quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Tirando o pó

Quando limpamos a casa, encontramos certos objetos antigos, que deixamos guardados por estarmos ligados sentimentalmente a eles. Nestes re-encontros, nossas memórias nos remetem àquela época, onde revivemos um pedaço do que aconteceu, trazendo estas emoções à tona. Por vezes, fazemos uma avaliação dos benefícios e malefícios de manter por perto tais artefatos, pois nossa vida pode ter mudado completamente.
O equilíbrio entre o que carregamos do passado e o que devemos deixar livre para o futuro é algo difícil de se conquistar, pois não tem receita de bolo, dependendo de cada indivíduo. As experiências que cada um passou são diferentes, pois em sua base, tiveram diversos pontos de vista, divergentes em micro detalhes. Algumas faram com que tenhamos mais apego ao passado, enquanto outras mostrarão que precisamos nos abrir mais para o futuro.
Rever nossa bagagem é um passo importante para limparmos a casa, pois podemos estar com ferramentas que não nos são mais úteis, mas que podem ser para outros. Também pode ser o momento em que lembramos de uma memória eternizada pelo tempo, que nos renova a energia. Tudo deve ser colocado na balança, para que possamos decidir o que deve ficar e o que deve ser descartado.
:-)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sujando tudo

Por vezes, temos a impressão de que estamos fazendo um excelente trabalho, e que nossa limpeza irá terminar até antes do previsto. Cada descoberta tecnológica nos leva à um novo degrau, aumentando nossa eficiência sem prejudicar nossa eficâcia. Mas, infelizmente, existem os casos onde estamos vivendo uma ilusão, e ela apenas se mostra ser fumaça quando contamos com ela para nos segurar.
Certas saídas rápidas demonstram ter um resultado satisfatório no curto prazo, mas no que se refere à vida, elas acabam causando problemas ainda maiores. Em alguns casos são reações em cadeia tão simples, que fazem o bater de asas de uma borboleta criar o furacão que irá destruir a casa de nossos pais. E as vezes, apenas não percebemos esta série de eventos por não darmos a devida atenção ao que fazemos, nos tornando nossos próprios carrascos.
Uma decisão que cada indivíduo deve fazer é que ação tomará quando descobrir que trocou um desinfetante por um corrosivo, por exemplo. Mesmo que sua escolha seja não fazer nada, ele precisa estar ciente de que, ao trilhar este caminho, estará delegando a responsabilidade à outros. Não deveria se surpreender, então, ao se descobrir um escravo, seja dos seus próprios sentidos ou dos de outrem.
:-)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Arrumando a casa

De tempos em tempos achamos necessário dar uma geral em nossa casa, fazer uma faxina e se livrar de objetos do passado, que guardamos por sentimentalismo puro. Isto acontece em nossa morada em todos os sentidos, seja ele o corpo, nossa residência, ou até mesmo nosso planeta. A própria mente nos leva a refletir sobre certos caminhos que tomamos na vida, como se estivesse renovando alguns conceitos, adicionando experiência a eles.
São paradas que servem para retomarmos o fôlego, descansarmos depois de turbulências ou de nos prepararmos para as que virão. As conclusões que aparecem nestes momentos são essenciais, são elas que nos encherão de esperança ou medo, os combustíveis e obstáculos de nossas vidas, respectivamente. E mesmo sem percebermos, sempre podemos fazer a escolha entre um e outro, tomando as rédeas e guiando nosso próprio destino.
Devido à nossa juventude, não percebemos que cada vassourada contribuí para a limpeza completa da casa, no que se refere ao planeta. Vivemos entre cada uma delas, e podemos apenas imaginar qual será a cena que se apresentará quando, e se, terminarmos o trabalho. Nossa morada é grande, mas não infinita, o que torna tudo ainda mais possível de ser feito.
:-)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Governo


A maior liberdade que uma pessoa pode ter é a de moldar sua própria personalidade de acordo com o que considera mais prioritário em sua vida, pois ela é a base de onde o futuro será construído. Entretanto, para realizar tal feito, é necessário ter tempo para podermos encontrar as informações pertinentes, e ponderar sobre elas para chegarmos à uma conclusão. Algumas pessoas, no entanto, passam todo seu tempo neste planeta sem notar que estão sendo manipuladas como marionetes, de seu próprio corpo, por vezes.
Sem consciência do que estamos fazendo, acabamos nos comportando como pragas, vírus ou cancêr, pois somos as cêlulas de um organismo vivo. Nosso ego nos separa da natureza, quando na verdade somos parte dela, e acabamos com medo de uma reunião por causa do passado. Nossa lógica mostra sua maior falha neste ponto, pois nosso conhecimento é mais amplo, fazendo com que tenhamos vantagens que nossos ancestrais nem sonhavam.
Nossa diversidade faz com que existam aqueles mais ou menos propensos à mudanças, o que dificulta de vermos aquilo que acontece em nossa frente diariamente. Mudanças acontecem, com ou sem resistência de nossa parte, os acontecimentos seguem seu curso natural. Podemos lutar nossa vida contra, mas no final, todos são tocados pela mudança do universo.
:-)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Governo da Mente

Sendo o ego e o medo produtos de nossa própria cabeça, ao passarmos a controlá-los, tendemos a procurar mais a lógica do mundo. Observamos nossos arredores com olhos mais críticos, mas que, por vezes, podem deixar de lado peças importantes. Por não termos, ainda, a capacidade de medir certos fenômenos, escolhemos por descartá-los completamente, ignorando-os injustamente.
Além disto, se não revisarmos periodicamente as informações que temos, estamos fadados à ficar estagnados, ao contrário do que acontece com a natureza. Uma das maiores lições que podemos tirar do universo em que vivemos é que tudo se modifica, tudo evolui com o tempo. Nada mais correto, então, do que nos mantermos atualizados com as mudanças que acontecem, ainda mais quando algumas levam séculos ou milênios para acontecer.
Apesar de todo seu potencial, a mente não é perfeita, pois ela está baseada em sentidos de um corpo que pode ser facilmente enganado. A própria lógica pode nos levar até certo ponto, de onde deixamos de entender sobre o universo, e passamos a saber sobre ele. Quando sentirmos esta diferença, saberemos quem somos e para onde vamos.
:-)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Governo do Medo

Nosso ego nada mais é do que um mecanismo de defesa de nosso corpo, agindo acima dos instintos, nos guiando para sobreviver, e até progredir. Seu método é rústico, e novamente podemos ver seu reflexo ao nosso redor, em nossa sociedade, e em nossa cultura. A ferramenta utilizada por ele para nos doutrinar é o equivalente à violência física, pois sentimos os bloqueios impostos pelo medo da mesma forma.
Existem muitos tipos de medo, que vão desde uma simples apreensão até a total fobia, mas não percebemos que todos eles partem do mesmo princípio, que é nos adestrar. Assim como os instintos fazem na hora do pânico, se não treinarmos, o ego nos guia por toda a vida, tirando nossa consciência do caminho. Ele procura nos colocar sempre acima dos demais, pois assim é que, neste simplificado sistema, se garante a sobrevivência.
Com paciência e persistência ele pode ser controlado, sendo colocado em seu devido lugar, e nos deixando livres para fazermos o que é preciso. Para alguns isto significa parar de se preocupar com o que outros vão pensar, enquanto outros se colocam em posições mais perigosas para sua própria vida. Mas ao deixarmos o medo de lado, descobrimos que somos capazes de muitas coisas, até mesmo de mudar esta realidade.
:-)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Governo do Ego


O caminho evolutivo que a humanidade seguiu até agora foi fundado quando ainda éramos rústicos ao ponto de mal sabermos cultivar uma planta para nosso próprio consumo e de nossa família. Com base nisto, passamos o tempo todo produzindo para sustentar donos de feudos, senhores da guerra e políticos corruptos, que são escravos do próprio ego. Nossa sociedade atual é, do ponto de vista de nossos antepassados, o paraíso por eles idealizado, com tecnologia para produzir comida suficiente para ser jogada fora.
Para nós, no entanto, esta vida de servitude representa a falta da mais básica liberdade, pois acabamos sem tempo nem de pensar no que estamos fazendo. Vivendo por instinto, adestrados desde cedo, somos convencidos de que existe apenas um meio de sobrevivência, e que sem ele, estamos fadados à morte. Não é de se admirar, então, que consumimos como se não existisse amanhã, na eterna tentativa de saciar o insaciável ego.
Ao analisarmos o que está sendo feito com o planeta, vemos um reflexo do que fazemos com nosso próprio corpo, saturando ambos com produtos tóxicos, alguns que nem temos ideia do mal que fazem. Ao observarmos o grande cenário, vemos que ele nada mais é do que um espelho do que se passa dentro de nós, e o que acontece quando a futilidade cresce ao nível de ser aplaudida em pé em auditórios. O controle do ego é algo que não pode ser feito por mais ninguém, a não ser pelo indivíduo, e enquanto este não se conscientizar, continuará aceitando tudo que lhe é empurrado sem questionar, mesmo que seja pela sua própria cabeça.
:-)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Quem Governa?


Todos os dias, realizamos ações que consideramos serem o resultado de decisões conscientes, mas que quando submetidas à uma análise, se mostram exatamente o contrário. Apesar de uma parte ser reflexo de nossos instintos naturais, outra são respostas que fomos adestrados à dar, desde que somos concebidos. Raros são os momentos onde estamos cientes do que fazemos, e das consequências que nossos atos desencadeiam no planeta.
Podemos observar mais claramente este fato em nossa estrutura social, que nada mais é do que uma versão macroscópica do que acontece dentro de nós. Certos psicanalistas dizem que somos governados pelo ego, o que é irônico, já que os partidos governistas ao redor do mundo refletem exatamente isto. Cada um é um pedaço de nossa mentalidade, sempre em conflito, tentando mandar no todo, mas sem notar o que realmente são, e qual seu verdadeiro papel.
Ao fazermos uma reflexão sobre nossa própria vida, acabamos mudando muito mais do que imaginamos, pois, como já disseram, nenhum homem é uma ilha. Ao começarmos a ver a realidade sob uma nova perspectiva, alteramos nosso jeito de ser, e, invariavelmente, nossos relacionamentos. E assim como quando as sinapses dos neurônios mudam, nós mudamos, podemos fazer o mesmo com todo o planeta.
:-)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Alunos

As diferenças de classe sociais, raça, religião ou sexualidade são criações humanas que nos distanciam da realidade de que somos todos alunos da vida. Ao ajudarmos uns aos outros, acabamos, por vezes, deixando nosso ego crer que somos professores, sem notar o quanto ainda temos à aprender. Essa diferenciação acaba sendo prejudicial, pois nos separamos e bloqueamos novas informações, ficando estagnados em nosso aprendizado.
Entender o que existe ao nosso redor, e principalmente, dentro de nós, deveria ser nossa maior preocupação como aprendizes da vida. Os testes que passamos são personalizados, criados para cada um individualmente. Não existe, portanto, uma maneira de nos compararmos uns com os outros, sendo uma futilidade mantermos uma competição sobre algo que não pode ser medido.
Todavia, o que pode nos ajudar é a cooperação, pois ela transmite conhecimento, expandindo nossa mentalidade e consciência. É ela que nos ajuda a melhorar nosso estilo de vida e nossa compreensão sobre o universo, de uma maneira prática e de fácil assimilação. Ao estendermos a mão para nosso vizinho e irmão, não estamos ajudando somente a eles, mas a nós mesmos.
:-)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Horário

A escola da vida tem uma maneira mais personalizada de lidar com nossas necessidades, nos ensinando de acordo com nosso ritmo. Para ela, relógios e calendários não são nada, pois ela se preocupa em nos dar a lição certa quando mais precisamos. Cada pessoa tem uma relação diferente com a realidade em que vive, e baseado nisto a aula pode levar mais ou menos tempo, sem sofrer interferência do que inventamos.
Por funcionar até mesmo quando estamos dormindo, nosso estado de espírito e nossa mentalidade são os principais reguladores de tempo nesta escola. Até mesmo nossos sonhos e pesadelos tem algo a nos ensinar, se prestarmos atenção, pois eles também são formas de comunicação. Na escola da vida nada acontece por acaso, sempre existindo um motivo por trás de qualquer evento.
Por estarmos dia e noite nela, temos a chance de nos manter em constante aprendizado, renovando eternamente nossa mentalidade e estimulando nossa criatividade. A cada passo que damos, novos níveis de interpretação se revelam, nos deixando a par de razões para o que antes eram mistérios. A cada segundo temos chance de entender mais sobre o universo que nos rodeia e sobre nós mesmos, não existe hora específica para aprender.
:-)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Professores

Durante nossa jornada, encontramos todos os tipos de professores na escola da vida, dos mais óbvios aos mais sutis. Suas lições vão desde simples conselhos até bordoadas que deixam marcas no corpo e na alma, mas sempre com o intuito de nos fazer crescer. Mas diferente do que acontece nas escolas convencionais, nesta conhecemos mestres de todas as idades, e em todos nossos anos.
Pouco notamos, mas durante nossa estada nesta realidade, não encontramos apenas uma espécie de professor. Graças à rica e ampla diversidade que nos rodeia, podemos nos tornar aprendizes de praticamente qualquer coisa, de humanos à outros animais, do mundo vegetal ao mineral. Sabendo ouvir e tendo uma mente aberta, somos capazes de ler o universo como um livro, onde fazemos parte do conto.
Com a modernidade e a praticidade, acabamos deixando diversos mestres de lado, ignorando a vitalidade de seus ensinamentos para nosso dia a dia. Desta maneira, perdemos um pouco da diversidade que nos faz ser quem somos, o que nos leva à uma procura eterna e angustiante. Observando com mais atenção, podemos notar que eles ainda estão por aí, apenas esperando que os alunos voltem a lhes dar atenção.
:-)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sala de aula

Enquanto não aprendermos as lições que a vida nos passa, ficamos presos em situações que se repetem eternamente, na tentativa de nos ensinar algo. Elas podem ser cômodas, onde ficamos décadas no mesmo cenário, antes de notar o que está acontecendo e se aborrecer com ele. Mas elas também podem ser incomodas, fazendo com que procuremos uma saída o quanto antes.
No primeiro caso, o aprendizado é longo, e a lição acaba sendo mais absorvida, devido à extensa convivência com o cenário. Podemos não notá-lo com facilidade, pois o comodismo nos deixa anestesiados para a realidade, até o cansaço se abater. Quando notamos, no entanto, sofremos mais para sair da inércia, pois a armadilha acabou se tornando nossa zona de conforto.
Quando sofremos diretamente por consequência de nossos atos, acabamos notando mais claramente os ensinamentos que a vida quer nos passar, mas nem sempre aprendemos o que precisamos. Como um curativo tirado rápido, temos um grande sofrimento, mas por ser por um curto espaço de tempo, acabamos descartando a sensação. Ao notarmos este e outros cenários, acabamos entendendo mais sobre esta incrível escola, e seus professores.
:-)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Escola da vida

Nossa vida é uma verdadeira escola, de onde tiramos lições constantemente, que nos são explicadas em nossa linguagem pessoal, para um melhor entendimento. Por causa disto é que indivíduos observam a mesma situação sob perspectivas diferentes, já que cada um tem uma vivência distinta. Por mais que sejamos tratados iguais, os detalhes nunca serão percebidos da mesma forma, pois cada um aprende o que lhe é necessário.
Nosso ambiente dita o que precisamos aprender para conseguir sobreviver, e depende de cada um notar o que mais se encaixa com suas habilidades. Cada pessoa tem mais proficiência para certos assuntos do que outras, e com base nisto é que o trabalho de um incrementa o de outro. Ao cooperarmos com as pessoas ao nosso redor, acabamos aprendendo sobre pontos de vista que, talvez, nem tínhamos sonhado antes.
O que fazemos com as lições que tiramos da vida são o que definem nossa sociedade, pois são essas ações que irão definir nossa cultura. Por isto que, ao observarmos o coletivo, não podemos esquecer que são nossos atos individuais que o compõe. Esta é uma das lições que ainda precisamos mostrar que aprendemos, parando de apontar dedos para os outros, e mais para nós mesmos.
:-)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Identidade

Por mais que tenhamos conhecimento do que está ao nosso redor, nosso relacionamento com o ambiente nunca será simbiótico enquanto não soubermos quem somos dentro dele. E enquanto não encontrarmos nossa própria identidade, nossas opções ficam restritas à nossas associações, limitando nossa imaginação e nosso papel. Questionarmos o que realmente é o ser humano é essencial, principalmente por não termos respostas satisfatórias, nem coerentes.
Para a medicina, nada mais somos do que um conglomerado de células que se agruparam em conjunto para formar órgãos, e estes, um corpo. Mas a ciência não apresenta soluções para os mistérios da memória, de onde aparecem certas condições que não tem nenhuma relação com o indivíduo. Ainda é dificil de existir uma explicação até mesmo para a diferenciação celular, sendo que todas se originam do mesmo ponto e possuem o mesmo DNA.
A ciência ainda está restrita ao aspecto físico, deixando uma gama de opções de lado, mas que aos poucos vão sendo integradas a ela. Quanto mais descobrirmos sobre nós mesmos, maiores são nossas chances de descobrirmos nossa função neste organismo vivo que é o planeta Terra. E curarmos certas doenças que nos infectam tão facilmente por não sabermos mais sobre nós, e o ambiente em que vivemos.
:-)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mentalidade


Certas estruturas da sociedade que temos à milênios, por vezes podem acabar tendo uma utilização diferente das que estamos acostumados. Nossa cultura é um reflexo da maneira que guiamos nossas vidas, mas por se separarem do resto da comunidade, algumas pessoas são pegas desprevenidas. Sem entender como nosso próprio comportamento tem uma grande influência no resto da população, ficamos alheios ao que atingimos, e ao que pode nos atingir.
Enquanto mantivermos uma mentalidade egoísta e consumista, não podemos esperar, por exemplo, que os representantes do povo sejam diferentes. E o mesmo pode ser dito de outros órgãos e instituições, pois o princípio é o mesmo, pois eles são feitos de pessoas. Ao mudarmos nossa perspectiva, entretanto, somos capazes de fazer uma grande diferença.
Aos poucos, nossas ideias vão se propagando, influenciando aqueles que irão impulsioná-las ainda mais longe, caso o benefício seja maior do que a situação atual. Enquanto não for apresentado um quadro melhor, a inércia fará com que fiquemos no mesmo estado, até ser tarde demais. Ao percebermos o alerta, podemos nos antecipar e agirmos conscientemente, dirigindo nosso caminho para onde quisermos.
:-)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Participação


Com o advento da praticidade, acabamos perdendo o contato com certos aspectos da vida em sociedade, delegando-os à outrem. Termos como “cidadania” acabaram mudando de significado na prática, de forma tão lenta que não notamos. Ao entregarmos o total poder de decisão sobre os direitos e deveres das pessoas para um seleto grupo, abdicamos de muitas coisas, principalmente da liberdade, que permanecerá eternamente um sonho.
Por estarmos mais focados em nossas próprias vidas, acabamos deixando passar certos episódios onde deveríamos tomar uma posição mais ativa, por influenciarem nossa vida. Por não termos uma postura onde consideramos o mundo como nossa casa, aqueles que o tem acabam tomando conta, mesmo que sejam ditadores sadísticos. E quando notamos, percebemos que somos tratados como animais, sem capacidade de raciocinar logicamente.
Talvez o que nos mova seja mesmo as situações críticas, pois elas nos impulsionam à sobrevivência, mas não vemos que nestes momentos, agimos por impulso. Ao conseguirmos pensar e planejar antes de utilizar apenas instintos, conseguimos resultados mais duradouros e precisos. Nossa condição de cidadãos não depende de títulos ou tratados, mas de nossas ações em nosso dia a dia, e suas consequências.
:-)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Casa


Tentamos ver nossa sociedade como justa e equilibrada, sem notar que estes valores não são frutos de questionamentos, mas de propaganda feita por gerações passadas. Ao indagarmos sobre o que mantém nossas comunidades coesas, acabamos encontrando mais respostas que remetem à medo do que respeito. O uso da força é constante e abusivo, sendo o principal método de controle das instituições, apesar dos anúncios pregarem exatamente o contrário.
Em um ambiente deste tipo, onde acabamos sendo doutrinados a não questionar a base do que nos mantém juntos, usamos antigas técnicas que propiciam a desigualdade. Além de não resolvermos os problemas, acabamos enriquecendo os meios deles proliferarem, nos iludindo com dados de curto prazo. Ao observarmos toda a figura, no entanto, notamos que a rápida solução não se mantém, e é encoberta pelos estragos que aparecem mais tarde.
Em vários períodos da história da humanidade, mudamos nossa cultura para englobar novas informações, à medida que nosso conhecimento é enriquecido. Mas nossa economia, até hoje, não mudou o princípio, apesar de ter mudado de forma diversas vezes. Ao percebemos o que ela realmente gera, as consequências de sua prática, notamos de onde aparecem muitos de nossos problemas.
:-)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Abrindo a Mente

Para entendermos melhor o planeta em que vivemos, é preciso analisá-lo por todos os lados possíveis, o que não é uma tarefa fácil. Por ser um globo, podemos abordá-lo de infinitas maneiras, o que nos leva a concluir que, por mais que o fizermos, dificilmente poderemos dizer que temos uma compreensão completa. Não é uma tarefa impossível, mas precisamos de muita disciplina e treino para chegarmos cada vez mais perto do objetivo.
Os ensinamentos que nossa cultura trouxe são um ponto inicial, mas não podem ser considerados únicos, e muito menos, as verdades supremas. Por serem partes do todo, eles possuem em si uma parte que corresponde à realidade, mas devemos ter em mente que são apenas peças de um quebra-cabeças. É preciso procurarmos mais para termos uma visão melhor do mundo em que vivemos, pois assim descobrimos mais possibilidades do que podemos ser e fazer.
Ao encontrarmos mais informações, certos dogmas do passado irão cair, ou talvez serão aprimoradas, dependendo de onde se encontram no quadro geral. Nossa cultura atual suprimiu muitas que existiam, chegando à queimá-las em fogueiras para se tornar a principal. Mas como a diversidade humana é ampla, talvez seja hora de resgatarmos alguns destes ensinamentos, para descobrirmos outros fragmentos que ilustram nossa variedade.
:-)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Oportunidades


Enquanto não encararmos nossa realidade de frente, observando as reais causas de problemas, deixaremos passar muitas oportunidades. As possibilidades que temos em nossas mãos são inúmeras, mas por não termos um contato maior com o mundo, chttp://www.blogger.com/img/blank.gifonfundimos com chances. E por não sabermos a diferença, acabamos criando mais problemas do que solucionando, vivendo eternamente de esperanças nunca realizadas.
Nossos conceitos, provenientes de séculos de escassez sem tecnologia ou conhecimento, acabam criando barreiras para que possamos crescer. Sem uma atualização deles, estamos fadados à nos manter na mesma situação que nossos antepassados, limitados no crescimento. Mas ao mudarmos nosso ponto de vista, somos capazes de utilizar nossos avanços em outras áreas para resolver as questões sociais.
Mais do que isto, podemos recriar nossa sociedade de tal forma que pareceria um paraíso, segundo os conceitos de nossos antepassados. O que realmente nos segura não é falta de recursos, mão de obra ou de conhecimento. O que nos restringe são amarras do passado, que não pensamos em tirar de nossos calcanhares ainda.
:-)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Economia

O conceito de economia que temos hoje em dia é o mesmo criado à milhares de anos atrás, onde as condições de vida das pessoas eram diferentes das de hoje. À medida que vamos estudando história, descobrindo sobre os acontecimentos do passado, notamos que avançamos em muitos sentidos, mas que ainda não encostamos no principal. Exatamente o que achamos que mantém nossa sociedade unida ainda são os mesmos parâmetros de milênios, quando decidimos parar de vagar pelo planeta.
Com a evolução da tecnologia e do conhecimento sobre o planeta e o universo, descobrimos que estávamos enganados sobre muitos aspectos, nos fazendo rever os conceitos que tínhamos. Hoje em dia vemos que o mesmo se dá com nosso sistema monetário, pois entendemos que ele tem, desde seu início, servido para incitar os problemas sociais que temos. Apesar de seu lado benéfico, atualmente somos capazes de achar inúmeras alternativas com o mesmo propósito, mas sem os efeitos colaterais providos por ele.
No passado, para deixarmos uma ilusão de lado, mudamos nossa perspectiva do mundo de um plano para um globo. Novamente devemos deixar para trás certas figuras formadas por fumaça, e nos concentrar na realidade em que estamos inseridos. É hora de procurarmos respostas que mais condizem com nossa situação atual, nos atualizando e evoluindo novamente.
:-)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

União


O modo como entendemos o mundo acaba sendo refletido em nossas ações, e consequentemente, em nossa cultura, quando nos reunimos em comunidades. O sistema social que temos atualmente é uma consequência de como nossos ancestrais respondiam ao planeta, em uma época diferente da nossa. Por termos um avanço tecnológico, nossa situação mudou, mas ainda mantemos certas estruturas que acabam servindo de barreira.
Podemos ver um exemplo claro na própria política que temos, onde nos separamos por partidos, que são forçados à competir, quando são complementos uns dos outros. Nossa diversidade é ampla, e cada ponto de vista é apenas uma parte dela, que deveriam agir em conjunto como um organismo vivo, e não lutar uns com os outros. Uma metáfora que podemos usar para o que fazemos atualmente é sobre os órgãos do corpo, que ao invés de funcionar em unísono, se digladiam, destruindo todo o organismo.
Portanto, se quisermos manter o corpo que compomos inteiro, é preciso notarmos que, apesar de sermos completamente distintos, precisamos trabalhar juntos. Cada um tem seu papel para cumprir, e enquanto uns são melhores em limpar a casa, outros tem a tarefa de fazer o alimento, todos sendo igualmente importantes. Nossas diferenças são nossos elos de ligações, e nossa união é o que fará com que fiquemos completos, não nossa competição.
:-)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Libertação

Nossos antepassados viveram em um período árduo, onde tecnologia e conhecimento eram escassos, e por isto, recursos eram de difícil acesso. Como consequência, o caminho que foi seguido para evoluir foi à procura de facilidades do dia a dia, ter mais conforto e comodidade. Mas as gerações que se seguiram tiveram cada vez mais benefícios, fazendo com que um limite não fosse estipulado, e a praticidade virasse o lema.
Ao notarmos nossa cultura atual, onde vivemos no ápice do que era procurado por nossos ancestrais, vemos o cúmulo em que chegamos. Longe de se dar ao trabalho de pesquisar e experimentar, nossa geração se acostumou à apenas ingerir o que lhe é dado, independente do que for. Não nos preocupamos mais com o que recebemos, pois fomos domesticados ao ponto de ficarmos felizes apenas em abanar o rabo em troca de um petisco.
Até mesmo os meios de comunicação em massa fazem pouco esforço para saberem o que realmente estão publicando, dando mais ouvidos à boatos do que fatos. Com a econômia sendo voltada ao lucro, as consequências acabam sendo a destruição de conhecimento e a proliferação de superstições. Com estudo e vontade, podemos mudar este quadro, procurando a verdade e relevância do que nos é apresentado.
:-)