que não eramos capazes de sonhar, todo um Universo que temos a oportunidade de explorar, mas que ficamos cegos considerando que ele é restrito ao que vemos por brechas. Não existem limites para o que podemos ser ou fazer, apenas aqueles que impomos para nós mesmos, como âncoras que não nos deixam sair do lugar, mas que podem ser facilmente descartados assim que entendermos que sempre tivemos a chave para nos libertar. Quando foi a última vez que meditastes sobre um paradigma que estas vivendo, com a qual se sente confortável nele, e que tenta passar para os outros como se fosse a única salvação possível?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/autodominio.html
Hora do Povo - http://www.horadopovo.com.br/2012/10Out/3101-19-10-2012/P7/pag7e.htm
Verdade Mundial - http://verdademundial.com.br/2015/06/franca-proibe-herbicida-roundup-da-monsanto-por-causar-cancer/
Teoria da Conspiração - http://www.deldebbio.com.br/2015/06/27/perguntas-frequentes-sobre-psicanalise-e-crescimento-pessoal/
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Por que ficamos desleixados?
Não temos a cultura de cuidar do que se passa em nossas cabeças, mas bem ao contrário, somos incentivados a nos imaginar sendo as pessoas de destaque, usufruindo de produtos invejáveis, enquanto nos tornamos superiores aos demais. Este apelo aos instintos mais básicos nos deixa cegos para o fato de que estamos colocando as emoções acima da própria lógica, quando clamamos por um sistema de igualdade entre todas as pessoas da sociedade. Estamos tão anestesiados por nossas zonas de conforto que nos tornamos incapazes de revidar nem quando nos escravizam de forma sistemática, transformando o fruto de nosso trabalho em impostos a serem pagos indefinidamente.
De forma gradual somos aprisionados e, quando nos revoltamos, apontamos rapidamente o dedo para poucos protagonistas, esquecendo que também fazemos parte do espetáculo, como a plateia a ser entretida. Se tomamos o lugar dos atores, agimos da mesma maneira, pois esquecemos que eles sairam do meio de nós, a população, e que foram educados para terem o mesmo comportamento que estamos tendo: revolta quando se aproveitam de nós, e de aproveitamento quando encontramos a oportunidade. Esquecemos o que colocar a mão na massa, de pensar criticamente para construir um país melhor para todos, não apenas para o próprio ego, dos familiares e amigos mais próximos, como somos incentivados constantemente.
Terceirizamos as responsabilidades achando que estávamos nos livrando de um serviço pesado, e estamos descobrindo que temos um ainda maior a realizar, começando dentro de nossas próprias cabeças, controlando as distrações. Nosso desleixo nos permitiu entrar em um buraco que parece não ter mais fundo, mas que pode ter uma interrupção na queda, e um começe de escalada, se resolvermos arregaçar as mangas e escalar as paredes. Quantas vezes deixastes para outros notarem situações que não ajudam a sociedade, enquanto estavas de braços cruzados, preocupado mais com a tua própria rotina do que com as consequências da tua omissão?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/a-lei-de-ajuste.html
Instituto Humanitas Unisinos - http://www.ihu.unisinos.br/noticias/544075-tragedia-grega-esconde-segredo-de-bancos-privados
Viomundo - http://www.viomundo.com.br/politica/islandia-o-pais-que-disse-nao-aos-banqueiros.html
Spotniks - http://spotniks.com/guerra-drogas-em-quadrinhos/
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Quem é desatento?
Sem o costume de policiar os próprios pensamentos, nos tornamos alvos fáceis para aqueles que esperam nos pegar desprevenidos, sejam os próprios sentimentos, sejam outras pessoas com interesses próprios. Caimos em armadilhas lógicas, confundimos emoções com o raciocínio, e seguimos ideologias destrutivas sem considerar que o resultado apresentado é exatamente o contrário do que foi anunciado. E quando estamos presos nestas arapucas, ao contrário de procurar os meios de sair delas, procuramos por explicações que sirvam de justificativas, tentando saciar um ego cada vez mais inflado e incapaz de se mexer.
Transformamos as emboscadas em zonas de conforto se ficamos nelas tempo suficiente, nos fazendo defender as ideias mais estapafúrdias simplesmente por estarmos acostumadas com elas, mesmo representando um cenário destrutivo para nós. Terceirizamos o ato de pensar criticamente, e aceitamos como verdade tudo que nos é passado por fontes que enxergamos como autênticas, esquecendo que cada pessoa tem um ponto de vista único e interesses próprios. Nos deixamos ser manipulados como marionetes, defendendo ações que nos fazem lembrar tempos passados, em que ainda tínhamos a desculpa de não ter informações ou os meios para resolver problemas de maneira eficiente.
Hoje, apesar de todos os recursos que temos, procuramos outras explicações para realizarmos os mesmos atos, ilustrando o quanto falta ainda evoluirmos, e que até agora só trocamos os brinquedos de paus e pedras por outros eletrônicos. Mas com a informação circulando mais rapidamente, somos pegos em uma enxurrada de notícias que mostram os erros que cometemos repetidamente, e que vão, aos poucos, nos convencendo a sair da zona de conforto para arregaçar as mangas. Já te pegastes debatendo sobre algum assunto que, independente de lado, representa apenas um retrocesso no comportamento humano?
:-)
Texto inspirado em:
Diário do Centro do Mundo - http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-que-juizes-escandinavos-acham-das-mordomias-que-seus-colegas-no-brasil-se-autoconcedem-por-claudia-wallin/
Época - http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Visao/noticia/2014/01/o-consumismo-da-elite-e-desespero.html
Obvious Magazine - http://obviousmag.org/obra_das_palavras/2015/06/o-tamanho-da-nossa-ignorancia.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/com-todo-o-coracao.html
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Como descuidamos?
Sempre foi muito mais fácil julgarmos o comportamento de outros, pois dentro de nossa própria cabeça criamos as explicações necessárias para justificar nossos próprios atos para nós mesmos, enquanto que observamos os demais sob nosso ponto de vista particular. Mas esquecemos que ao fazermos isto com outros, também somos alvo de tais julgamentos, e nossas ações podem ser interpretadas pelas mais diferentes perspectivas, algumas até que nem sonhamos existir. E se nos distraímos com nosso próprios pensamentos, o que podemos dizer de nossos atos, que são uma consequência do que se passa em nossas cabeças, uma materialização de idéias e sonhos que nem temos completo controle.
Lemos noticias sem um pensamento crítico, tomando por verdade o que foi publicado simplesmente por este fato, esquecendo que todos temos pontos de vista que defendemos por interesses próprios, nem que sejam por preferências pessoais. Da mesma maneira observamos anúncios de produtos, desejando fervorosamente aqueles que agradam nossos sentidos, enquanto desprezamos aqueles que, sob nossa perspectiva, não tem serventia alguma. Deixamos de abrir nossa mentes para considerar que existem outros pontos de vista de igual ou maior valor que o nosso, isto sem falar na reflexão sobre o que acontece nos bastidores, que está sendo retirado de nossa atenção.
Recebemos informações que passam por diversos filtros, sejam de interesses pessoais, seja nossos próprios pontos de vista, distorcendo os fatos para que se encaixem na visão que temos do Universo, ignorando as que contradizem nossa perspectiva. Ao prestarmos mais atenção em nossa própria cabeça, conseguimos ter uma consciência mais expandida do que é o Cosmo, nos tornando capazes de concentrar no que é realmente importante para nós, e para o resto da sociedade. Consegues ser capaz de te tornar um agente do Universo, levando tua vida e da comunidade ao teu redor para um novo patamar, deixando de lado as pirraças e provocações criadas por emoções descontroladas?
:-)
Texto inspirado em:
Outras Palavras - http://outraspalavras.net/destaques/a-grecia-poe-na-mesa-a-carta-da-democracia/
The Greenest Post - http://www.thegreenestpost.com/florianopolis-constroi-1a-creche-solar-do-brasil/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/felicidade.html
Obvious Magazine - http://obviousmag.org/thyago_com_y/2015/fabrica-de-monstros.html
terça-feira, 7 de julho de 2015
Onde divagamos?
Com a terceirização dos direitos e deveres, criamos uma cultura que está cada vez mais preocupada em especificar seu serviço, abrindo mão de dar um passo a mais para consertar o que existe de errado por não ser seu trabalho. Deixamos de ser cidadãos para nos tornarmos consumidores e funcionários, seres mais preocupados com o lazer e o relaxamento do que com a construção de um mundo melhor para nós mesmos. Compramos o que nos é colocado na frente sem questionamento, esquecendo que a cenoura na frente do burro de carga não serve apenas para guiá-lo, mas para impedir que seja capaz de olhar para os lados.
Somos constantemente bombardeados com anúncios de como devemos ser, e do que precisamos adquirir para conquistarmos tais qualidades, esquecendo que nossa personalidade apenas é definida pelos bens que temos se permitirmos. Da mesma maneira, esquecemos que meios de comunicação sobrevivem com o dinheiro de seus anunciantes, além de terem o poder de editar notícias para que certos pontos de vista sejam mais beneficiados do que outros. Todos temos o interesse de sobreviver e prosperar, mas enquanto somos lembrados de que existem regras que devemos seguir, existem aqueles que as torcem e retorcem, desfazendo-as e criando-as quando lhes é conveniente.
Perdemos tempo em nossas próprias cabeças com ilusões e fantasias, ignorando que isto se reflete em nosso comportamento no mundo real, com as decisões que tomamos e as idéias que propagamos como sendo nossas convicções. Temos uma cortina em nossas frentes que nos impedem de observarmos o que realmente acontece ao redor do Universo, mas se mantermos a mente aberta, somos capazes de removê-la de nossa frente, nos revelando todo um cenário novo. Já te pegaste discutindo sobre uma idéia que, enquanto em essência poderia modificar complemente tua vida, ficaste apegado à um ponto mínimo, incapaz de fazer qualquer diferença ?
:-)
Texto inspirado em:
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/videos/alimentacao-saudavel-vs-propaganda-enganosa-otariocast/
Estar em Si - http://estaremsi.com.br/a-teoria-do-centesimo-macaco-um-mito-contemporaneo/
Hype Science - http://hypescience.com/7-coisas-basicas-que-voce-nao-vai-acreditar-que-esta-fazendo-errado/
Notícias Naturais - http://www.noticiasnaturais.com/2015/05/editor-chefe-do-the-lancet-denuncia-metade-de-toda-a-literatura-medica-e-falsa/
segunda-feira, 6 de julho de 2015
O que é distração?
Quando começamos a vigiar os nossos pensamentos, descobrimos que perdemos muito tempo com distrações, assuntos diversos que aparecem em nossa mente com o intuito de tirar a atenção do que estamos fazendo, ou de planejamentos sérios. Passamos a divagar em possibilidades inúteis, que apenas tem como objetivo a estimulação de sentimentos, incentivando a artificialidade, já que começamos a viver através das emoções de personagens de estórias, mesmo sendo nós os protagonistas. Em certos casos, abdicamos completamente da vivência real para nos perdermos nestes mundos de fantasia, viciados em imaginações e nos artefatos que facilitam nossa passagem para estas realidades, cada vez mais comuns em nossa cultura.
Esquecemos de prestar atenção no tipo de viagem em que embarcamos, onde procuramos encorajar emoções segregadoras e destrutivas, pois raros são os momentos em que nos lembramos que não precisamos ser diferentes para sermos felizes. Abraçamos anúncios e notícias que corroborem nosso ponto de vista, denegrindo os demais para termos a impressão de estarmos em um pedestal, acima dos outros para termos o destaque que passamos a vida inteira comprando. Sonhamos em ser especiais, ignorando completamente aquilo que nos torna diferentes do resto da massa que segue como gado os berrantes dos guias: a solidariedade e a caridade para com os que tem menos.
Abrimos mão da lógica para viver como animais, seguindo sentimentos primordiais e territoriais, nos distraindo de quem somos realmente, colocando o espírito em último plano, para saciar desejos temporários e fúteis. Felizmente, sempre é possível abrirmos os olhos para sairmos do pesadelo que criamos em nossa ignorância, aprendendo sobre o mundo que temos, e como podemos transformá-lo naquilo que queremos. Quantas vezes já te pegaste sonhando acordado, pensando em possibilidades que dependem mais do resto do mundo, e de distorções da física, para que se tornem realidade, tirando de ti todo o poder?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/06/habitos-destrutivos.html
G1 Política - http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/06/com-lei-de-drogas-presos-por-trafico-passam-de-31-mil-para-138-mil-no-pais.html
Hypeness - http://www.hypeness.com.br/2015/06/escola-no-recife-adota-caes-para-que-os-alunos-aprendam-sobre-respeito-e-cuidado/
Projeto Draft - http://projetodraft.com/por-que-sai-do-brasil-e-por-que-nao-vou-voltar/
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Por que se responsabilizar?
Apontamos os dedos com muita facilidade, esquecendo que somos parte do Universo e apenas colhemos o que plantamos, pois tudo está relacionado, algumas vezes em níveis que ainda não compreendemos como deveríamos. Deixamos nossa mente, nossa primeira e última morada, ser enchida de entulhos por outros, esquecendo de limpá-la constantemente, até mesmo quando nós queremos fazer dela um depósito de emoções nocivas. Não entendemos que, quando permitimos à certas opiniões ficarem livres dentro de nossas cabeças, damos espaço para que elas encontrem um quarto por lá, e façam residência para se tornarem parte de nosso comportamento.
Passamos agressividade sem notar, algumas vezes, criando discussões desnecessária em meio a debates sadios, pois quando perdemos os argumentos, apelamos para o lado pessoal e ao menosprezo pelas idéias alheias. Cobramos imparcialidade dos meios de comunicação, mas somos completamente parciais em nossas concepções, permitindo a imaginação suprir as falhas que a lógica não consegue raciocinar, nos tornando cegos ideológicos. Tais condutas ficam claras em épocas de eleição ou quando falamos de governos, onde observamos o ápice da cultura popular sendo refletida de volta para a população que a difunde, independente de qualquer partido.
Controlar os próprios pensamentos é mais difícil do que parece, pois uma vez que começamos o exercício, notamos a imensa parte de tempo em que estamos agindo de maneira inconsciente, perdidos em devaneios e fantasias. Sem um domínio de cada pessoa sobre sua própria cabeça, viramos alvo fácil de anúncios criados para incentivar as emoções, e passamos o governo de nossos atos para sentimentos que nem ao menos temos, mas que são sugeridos para nós. Quantas vezes não chegastes no mercado e procurastes por produtos que te trazem felicidade, sem procurar notar do por que tens estes sentimentos, se alguns destes produtos são nocivos para a saúde?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/05/niveis-de-consciencia.html
Jornal NH - http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2015/06/noticias/rio_grande_do_sul/178810-instrutor-de-transito-e-flagrado--avisando--outros-motoristas-sobre-fiscalizacao.html
Notícias Naturais - http://forum.noticiasnaturais.com/Topico-estudo-consumo-de-medicamentos-aumenta-a-porcentagem-de-assassinatos#axzz3e4Uxm9WA
Hype Science - http://hypescience.com/criancas-de-pais-gays-se-saem-tao-bem-quanto-as-outras-na-vida/
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Quem zela?
Conseguimos facilmente identificar aqueles que vigiam os próprios pensamentos, e que zelam pelas ações que realizam, uma vez que são os que menos perdem a calma, ou se empolgam, em um debate de qualquer tipo. São pessoas que dificilmente apelam para palavras de baixo calão, procuram conversar se baseando em argumentos, e fogem de falácias o máximo que podem para terem uma troca de informações o mais produtiva possível. Qualquer um pode ter tais habilidades, uma vez que esteja disposto a exercitar a própria mente, cuidando do que deixa entrar nela, para que a sujeira não se acumule ao ponto de extravasar para os atos, demonstrados no comportamento.
Uma vez que nossa cabeça esteja livre da poluição que acumulamos durante anos, temos espaço para cuidar mais do que se passa nela, inclusive de darmos mais atenção para o que realmente nos importa, e que negligenciamos até então. Descobrimos que certas futilidades com as quais perdiamos precioso tempo apenas nos atrasavam, nos impedindo de chegar onde, desde crianças, sonhávamos em estar, mas que nunca conseguimos dar mais que dois passos à frente. Por outro lado, também descobrimos a importância do que mantemos, e vemos seu valor crescer exponencialmente para nós, livre de toda aquela interferência que nos atrapalhava antes.
Compreendemos que podemos ser felizes com um mínimo de posses, e que elas começam a ter um outro sentido para nós, mais duradouro do que qualquer superfluo que estávamos acostumados a trocar periodicamente. Nossas cabeças são nossas primeiras casas, aquelas que levamos para todos os lados o tempo todo, então nada mais justo do que as mantermos limpas e confortáveis, para nos sentirmos verdadeiramente aconchegados nelas. Quanto entulho tens guardado em tua garagem mental, e quanta tralha ocupa tua morada, fazendo com que ela fique pesada e ruim para se mexer, e onde não tens descanso quando mais precisas?
:-)
Texto inspirado em:
Vencer o Cancer - http://vencerocancer.com.br/bem-estar/atividade-fisica-bem-estar/atividade-fisica-reduz-progressao-e-risco-de-recidiva-do-cancer/
Geledés - http://www.geledes.org.br/o-encarceramento-sempre-foi-um-instrumento-de-manutencao-da-ordem-economico-social/#gs.fe6ae12d0bf84dd09b454b6fee9b9c73
Folha de São Paulo - http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/06/1645943-conversa-na-camara-mostra-troca-de-votos-por-emendas.shtml
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/05/karma-tempo-de-manifestacao.html
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Como vigiar?
Cada pessoa conhece, ou deveria conhecer, suas capacidades e limites, sejam eles físicos, emocionais, mentais ou espirituais, para que seja capaz de saber o que pode fazer, e onde é necessário um maior esforço. Quando temos pensamentos, nos perdemos em devaneios, agindo de maneira contrária ao que normalmente fazemos, ou esperando um resultado diferente de uma situação que já conhecemos, onde nada mudou. Permitimos que as emoções nos levem, fazendo com que nossa fúria nos dê tanta razão quanto a dor ou o prazer, justificando, para nós, comportamentos que, se víssemos em outros, seriam repudiados na hora.
Poucas pessoas realizam tal exercício de se separarem de suas emoções e analisarem a situação que imaginam com outros como protagonistas, na tentativa de julgar se é cabível ou não tal conduta, se reprimindo quando considerarem inviável. Começando aos poucos, quando os sentimentos ainda não tomaram conta do nosso julgamento, podemos treinar e nos preparar para quando a situação realmente exigir de nós decisões coerentes, enquanto estamos cercados de pressão. É muito mais fácil de se falar do que realizar, mas é algo necessário que ainda não aprendemos, o que explica que ainda nos comportamos como animais em diversos casos, enchendo páginas de jornais e encabeçando os noticiários.
Vigiar os próprios pensamentos deveria ser uma das primeiras coisas que aprendemos a fazer, pois define a maneira como vamos olhar o mundo, como iremos fazer nossas escolhas, e quais serão os atos que iremos tranformar em realidade. Também nos permite conhecer mais sobre nós mesmos, quais são as emoções que mais deixamos soltas, e quais as consequências que o Universo irá nos devolver quando as deixarmos escapar, mesmo que inconscientemente. Quantas vezes não estourastes com alguém por uma motivo pequeno, que te fez se encher de arrependimento e ir procurar o perdão, algumas vezes sendo tarde demais?
:-)
Texto inspirado em:
Independência Sul Americana - http://independenciasulamericana.com.br/2015/06/conhece-te-a-ti-mesmo-socrates-comanda-resistencia-politica-dos-gregos-aos-agiotas/
Folha de São Paulo - http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/06/1645858-apos-saques-recordes-banco-central-europeu-libera--175-bi-para-grecia.shtml
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/05/consciencia-cosmica.html
Brasil Post - http://www.brasilpost.com.br/2015/01/05/story_n_6271918.html
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