Dos aspectos da nossa sociedade que ignoramos, existem aqueles que não aceitamos existir, e descreditamos qualquer menção a eles. Mesmo existindo evidências que apontem para o contrário, nos deixamos levar por outros motivos para descartar tais fatos. Ficamos presos em paradigmas do passado, forçados a reviver uma realidade que já não condiz com nossos conhecimentos.
Ainda achamos que força bruta se combate com mais força bruta, mantendo a violência constante em nossas vidas. Chamamos de democracia um sistema onde aqueles que tem dinheiro podem comprar leis, apenas por votarmos a cada dois anos. Aplaudimos uma economia que vive da destruição, e não do compartilhamento, por nos imaginarmos sendo os sorteados da vez.
As propagandas nos vendem sonhos que não se realizam, e quando o fazem se tornam pesadelos, pois não estamos preparados. Nos dão o que queremos pois não temos a menor ideia do que precisamos, nos mantendo servos de instintos que são cada vez mais atiçados. Ainda somos escravos de nosso corpo, mas aos poucos vamos nos libertando, descobrindo do que realmente somos capazes.
:-)
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Saindo da escuridão
Dos aspectos da nossa sociedade que ignoramos, existem aqueles que não aceitamos existir, e descreditamos qualquer menção a eles. Mesmo existindo evidências que apontem para o contrário, nos deixamos levar por outros motivos para descartar tais fatos. Ficamos presos em paradigmas do passado, forçados a reviver uma realidade que já não condiz com nossos conhecimentos.
Ainda achamos que força bruta se combate com mais força bruta, mantendo a violência constante em nossas vidas. Chamamos de democracia um sistema onde aqueles que tem dinheiro podem comprar leis, apenas por votarmos a cada dois anos. Aplaudimos uma economia que vive da destruição, e não do compartilhamento, por nos imaginarmos sendo os sorteados da vez.
As propagandas nos vendem sonhos que não se realizam, e quando o fazem se tornam pesadelos, pois não estamos preparados. Nos dão o que queremos pois não temos a menor ideia do que precisamos, nos mantendo servos de instintos que são cada vez mais atiçados. Ainda somos escravos de nosso corpo, mas aos poucos vamos nos libertando, descobrindo do que realmente somos capazes.
:-)
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