terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Por trás dos panos

Parte do motivo de não mudarmos nossa mentalidade é o bombardeio constante de propaganda em nossa sociedade. Interessada apenas em se manter viva, a corporação, assim como um vírus, não se preocupa com o bem estar do hospedeiro. Ela procura sugar toda sua vida para se fortalecer, migrando e dominando todo o organismo em que se encontra.
Sem uma visão do futuro, ela está fadada à extinção, pois sem um ambiente em que possa retirar seu alimento, ela também sucumbe. Apesar de ter um comportamento auto-destrutivo, ela tem uma noção de racionalidade e de lógica, mesmo que distorcida. Ela procura se manter no anonimato pelo maior tempo possível, fazendo com que seu meio não a veja como uma entidade nociva.
Com pesquisa e estudo, não é difícil de se entender os problemas causados por este tipo de criatura em nossa sociedade. O que está escondido, em certos casos, é ainda mais impressionante do que está sendo mostrado, e muito mais importante de aprendermos. Ir além do que nos é mostrado pode significar a diferença entre continuarmos o caminho, ou ficarmos no primeiro buraco que aparece.
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O que vemos

Temos um ponto de vista sobre nossa sociedade que não corresponde com os números da realidade em que vivemos. Com tamanha discrepância, não é de se admirar que ficamos perdidos em questões morais simples, de convivência. Mas sentimos realmente as consequências quando observamos os aspectos mais sérios, condenando inocentes à morte diariamente.
Nossas ações não condizem com nossos discursos, pois pregamos virtudes enquanto nos entregamos aos vícios. Mantemos o ciclo de bagunçar com a mentalidade das novas gerações, passando para elas a responsabilidade de arrumar o que estragamos. Mas não sem antes amarrar seus braços e pernas, em dogmas e superstições que herdamos e nunca tivemos a coragem de questionar.
Mudar tal quadro é simples, mas requer algo difícil de ser conquistado, ainda mais quando consideramos a história. Apesar de tudo, todos sabemos a solução, mas decidimos ignorá-la por comodidade ou algum outro pecado capital. Ter força de vontade e uma mente aberta é tão simples quanto parece, mas é mais difícil de se colocar em prática do que se imagina.
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Conhecimento

Quanto mais informação acumulamos antes de uma jornada, maiores são as chances de torná-la livre de problemas. Mas apenas possuir os dados não é suficiente, é preciso saber como colocá-los em prática, saber seu significado. Criar o conhecimento é a diferença entre saber ler e ver figuras repetidas, e pode ser crucial na trajetória da vida.
Ao fazer o planejamento de nossa rotina, por vezes, desconsideramos certos aspectos que são fundamentais. Deixamos eles de lado por considerar que existem outras pessoas mais capazes de lidar com tais assuntos do que nós. O que não notamos é que, em sociedade, é dificil de ver as consequências deste ato, multiplicado inúmeras vezes.
Somos facilmente ludibriados quando não temos conhecimento, e acabamos perdendo nossos direitos e acumulando deveres. Sem saber, abrimos mão de nossa alma, considerando que ela não tem valor, sem entender que é o que nos torna humanos. Para recuperá-la é necessário fazer o que não fizemos antes: pesquisar, estudar, e principalmente, pensar por nós mesmos.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Visualização

Um dos maiores problemas que nosso sistema de educação enfrenta até hoje é a forma como tenta passar as informações adiante. Nosso cérebro tem uma enorme capacidade para a criatividade e, portanto, para a subjetividade, fazendo com que nosso linguagem tenha pouco efeito. Mas ele também tem o outro lado, sendo hábil para entender a lógica que rege os sistemas mais complexos do universo.
Desta maneira, podemos observar que, para uma maior absorção de dados pela nossa mente, é necessário usarmos mais a visualização. Ela pode ser tanto tecnologica, onde usamos as ferramentas que criamos para nos mostrar de forma gráfica o que estamos estudando. Mas ela também pode ser inerente, de maneira que exercitamos nossa imaginação para criar com precisão aquilo que queremos ver.
Como seres humanos, temos potencial para realizar muitos feitos, alguns que foram esquecidos com o tempo. Com paciência e dedicação, podemos resgatá-los e utilizados para transformar nosso estilo de vida completamente. O que iremos nos tornar depende de nossa imaginação, e do quanto estamos dispostos à ver esta nova realidade florescer.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Entendimento

Atualmente, damos mais importância para o lado físico de nossas vidas, cultuando desde materiais até corpos, esculpidos segundo padrões impostos. Difícilmente damos a devida atenção para o aspecto que realmente direciona nossa rotina e molda nosso destino. Raramente entendemos o quão é importante o tipo de informação que consumimos, e os impactos que ela tem em nosso caminho.
Assim como certos alimentos tem mais ou menos nutrientes para nosso corpo, as notícias tem o mesmo tipo de impacto em nossa mentalidade. Podemos passar a vida ingerindo produtos que apenas agradem nosso paladar, mas que não possuem nenhum valor nutritivo. Ou podemos fazê-lo com aqueles que provêm sustento, dando ao nosso corpo o que ele precisa para se manter ativo e saudável.
Diariamente fazemos este tipo de escolha, embora percebemos apenas quando estamos conscientes de nossas ações. Do contrário, apenas seguimos a maré, andando pelo caminho que parece mais fácil, mesmo sem ter nenhum tipo de informação sobre ele. Sendo possuidores da maior ferramenta já criada neste planeta, é um desperdício vermos nosso intelecto ser desprezado desta maneira.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Compreensão

Sem ter uma visão ampla de nossa posição no universo, ficamos abertos a todo tipo de ataque, inclusive dos que ignoramos. Sofremos as maiores quedas quando não vemos o buraco em nossa frente, e não consideramos a possibilidade de existir um. Caminhar às cegas pode ser interessante quando se está brincando em algum jogo, mas pode ser mortal quando se trata de guiar nossa vida.
Quanto mais compreendemos sobre nosso planeta como um organismo da qual fazemos parte, mais entendemos sobre nosso papel nele. Abrimos nossa mentalidade para eventualidades antes ignoradas, mas que podem ter um impacto crucial em nossa sobrevivência. Aprendemos que existem outras formas de organização, e consideramos que, talvez, a que usamos atualmente, seja nociva.
Quando mudamos o foco de nossas vidas pessoais, mudamos o caminho de toda a sociedade, pois somos nós que a constituímos. Ao conseguirmos mudar o macro, facilitamos o desenvolver do micro naquela direção, pois ele já está direcionado. Retirar as barreiras de nossa frente é um trabalho difícil de se fazermos sozinhos, mas não quando o fazemos em conjunto, como comunidades conscientes.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Preparação

Certos passos que damos em nossa caminhada nesta realidade trazem consigo uma maior probabilidade de serem os últimos. Dentre as formas que existem para diminuirmos esta estatística, e nos mantermos seguindo o curso pretendido, existe a preparação. Ela nos auxilia a inspecionarmos, de forma minuciosa, se quisermos, a situação que temos disposta em nossa frente.
Podemos tratá-la como uma realidade virtual, onde podemos entrar no cenário sem realmente passar pela experiência. É onde temos a oportunidade de colher todos os dados possíveis para escolher se vamos ou não sentir na prática a teoria. Dependendo de nosso tempo e curiosidade, podemos ficar sabendo de tudo o que acontece nos bastidores, antes de ver o espetáculo.
Além de nos tirar do perigo, podemos poupar tempo com esta prática, aprendendo mais sobre o funcionamento do universo. Somos capazes de descobrir mais sobre nós mesmos, e sobre a influência do ambiente em nossos hábitos do dia a dia. Entendemos mais sobre nossos semelhantes, retirando as máscaras que cobrem os rostos, uma a uma, como as camadas de uma cebola.
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Novos Rumos

Ao percebermos as lições que podemos tirar de nossos erros, continuar cometendo-os deixa de ser um ato de aprendizado. Para mostrar que entendemos, é necessário que façamos as mudanças necessárias para que eles não mais apareçam. A vida irá se encarregar de nos testar, para ter a certeza de que compreendemos o que ela quer nos passar, e que não esqueceremos tão cedo.
Ao mudarmos nossos hábitos, nossa rotina ganha uma nova energia, de um novo começo, mesmo que os objetivos continuem os mesmos. Ao descobrirmos novos pontos de vista sobre nosso mundo, encontramos também novas maneiras de realizar tarefas antigas. Alguns, inclusive, que podem solucionar mais de um problema, e que não eramos capazes de ver a solução antes.
Abrir nossa mentalidade significa considerar certas perspectivas que, à princípio, foram descartadas sem questionamentos. Fazer perguntas é primordial para que sejamos capazes de entender o grande quebra-cabeça do universo em que vivemos. Ao respondermos as interrogações que temos em nossa cabeça, podemos descobrir formas de satisfação que não imaginamos até então.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Caminhos da vida

Certos caminhos que trilhamos parecem não nos trazer nada a não ser dor e sofrimento, e tentamos evitá-los a todo custo. Mas mesmo estes, por mais incrível que pareça, podem nos trazer muitas lições, se formos sábios o suficiente para entendê-las. Passos que damos em falso não são simples erros, que precisamos nos punir por realizá-los, mas professores que nos ensinam a caminhar direito.
Por criarmos um mundo dual, onde vemos bom e ruim, certo e errado; não notamos que eles são extremos de uma mesma realidade. Constantemente estamos pendendo para um dos lados, sendo muito difícil nos mantermos equilibrados no centro. Mas não é impossível, pois é realizado constantemente ao redor do planeta, por pessoas que decidem deixar os excessos para trás.
Alguns casos se mostram mais fáceis do que outros, fisicamente, mas o lado mental, onde a vontade própria é suprema, pode mostrar o contrário. Ao analisarmos diferentes aspectos que governam nossas vidas, podemos notar que, dependendo do ponto de vista, os perdedores se tornam vencedores. Como ainda não desvendamos certos mistérios sobre nosso universo, as aparências, por vezes, podem ser falsas.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Nossa Direção

Existem certos aspectos de nossa vida onde damos mais atenção, dispendendo mais do nosso precioso tempo. Eles são os que nos levam em uma certa direção, pois podemos nos aprofundar em certos quesitos indefinitivamente. Ao seguirmos apenas um ponto de vista, deixamos de ter toda uma gama que auxilia em sua sustentação, o isolando do resto.
Ao perdermos estas conexões, a perspectiva se torna mais frágil, perdendo os pontos de apoio dados pelo resto do ambiente. Seu motivo de existência evapora, removendo sua utilidade principal, de compartilhar informações com o resto do mundo. Problemas aparecem com mais frequência por conta do despreparo para entender as interações que existiam antes.
Certamente existe um maior espaço para crescimento, pois existe toda uma área deixada em branco pelo resto. Tudo representa um novo começo, ainda mais se temos o tempo e a energia necessária para ver as raízes se firmarem. Não podemos esquecer de prestar atenção no terreno em que estamos plantando, nas condições climáticas, e, principalmente, no tipo de semente que estamos usando.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Em frente

Consideramos ser os mestres de nosso destino, sem levar em conta as influências que sofremos do nosso ambiente. Focados no materialismo, ignoramos o que não podemos ver, o que nos torna mais vulneráveis e maleáveis. Sem compreender a dimensão do organismo vivo da qual fazemos partes, somos induzidos por outras formas de vida que desconsideramos.
Com um conceito restrito sobre a natureza, nos aprisionamos à um mesmo paradigma, repetindo os mesmos passos eternamente. Sem analisar outros pontos de vista, acabamos seguindo sempre o mesmo caminho, sem observar para onde ele nos leva. Vivemos de sonhos e fantasias de outros, que mal estamos conhecendo e aceitando, e que nos guiam mais do que nossa consciência.
Existem diversas prisões que não são feitas de pedras ou tijolos, mas que podem ser mais restritivas do que as fisicas. Temos as ferramentas necessárias para nos livrarmos delas, para tomarmos as rédeas de nosso próprio destino. Com vontade, somos capazes de mudar completamente nossa realidade, e trazê-la para mais perto do que precisamos, e não do que queremos.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Para onde

Apesar de nossa história ser contada de forma linear, ela, na realidade, se desenvolve de uma forma orgânica, que é a base do crescimento neste planeta. Isto significa que, partindo de qualquer ponto, existem inúmeras possibilidades de evolução, para qualquer aspecto que analisarmos. E isto também nos leva à diversas estradas sem saída, que são experiências que não tiveram uma duração tão longa quanto o previsto.
Mas ao contrário de evitá-las, a natureza nos mostra que deveríamos procurá-las ao máximo, aproveitando-as intensamente. Elas acabam reforçando aquelas que vão mais longe, dando um suporte que não levamos em conta até então. É por causa de nossos tropeços que aprendemos a andar em terrenos mais difíceis, e melhoramos nosso equilíbrio.
Em nossa busca de uma vida melhor, seja pessoalmente ou para toda a sociedade, iremos cometer muitos enganos. Formas de crescimento orgânico se distribuem para todos os lados, e não seguem apenas um ponto de vista, como fomos ensinados à ter. Ela considera todas as perspectivas possíveis, nos ensinando a conviver com e celebrar as diferenças, dando oportunidades a todos.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Desprezado

Ao observarmos a natureza, podemos notar a forma orgânica com que ela cresce, criando inúmeras possibilidades a partir de um ponto único. A infinita diversificação parece ser o contrário do caminho que temos trilhado, tentando padronizar o comportamento humano. Deixamos inúmeras culturas para se tornar apenas uma, descartando certos aspectos que fazem parte de quem somos.
Nossa identidade é a soma das experiências que temos, e reduzí-las tende a criar problemas que não existiam antes. Ao olharmos para o passado, contemplamos o que poderíamos ser, caso seguíssemos diferentes estradas. Seguir a que nos encontramos apenas por comodidade pode nos levar à um destino que não nos agrada, e de onde o retorno se torne mais difícil.
Podemos sempre voltar por onde viemos, e tomarmos uma outra direção, mas é preciso ter a mentalidade e a vontade para isto. Já fizemos isto no passado em raras oportunidades, mas podemos transformar esta ação em um hábito em nossa rotina. Saber quando erramos e corrigir o erro é um sinal de maturidade, que pode nos colocar em harmonia com o mundo novamente, e sarrar nossas doenças.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Esquecido

Ao observarmos as consequências de certos atos cometidos por nós ao longo da história, vemos que nosso foco tem sido nossos passos. Mas o caminho compreende muito mais do que a trilha que seguimos, certos elementos que ainda não temos a tecnologia para perceber. Talvez nem a mentalidade, porém eles podem ser sentidos de uma maneira ou de outra, apesar de nos faltarem palavras para explicar.
Nossas conexões com o planeta que nos cerca vão além do que nossos sentidos e instrumentos conseguem captar. Somos parte de um organismo vivo que, até então, tem sido envenenado por nossas ações, e que está adoecendo. Não percebemos ainda o quão dependente dele nós somos, uma vez que se o hospedeiro morre, os parasitas tem o mesmo fim.
Em nossas pegadas encontramos galhos quebrados e animais mortos, enquanto andamos despreocupados com o que está ao nosso redor. Não entendemos ainda que nossa sobrevivência depende da deles, e que precisamos ser mais cuidadosos onde colocamos nossos pés. Acabamos esquecidos pela vida quando esquecemos dela, da simplicidade da diversidade, e da importância de sua força.
:-)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Negligenciado

Quando olhamos nossos rastros ao longo de nosso caminho, podemos notar a profundidade das pegadas, seu impacto no ambiente. Entendemos também sobre o peso que carregamos em nossas costas, com sacrifício ou acostumados, conscientemente ou não. Ao percebermos as consequências de nossos atos, podemos avaliar com mais clareza o tipo de viagem que teremos.
Nossa maior habilidade é a da adaptação, e por conta dela já extrapolamos diversos limites que imaginávamos estar nos segurando. Para passarmos por eles foi necessário coragem, pois mudar certos paradigmas não são fáceis, se demonstrando obstáculos intransponíveis. Quando os abordamos em conjunto, eles diminuem, pois são envolvidos por uma enxurrada de pensamentos e ideias que não conseguimos sozinhos.
Ao observarmos nosso passado de tempos em tempos, vemos claramente o que deixamos para trás, e o que estamos trazendo conosco. Temos sempre a opção de aumentar nossa bagagem, mesmo que ela nos atrase, ou até, nos pare. Mas também temos a escolha de deixá-la no caminho, seguindo apenas com o que não nos segura e é essencial.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Deixado para trás

Certos passos que damos em nosso caminho nos levam à rumos diferentes do que esperamos, e acabam nos transformando. Alguns nos deixam mais pertos dos deuses, com tamanho conhecimento que, para mentes mais simples, nos confundimos com eles. Outros, no entanto, nos nos remetem à bestialidade, onde somos confundidos com seres que agem apenas por instinto, sem nenhum pensamento.
Podemos reconhecer tais resultados quando observamos as consequências de nossos atos, ou se ponderarmos o suficiente, antes de cometê-los. A paciência é um fator determinante, assim como o conhecimento de ações passadas, e seus efeitos em nossa história. Mas para mudarmos efetivamente de estrada, é preciso um esforço conjunto entre as pessoas, um trabalho de união e cooperação.
Em um mundo onde o separatismo se tornou a norma e onde a competição é premiada, facilmente esquecemos quem somos. Enquanto a colaboração for subestimada, não sendo o foco da estrutura de nossa sociedade, não teremos mudado nosso destino. Continuaremos nas mãos da sorte, alheios ao que acontece, caminhando em rumo de nossa própria extinção.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O que perdemos

Em nossa jornada, é natural deixarmos certos conceitos e comportamentos no passado, ainda mais quando não sabemos nosso objetivo. Vamos experimentando o que podemos, na esperança de que encontremos uma rota segura, ou mesmo nosso destino, no acaso. Sem saber diferenciar o que queremos do que precisamos, acabamos sem uma definição de quem somos, ou para onde vamos.
Neste caminho, encontramos diversas ferramentas, mas não temos o conhecimento de como usá-las, nem onde. Sem sabermos ler o manual da vida, largamos estes utensílios pela estrada, sem notar o quanto nos podem ser úteis. Os poucos que mantemos conosco acabam servindo para múltiplas funções, algumas que acabam nos machucando, sem ajudar.
Temos, ainda, a habilidade de produzir nossos próprios instrumentos, com os materiais que temos à nossa disposição. Mantemos alguns durante todo o caminho, com o orgulho de que são a maior conquista que teremos, durante toda a vida de nossa espécie. Sem atualizá-los com as informações que aprendemos em nosso percurso, eles podem se tornar barreiras e pesos inúteis.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Preço da alma

Alguns classificam nossa mentalidade como juvenil, quando analisam nossas ações em relação à nosso ambiente. Outros dizem que ainda não alcançamos a civilidade, ou até mesmo a racionalidade, sendo governados inteiramente por nossos instintos. Seja qual for a nomenclatura utilizada, o fato de que estamos destruindo nossa própria casa permanece o mesmo.
Apesar das abordagens apresentadas por políticos e cientistas, nada irá acontecer enquanto não mudarmos nossa cabeça. Ao notarmos que somos todos integrantes de um organismo vivo, percebemos que nossos recursos dependem de seu bem-estar. Sem ele, não temos de onde tirar alimentos, água, ou até mesmo o ar que respiramos, e ficamos fadados à extinção.
Qualquer ferramenta que utilizamos é tecnologia, desde as mais rústicas e imperceptíveis, como nossas roupas, até os robôs mais avançados. Saber utilizá-la de maneira responsável é nosso dever, para preservar os meios que garantem nossa sobrevivência como espécie. Todo o resto, aprenderemos, é apenas birra de crianças mimadas, que estão prestes a levar a palmada de suas vidas.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Gasto da mente

Certas teorias que regem nosso meio de vida não levam em conta que estamos em um planeta finito, com recursos esgotáveis. Nossa economia, por exemplo, apenas funciona quando se encontra em crescimento, o que não pode durar eternamente. Ao observarmos o mesmo tipo de comportamento em outros aspectos do mundo, denominamos que são cânceres, e que precisam ser erradicados.
A função de nosso cérebro responsável por nos manter em uma zona de conforto, como uma forma de sobrevivência, não leva isto em conta. Ela luta para manter nosso corpo estável, longe de qualquer mudança desconhecida, a não ser que o perigo seja iminente. Mas quando é algo gradual, e nossa mentalidade está acostumada, nos degradamos lentamente, sem percebermos o fim.
Apesar de podermos ser muito mais do que isto, temos um pouco de cada animal do planeta em nós, desde o mais calmo até o mais feroz. Estamos demonstrando, a cada dia, nosso aspecto de gado indo para o abatedouro, sem mudar o caminho que seguimos. Mas, talvez, seja necessário vermos a morte de perto, para despertarmos outros instintos de sobrevivência em nós, e nos tornarmos leões.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Valor do sangue

A batalha entre o sistema imunológico e a doença pode, dependendo da gravidade da situação, ser sentida por todo o corpo. Sem um tratamento, o organismo talvez não resista, acabando com o meio de vida de ambos os lados desta guerra. Consideramos que as células e vírus não tem consciência, a apesar disto, nos comportamos de maneira exatamente igual.
Travamos um combate diário, que vai do mais etéreo e unitário - nossa mente - até o mais físico e multiplo - nossa sociedade. Apesar de toda influência externa, o poder de decisão se encontra internamente, em qualquer que sejam os níveis. Abdicar desta capacidade é a diferença entre a liberdade e a escravidão, independente de fazermos esta escolha conscientemente ou não.
Nossos atos mostram quem realmente somos, por mais que brandemos o contrário, e são eles que irão gerar resultados. As reações que vemos ao nosso redor são frutos diretos de nossas ações, mesmo as mais singelas, que não consideramos. Estas, talvez, tenham um impacto até maior, pois não estão em nosso conhecimento, criando um efeito colateral que irá voltar para nós.
:-)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Despesa natural

Ao desenvolvermos nossa tecnologia, é necessário que façamos o mesmo com nossa mentalidade, pois novas informações estão ao nosso alcance. O que antes não era percebido, agora se destaca em nossa frente, e ignorar um novo ponto de vista pode ser um problema. Podemos, em alguns casos, ficarmos estagnados no mesmo lugar, ou ainda pior, trilhar para nossa própria extinção.
Existe também a possibilidade de que, ao atualizarmos nossos conceitos, acabamos perdendo de vista o destino que almejávamos. É interessante, portanto, mantermos nossa atenção aguçada, para que tenhamos consciência de nossos atos, que são os motores de nossa vida. Nossas escolhas irão nos levar pelo caminho, seja ele escolhido por nós, conscientemente, ou por outros, quando não estamos atentos.
Existem diversos desvios que podemos tomar em nossas trilhas, onde algumas serão atalhos, enquanto outras não terão saída. Os sinais que vemos durante o percurso irão indicar, claramente, do que se tratam e para quem foram feitas. Ler estas placas é uma habilidade que a escola da vida ensina, onde todos somos alunos, e todos temos lições para estudar.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Custo da vida

Toda ação gera uma reação, e com nossos atos não é diferente, mesmo quando não notamos as implicações do que fazemos. Ao mudarmos nossa mentalidade, somos capazes de observar nossa realidade sob novos ângulos, alguns que nem imaginávamos existir. Podemos criar toda uma nova expectativa sobre nossa realidade, mudando completamente nosso estilo de vida.
Enquanto nos percebemos como os seres mais complexos de nossa realidade, tratamos o resto com desdém, ignorando sua importância. Mas ao notarmos que fazemos parte de um organismo vivo, entendemos que, ao prejudicá-lo, acabamos destruindo a nós mesmos. Vemos que nossos atos são os mesmos de uma doença, causada por vírus ou câncer, e que acaba com o ambiente que a alimenta.
Quando entendemos novos pontos de vista, conseguimos novas peças para o quebra-cabeças do universo, e junto com elas, novas curas. Para tal, é necessário termos acesso àquilo que a natureza tem a oferecer, pois as possibilidades vão além de nossa imaginação. Com nossa criatividade sendo exercitada de tal forma, não existem limites para o que podemos fazer, e onde podemos chegar.
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