sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Preço da alma

Alguns classificam nossa mentalidade como juvenil, quando analisam nossas ações em relação à nosso ambiente. Outros dizem que ainda não alcançamos a civilidade, ou até mesmo a racionalidade, sendo governados inteiramente por nossos instintos. Seja qual for a nomenclatura utilizada, o fato de que estamos destruindo nossa própria casa permanece o mesmo.
Apesar das abordagens apresentadas por políticos e cientistas, nada irá acontecer enquanto não mudarmos nossa cabeça. Ao notarmos que somos todos integrantes de um organismo vivo, percebemos que nossos recursos dependem de seu bem-estar. Sem ele, não temos de onde tirar alimentos, água, ou até mesmo o ar que respiramos, e ficamos fadados à extinção.
Qualquer ferramenta que utilizamos é tecnologia, desde as mais rústicas e imperceptíveis, como nossas roupas, até os robôs mais avançados. Saber utilizá-la de maneira responsável é nosso dever, para preservar os meios que garantem nossa sobrevivência como espécie. Todo o resto, aprenderemos, é apenas birra de crianças mimadas, que estão prestes a levar a palmada de suas vidas.
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