segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Adaptação

Depois de um considerável tempo sem acesso nenhum à Internet, está sendo possível retornar os serviços do blog, mesmo ainda enfrentando alguns percalços. Ainda estou me atualizando sobre os eventos que aconteceram nos últimos meses, o que fará estes serem abordados no devido tempo, quando tiver mais informações do que as passadas por apenas um canal de televisão. Além dos acontecimentos do mundo, minha própria experiência de vida pode render alguns textos interessantes. Este ano me presenteou com uma mudança radical, a qual estou aproveitando cada segundo.
Para alguém que estava perseguindo um estilo de vida mais simples, sair de um centro urbano e vir para o meio rural tem sido a realização de um sonho. Mas o que foi encontrado por aqui, nenhum curso de sobrevivência na selva teria como preparar. Talvez por fazer milhares de planos previamente, acabamos confirmando que a melhor ferramenta da vida é a paciência mesmo.
Por mais planos que se faça, e por mais objetivos que se queira alcançar, as vezes podemos trocar as pernas se não paramos para respirar e ver para onde estamos indo. É possível perder o fôlego com a ansiedade de ver tudo realizado, e acabar desistindo logo do que nem começou ainda. Com ar suficiente nos pulmões e tolerância na cabeça, conseguimos sobrepor os obstáculos mais difíceis. Ainda mais se conseguimos ver adiante, o que nos espera além deles.
:-)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Interrupção

Devido à minha mudança para uma área rural, onde o acesso à Internet é mais difícil, o blog ficará sem suas atualizações diárias até a situação ser remediada.
Grato pela atenção e paciência.
:-)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Diminuir o consumo

De uma maneira geral, se quisermos mudar a economia, precisamos diminuir nosso consumo. Desde utilizar menos nosso carro até fazer compras mais planejadas e mais conscientes. Podemos preferir correr em parques ou perto de nossa casa e deixar de dirigir até uma academia. Qualquer alternativa para nossas necessidades é um passo na direção de mudar nossa consciência, e como conseqüência, nossa realidade.
Mas diminuir o consumo não quer dizer que devemos deixar de produzir. Podemos nos engajar em projetos voluntários, criar nossos próprios planos de conscientização das pessoas, e espalhar as notícias que consideramos relevantes. Até mesmo a criação de grupos de debate sobre os assuntos que consideramos prioritários contribui para alterar nossa percepção do mundo. Ao mudarmos nossa rotina, começamos a mudar o mundo em que estamos.
Além do que podemos criar no mundo físico, o virtual ainda oferece outras opções. Podemos deixar a televisão cada vez mais de lado e procurar por notícias e documentários na Internet. Podemos virar escritores, diretores, atores, músicos, e uma imensa gama de outras atividades, sem maiores custos e com um público cada dia maior. Claro que se tivermos a oportunidade de compartilhar o computador, teremos um outro gosto pela iniciativa, já que estaremos criando união entre as pessoas.
:-)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Conheça fazendas locais


Este é um tópico mais difícil para aqueles que moram em centros urbanos, mas ainda assim é possível de ser feito. Algumas pessoas hoje em dia não fazem idéia de onde vêm seu alimento, ou de como se parece quando está na natureza. Ao redescobrirmos de onde vem nossa comida, nossa perspectiva dela muda. Já é fato que crianças que tem a oportunidade de brincar de plantar e colher seu alimento, comem mais saudável.
Além de conhecer o que está no seu prato, o incentivo à produção local beneficia toda a comunidade, pois o alimento viaja menos do produtor para o consumidor. Isto remove uma grande parte do ciclo de transporte, que às vezes chega a usar navios cruzando oceanos para a entrega do alimento. Isto sem falar no congelamento, onde parte dos nutrientes são removidos para a adição de químicos necessários para manter o sabor e a coloração.
De bônus, ainda se consegue um produto mais barato pelos nutrientes ganhos. Esta é uma experiência que pode ser compartilhada por todos, ainda mais que em algumas fazendas é possível fazer o ecoturismo. O contato com a natureza pode ser até o principal atrativo para os que moram em grandes cidades e estejam precisando respirar um ar mais puro. São benefícios para o corpo e para a alma.
:-)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Controle sua educação

Além da sua, de seus filhos também, se tiver algum. O ensino dado nas escolas e universidades é completamente voltado para a formação de profissionais, não de pessoas. Ao procurarmos por assuntos mais relacionados com o estilo de vida que queremos, damos um passo em direção à ele. A utilização do tempo livre para nos aprimorarmos nos dá a disciplina necessária para fazermos as mudanças de rotina mais básicas que precisam ser feitas.
O que mais precisamos aprender é como nos integrarmos mais na sociedade, e não apenas inovar por inovar. Compreender outros pontos de vista nos ajuda a treinar a tolerância, ampliando nossos horizontes com novas idéias. Algumas podem até render algum lucro, mas este não deve ser o objetivo principal, pois senão estaremos simplesmente transportando a escola para dentro de casa.
Para aqueles que tem rebentos, esta é uma ótima maneira de passarem tempo juntos. Quando pais e filhos aprendem juntos, a família fica mais unida, pois as descobertas ocorrem de todos os lados e surpreendem a todos. É uma antiga forma de interação que foi deturpada com o tempo, onde deixamos de nos aventurar uns com os outros, e passamos a competir já dentro de casa. Para ampliar o exercício, vizinhos podem se reunir com o mesmo objetivo.
:-)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Conta em banco

Um assunto que assusta as pessoas já de início é quando se sugere para que mexam em suas finanças. Neste caso, não precisa ser feito nada tão drástico quanto tirar o dinheiro do banco e colocar no colchão, ou enterrar em um baú selado no fundo do mar. A idéia é sim de fechar as contas nos bancos mais conhecidos, mas abri-las novamente em bancos cooperativos.
Uma das vantagens para a própria pessoa, é que como ela passa a ser dona de um banco, ela se obriga a entender um pouco mais sobre o mercado financeiro e a economia do país. Desta maneira, cada um passa a ver o mundo com os olhos de um banqueiro e economista, mais especializados do que apenas usuários. Além disto, todo o ganho que a cooperativa ganhar, é distribuído entre seus clientes, que também são seus associados. Em bancos tradicionais, o lucro fica na direção da empresa e com um ou outro funcionário.
Para a sociedade, o controle sobre a fonte da economia deixa de ser de corporações, e volta a ser da população. Com cidadãos mais informados sobre como funciona o sistema monetário e conscientizando outros, logo todos passam a enxergar o mundo como ele realmente é. As regras do jogo ficam expostas na luz e serão sentidas na pele. Quando chegarmos neste nível, o abandono do antigo sistema será apenas uma conseqüência.
:-)