
Nossa sociedade atual está completamente baseada em um artifício criado por nós, em tal ponto que não conseguimos imaginar o funcionamento dela sem ele. Por ter sido feito por nossos antepassados, imaginamos que o dinheiro nunca acabe, mesmo sem nos perguntarmos de onde ele vêm e quais as consequências de sua existência. As respostas, que deveriam ser naturais para nós, que crescemos com ele, podem fazer toda a diferença em nossas vidas nos próximos anos.
Qualquer catástrofe natural seria ampliada por uma falta de dinheiro, pois mesmo que existissem os recursos para evitá-la, talvez ficaríamos parados sem ter o incentivo econômico. Crises como a de 1929, chamada de Grande Depressão, ilustram bem este fato, pois não foi a falta de mão de obra ou matéria-prima que sumiram, mas o valor monetário que decaiu. Apenas este fator foi responsável por tirar o sustento de milhares de pessoas, levando-as a cometer atrocidades que não se imaginavam fazendo, ou as deixando perecer, impotentes ao seu destino.
Existem indícios de que estamos rumando para o mesmo cenário de quase um século atrás, mas sem a restrição de ser apenas poucos países atingidos por tal crise. Com a globalização e o avanço dos meios de comunicação, todo o globo pode virar o alvo de tal catástrofe, levando nações inteiras à calamidade criada pelo próprio homem. As alternativas para a sobrevivência da espécie, em tal cenário, talvez precise ser mais criativa do que as que estamos tentando até o momento.
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