segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Porque mudar


Apesar de parecer óbvio, existem aqueles que estão alheios ao que acontece no mundo, e como podem ser afetados. Também existem aqueles que, mesmo vendo o que se passa ao seu redor, não enxergam o que isto significa para suas vidas. A ignorância, consciente ou não, foi o que construiu nossa realidade como a temos hoje, com seus benefícios e malefícios.
Por termos uma parcela pequena da população que consegue usufruir do que o sistema social atual tem a oferecer, podemos considerar que ele acaba sendo destrutivo. A maioria das pessoas acabam apenas sobrevivendo, o que é inaceitável quando consideramos o potencial que temos. Para realmente merecer os títulos de racionalidade e civilidade, o ser humano precisa apresentar melhores resultados do que tem feito, principalmente para consigo mesmo.
Nossa necessidade de uma mudança se dá ao percebermos que, em um mundo cada vez mais globalizado, a concentração de recursos está em cada vez menos mãos. Permitir que pessoas sofram e morram, enquanto recursos são disperdiçados, apenas para manter o lucro de poucos, não é algo que pessoas conscientes permitiriam. Está na hora de acordarmos de um sonho que se tornou pesadelo, e trabalharmos para mudar nossa realidade.
:-)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Consciente

Ter novas opções de se ver o mundo e a nós mesmos, conhecer novos horizontes sem precisar estar lá, e ter a liberdade de alcançar os sonhos mais primordiais que tivemos, acabam tendo um impacto em nossa consciência. Acabamos notando certos detalhes que antes não percebíamos, mas que acabam fazendo toda a diferença, e mudando nosso jeito de ser. Aprendemos outras lições com experiências que, talvez, estejam se repetindo em nossa vida, e crescemos ainda mais com elas.
Estamos notando que, para salvar nossa própria morada, e consequentemente, a nós mesmos, precisamos mudar certos hábitos que gerações passadas lutaram para criar. O fazemos porque descobrimos que o que era bom para eles, não é necessariamente benéfico para nós, principalmente por vivermos em uma época diferente. E ao notarmos este fato, descobrimos que temos coragem e força para enfrentar qualquer obstáculo que se apresente.
Podemos começar sozinhos, mas como inúmeros exemplos em nossa história mostram, outros se juntarão a nós, se tivermos uma boa causa. O que as pessoas precisam para mudar é apenas um incentivo, alguém que dê o primeiro passo em outra direção, que tenha a bravura de ir aonde outros apenas sonham. E elas seguirão estes desbravadores, pois o verão como heróis a serem seguidos.
:-)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Livre


A cooperação entre as pessoas tem, a cada dia, mostrado novos patamares de onde podemos chegar, se mudarmos nossos pontos de vista. A prisão criada por um sistema econômico que acaba mais destruindo o planeta do que o salvando, está se desfazendo. O controle que instituições antigas haviam conseguido sobre a população, está se dissipando, à medida que mais pessoas acordam para o novo paradigma.
Movimentos como os do software e hardware livres, tem mostrado ao mundo que existem alternativas baratas e duradouras, diferente das encontradas em prateleiras hoje em dia. E elas são oferecidas ao público sem nada ser pedido em troca, a não ser, talvez, um pouco de estudo e responsabilidade. Mas estes acabam agindo em benefício do próprio usuário, que por vezes, acaba se sentindo motivado em dar algo de volta à comunidade.
Com recursos sendo disponibilizados para as pessoas, elas acabam se interessando em usá-los para ajudar as pessoas ao seu redor, pois não estão presas à competição pela sobrevivência. Quando usamos a tecnologia para livrar indivíduos do serviço repetitivos, eles acabam se tornando cidadãos, preocupados com o lugar onde vivem. E quando unimos a preocupação com tempo livre e recursos disponíveis, acabamos libertando nações inteiras.
:-)

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Descentralizado e Interligado

A evoluçao dos meios de comunicação tem criado novas oportunidades para o público, remodelando como as pessoas interagem umas com as outras. Distâncias, que outrora representavam um problema, agora mostram um outro lado, conectando diferentes culturas. Até mesmo as hierarquias, que antes tinham uma forma piramidal, agora tornam-se círculos, onde todos tem o mesmo poder de contribuição.
Pessoas diferentes possuem pontos de vista diferentes, apesar de compartilharem o mesmo objetivo e, em certos casos, os mesmos gostos. Isto tende a criar uma rede de relacionamentos onde alguém que se interesse por determinado assunto, possa ajudar um grupo de indivíduos, mesmo morando em outro lugar, e tendo uma formação distinta dos demais. As possibilidades de resultados são tão amplos quanto a diversidade humana.
A descentralização da informação também é uma consequência do método científico, pois qualquer teoria pode ser experimentada por um grupo maior de cientistas. Em qualquer garagem por aí, pode estar sendo desenvolvida uma teoria que irá revolucionar novamente como vemos o mundo. Afinal, para ser cientista basta ter a curiosidade para conhecer, e a vontade de realizar o experimento.
:-)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mundo Quântico

Um dos aspectos que está começando a mudar é a forma como vemos o mundo, onde até agora percebíamos apenas a dualidade, ignorando parte do espectro que nos cerca. Ao observarmos mais do que o simples sistema binário com a qual estávamos acostumados, acabamos notando um mundo diferente, com novas possibilidades. Algumas, inclusive, que pareceriam impossíveis ou fruto de mágicas além de nossa compreensão.
A própria física tem se adaptado ao se atualizar de acordo com os novos dados que tem surgido em pesquisas científicas, mostrando que nosso entendimento sobre o universo, novamente, poderia estar equivocado. Ou melhor dizendo, talvez nossa visão sobre o que nos cerca não estivesse completa, existindo algumas partes encobertas por nuvens e neblinas que não nos permitiam ver. Mas desta vez, estamos com a sabedoria que ainda não temos a totalidade, e que existe ainda bastante para descobrirmos por aí.
E não é só aí fora que esta nova perspectiva tem feito mudanças, mas até na maneira como vemos a nós mesmos. Estamos descobrindo novas escalas de habilidades e sentimentos, encontrando força no que antes parecia trivial e mundano. Estamos encontrando uns aos outros com mais facilidade, e ao fazermos isto, acabamos achando a nós mesmos.
:-)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Novas estruturas


Ao observarmos os eventos que tem ganho força ao redor do mundo, notamos que novas estruturas estão surgindo como alternativas para as atuais. Algumas terão mais sucesso que outras, existindo também a possibilidade de uma convivência harmoniosa de várias delas. Os diversos aspectos de nossa sociedade requerem diferentes abordagens, algo que ainda não foi visto em uma implementação de larga escala.
Com uma nova mentalidade, preparada para lidar com mais de um ponto de vista ao mesmo tempo, as comunidades que estão surgindo mostram que ter força não é algo restrito à músculos. Elas estão se fazendo ouvir e ganhando mais adeptos a cada dia, com propostas atrativas e envolventes, tentando resolver antigos problemas. Propostas antigas estão recebendo atualizações, onde chegam a ser mescladas umas às outras, criando respostas que podem ser velhas e novas ao mesmo tempo.
A globalização mostrou que, como tudo em nosso mundo dual, pode ter um lado positivo para compensar o negativo. Enquanto o sistema financeiro tem apresentado problemas em lidar com todo o planeta, a cultura tem se adaptado e enriquecido com ela. A revolução que está tomando forma mostra que, apesar de todas as diferenças, as pessoas podem se unir, e mudar totalmente sua realidade, se o quiserem.
:-)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Idéias descartáveis

Chega a ser engraçado como a sociedade moderna aceita o fácil descarte de produtos, serviços e até pessoas, mas não consegue atualizar ideias propostas à milênios. Ainda mantemos um sistema econômico criado em épocas de escassez, quando não tínhamos conhecimento de como produzir em abundância, mesmo existindo tecnologia suficiente para tal. Baseamos nosso conceito de justiça nele, onde preferimos punir do que entender e auxiliar, agindo como bárbaros, mas se auto-proclamando civilizados.
Uma parte do que jogamos fora em nossos dias é resultado da política monetária que com que nos acostumamos, e por isto não vemos o quanto é prejudicial. Por termos sido criados em tal ambiente, vemos ele como natural, e raramente questionamos seu funcionamento. Mas está na hora de começarmos a fazer isto, tanto para aquilo que nos rodeia, como para o que está dentro de nós.
É simples apontarmos o dedo para todo o lado, mas deixarmos de fazê-lo para um espelho, pois é complicado acharmos as falhas em nossos atos. As únicas barreiras que temos em nossa vida são aquelas que impomos a nós mesmos, e termos que lutar contra este antagonista que nos conhece tão bem chega a ser desanimador. Mas apenas porque não percebemos ainda que ele é nosso reflexo distorcido, e que se realmente tivermos interesse, vamos encontrar um jeito fácil de passar por ele.
:-)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Pessoas descartáveis

A troca constante de produtos e serviços em nossa econômia atual, acaba produzindo um efeito colateral, que é mascarado, para não notarmos uma das falhas do sistema. Por ser baseada em capital e em concorrência, a invasão da tecnologia no mercado de trabalho acaba se tornando um pesadelo com consequências reais para qualquer trabalhador. O que deveria ser uma máquina tornando uma pessoa livre do trabalho manual e repetitivo, acaba se tornando um desempregado sem forma de sustento.
É fisicamente impossível para um ser humano produzir o mesmo que um robô, por mais rústico que seja, pois ele não precisa de descanso e tem uma margem de erro menor. Desta maneira, ao substituir os empregados por um autômato, a empresa tem maiores lucros, e sobrevive no mercado por mais um tempo. Mas aqueles que são tratados como meras peças de descarte não enxergam benefícios, já que nosso sistema econômico pune, ao contrário de ajudar.
Sem uma mudança de paradigma, ainda restringiremos o potencial humano em força bruta, como tem sido feito por séculos. Existem vários outros aspectos onde podemos expandir nossa capacidade, pois somos muito diversos, mas é preciso nos libertarmos de nossas amarras. É preciso fazermos um outro tipo de troca, que beneficie mais nossa qualidade de vida do que manter reles ilusões.
:-)

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Serviços descartáveis


Nesta cultura de descarte, onde o novo deve ser consumido o mais rapidamente possível, não são apenas produtos que sofrem da obsolescência programada. Existem outros aspectos que, mesmo sem notarmos em um primeiro momento, estão sendo substituídos rapidamente. Eles normalmente ficam por trás dos utensílios, sendo usados como motivo principal para a troca por mais novos, mesmo sabendo-se que não irão durar.
Os serviços tem apressado o passo nas últimas décadas, principalmente os que estão relacionados com os meios de comunicação. Os substitutos da televisão e telefone ,que reinaram supremos por décadas, mal apareceram, e já estão obsoletos e na fila do descarte. Jornais e revistas também ganham cada vez mais adeptos virtuais, fazendo com que redes sociais sejam vistas como fonte de informação e formadores de opinião.
Até mesmo algumas previsões podem ser feitas, pois o padrão não é difícil de se entender, e pode ser estendido para todos setores. Em algum tempo, iremos ver uma mudança nos serviços públicos, principalmente na forma como são administrados. Com mais acesso à comunicação, a população fica mais consciente do mundo ao seu redor, e das possibilidades que tem nas mãos.
:-)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Produtos descartáveis

Vemos com mais clareza a questão da obsolescência programada quando observamos nossos utensílios do dia a dia com mais atenção. São pequenos detalhes, que, com o tempo, vão se acumulando, até sobrecarregarem o produto de uma forma óbvia, mas imperceptível. Mas por não termos nossos olhos e mentes abertos para esta possibilidade, ela passa desapercebida, mesmo que em certos casos ela se esfregue em nosso rosto.
Podemos começar a notar pelo próprio material de que são feitos os produtos, normalmente de uma qualidade tão baixa, que já saem de fábrica com uma data de validade marcada. Os metais, que poderiam facilmente ser tratados contra corrosão, não o são, e ferrugens rapidamente aparecem, ou requerem um cuidado que alimenta uma indústria paralela, de limpeza especializada. Os plásticos, por mais versáteis que sejam, mudam de cor, ficam opacos, perdem resistência ou ficam rígidos e quebradiços, não durando metade do tempo prometido.
Além do material, pode-se procurar por problemas no desenho do produto, pois são cheios de cantos impossíveis de se limpar sem um material específico e de difícil obtenção, criando acumulo de sujeira que leva à deformação antecipada. Isto quando ainda existem, pois em certos casos, nem desmontando o produto completamente, existe como mantê-lo em boas condições. Preste atenção nos detalhes, pois como dizem, normalmente é ali que mora o perigo.
:-)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Obsolescência Programada


A obsolescência acontece quando algo fica obsoleto, deixando de ser útil, devido à alguns fatores. Isto acontece normalmente, pois quando ganhamos novos conhecimentos, somos capazes de atualizar nossa visão do mundo, e portanto, mudar nossos hábitos e mentalidade. Mas ela também pode ser programada, nos forçando ao consumo de novidades, mesmo quando não necessitamos.
Nosso sistema econômico atual apenas sobrevive enquanto existir um crescimento contínuo na demanda dos mercados. Para sustentar este crescimento infinito, as empresas precisam usar de certas artimanhas para fazer os consumidores retornarem constantemente às prateleiras. Mesmo vivendo em um mundo finito, e sabendo que este tipo de econômia não se sustenta, ficamos sem saída quando os bens que temos param de funcionar sem razão aparente.
Em diversos casos, esta quebradeira geral poderia ser evitada, pois existem os recursos para que produtos de melhor qualidade sejam feitos. O que faltava até agora é informação, do público, claro, em saber os motivos de suas lâmpadas não durarem, mesmo existindo a mais de um século. E com conhecimento, podemos fazer algo a respeito, e melhorar nossa qualidade de vida.
:-)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Consequências

O cenário que está aparecendo na Grécia não pode ser desprezado por ninguém, nem por aqueles que se sentem seguros e confiantes em sua política financeira. Com a Grécia declarando falência, outros países seguirão seu exemplo, e um efeito dominó terá início, onde investidores verão seus ativos sumirem do mapa. Isto significa que, grandes economias perderão seu poder de compra de uma hora para outra, e não poderão pagar por importações que estão fazendo.
Mesmo com uma política sustentável, sem ter um mercado externo grande para quem vender, nações produtoras de matéria primas terão seus portos lotados de navios cheios, mas sem destino. E o efeito continuará internamente, deixando a opção de doações locais, ou a destruição de inúmeras cargas. Com um cenário destes e um histórico que indica uma propensão para a segunda opção, existe a possibilidade de cidadãos mais desesperados tentarem garantir sua sobrevivência usando de força bruta.
Temos a chance de mudar o paradigma criado por nossos antepassados em uma época de escassez, mas é preciso consciência e preparo para isto. Nossa tecnologia está criando cada vez mais abundância, mas não queremos delegar esta tarefa por termos inveja daqueles que serão beneficiados primeiro. É preciso uma mudança de mentalidade, onde deixaremos certos dogmas onde eles pertencem: no passado.
:-)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A Última Grande Bolha

Já vimos bolhas do mercado imobiliário, de empresas de internet, de bancos, e até mesmo da própria bolsa de valores. Em cada um dos setores inflacionados, a queda que se seguiu acabou gerando problemas ainda maiores, pois a globalização fez com que mais países estivessem envolvidos. Isto acabou nos levando para uma guerra cambial que está beirando seu final, e que alguns se perguntam se será a última bolha possível.
Com as nações em dívidas tão grandes, que já se dúvida se algum dia serão pagas, a confiança mundial não está mais gerando o crédito necessário para salvá-las de crises. Em lugares como a Grécia, já se cogita a perda da soberania, onde o banco mundial ditará as regras, vendendo o que for preciso, e demitindo os que não forem, para garantir um resto de lucro. Este cenário não é isolado, e pode se repetir na Itália, Irlanda, Reino Unido, França, Alemanha, Portugal, Estados Unidos e China, num primeiro momento.
As perguntas do que vai acontecer não param de aparecer, com líderes se batendo freneticamente, vendo suas políticas tendo pouco ou nenhum efeito. As população estão acordando para a realidade, descobrindo que o que consideravam bens públicos, pode, de uma hora para outra, virar ativos de uma corporação. As consequências podem ser devastadoras, ou podem oferecer um mundo melhor, depende de como cada cidadão irá encarar o fato.
:-)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Um mar de bolhas

Para que possa justificar sua existência, o sistema monetário precisa de escassez no mundo, pois sem ela, não existe de onde se criar lucro. Se algum recurso se tornar abundante, seu valor econômico se torna desprezível, pois qualquer pessoa pode conseguir grandes quantidades com pouco esforço, não se tornando dependente de outrem. Pode-se dizer, então, que o dinheiro apenas se reproduz onde existem problemas, e quanto mais tempo eles levarem para serem resolvidos, maior o montante gerado, fazendo com que não seja interessante seu fim.
Por existirem outros fatores que motivam o ser humano, certas situações díficeis acabam encontrando soluções criativas, e deixam de ser tão vantajosos quanto eram. Portanto, o sistema monetário acabou precisando levar sua criatividade para outros locais, inflacionando setores do mercado de forma irreal. Tais dilatações, por terem uma natureza ilusória, não foram feitos para durarem, e consequentemente, estouravam quando a realidade era exposta.
Para o sistema monetário, cada novo setor onde é possível criar uma bolha, representa mais um período de sobrevivência. Durante as últimas décadas, presenciamos cada vez mais delas aparecendo, e estourando tão rápido quanto. Talvez seja a evolução de um antigo paradigma, ou talvez sejam os últimos espasmos dele.
:-)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O Parasita

Para entender o tsunami que pode estar se abatendo sobre nossas cabeças, devemos voltar no tempo, para a época onde o dinheiro foi criado, e entender seu princípio básico. Ter um sistema de trocas para a sobrevivência do ser humano foi um ato desesperado, criado em uma época onde não existia um conhecimento tão amplo como o que temos agora, e onde as comunicações eram precárias. Com a evolução da tecnologia, criamos um ambiente mais propicio ao compartilhamento, onde acabamos forçados à competir por não mudarmos nossa base.
Apesar do sistema de trocas ter se modificado em forma, passando de sal para conchas, cobre, ouro, papel, plástico, magnetismo e eletricidade, sua essência ainda é a mesma. Ele ainda nos mantém em uma prisão, ameaçando nossa sobrevivência se não seguirmos suas regras, usando de chantagem emocional onde sua lógica se mostra falha. Por seguir os parâmetros criados em um período sem recursos, ele precisa manter a escassez para que justifique sua existência, mesmo que seja preciso criá-la onde não existe.
Quando vemos certos filmes, ficamos imaginando como seria se fossêmos dominados por máquinas, o que elas fariam conosco, e como nosssas vidas seriam mudadas. Ironicamente, outra criação nossa tem feito exatamente o que vemos, e sem ter a presença física para nos oprimir com armas ou força bruta. Por não prestarmos atenção, estamos sendo esmagados psicologicamente, vivendo em cárceres ilusórios, que precisam apenas de um outro ponto de vista para que sejam derrubados.
:-)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

E se acontecesse uma crise financeira?


Nossa sociedade atual está completamente baseada em um artifício criado por nós, em tal ponto que não conseguimos imaginar o funcionamento dela sem ele. Por ter sido feito por nossos antepassados, imaginamos que o dinheiro nunca acabe, mesmo sem nos perguntarmos de onde ele vêm e quais as consequências de sua existência. As respostas, que deveriam ser naturais para nós, que crescemos com ele, podem fazer toda a diferença em nossas vidas nos próximos anos.
Qualquer catástrofe natural seria ampliada por uma falta de dinheiro, pois mesmo que existissem os recursos para evitá-la, talvez ficaríamos parados sem ter o incentivo econômico. Crises como a de 1929, chamada de Grande Depressão, ilustram bem este fato, pois não foi a falta de mão de obra ou matéria-prima que sumiram, mas o valor monetário que decaiu. Apenas este fator foi responsável por tirar o sustento de milhares de pessoas, levando-as a cometer atrocidades que não se imaginavam fazendo, ou as deixando perecer, impotentes ao seu destino.
Existem indícios de que estamos rumando para o mesmo cenário de quase um século atrás, mas sem a restrição de ser apenas poucos países atingidos por tal crise. Com a globalização e o avanço dos meios de comunicação, todo o globo pode virar o alvo de tal catástrofe, levando nações inteiras à calamidade criada pelo próprio homem. As alternativas para a sobrevivência da espécie, em tal cenário, talvez precise ser mais criativa do que as que estamos tentando até o momento.
:-)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Conclusão

Diferente do que se pensa, uma conclusão no método científico não significa que o estudo sobre o fenômeno acabou, ou que se chegou à um resultado final definitivo. Como tudo no universo está interligado, mesmo em relações que não não temos conhecimento ainda, chegar à conclusão sobre um fato é apenas o começo sobre milhares de outros. O estudo sobre o que está fora e dentro de nós dificilmente acabará, pois cada novo conhecimento sobre um, leva à uma revolução no outro.
Quando mudamos nossa perspectiva após ter novas infomações sobre um fenômeno, vemos o mundo de uma maneira diferente, e criamos uma nova realidade. Esta acaba trazendo outros dados que não percebíamos antes, que não considerávamos como partes de nós, mas que acabam se tornando nossa rotina com o tempo. Desta maneira, vamos modificando nossa consciência, captando o máximo que nossos sentidos são capazes, e extrapolando estes limites com nossa própria mente.
Apesar de termos um corpo limitado pela física, por ser fruto desta realidade, nossa cabeça não possui esta restrição. Por conta disto, modificamos nosso comportamento, e adquirimos conhecimento para criarmos as ferramentas que podem nos ajudar a suprir o que nos falta. Com estudo e determinação, conseguimos alcançar o impossível, afinal, somos capazes até de voar e alcançar a lua.
:-)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Experimento

Uma vez levantada as hipóteses, para criarmos um conhecimento sobre o fenômeno, é preciso testá-las para comprovar se podem ou não ser corroboradas. Experimentar é ver, na prática, se nossa idéia inicial se prova verdadeira, ou se era apenas fruto de nossa imaginação. A transformação de sonhos em realidade se dá quando compreendemos mais sobre o universo em que vivemos, descartando simples ilusões.
Nosso corpo possui apenas cinco limitados sentidos para percebermos nossos aredores, e por isto é preciso a utilização de outros utensílios para que criemos um meio-termo em nosso entendimento. Mensurar, quantificar e classificar são métodos de padronização usados para que tenhamos a mesma compreensão sobre um fato, independente de nosso ponto de vista. Colocá-los em prática em nossa estrutura social pode permitir uma visão mais clara do que acontece, e do que poderia acontecer.
Muitos experimentos são feitos em ambientes controlados, onde não existe influência externa, além daquela esperada e preparada. No caso da sociedade, onde nossa interação com o resto do mundo é essencial, aprendemos um pouco mais a cada dia. E por isto é necessário repetirmos os passos do método científico de tempos em tempos, para nos mantermos atualizados e seguindo em frente.
:-)

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Hipótese

Após presenciarmos o fenômeno, automaticamente já começamos o próximo passo, criando hipóteses sobre o ocorrido. Por fazermos isto inconscientemente é que o relato de certos casos, por vezes, acabam sendo exagerados. E infelizmente, é neste estágio prematuro, também chamado de achismo ou especulação, que o paradigma atual se dá por satisfeito.
Entretanto, no método científico, este é o momento onde se reunem todas as possíveis ideias sobre as causas do fenômeno, por mais estranhas que pareçam. Elas tem um carater provisório, pois passarão por testes para comprovar se são falsas ou não, onde serão descartadas ou adaptadas. Alguns pesquisadores chegam a dizer que todas as teorias e leis nada mais são do que hipóteses que não foram provadas falsas, ilustrando que a ciência sempre se atualiza quando apresentada à novos dados.
Reavaliar o fenômeno perante os conhecimentos que adquirimos desde a última análise é um passo que esquecemos de dar, e em certos casos, até brigamos contra. Nosso sistema social é um exemplo vivo disto, pois o baseamos nos padrões de milênios passados, sem avaliar o que agora sabemos sobre as pessoas e o mundo em que vivem. Nossa tecnologia nos proporciona novas opções que estamos deixando passar por não rever nossos conceitos.
:-)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Fenômeno

Todo processo começa com um fenômeno, um evento observável, que foi notado por alguém. Sem a observação, existe apenas a especulação, que seriam como boatos que nunca foram confirmados, deixando eternamente a dúvida sobre a realidade. Neste primeiro passo é onde algumas pessoas se perdem entre o que existe realmente e o que são apenas truques, que nossa mente ou a natureza pregam em nós.
Uma parte do folclore da nossa cultura provém desta confusão, onde certas crendices foram criadas ao redor de mitos que nunca puderam ser constatados. Saber a diferença entre estória, onde informações são passadas através de metáforas, e história, onde informação pode ser constatada por meio de pesquisa científica, é fundamental para se criar um raciocínio lógico. Discernir contos de fatos é o primeiro passo na criação de uma mente crítica.
O relato do fenômeno é um indício do quanto nossa própria cabeça pode nos tirar do rumo certo, pois colocamos nossos próprios desejos e aspirações no papel. Se manter imparcial ao se descrever um cenário é mais difícil do que parece, pois as emoções aparecem sem percebermos. Inúmeros casos de extraterrestres já foram reportados por causa disto, assim como ocorrências policiais.
:-)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Método Científico

Ao percebermos que os problemas enfrentados pela nossa espécie são técnicos, e não políticos, é imperativo que nossas tentativas de solucioná-los estejam de acordo, se este for nosso objetivo. O método científico, apesar de antigo, não é de conhecimento geral da população, pois vai contra o que o paradigma atual necessita, desenvolvendo uma mentalidade crítica. Ao permitir que suas leis sejam modificadas de acordo com o conhecimento acumulado, ele se torna maleável, favorecendo as gerações à viverem em seu próprio tempo, e não presos em um período específico do passado.
Seus estágios funcionam como guias, criando as condições para que se chegue à resposta necessária, não criando uma baseada em achismos ou ilusões. As repercussões de seu uso em nossa rotina, eliminariam, por si, diversos problemas que enfrentamos atualmente, como fofocas e boatos, tornando nossa linguagem fechada à interpretações.
Nossa própria mentalidade iria mudar, nos premiando com mais pessoas tendo prazer em se tornarem úteis para a sociedade, e não ficando ociosas às custas de outros. Tirar vantagem um do outro seria algo visto apenas em livros de história, um problema de um passado sem educação nem coesão. Uma época de insanidade que pode ficar para trás, se decidirmos trabalhar juntos para resolver nossos problemas.
:-)