O que as pessoas pensam sobre si mesmas depende, em grande parte, do seu estado de espírito, suas emoções e expectativas. Pessoas mais tímidas tendem a diminuir suas qualidades, enquanto as extrovertidas não notam seus defeitos com facilidade. Nossa moral age como um guia, separando o que devemos ser do que deve ser repudiado e, até, em certos casos, punido.Mas o que brandamos como certo ou errado se mostra diferente em nossas ações do dia a dia, onde chegamos a fazer o oposto do proclamado. Se é para nosso próprio benefício, rapidamente encontramos desculpas e exceções, que nos permitam passar por uma brecha em nossa lógica. Ao prestarmos atenção, percebemos que nosso raciocínio cultural é puxado mais para o emocional do que para o coerente.
Não notamos que, ao mudar nossa própria bússola, acabamos mexendo na social também, pois mudamos nossos relacionamentos. Nossas interações com outras pessoas passam a ter um tom diferente, onde novas ligações são feitas, e as antigas vão sumindo. E ao mudarmos isto em nossa comunidade, acabamos, como espécie, mudando a maneira como agimos com o resto do planeta e seus habitantes.
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