Quando se fala em uma economia baseada em recursos, é difícil não se perguntar quem será o responsável por dividir os recursos de uma nação. Com a mentalidade de hoje, é dificil de ver como computadores podem substituir governos e instituições, mas precisamos transcender este tipo de pensamento para entender melhor. E só para deixar claro desde o início: não, não serão computadores sem espírito que tomarão as decisões por nós. Eles terão um papel importante, mas as decisões serão, pela primeira vez, de todos.
Assim como no passado, um piloto de avião precisava olhar para baixo e estimar a altura em que voava, hoje fazemos o mesmo com a administração de nosso planeta. Olhamos ao redor e estimamos o que achamos, mas por não sermos precisos, acabamos destruindo o que tentamos salvar. No caso da aviação, a adoção do radar Doppler fez com que os pilotos tivessem uma resposta mais precisa à sua altura. Mas no caso da sociedade, ainda estamos deixando a tecnologia de lado.
Ao implementarmos a tecnologia existente hoje em uma região, teremos condições de saber o que pode ser produzido por lá, e quantas pessoas a região suporta. Cada pessoa, consciente de seu papel como cidadão, terá autonomia para fazer suas escolhas baseadas nestes dados. Com uma população informada e consciente, a necessidade de criadores de leis ou do uso da força bruta para fazer valer seu ponto deixam de existir.
Governos, como os conhecemos hoje, de instituições que tem poucos técnicos e muitos buracratas, deixarão de existir. Em seu lugar existirá um sistema informativo da região ou, esperançosamente, do planeta. Dependerá de cada pessoa saber de suas necessidades, e das de seus conterrâneos, para poder chegar à respostas mais sábias do que as do passado. Cada pessoa é um salvador da pátria: precisamos parar de procurar alguém para jogar o peso de salvar o mundo nas costas. Ainda mais aqueles que não tem conhecimento técnico nenhum.
:-)
Assim como no passado, um piloto de avião precisava olhar para baixo e estimar a altura em que voava, hoje fazemos o mesmo com a administração de nosso planeta. Olhamos ao redor e estimamos o que achamos, mas por não sermos precisos, acabamos destruindo o que tentamos salvar. No caso da aviação, a adoção do radar Doppler fez com que os pilotos tivessem uma resposta mais precisa à sua altura. Mas no caso da sociedade, ainda estamos deixando a tecnologia de lado.
Ao implementarmos a tecnologia existente hoje em uma região, teremos condições de saber o que pode ser produzido por lá, e quantas pessoas a região suporta. Cada pessoa, consciente de seu papel como cidadão, terá autonomia para fazer suas escolhas baseadas nestes dados. Com uma população informada e consciente, a necessidade de criadores de leis ou do uso da força bruta para fazer valer seu ponto deixam de existir.
Governos, como os conhecemos hoje, de instituições que tem poucos técnicos e muitos buracratas, deixarão de existir. Em seu lugar existirá um sistema informativo da região ou, esperançosamente, do planeta. Dependerá de cada pessoa saber de suas necessidades, e das de seus conterrâneos, para poder chegar à respostas mais sábias do que as do passado. Cada pessoa é um salvador da pátria: precisamos parar de procurar alguém para jogar o peso de salvar o mundo nas costas. Ainda mais aqueles que não tem conhecimento técnico nenhum.
:-)

Nenhum comentário:
Postar um comentário