terça-feira, 30 de novembro de 2010

Patriotismo

Uma das primeiras criaturas nascidas, quando ainda engatinhávamos pelo mundo, sem saber seu tamanho. Em nossos primeiros passos, ao toparmos com mais alguém, apesar de nem saber direito onde estavámos e se existia algo melhor, moldamos este amigo para nos proteger. Ele ficou responsável por cuidar do espaço que demarcamos como nosso, e por punir aqueles que viviam em outro mundo, sem conseguir enxergá-lo.
Além da segurança, ele ainda possui uma outra função, que é a de dar uma identidade àqueles que não sabem quem são. Estes, inclusive, são o prato preferido desta criatura, pois se sacrificam de bom grado à ela. Por não notarem que são parte do ecosistema de um planeta inteiro, certos indivíduos são facilmente mantidos em um local virtualmente demarcado. Este limite, entretanto, se encontra apenas em suas cabeças, restringindo tanto a criatura quanto o criador.
Quando a mentalidade muda, todavia, e nota-se que não se faz parte de apenas um pedaço restrito de terra, e sim de toda uma bio-diversidade, ambos crescem. Seguindo o aprendizado constante, onde nos incluímos cada vez mais na infinidade do universo ao invés de lutarmos contra ela, descobrimos quem somos e aos poucos, talvez, teremos uma independência deste nosso amigo. Mas isto é algo que só o tempo poderá mostrar.
:-)

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Criaturas


Ao longo de nossa história, nossa espécie deu luz a outras criaturas que, como qualquer outra, tendem a lutar pela própria sobrevivência quando ameaçadas. O curioso é que fizemos isto sem notar e, talvez por causa disto, nosso relacionamento com elas é de escravismo. Mas não se enganem, não somos nós que nos aproveitamos delas, é justamente o contrário. Como em um conto de seita religiosa antiga, diariamente nos oferecemos com orgulho e felicidade para sermos sacrificados em seu nome.
Apesar do tom maléfico, no passado elas nos ajudaram a evoluir e construir a sociedade que temos hoje. Agimos em uma forma de simbiose, oferecendo o que queriam, enquanto pegávamos o que precisávamos. Por sermos uma espécie nova no planeta, pode-se dizer que era até necessário termos estes "amigos imaginários" para nos ajudar a crescer. Em momentos de desespero, eles tiveram sua utilidade, nos apoiando e incentivando.
Por estarmos crescendo, estamos notando que essas criaturas são reflexos da mente de uma criança mimada e, até, esquizofrênica. Foram criadas com a finalidade de tentar controlar e punir aquilo que não nos agrada, mesmo sem termos o menor entendimento do que se trata, em alguns casos. A medida que aprendemos mais sobre elas, notamos que apenas saem do mundo da fantasia quando permitimos, e que ainda temos um certo controle, por mais que tentemos negar a responsabilidade. Como criadores, as escolhas que temos são inúmeras, podendo ir do extermínio delas até uma mudança e crescimento.
:-)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Mistérios da cabeça

Rico ou pobre, amor ou luxúria, gordo ou magro, certo ou errado. Vivemos em um mundo que reflete a mentalidade de nossos antepassados, e esta era baseada nos conceitos da dualidade. Perdidos entre o a realidade grosseira e física, e a realidade nobre e mental, uma combinação dos dois para eles, era difícil. Esta filosofia de vida tem sido perpetuada a um bom tempo, usada para o benefício de alguns e malefício de outros.
Por termos sido criados com esta mentalidade, negamos todo o mal, mesmo ele sendo necessário, em certos casos. Basta olharmos a história para sabermos que, apesar de todos os que morreram no passado, se algum fato fosse diferente, poderíamos não estar aqui hoje. Tentamos dar um sentido bom para nossas vidas, mesmo que inconscientemente, causamos o contrário as vezes. E em casos, mesmo sem percebermos, o que pode parecer ruim à princípio para alguns, pode se transformar em algo benéfico mais tarde para outros.
Estudamos o universo e nossas vidas em casos separados, sem vermos as infinitas conexões que existem. Estas separações não nos deixam ver todas as possibilidades do que a existência representa, pois a cada experiência, algo novo é aprendido. A palmada que doí hoje e nos faz chorar, pode ser o que irá nos salvar de uma catástrofe amanhã, acabando com o conceito de certo e errado. O quanto antes aprendermos isto, antes iremos dar nosso próximo passo evolutivo, para um novo mundo.
:-)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Mistérios do corpo

Nosso corpo é uma máquina tão incrível que ainda existem aspectos dela sendo estudados, pois não se sabem como funcionam. As teorias criadas a tempos atrás são derrubadas com novas descobertas, colocando em dúvida o que sabemos dele. Desde qual o melhor combustível até as reações que certas alterações no ambiente provocam em cada tipo de corpo, são praticamente infinitas as variáveis que temos para estudar, sem contar suas combinações.
Mesmo sendo uma quantia absurda de dados para serem analisados, ainda assim existem certas indústrias que tentam padronizar seus produtos, em tentativas de crescer na pirâmide financeira social. Apesar de existirem algumas soluções no meio de tantas ilusões vendidas, uma parte acaba criando problemas maiores do que existiam antes. Da obesidade à anorexia, de doenças simples à morte de pacientes, certos produtos e estilos de vida causam transtornos que são irreversíveis, em alguns casos.
Em busca de respostas cada vez mais simples, que podem ser conseguidas em qualquer loja da esquina, as vezes esquecemos que a resposta está na procura e não no resultado. Iludidos pela benefício da praticidade, ignoramos os malefícios causados pela prática. Pesquisas e estudos podem servir de solução para este mistério, mas devem ser aliados à paciência, sob pena de não termos o efeito esperado. Ou ter um tão temporário quanto um passe de mágica.
:-)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mistério dos relacionamentos

Apesar de séculos terem se passado, incrivelmente, ainda temos uma visão romantizada do tempo medieval sobre relacionamentos. Esses contos passados de geração para geração, que podem ser vistas em novelas, filmes e revistas, mostram apenas parte de uma história, cheia de exageros para torná-la mais interessante. Deste pequeno relato criam-se fantasias que enchem nossa vida de mistérios, pois quando nos deparamos com a realidade, ela se apresenta de outros jeitos.
A idéia de um cavaleiro de armadura, salvando a donzela em apuros, tem se mantido em nossos dias. Apesar de ser apenas o início do relacionamento, muitas pessoas ficam com a ilusão de que, por terem se apaixonado à primeira vista, os problemas da vida estão solucionados. A convivência do dia-a-dia mostra que não é bem assim, e se considerarmos os números de divórcios, vemos que muitos não acharam a resposta deste mistério.
Em qualquer relacionamento, seja entre o casal ou até na família e amigos, é preciso paciência e tolerância, ou seja: trabalhar nele. Por mais afinidades que se encontrem entre duas pessoas, mesmo gêmeas, elas não são iguais. Cada uma tem uma identidade que vai certamente conflitar com a do outro, em certas ocasiões. Se realmente se quer manter o relacionamento, o melhor é respirar fundo e tentar entender o outro lado, pois as vezes, somos nós mesmos que agimos de forma que o outro considera inapropriada. Depois de esfriar a cabeça, nada melhor do que uma boa conversa para colocar a questão em pratos limpos. Sem uma boa comunicação, corre-se o risco de nunca se achar a resposta para esta charada.
:-)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Mistérios financeiros

Desde que passamos a utilizar trocas como principal método de interação e solução de problemas, passamos também a estruturar nossa sociedade em uma forma piramidal. O topo, representado pela menor parte dos cidadãos, tem chamado o interesse do restante da população, atiçando a imaginação de como chegar naquele patamar, e como seria a vida, uma vez lá. Em busca da resposta, criamos uma realidade que reflete o conflito entre a conclusão lógica e a visão romantizada destas questões.
Para alcançar tal nível na pirâmide social, é necessário o acúmulo de capital. Apesar de simples, tal tarefa tem sido uma das causas dos maiores problemas da sociedade, pois apesar das leis ampararem o lado nobre dos homens, pouco fazem para ajudarem a alcançar o objetivo. Desta forma, tem-se um atrito, pois o maior lucro vem da degradação e restrição da sociedade, e o que liberta e cria abundância na sociedade, não dão lucro.
A elite dificilmente enxerga esta discrepância, pois assim como aqueles que estão abaixo, nasceu e cresceu neste sistema. O que a maioria tende a esquecer, é que as preocupações e alegrias tendem a ser as mesmas, seja qual for o nível em que se encontram. O anunciado, no entanto, é apenas o lado positivo desta imagem, e com tantos exageros quanto possíveis. Afinal, a finalidade continua sendo subir na pirâmide, até mesmo para quem já está no topo. E que jeito mais lucrativo de se fazer isto do que vender ilusões?
:-)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Mistérios desvendados

Nossa espécie sempre teve uma grande curiosidade pelo desconhecido, e ao longo de nossa caminhada pelo planeta, conseguimos desvendar uma boa porção dos que apareceram em nossa frente. Mesmo assim, enquanto algo era decifrado e se tornava conhecido em um canto do mundo, em outro ainda era conhecido como mistério. Com a chegada da Internet, que possibilitou a transmissão ainda mais rápida de informações, o globo inteiro pôde usufruir do conhecimento adquirido em um local específico.
Mas juntamente com os dados consistentes e testados, também apareceram muitas brincadeiras e interpretações pessoais, dificultando a vida daqueles que procuram se informar. A confusão é tamanha que, em certos casos, mesmo informações provadas por fontes capacitadas podem ser vistas como piadas ou enganos. Assim, alguns assuntos continuam sendo vistos como quebra-cabeças indecifráveis, quando na realidade, já foram resolvidos séculos atrás.
Coincidentemente ou não, uma parte desses mistérios se referem à questões do nosso dia-a-dia, como relacionamentos, financeiro, físico e, até, o que se passa em nossa própria cabeça. Algumas das respostas nós já sabemos, mas não compreendemos, enquanto outras são tão óbvias que nem as consideramos. A cada questão respondida, mudamos a maneira como vemos o mundo, o que nos leva a mudar nossa postura em relação à ele. E quando mudamos nossas atitudes, mudamos nossa realidade, as vezes, de jeito nem sonhados antes.
:-)

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ilusões e Realidades

Toda vez que passamos por mudanças, crescemos, de uma forma ou de outra. Toda experiência de vida é válida, pois seja ela boa ou ruim, ensina algo novo sobre o universo. Algumas das lições são mais dolorosas enquanto outras são mais prazeirosas, mas ambas deixam suas marcas em nosso caminho, deixando para nós a decisão de seguir na mesma ou mudar a direção.
Apesar de alguns acharem impossível, nos criamos o mundo do jeito que imaginamos ele. Isto significa que o planeta que temos hoje em dia é fruto da imaginação de nossos antepassados, que queriam meios de locomoção mais rápidos, uma sociedade mais estruturada, em que uns governassem outros, que pudesse usufruir de mais conforto e tudo mais que vemos ao nosso redor. Somos descendentes deles e, portanto, fomos doutrinados na cultura criada por eles.
E enquanto isto pode ser ótimo em alguns aspectos, em outros é terrível. O preço que está sendo pago para manter esta estrutura tem custado cada vez mais liberdade e vidas. A cada dia temos a chance de mudar este paradigma, com decisões conscientes e ações diferentes em nossa rotina. Mas para isto, é preciso ver o mundo como ele é, e deixar as ilusões de lado. Apenas quando o vermos de forma crítica e imparcial, poderemos decidir se ele é um monstro que está nos devorando ou um anjo que está nos amparando. Citando uma frase conhecida: "Ninguém pode lhe dizer o que é. Você tem que ver por si mesmo".
:-)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Estrutura Social

No passado, nosso ego ditou as transformações pelas quais passamos. Ao ouvi-lo, criamos um mundo onde a satisfação pessoal vem em primeiro lugar, não importando o custo, e portanto, acabamos nos separando cada vez mais. Com a explosão demográfica, este mundo entrou em colapso, pois o único modo de continuarmos nos separando é mandar parte da população para outros mundos. Se faremos isso literal ou metaforicamente, ainda está sendo decidido.
Nossa estrutura social irá sofrer, novamente, modificações, pois ela está em conflito com nossos avanços tecnológicos. Com eles, é possível produzir em abundância o que antes era raro, e em um sistema monetário, isto significa que este produto não tem mais valor comercial, pois é reduzido a praticamente zero. A única maneira de se manter o lucro, em um caso desses, é criar artificialmente uma restrição no acesso ao bem, tornando-o raro. Isto já existe a tempo, pode ser visto no quesito da alimentação mundial, onde metade do que se produz é jogado fora, enquanto um sexto da população passa fome, pelo simples motivo de não terem dinheiro.
Assim como no passado, existem aqueles que vêem as mudanças que estamos passando como apenas uma fase, e levam a vida do mesmo jeito que sempre fizeram. Outros, no entanto, estão cientes das características evolutivas e adaptativas do ser humano, e estão se preparando da melhor maneira que podem. As previsões do que pode acontecer são baseadas tanto em dados passados como visões místicas, deixando para cada um decidir qual delas seguir. Quanto mais estudos são feitos, mais exata pode ser a resposta encontrada.
:-)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Revolução Industrial

Outra transição que passamos, ainda mais recente, foi a Revolução Industrial. Como no caso do sedentarismo, existiram aqueles que olharam para máquinas e não viram futuro ou utilidade para elas. E mesmo hoje, quando somos rodeados por tanta tecnologia, ainda existem aqueles que optam por não usar, ou diminuir ao máximo o seu uso. E como no caso dos nômades, eles se tornaram uma minoria que quase sumiu do planeta.
Outras semelhanças podem ser encontradas com as demais transições que passamos. Uma delas é o motivo pela qual estas mudanças deram certo. Ao olharmos para o sedentarismo, vemos que era mais confortável seguirmos a nova maneira. No caso da Revolução Industrial, a ganância chamou a atenção da maioria, pois podia-se produzir muito mais de formas cada vez mais baratas, criando assim, cada vez mais lucros. Em ambos os casos, nossos antepassados foram guiados pelo ego, agindo mais por comodidade do que por lógica.
Hoje usufruimos dos benefícios criados por eles, tanto quanto dos malefícios. Se temos guerras por recursos e pessoas passando fome, também temos veículos para se locomover e comida criada o ano todo, que antes só existiam durante certas estações. Olhar para trás é bom para entender de onde viemos, e também para compreender que estamos sempre mudando, que nada está gravado em pedras. Mas também precisamos olhar ao redor, para notar onde estamos. E para frente, para ver que a decisão do próximo passo é nossa.
:-)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sedentarismo


Uma das primeiras transições que a história registra foi quando paramos de vagar pelo planeta, sem rumo, e nos fixamos em um local. Apesar de hoje nos parecer lógico e inevitável, para aqueles que estavam vivos naquela época talvez não fosse. A regra, naquele tempo, era de ficar se locomovendo, procurando sempre por comida e abrigo.
Imaginem a cena: um nômade se encontra com um sedentário e começam a comparar suas sociedades. Penso que o primeiro iria rolar no chão de tanto rir ao saber que o segundo abdicou de tudo o que a natureza oferece para ter um pouco de segurança. Mas mal sabia ele que, por conta disto, nasceu a agricultura e as classes sociais. E por mais mal que se fale, foi o que deu condições para nossa espécie de se multiplicar em números nunca antes vistos.
Os nômades não sumiram completamente, e coexistem com o resto da sociedade até hoje. Atualizaram seus costumes, adquiriram novas formas de transporte, e apesar de serem barrados em muitos lugares, ainda podem ser encontrados. E se perguntarmos para eles o que acham do estilo de vida do resto da sociedade, talvez ainda se escute uma boa gargalhada.
:-)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Zeitgeist: Futuro Agora

Esses tempos recebi no meu e-mail o trailer do novo filme do Peter Joseph. O terceiro da série Zeitgeist, que se chamará Zeitgeist: Futuro Agora em português (Zeitgeist: Moving Forward, no original), irá dar enfoque à transição que estamos passando e, se estou correto, integrará ainda mais as idéias do Projeto Vênus. O filme estará disponível gratuitamente na Internet no dia 15 de janeiro, e se os esforços do pessoal do Movimento derem certo, poderá ser assistido também em algumas salas de cinema.
Para aqueles que estão seguindo o trabalho destas pessoas (Movimento e Projeto Vênus), talvez não se fale de nenhum assunto novo, pois o próprio Peter já fez programas de rádio falando sobre a transição. Jacque e Roxane recentemente fizeram um tour ao redor do mundo, fazendo palestras para aumentar a conscientização, e em muitos casos tiveram a oportunidade de falar sobre seu ponto de vista do que está para acontecer. Mas ver as idéias em imagens trará uma perspectiva diferente do que ouvir em palavras, pois teremos um entendimento melhor do que eles querem passar.
Algumas pessoas que entram em contato com esta ideologia, ficam céticas ao imaginarem um mundo onde os relacionamentos humanos não dependam de um sistema de trocas. Indiferente ao que elas acreditam, é inegável as mudanças que estão vindo, e que talvez cheguem antes do que foi calculado. Afinal, esta não será a primeira, e possivelmente não será a última que iremos passar. Para entendermos melhor, o ideal é ver sua origem, à milhares de anos atrás.
:-)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Energia


Existem inúmeras formas de criação de eletricidade, que podem ser feitas utilizando vários tipos de materiais. Um deles, muito esquecido em nossos dias, é o da biodigestão. É uma das maneiras mais ecológica e simples de criação de energia, utilizando dejetos animais. Além disto, em propriedades que tem um córrego ou riacho, a utilização dos velhos moinhos pode parecer um passo para trás. Mas com uma modernização, torna-se uma fonte constante para o local.
Menos constante é a ação do vento, mas mesmo assim ela pode ser uma boa fonte de energia. Tão simples de ser feita quanto a hidroelétrica, ela pode ser adquirida de diversas formas. A criatividade pode dar bons frutos quando se alia o conhecimento de como realizar tal feito, com peças que podem estar atiradas ao redor da residência.
Outra fonte renovável de energia que pode ser usada em qualquer casa é a solar. Apesar de ser possível a confecção caseira das células fotovoltaicas, o processo é o mais complicados dos três descritos aqui, o que leva as pessoas a preferirem compra-las prontas. No território nacional, com a fartura de sol que temos, esta também é outra boa opção para aqueles que procuram uma independência maior de instituições.
:-)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Água

Para ser possível o plantio constante, é preciso ter as condições que mais favorecem as plantas. Terra ainda é mais fácil de se achar ao redor do mundo, mesmo com todo o asfaltamento que estamos fazendo. Ela pode ter inúmeras composições, sendo propícia para tipos mais específicos de vegetais. Mas algo que pode faltar em diversos locais, e que está sumindo cada vez mais com o avanço do progresso, é a água.
Com conhecimento, existe a possibilidade de se conseguir este recurso nos locais mais inóspitos. Um destes, conhecido à muito tempo por nossos ancestrais, é o solo. Em diversas regiões, uma boa escavada pode encontrar algo mais do que relíquias. É uma técnica milenar, mas que alguns povos ainda não aprenderam a dominar. Além disto, podemos também olhar para cima quando precisamos deste líquido precioso.
Armazenar a água da chuva é outra opção, ainda mais para locais onde se tem precipitação em parte do ano, e nada no resto. Ela pode ser colhida em cisternas ou lagos artificiais, dependendo da propriedade e da necessidade. Tecnologia para isto é o que não falta, sendo possível criar cisternas de baixo custo, ou ainda fazer barragens subterrâneas, que guardam a água de uma maneira mais eficiente. Desta forma, ao se administrar o consumo da água de forma responsável, é possível ver campos verdes o ano todo.
:-)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Plantas Companheiras

Quando se trata de plantações, um aspecto que é bastante esquecido é a alelopatia. Especial para aqueles que não tem muito espaço, e para os que querem se aproveitar das várias propriedades dos vegetais, este tipo de plantio requer um maior planejamento no começo, mas um menor trabalho para manter. Quando utilizado de maneira correta, o uso de pesticidas e fertilizantes pode ser eliminado completamente, pois cada planta se beneficia das propriedades de outras.
Com uma rápida pesquisa, é possível encontrar na Internet extensos exemplos de culturas com suas plantas companheiras e antagônicas. A utilização depende do resultado que se deseja alcançar: se quiser repelir o crescimento de ervas-daninhas, por exemplo, utiliza-se aquelas que liberam substâncias que evitam seu crescimento. Além de servirem para controle de pestes do reino vegetal, podem desempenhar a mesma função no reino animal, espantando insetos.
Com a rotação de culturas e o uso de adubos orgânicos, que podem ser produzidos em casa com dejetos, os nutrientes do solo são preservados. Desta maneira, em um espaço de terra pequeno, pode-se ter uma produção rica e constante. Exemplos do sucesso desta técnica mostram que com um pouco de estudo, pesquisa e dedicação, ela pode ser facilmente alcançada.
:-)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Plantando com a lua


Para quem lembra dos textos sobre calendários, principalmente o lunar, vai ver algumas aplicações práticas por aqui. No passado, eu dei o exemplo de que pescadores poderiam utilizar a lua para se guiar sobre mudanças nas marés, para otimizar suas técnicas. Desta vez, vou me aprofundar em um terreno mais seco, e mostrar como utilizar o astro para maximizar o resultado de plantações.
Quem quiser começar suar horta, seja ela em um amplo terreno, ou em vasos no parapeito da janela do apartamento, observar as fases da lua pode ajudar na obtenção de resultados positivos. Quanto mais iluminada a lua, maior sua influência sobre a seiva que circula no caule das plantas, favorecendo as que crescem acima do solo. O contrário também acontece, e utilizando as fases mais escuras da lua, pode-se ter um melhor desempenho de raízes, como batata, beterraba, cenoura e mandioca.
Utilizando-se este tipo de técnica, pode-se diminuir o uso de fertilizantes químicos, deixando que a própria natureza desempenhe este papel. Observar também a época ideal do ano para se plantar, observando o calendário solar, assim como dar preferência a espécies nativas, colaboram para que se tenha uma colheita com mais qualidade e um maior grau de acerto. Além disto, ao se diversificar a lavoura, colocando plantas que se beneficiam juntas, perde-se a necessidade de utilizar qualquer tipo de químicos.
:-)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Saindo da Rede

Nesta preparação para mudar minha realidade, estou me deparando com algumas soluções interessantes para alguns problemas que temos. Elas são curiosas porque, em certos casos, remetem à técnicas antigas, mas que foram marginalizadas e esquecidas pela sociedade moderna. Hoje, vendo as consequências do caminho que tomamos, talvez seja o momento de resgatar o que antes funcionava muito bem, e que não destruia tanto nosso planeta.
Além disto, algumas novidades técnologicas podem facilitar a vida daqueles que querem se desligar um pouco da dependência criada pelo sistema. Esta rede, que está passando cada vez mais para o controle de empresas privadas, nos parece ser a única alternativa de sobrevivência. Mas apesar da propaganda, ela não é. Existem meios de se desligar dela, e se sustentar com as próprias pernas.
Na cidade, o trabalho para se alcançar este objetivo é maior, por um único detalhe. Por vivermos tão juntos nestes centros urbanos, nosso espaço é reduzido, e precisamos contar mais com a cooperação do vizinho. Em uma sociedade que se acostumou a viver o egocentrismo, sair dele é a maior barreira. Será um grande exercício de paciência e compreensão, mas não é impossível. Se começarmos logo, este será o menor preço que iremos pagar.
:-)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O Brasil na guerra

Apesar de todas as precauções, esta guerra cambial terá um impacto grande no Brasil também. Por termos um sistema monetário, estamos passivos à sofrer algumas das consequências do que está por vir. Leis e projetos pouco adiantam quando as feras do capitalismo selvagem são soltas. E possivelmente elas logo estarão batendo na nossa porta, e portanto, precisamos pensar e planejar para não sermos pegos desprevenidos quando isto acontecer. O que algumas pessoas estão prevendo é de que está crise aumente até o ponto em que as moedas do mundo todo não tenham valor nenhum (ou tenham o mesmo valor, dependendo do ponto de vista).
Quando isto acontecer, será sugerida uma única moeda global, juntamente com um único banco central, e possivelmente um único exército, única polícia e, claro, único governo. Esta sugestão será feita quando a situação estiver no fundo do poço, ou perto dele, para que ela seja aceita com mais facilidade. Uma solução deste tipo não irá mudar nada de fato, será como a mudança do Império para a República no Brasil, onde o povo apenas tomou conhecimento depois que aconteceu. E como aquele episódio também demonstrou, a qualidade de vida das pessoas é o preço a ser pago por manter um sistema que tem corrupção embutida nele. A diferença é que desta vez o escopo será global.
Para evitar que a história se repita, podemos começar a dar passos em outra direção agora. Quanto menos dependermos de um sistema monetário e quanto mais soubermos administrar os reais recursos de nossas terras, menos sentiremos o impacto da guerra. Além de ser necessário mudarmos nosso estilo de vida enquanto ainda temos tempo de faze-lo de uma forma suave, precisamos reestruturar nossa sociedade, mostrando ao povo que ele tem mais poder do que imagina. Mas para tudo isto funcionar, precisamos assumir a responsabilidade que negligenciamos quando escolhemos governantes. Esta nas mãos de cada um melhorar o planeta em que vive, não de apenas um grupo de pessoas.
:-)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Repercursões

Depois de usarem sua hegemonia para se aproveitar de países em desenvolvimento, as grandes potências mundiais não estão gostando de se ver no papel de subjugados. Ficarem à espera do que a China decidir não é bem a deles, e onde possível, já estão preparando contra-ataques. Mas a China também tem seus problemas, pois com as moedas sendo desvalorizadas, ela pode acabar com suas reservas virando pó e não valendo nada.
As consequências de uma guerra dessas já está fazendo vítimas ao redor do mundo todo. Aqueles que tem menos condições e estão mais despreparados estão vendo seu suado salário render cada vez menos. A separação entre as classes está aumentando cada vez mais, fazendo com que a classe média suma e a classe baixa caia para níveis abaixo da pobreza.
Enquanto alguns esperam por uma solução dos governantes, outros preferem tomar as ruas e arrancar respostas. Não é de se admirar, pois sem informação e conhecimento, recorremos àquilo que sabemos e estamos acostumados. Para aqueles que prestam atenção, o que está acontecendo é um reflexo do que é mostrado diariamente na grande mídia para a população. As alternativas à este tipo de comportamento raramente são mostradas, pois normalmente são contra o sistema. Mas elas existem, e talvez possam ser a solução para muitos dos problemas que enfrentamos à décadas.
:-)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Crise mundial

A crise financeira de 2008-2009, onde grandes bancos, empresas de seguro e montadoras de automóveis começaram a falir, e precisaram do resgate de governos do mundo todo, deixou suas sequelas. Se considerarmos que os problemas do sistema financeiro começaram ali, vemos com mais clareza como estamos caminhando rumo à uma guerra cambial mundial.
Naquela crise, os governos da Europa e Estados Unidos, se viram obrigados a pagar as dívidas de grandes empresas que se arriscaram demais em negociações e se deram mal. Isto significou que eles precisaram, em certos casos, imprimir mais dinheiro para tapar os buracos, criando uma dívida ainda maior, mas que seria paga pelos contribuintes. Podemos ver as ações que países como Inglaterra, Grécia, França, Espanha, tomaram, e suas repercursões. Além dos protestos e greves internas, o pagamento da dívida original pelos governos inundou o mercado com as moedas destas nações.
Além de desvaloriza-las, estes governos estão se vendo obrigados a vender títulos do governo para pagar parte da dívida. E aí entra a China, que comprou uma grande parte destes títulos, fazendo com que sua própria moeda tivesse uma desvalorização. Esta jogada chinesa garantiu que seus preços ficassem competitivos com o resto do mundo, chegando a aumentar suas exportações. Ótimo para a China, ruim para aqueles que precisam importar dela, pois a econômia interna da Europa e Estados Unidos tem ficado dependente do dragão oriental. E já sabemos o que acontece quando se está dependente de apenas um recurso, certo?
:-)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Câmbio, câmbio

Para entender a Guerra Cambial, é preciso entender o que é o câmbio (ou taxa de câmbio) e como ele funciona. No começo, quando o ouro era o padrão, ficava fácil de se saber o valor da moeda nacional, pois podia-se converter para o equivalente em ouro. Uma vez que as moedas mundiais foram desatreladas do metal, passou-se, em muitos casos, a basear o valor da moeda na lei da oferta e da procura: ela vale o que o mercado está disposto a pagar. Por isto ela é chamada de taxa de câmbio flutuante, e é utilizada atualmente por grande parte dos países com mercados econômicos ditos estáveis. O Brasil é um dos que utiliza esta técnica.
Em alguns casos, o governo controla o valor de sua moeda. Para fazer isto, ele normalmente compra/vende moedas estrangeiras, equilibrando o valor da nacional com as demais. Esta técnica é chamada de câmbio estável. Um exemplo atual de país que utiliza esta técnica é a China, que tem comprado muitas moedas estrangeiras, aumentando sua reserva.
Ambas as técnicas tem suas vantagens e desvantagens. Enquanto a técnica flutuante pode não atrair tantos investimentos em caso de problemas econômicos, a outra pode criar uma massiva desvalorização da moeda nacional. E justamente estão acontecendo os dois casos depois da crise mundial de 2008.
:-)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Guerra Cambial

Ultimamente tem se escutado cada vez mais o termo de Guerra Cambial. Apesar de ainda não sentirmos ainda os efeitos imediatos, o caminho que está se seguindo pode ser visto como o prelúdio à uma transição mundial, que pode ser econômica ou social. É um pedaço do caminho previsto e esperado por alguns à um bom tempo já, mas que tem ficado longe da grande mídia por diversos motivos. Os poucos comentários que chegaram ao conhecimento do grande público normalmente foram levados com uma conotação sarcástica, para descreditar seus estudiosos.
Apesar de parecer algo que se passe mais em bancos e governos, esta pode ser uma das guerras mais sangrentas que a humanidade irá passar. Seu impacto maior não virá na forma de exércitos com soldados e bombas, mas na segregação total dos povos envolvidos. Por acontecer no campo financeiro, ela irá atingir aqueles mais desavisados: os consumidores. Os menos protegidos, normalmente das classes mais baixas, serão os primeiros atingidos, quando verem o pouco dinheiro que tem valendo muito menos do que agora.
Mas como começou essa guerra, e o que pode ser feito para evitar suas consequências? Dia 11 de novembro, em Seul, o G20 irá se reunir novamente para, entre outros assuntos, debater o que pode ser feito e tentar apaziguar as nações envolvidas. Como sempre, pode-se esperar pela solução dos "líderes" mundiais, ou pode-se estudar, aprender e prevenir-se do que pode vir. Depende de cada pessoa fazer esta escolha.
:-)