Os heróis de fantasias, que nos são apresentados pela mídia, tem sua origem em um padrão que ela quer manter em nossas vidas. Este modelo é o antigo “dividir para consquistar”, de séculos atrás, mas que se mantém presente em nossas vidas até hoje. Quanto mais nos separamos de nosso mundo, e de nossa espécie, mais vulneráveis nos tornamos, mesmo tendo a ilusão da força.
Nos tornamos suspeitos de nossos vizinhos e familiares, criando equivocos desnecessários, que acabam desgastando as relações. Deixamos de entender como nossa casa funciona, e por isto acabamos destruindo ela, acabando com peças vitais por estética. Não mais vemos as pessoas como parte de nossa espécie, mas como seres diferentes, que tem uma etiqueta de preço pendurada no pescoço.
Damos mais atenção para objetos do que para nossos irmãos que passam necessidade, e nos perguntamos da causa dos problemas do mundo. Esquecemos de estender a mão para aqueles que precisam, sem considerar que um dia poderemos ser nós na outra ponta, na espera. Estamos, aos poucos, deixando esta omissão de lado, libertando os heróis dentro de nós, para que não se escondam mais do público.
:-)
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
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