Nos preocupamos tanto com o progresso e a evolução, mas não paramos para entender o que realmente significam. Ficamos presos em detalhes, e somos carregados pela rotina sem notar o cenário maior, que mostra nosso destino final. O mais curioso é que apesar dos avisos dados no caminho, sempre nos surpreendemos com o desenlace dos eventos.
Apesar das críticas, médicos faziam propaganda para cigarros décadas atrás, e hoje milhares colhem o que foi plantado naquela época. Fertilizantes e herbicidas foram considerados os responsáveis pela revolução verde, mas agora estão caindo com as descobertas de seus malefícios. Nosso estilo de vida está cada vez mais sedentário, e apesar dos sinais em contrário, ainda não pensamos em mudá-lo.
Nos deixamos levar muito facilmente, pois somos impedidos de criar uma mentalidade crítica em um mundo que nos ensina apenas a copiar dados. Desde pequenos, somos incentivados à gravar informações e a regurgitá-las quando comandados, sem hesitação. Talvez seja o momento de pararmos para pensar, observarmos para onde estamos indo, e tomar as rédeas do destinos de vez.
:-)
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Evolução perdida?
Nos preocupamos tanto com o progresso e a evolução, mas não paramos para entender o que realmente significam. Ficamos presos em detalhes, e somos carregados pela rotina sem notar o cenário maior, que mostra nosso destino final. O mais curioso é que apesar dos avisos dados no caminho, sempre nos surpreendemos com o desenlace dos eventos.
Apesar das críticas, médicos faziam propaganda para cigarros décadas atrás, e hoje milhares colhem o que foi plantado naquela época. Fertilizantes e herbicidas foram considerados os responsáveis pela revolução verde, mas agora estão caindo com as descobertas de seus malefícios. Nosso estilo de vida está cada vez mais sedentário, e apesar dos sinais em contrário, ainda não pensamos em mudá-lo.
Nos deixamos levar muito facilmente, pois somos impedidos de criar uma mentalidade crítica em um mundo que nos ensina apenas a copiar dados. Desde pequenos, somos incentivados à gravar informações e a regurgitá-las quando comandados, sem hesitação. Talvez seja o momento de pararmos para pensar, observarmos para onde estamos indo, e tomar as rédeas do destinos de vez.
:-)
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Sanidade perdida
Não notamos com clareza, mas ainda utilizamos em nosso dia a dia a mesma lógica que nossos antepassados medievais tinham. Mesmo com todas as melhorias tecnologicas, ainda organizamos nossa sociedade como um feudo, e consideramos perfeitamente normal. Mudamos nossas vestimentas e brinquedos, mas ainda continuamos sendo os mesmos de séculos atrás.
Ainda consideramos que a força é a resposta final para as questões diplomáticas, e preferimos seu uso por considerar mais efetivo. A medicina ainda trata das consequências de nosso estilo de vida, sem oferecer uma real solução para as causas. O sistema econômico ainda é acumulativo, fazendo aqueles que tem menos pagarem pelo direito à vida para aqueles que tem mais.
Nos mantemos no mesmo ciclo à gerações, procurando sempre a saída, mas sem olhar para o fundamental, o básico. Somos levados à acreditar que ao repetir os mesmos passos, teremos um resultado diferente do que os previamente adquiridos. Nos manter nesta insanidade é a maior causa dos problemas que enfrentamos, mas que podem ser resolvidos com uma mudança de perspectiva.
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
Conhecimento perdido
Além da parcialidade da mídia, não notamos o real objetivo das propagandas, nos entretendo enquanto nos prende em grilhões. Esquecemos que o principal objetivo destes artifícios é o de maximizar os lucros das empresas, enquanto diminui os gastos. Das técnicas que podem ser usadas nos produtos, estes são deixados em segundo plano, enquanto a imagem da empresa é intensificada.
Nossa única opção são mercadorias com data de validade cada vez mais curta, pois são feitas para serem trocadas rapidamente. O uso de materiais tóxicos é encorajado, sendo mais baratos do que a alternativa, e com poucas pessoas associando seus males a eles. Ainda é mais em conta pagar multas do que remodelar o funcionamento de certas empresas, para que parem de destruir o ambiente.
Somos distraidos facilmente com imagens e sons previamente programados, e deixamos de lado o conhecimento que temos sobre certas corporações. Ignoramos certos dados por não termos o interesse de melhorar nossa própria vida, e sem notar, acabamos pagando por isto. Com uma mudança de mentalidade, conseguimos observar o mundo como ele realmente é, deixando as ilusões de lado.
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terça-feira, 26 de junho de 2012
Informações perdidas
Aqueles poucos que controlam a mídia tem o poder de filtrar as informações e mostrarem apenas o que melhor lhes convém. As apresentações previamente programadas que aparecem para as massas tem a função de domesticar e adestrar o povo. O conhecimento popular adquirido através destes meios de comunicação começa a ser questionado, e sua verdadeira função, descoberta.
A ligação de parlamentares com editores e produtores mostra que a concessão de certos privilégios não é para todos, como proclamam. As notícias são parciais, mostrando o ponto de vista que mais convém para os donos e seus anunciantes, descartando o que os prejudica. Até mesmo o entretenimento acaba sendo tão mastigado, que remove qualquer tentativa de um pensamento crítico por nossa parte.
Toda eleição aparecem comentários de que perdemos nossa memória, quando diariamente terceirizamos ela. Os mais simples atos do dia a dia são aqueles que nos definem, que regem nossa vida, e os que menos prestamos atenção. Com vontade, podemos usar a Internet para ajudar a recuperar o que está desaparecido ou esquecido, e saber mais sobre nosso passado.
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
Características perdidas
Com a evolução de qualquer espécie, novas características vão se formando, enquanto outras vão se degradando até sumirem. Por sermos aqueles que clamam ser os mais desenvolvidos, ainda deixamos nossos instintos tomarem conta de nossa vida. Estamos perdendo aquelas que nos aproximam, enquanto acentuamos aquelas que nos distanciam, que nos fazem competir.
Deixamos de ser gentis uns com os outros, e passamos a considerar que outros humanos são apenas presas para nossas necessidades. Acreditamos em qualquer tipo de propaganda, sem notar que o real alvo delas são nossos instintos, pois não aprendemos a controlá-los. Passamos a responsabilidade sobre nossas vidas para terceiros, inclusive a de pensar criticamente, e decidir por nós.
Enquanto focamos em satisfazer nosso ego, vamos sendo cercados cada vez mais, nos tornando os escravos perfeitos. Produzimos os bens a um custo pequeno para as corporações e elevado para nós, e consumimos na mesma proporção. Ao abrirmos os olhos, e a mente, conseguimos enxergar o que não querem nos mostrar, e deixamos de participar neste jogo onde apenas perdemos.
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
O que podemos colher
Podemos dividir as pessoas de nossa sociedade em diversas categorias, mas ultimamente vemos um novo padrão surgindo. Existem aqueles que estão entendendo o que podemos enfrentar no futuro, e aqueles que ainda estão alheios à mudanças que se desenvolvem. Aqueles presos aos meios de comunicação tradicionais, dependem de notícias selecionadas e mastigadas para tomar uma postura.
Estes ainda não notaram o efeito dominó que já se iniciou na Europa, e que possivelmente irá se alastrar para o resto do mundo. Também não perceberam as consequências do que isto representa, tanto para a economia, como para a estrutura social do ser humano. Poucos entendem as oportunidades que temos para mudar completamente as bases de nossa sociedade, e torná-la mais próximas às nossas necessidades.
Vivemos em uma época de transformação, onde temos o momento favorável para fazermos as modificações que quisermos. Podemos deixar a história seguir seu curso, sendo meros espectadores do show, que observam e sonham com os atores principais. Mas também podemos nos tornar os astros do espetáculo, e mostrar para as gerações futuras que tão importante quanto assistir, é participar.
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
O que não fazemos
Nossa sociedade se acostumou a tentar ser o que não é, enquanto ignora as consequências de seus atos, em prol do lucro. Deixamos de fazer o que é necessário para aumentar nosso padrão de vida como espécie, para saciar desejos individuais. Vemos outros seres humanos como presas a serem exploradas, e não como aqueles que podem nos ajudar a alcançar um objetivo em comum.
Incentivamos a competição desde a infância, perdendo tempo com disputas sem motivo quando a cooperação poderia dar melhores e mais rápidos resultados. Somos adestrados a cuidar mais da vida dos outros do que nossa própria, estimulando e exercitando instintos que apenas nos atrasam, como a inveja. Criamos leis para adestrar as pessoas, mas não damos condições para que as cumpram, na cruel esperança de vê-las sendo punidas.
Ainda precisamos evoluir muito para ganharmos o título de civilizados, pois até agora nada mais fizemos do que saciar nossos instintos. Reagimos ao ambiente e seus moradores, não sendo capazes ainda de colocar a lógica na estrutura social em que vivemos. Planejar para a melhoria de todos não é difícil, e estamos chegando nos pontos em comum que todos precisamos, faltando apenas transformá-los em realidade.
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
O que não vemos
A estrutura social que temos hoje foi criada quando a população do ser humano era muito menos da metade da existente atualmente. Como o planeta não acompanhou nosso crescimento, certos hábitos que adquirimos ao longo do tempo, agora se tornam nocivos. A intensificação de certas práticas, pelo aumento do número de pessoas, acaba fazendo com que gestos simples virem tormentas devastadoras.
Os níveis de consumo que mantemos estão se tornando insustentáveis, pois estamos esgotando recursos cada vez mais rapidamente. O tratamento dado ao descarte precisa ser repensado, antes que transformemos terras cultiváveis em desertos tóxicos. Nossa própria economia nos incentiva a parasitar outros humanos, fazendo crescer o número de vítimas daqueles que apenas visam o lucro.
Em um planeta finito, o paradigma do consumo ilimitado como base da sociedade coloca a todos em risco. Enquanto vermos nossas ações como inconsequentes, estaremos ajudando a aumentar o problema, pois elas são repetidas inúmeras vezes. Quanto mais aprendemos sobre as consequências de nossos atos, mais entendemos o que é preciso mudar em nossa rotina, e em nossa mentalidade.
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terça-feira, 19 de junho de 2012
O que tentamos ser
Sem saber o que não somos, criamos características que desejaríamos, mas que não precisamos, e acabamos pagando o preço pela confusão. Ainda nem aprendemos a lidar com o mínimo necessário para nossa sobrevivência, e tentamos acumular mais do que podemos. Criamos uma sociedade baseada nesta coleta, um jogo sem fim onde não existe um ganhador, apenas derrotados.
Não sabemos cuidar da nossa própria vida, mas queremos ditar as regras para as outras espécies que moram no planeta. Vivemos na ilusão de que controlamos nossos atos, mas deixamos os instintos tomarem conta de nossa rotina. Sem conseguir dominar nosso próprio dia a dia, tentamos comandar as próximas gerações, para que consertem aquilo que não tivemos a capacidade de fazer.
Empurramos nosso estilo de vida para outros, que são punidos por nos mostrarem as falhas de nossa própria lógica. Não aceitamos que existem outras respostas para as questões que levantamos, além daquelas que descobrimos. Mesmo com nossa insistência, as novidades vão aparecendo, pois a vida sempre encontra uma maneira de crescer e se multiplicar.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
O que não somos
Imaginamos o ser humano com poderes místicos, comparáveis ao de super-heróis e deuses, capazes dos mais incríveis feitos. Nos iludimos tanto com as metáforas, que esquecemos que elas servem apenas para dar um tempero para a realidade por trás. Perseguimos sombras, ignorando as verdadeiras formas que as projetam, e as características que criam nosso mundo.
Depositamos a responsabilidade de nossas vidas em candidatos, na esperança de que, na sorte, escolheremos aquele que irá contentar a gregos e troianos. Vemos o dinheiro como a ferramenta mágica, que tudo pode fazer, esquecendo que não podemos nos alimentar dele. Agimos como se empregos fossem a única forma de sobrevivência, ignorando que vendemos nosso tempo por quantias arbitrárias.
Vivemos nossos dias perseguindo fumaça, e nos admiramos quando descobrimos que estamos nos intoxicando a cada passo. Na caça do que não somos, esquecemos o que realmente existe em nós, e nos perdemos de nosso caminho, sem noção de onde estamos. Aos poucos estamos percebendo isto, deixando de correr atrás de ilusões, e descartando os superfluos que apenas nos atrasam.
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
Destruindo a proteção
Ao longo do caminho percorrido pela humanidade, delegamos cada vez mais responsabilidades sobre nossas vidas para estranhos. Fomos levados à acreditar que corporações e governos tem mais conhecimento sobre nossas vidas, do que nós mesmos. Em nome da proteção, direitos são retirados das pessoas, que cada vez mais são tratadas como escravos modernos.
Ainda temos um sistema educacional baseado em uma linha de montagem, onde informações previamente selecionadas são empurradas para a cabeça das crianças. A saúde pública tem a mínima atenção possível, focando em químicos que combatem os sintomas, não as causas que levaram à doença. A segurança pública não está aí para defender o público, mas justamente para defender corporações de uma população em revolta.
A propaganda da democracia é vendida por todos os lados do planeta, onde aqueles que tem dinheiro dão o voto final nas leis. Enquanto negarmos a responsabilidade sobre o planeta, sobre nossas próprias vidas, continuaremos como gado indo para o abatedouro. Felizmente existem aqueles que enxergam a fábrica e a mostram para o resto, na esperança de que um estouro da boiada aconteça.
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
Saindo da escuridão
Dos aspectos da nossa sociedade que ignoramos, existem aqueles que não aceitamos existir, e descreditamos qualquer menção a eles. Mesmo existindo evidências que apontem para o contrário, nos deixamos levar por outros motivos para descartar tais fatos. Ficamos presos em paradigmas do passado, forçados a reviver uma realidade que já não condiz com nossos conhecimentos.
Ainda achamos que força bruta se combate com mais força bruta, mantendo a violência constante em nossas vidas. Chamamos de democracia um sistema onde aqueles que tem dinheiro podem comprar leis, apenas por votarmos a cada dois anos. Aplaudimos uma economia que vive da destruição, e não do compartilhamento, por nos imaginarmos sendo os sorteados da vez.
As propagandas nos vendem sonhos que não se realizam, e quando o fazem se tornam pesadelos, pois não estamos preparados. Nos dão o que queremos pois não temos a menor ideia do que precisamos, nos mantendo servos de instintos que são cada vez mais atiçados. Ainda somos escravos de nosso corpo, mas aos poucos vamos nos libertando, descobrindo do que realmente somos capazes.
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quarta-feira, 13 de junho de 2012
Entendendo a realidade
Um dos primeiros passos para abrirmos nossa mente e entendermos as reais consequência de nossos atos, é observar nosso planeta. Por ser nossa casa, ele é um reflexo fiel das nossas ações, mostrando a realidade, independente de nossas intenções. Estas, por mais nobres que sejam, de nada valem se não são espelhadas no que fazemos, pois isto é o que fica para o mundo.
A cada produto que compramos, incentivamos a produção e a competição, fazendo com que fábricas procurem os métodos mais baratos de fabricação. A cada voto, mantemos um sistema hierarquico defasado, onde estimulamos a corrupção para a criação de leis. A cada transação com dinheiro, continuamos presos à obrigação de conseguir mais, seja de que maneira for, custando o que custar.
Enquanto não entendermos nossa realidade, nossos sonhos continuarão a ser esmagados, e mais difíceis de alcançar. Estamos todos na maior e melhor escola que podemos imaginar, mas não conseguimos identificar os professores. Mesmo que nossos antepassados tenham exterminados alguns, ainda temos chance de entender as lições, e descobrir alguns novos.
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terça-feira, 12 de junho de 2012
Reclamando mais alto
Diariamente vemos situações que consideramos erradas em nossa sociedade, mas nos restringimos à memorizar o fato, e reclamar para conhecidos. Como cidadãos, nosso dever é o de, no momento, tentar corrigir, ou ao menos registrar com evidências, o que está acontecendo. Ao espalharmos estas provas, outras pessoas tomam atitudes que nos incentivam e nos encorajam, fazendo com mudemos.
Protestos contra o abusivo aumento de salário de parlamentares ainda estão fracos, e portanto, dão espaço para o problema se repetir. O mesmo acontece com brechas da lei que são exploradas por aqueles que tem dinheiro, deixando a vasta maioria da população à ver navios. E para a má administração de recursos, como a polícia, que acaba servindo corporações mais do que o povo.
Ainda existem aqueles que não conseguem distinguir assuntos que afetam suas vidas, de ilusões que elas atraem para si mesmas. Ao abrirmos nossa mente para sairmos da rotina que nos foi vendida, conseguimos notar o que realmente faz a diferença. E conseguimos realizar as mudanças que são necessárias, para nos libertar dos grilhões que seguram nossa evolução.
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
Encarando a responsabilidade
Quando filosofamos, tentamos encontrar o motivo de estarmos no planeta, do propósito de nossas experiências por aqui. Raramente nos indagamos se passamos por nossa vivência justamente para criar um objetivo, para colocar em prática o que aprendemos. A diferença é de que, no primeiro caso, deixamos nossas ações à cargo da “natureza humana”, enquanto no segundo, tomamos as rédeas de nossa vida.
Apesar de considerarmos a corrupção um mal em nosso carater, mantemos uma estrutura social que depende dela para sobreviver. Continuamos com trabalhos repetitivos e monótonos, mesmo existindo tecnologia para nos libertar deste fardo, aumentando nosso potencial criativo. Ainda consideramos nossa economia mais valiosa do que os recursos do planeta, apesar de um ser contrário ao outro.
Nossas tentativas de melhoria tem nos ajudado à progredir, mas ainda não sabemos o que é evoluir de fato, de mudar nossa base. Cada passo que damos, ficamos mais perto de descobrir o que isto significa, pois acumulamos conhecimento. Quando encararmos o nosso papel neste planeta, quando entendermos que temos escolha e somos responsáveis por elas, compreenderemos melhor nosso universo.
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
Lições de gerações
Por vezes, podemos ficar estagnados em uma situação por estarmos confortáveis com ela, mesmo ela nos prejudicando. Talvez crescemos com ela, e consideramos que sempre foi assim, e talvez não exista maneira nenhuma de mudar. Ou talvez tenhamos medo de sair de nossa zona de conforto, ao procurarmos por alternativas, e termos receio de encarar o desconhecido.
Nossos antepassados enfrentaram esses temores quando aboliram a escravatura, mudando a sociedade daquele tempo. Repetiram o ato quando incluiram mulheres e outras minorias no sistema eleitoral, dando mais privilégios para elas. A própria Revolução Industrial, que incluiu as máquinas em nossa rotina, provocou mudanças que até hoje são notadas.
Se existe algo que podemos aprender com o passado, é de que o ser humano procura evoluir constantemente, e sob diversos aspectos. Seja material, espiritual, tecnologica ou economicamente, descobrimos que ficar parado é a opção que mais nos prejudica. Talvez seja hora de seguirmos em frente com certas questões que deixamos para trás, apesar de toda fumaça criada ao seu redor.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
Lições de perspectiva
Entendemos que nossa vida é um eterno estudo quando compreendemos o quão dinâmica ela é, assim como as informações que gera. Os dados descobertos ontem podem ser confrontados por uma nova perspectiva, e talvez percam sua validade hoje. Ou talvez eles foram apenas o primeiro passo, e são atualizados com novidades a cada centímetro que avançamos neste caminho.
Deixamos de imaginar o planeta como uma superfície plana, e agora entendemos que ele é uma imensa bola no espaço. Também deixamos de vê-lo como o centro do universo, e compreendemos que ele faz parte de um sistema solar, entre outros milhares. Mas ainda agimos como se vivessêmos em escassez, apesar de nossa tecnologia apontar nossos erros diariamente.
Ao longo do tempo, a espécie humana evolui consideravelmente, mas ainda temos muito chão pela frente, se quisermos. Ficar estagnados em um paradigma, além de não resolver nossos problemas, ainda faz com que eles se acumulem cada vez mais. Em nosso desenvolvimento, iremos descobrir muitas informações novas, e a diferença entre continuarmos caminhando ou não, dependerá do que faremos com elas.
:-)
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Lições do planeta
Muitas são as lições que podemos tirar do que acontece em nossa vida, seja das mudanças dentro de nós, ou de fora. Podemos passar décadas, séculos ou milênios observando as modificações que acontecem em nosso planeta para entender seus padrões. Em alguns casos, é preciso mais tempo do que uma espécie é capaz de suportar, para entender o que se passa no universo.
Os ciclos de nosso planeta ainda não estão inteiramente documentados, mas já sabemos de eras glaciais e outras mais quentes. Nosso próprio Sol, da mesma maneira, tem seu próprio padrão, estabelecendo temperaturas que influênciam nosso planeta diretamente. Até mesmo nossa Galáxia tem seu próprio caminho, que aparentemente entra em contato mais direto com outras.
Ainda existe muito que precisamos aprender sobre nosso ambiente, uma vez que nosso entendimento sobre ele ainda é básico, predatório. Em nossa evolução, iremos criar uma simbiose com ele, antes de atingir qualquer tipo de independência. Quando chegarmos a este nível, talvez teremos o conhecimento necessário para criar o nosso próprio, com as características que mais necessitamos.
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Lições da sociedade
Observamos nossa sociedade através de lentes de esperança, procurando por indicações que confirmem nossos sonhos, e sua possibilidade de materializá-los. Não olhamos nossa cultura pelo que ela é, e diariamente sofremos por isto, sendo pegos de surpresa por situações previsíveis. Correndo riscos desnecessários, desgastando energia para corrigir o que já é falho na teoria, sem considerar uma mudança na base.
Damos enormes quantias de poder para governantes, e nos impressionamos quando aumentam o próprio salário e congelam dos demais. Da mesma maneira, nunca esperamos que usem imunidades ou influências para dobrarem as leis, apesar de tais fatos serem esfregados em nossos narizes. Como escravos, trabalhamos e consumimos, mas nos indignamos quando o chicote é usado em nossas costas.
Montamos um sistema baseado em premisas passadas, e nos recusamos à trazê-lo para a modernidade por achar que ainda funciona. Novas informações de nada valem se não são colocadas em prática em nosso cotidiano, modificando nossas vidas. Somos capazes de mais feitos do que nossos sonhos nos mostram, e podemos realizá-los ao abrirmos nossos olhos.
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
Lições de carreira
Estamos acostumados a ver a vida como um enorme tabuleiro, onde jogamos constantemente, e não como uma escola, de onde podemos tirar lições valiosas. Esta mudança de ponto de vista faz uma grande diferença em como encaramos os desafios de nosso dia a dia, em nossa postura. Nossas prioridades mudam, nos dando a capacidade de criar uma nova realidade, mais condizente com o que queremos.
Descobrimos a satisfação da compreensão, e deixamos o acúmulo de conhecimento substituir o de materiais. Deixamos de ver outros seres como criaturas a serem subjugadas e escravizadas, e entendemos que são professores exóticos. Passamos a viver em simbiose com o ambiente, sem destruí-lo na tentativa de conquistá-lo, maximizando seu potencial e o nosso.
Quando deixamos de ver o planeta como um tabuleiro, e a vida como um jogo, ficamos mais abertos para o aprendizado. Descobrimos que não existe ninguém mantendo um placar, esperando que a partida acabe, a não ser nós mesmos. Entendemos que as possibilidades se multiplicam quando não estamos restritos à um campo, à um estilo, ou à um único ponto de vista.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Aperfeiçoando a prática
Entender como funciona nosso mundo, e nosso próprio comportamento nele, nos dá uma perspectiva nova de vida. Aprendemos que mesmo um ato comum e inocente, como comprar chocolate, cria consequências que vão além do que vemos. Desvendamos mistérios que nem tínhamos conhecimento de sua existência, mesmo considerando seus efeitos em nossa rotina.
Descobrimos que a maior parte do preço pago por produtos não é referente ao material físico, mas à impostos e propriedade intelectual. Compreendemos que para se manterem competitivas no mercado mundial, as empresas devem se tornar baratas, custe o que custar. Vemos que elas apenas podem lucrar onde existem problemas, e que oferecer uma solução definitiva é contra-produtivo.
Nosso sistema econômico não é feito para apresentar verdadeiras respostas, mas para perpetuar, ou intensificar as situações difíceis. Em um mundo com abundância de recursos e livre acesso para todos, as corporações perderiam seu motivo de existirem. Por isto elas lutam contra este tipo de pensamento, pois querem sobreviver, mesmo que signifique o aprisionamento de cada ser humano.
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