quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Como refletimos?

Pensar é um exercício como qualquer outro, onde, no começo, sofremos com a inexperiência, mas que vamos melhorando com o tempo, até passarmos mais tempo acertando do que errando, nos tornando mestres da ação. Para alcançarmos a qualificação, é necessário nos livrarmos daquilo que nos atrapalha, que nos tira do curso que queremos seguir, das distrações que nos impedem de continuar até onde estamos tentando chegar. No caso da reflexão, é preciso termos o controle sobre o sentimentos e o conhecimento das novidades da área em que estamos adentrando, para criarmos o futuro que visualizamos, ao contrário de sermos coadjuvantes nele.
Ter o domínio sobre as emoções é uma tarefa difícil, pois sua sutileza nos faz imaginar que temos o governo, mesmo quando somos escravos delas, realizando serviços que apenas as beneficiam, por mais lógico que nos pareçam. Enquanto somos dominados pelo medo, nada executamos, procurando desculpas racionais para aquilo que sentimos, buscando evidências nos detalhes mais insignificantes para nos mantermos em uma zona de conforto. Por outro lado, o otimismo nos impulsiona e é incentivado, mas desde que baseado na realidade, para não corrermos o risco de tentar mergulhar em um lago congelado, e quebrarmos a cabeça no processo.
É preciso conhecer o ambiente em que estamos nos aventurando, para conscientemente saber qual o tipo de vestimenta e ferramentas mais adequadas para ele e a empreitada que nos dispomos a cumprir na jornada. Permitir que a mente fique livre em momentos que precisamos ser criativos é ótimo, mas ao termos um alvo em mente, é imperativo tomarmos o controle para sermos capazes de fazer o que deve ser feito, controlando o pânico ou a empolgação. Que tipo de realidade pretendemos criar, se fixarmos a atenção apenas no que desejamos, sem base na realidade, ou ainda pior: se procurarmos somente aquilo que nos assusta mais?
:-)

Texto inspirado em:

Pública - http://apublica.org/2014/12/violencia-legalizada/
E-Farsas - http://www.e-farsas.com/os-boatos-mais-populares-de-2014-parte-3-marco.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/praticas-para-vida-diaria.html
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/fazendo-amor-com-dinheiro-publico/

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Onde ponderamos?

A tecnologia sempre está à frente da cultura, uma vez que nem todos procuram atualizar seus conceitos, se apegando em superstições e costumes para manter a rotina de uma forma conveniente em sua zona de conforto. Ignoramos que o aprendizado se dá durante toda a vida, e que nunca se é velho ou novo demais para aprender, ainda mais nos dias atuais, onde a ciência faz inúmeras descobertas a cada dia que passa. Mesmo que não coloquemos em prática as novas informações que adquirimos imediatamente, é oportuno termos conhecimento delas para o caso da situação se apresentar no futuro, e sermos capazes de fazer o que é necessário.
Com a Internet, temos bibliotecas ao alcance de nossos dedos, na palma de nossas mãos, mas ainda damos preferência ao entretenimento fútil, à vida de outros que nada adicionam para o crescimento da humanidade. Deixamos de treinar o cérebro, nos entregando a sentimentos básicos, campeões de vendas por sermos incapazes de nos controlarmos, de nos tornarmos mais do que meros animais, presos aos mesmos hábitos por deficiência. Mas ao tomarmos conhecimento do que temos habilidade de fazer, lembramos que podemos pensar, ponderar sobre quais são os objetivos de nossas vidas, e persegui-los da melhor maneira que conseguimos.
Ao termos a atenção voltada para dentro de nós, descobrimos as peças que faltam em nossas vidas, completando um ser que se parece muito mais com um deus criador do que com um vírus destruidor e contagiante. Ao usarmos a massa cinzenta que temos na cabeça, compreendemos o motivo de estarmos aqui, assim como o trabalho que temos para realizar em nosso caminho, que nos leva cada dia mais perto das estrelas. Qual estrada escolheremos para chegar próximo a elas: criando foguetes e naves espaciais que nos transportem aos confins do Universo, ou nos explodirmos em pedaços para alcançarmos alguns metros de altura?
:-)

Texto inspirado em:

Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/paciencia.html
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/fisica-sem-misterio/movimento-e-repouso
Ponte - http://ponte.org/direitos-humanos-para-bandido/
Pública - http://apublica.org/2014/12/relatorio-funai-determina-que-terra-e-dos-munduruku/

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

O que é pensar?

Temos orgulho de nossa capacidade de raciocínio, mas na realidade, passamos a maior parte do tempo de maneira passiva, tendo pensamentos, o que é completamente diferente da ação de pensar, que nos deixa ativos. Imaginamos que qualquer coisa que passe pela mente seja uma reflexão, mas na grande parte do tempo, são apenas mensagens enviadas pelo corpo através das emoções ou do Ego, onde nos vemos como personagens de uma história. Podemos notar que nestes casos, somos levados para onde os desejos ou medos querem nos guiar, com o desenrolar da história nos tornando otimistas ou receosos sobre certas situações, amplificando sentimentos sem nenhum conhecimento novo.
Pensar, no entanto, é quando colocamos algum esforço em nossas cabeças, trazendo memórias guardadas, fazendo cálculos ou combinando ideias para a criação de algo novo, sem a interferência de ansiedades ou fobias. Fazemos isto muito pouco, criando hábitos simples que irão se tornar automáticos, deixando a mente livre para vagar por onde queira, ou para ser levada por quem quer que tenha seu controle. Mantemos-nos anestesiados por escolha própria, sentados em frente a monitores que captam a atenção, fazendo com que o cérebro se torne um músculo sem uso, atrofiado para quando precisarmos dele.
Permitir que os pensamentos vaguem é ótimo para o exercício da imaginação, mas é preciso cuidado para não acabarmos vivendo apenas na ilusão, enquanto somos manejados como gado para o abatedouro, se esta não for nossa vontade. É necessário tirarmos o tempo para ponderarmos sobre o que queremos, como chegar lá, e onde podemos conseguir as informações necessárias para alcançarmos o objetivo que estamos traçando. Com o equilíbrio certo entre a criatividade e a lógica, quem irá dizer que tipo de mundo conseguiremos construir, alcançando metas constantemente, enquanto nos mantemos criando coisas que hoje pensamos ser inimagináveis?
:-)

Texto inspirado em:

GGN - http://jornalggn.com.br/noticia/sites-questionam-e-reduzem-participacao-de-leitores
Dr. Drauzio - http://drauziovarella.com.br/infografico/prevencao-do-diabetes-comeca-em-casa/
Ponte - http://ponte.org/povos-indigenas-ainda-uma-vez-o-esbulho/
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/roberto-shinyashiki/

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Por que procurar a serenidade?

Procuramos por satisfação exteriormente por não compreendermos o que é um ser humano, criando uma entropia dentro de nós, uma vez que somos incapazes de organizar o próprio indivíduo para que seja harmônico. Tal desequilíbrio é gerado por darmos funções trocadas para as características que compõem nossa essência, nos deixando ser comandados por ferramentas enquanto passamos a existência basicamente dormindo. E ao fazer isto, mesmo que inconscientes, abrimos mão de moldar o futuro, ficando à mercê daqueles que o fazem, e que acabam nos usando como escravos para saciar seus desejos, por mais absurdos que sejam.
Abraçamos a ignorância como uma maneira de encontrar a felicidade, pois nos mantêm em uma zona de conforto que nos passa a ilusão de segurança, mas que na realidade apenas nos impede de estar mais despertos. A futilidade nos preserva do exercício mental, anestesiando a alma para que se condicione a ficar em segundo plano, deixando que emoções criem falácias, mascarando incompetência e malícia como uma espécie de lógica. Ambas nos passam a fantasia de que estamos protegidos, nos impedindo de analisar mais claramente a situação em que nos encontramos, e o que podemos fazer para modificá-la de acordo com a Vontade.
Ao colocarmos ordem na casa, dentro de nós, dando as tarefas para quem elas realmente pertencem, criando prioridades de acordo com o que precisamos para sobreviver e prosperar, encontramos a tão procurada serenidade que atende as demandas. Passamos, então, a ocupar nossa existência nos preocupando em nos melhorarmos, em mais de um aspecto, uma vez que compreendemos que somos multiplos, e não apenas um determinado padrão, imposto por uma cultura milenar. Ao nos tornarmos criadores do próprio destino, com paz e harmonia em nosso interior, que objetivo escolheremos, e para onde sonharemos seguir nesta incrível caminhada?
:-)

Texto inspirado em:

Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2014/12/meditacao_guia.html
Pública - http://apublica.org/2014/12/tec-exploracao/
Ponte - http://ponte.org/whatsapp-e-face-obrigam-novo-debate-sobre-o-sensacionalismo-no-jornalismo/
Canal do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/12/19/rastreabilidade-a-biografia-do-alimento/
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/proverbio-chines-4/

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Como alcançar o entendimento?

Todas as experiências que temos na vida servem de lição, sendo que algumas são mais duras e não entendemos, enquanto outras são bem agradáveis, e as absorvemos mesmo sem compreender o que significam. Nossa mente e corpo as separam, tentando classificá-las naquelas que queremos repetir, e as que procuramos evitar, ignorando que a única maneira de termos este controle é passando pelas provas que encontramos em nossa existência. Enquanto não passarmos por estes obstáculos, iremos repetir a instrução, independente se considerarmos prazeroso ou torturante a situação, pois ambas podem nos segurar no mesmo patamar, retardando a evolução.
Os ensinamentos dolorosos são evitados pelas pessoas, mas são os que mais dão incentivo para nos mexermos, enquanto os divertidos nos mantém parados sem notarmos, e pior, achando que não conseguiremos nada melhor. Com os últimos perdemos o foco do propósito, abandonando o caminho para ficar em algum estabelecimento na beira da estrada, até termos os recursos consumidos, e sermos chutados para a sarjeta. Os vícios, tanto pessoais como os da sociedade como um todo, são hábitos com as quais nos acostumamos, e que vão esgotando nossas forças com o tempo, criando uma ilusão de melhora, enquanto fazem exatamente o contrário.
Para nos entendermos com os outros é necessário primeiro termos a assimilação dos diversos aspectos que compõem o ser humano, encontrando a concordância dentro de nós, colocando cada ferramenta para o serviço certo. Não adianta encararmos questões técnicas apenas com a emoção, assim como não podemos abordar relacionamentos apenas com a frieza da lógica, e ainda é necessário aprender a diferenciar umas das outras. Mas quando tivermos alcançado a sabedoria e a serenidade de tratarmos dos assuntos como eles merecem, que novos patamares seremos capazes de alcançar, e que tipo de sociedade conseguiremos criar?
:-)

Texto inspirado em:

Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/marxwell-maltz/
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2014/12/um-passo-a-frente-outro-atras
Ceticismo.net - http://ceticismo.net/2014/12/18/com-uso-do-pensamento-homem-mexe-duas-prteses-ao-mesmo-tempo/
Consciência.blog - http://consciencia.blog.br/2014/12/5-mitos-sobre-aborto.html

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Onde encontramos a união?

Vivemos em um mundo cheio de tentações e provocações, onde, a cada segundo, temos a atenção desviada do objetivo, fazendo com que a concentração seja treinada incessantemente, se quisermos nos manter no controle. Passamos a maior parte do tempo tendo pensamentos oriundos de emoções e devaneios, onde exploramos possibilidades baseadas em sentimentos egocêntricos, que distorcem a lógica para nos satisfazer. Consideramos que estamos pensando, mas não notamos a abismal diferença entre um e outro, nos entregando para o caos e o desequilíbrio com esperanças de que sejam a paz que procuramos.
Ao exercitar o domínio sobre a mente, começamos a entender o quanto dormimos acordados, agindo de maneira inconsciente como resposta aos estímulos que recebemos do ambiente, sem questionar o que fazemos. São raros os momentos em que estamos completamente despertos, cientes das ações que tomamos, dos sentimentos que experimentamos, do propósito à que nos dispomos realizar. Nestas condições, onde somos os comandantes de todo nosso ser, encontramos a união entre nossas características, e nos tornamos unos com o Universo, compreendendo o que é a paz que tanto procuramos.
Tentamos passar para o mundo uma definição de harmonia que ainda não conseguimos realizar dentro de nós mesmos, e por isto falhamos em implementá-la onde quer que tentamos apaziguar ânimos mais exaltados. Ainda recorremos à força bruta para educar crianças, assim como corrigir aqueles que consideramos como problemas na sociedade, imaginando que tenham um resultado, mas que apenas fazem os problemas crescerem. Enquanto não encontrarmos as respostas dentro de nós, como esperamos que a sociedade se comporte de outra maneira, se justamente somos parte essencial dela?
:-)

Texto inspirado em:

Ponte - http://ponte.org/portugal-drogas-greenwald/
E-Farsas - http://www.e-farsas.com/fora-dilma-milhoes-de-manifestantes-nas-ruas-e-midia-esconde.html
Pública - http://apublica.org/2014/12/a-guerra-do-araguaia-contada-pelos-aikewara/
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/bruce-lee/

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Quando vemos a harmonia?

Assim como a felicidade, podemos encontrar harmonia sem precisarmos de mais nada, sendo suficiente uma mudança de perspectiva sobre como vemos o Universo, e como nos relacionamos com ele. Por ser um estado de espírito, podemos modificá-lo com um simples pensamento, alterando a mentalidade para conciliar o que precisamos com o que queremos fazer, distorcido pela convivência social. Observamos a vida alheia e, guiados por sentimentos, tentamos nos espelhar nela, esquecendo de viver a nossa própria, causando o desequilibrio que irá nos derrubar mais adiante, se não modificarmos o comportamento.
Permitimos que emoções compliquem a existência, nos levando para longe da simplicidade que é a serenidade, quando não consentimos que questões externas ou internas causem instabilidade, nos mantendo calmos. Sem entender as relações entre alma, corpo e mente, sofremos uma guerra dentro de nós, consentindo que ferramentas se tornem guias e, como resultado, observando os problemas pelo mesmo ângulo com a qual foi criado. Nos tornamos escravos de um ponto de vista, incapazes de notar o quão pequeno é tal obstáculo, ou de que existem maneiras de contorná-lo sem nem precisar encostar nele.
Padecemos em todos os aspectos quando não cuidamos de quem está no controle, ou ainda não notamos que a ansiedade descontrola até mesmo a respiração, criando reações fisicas que comprometem o funcionamento de todo o corpo. Os pensamentos que aparecem em nossa mente influenciam o humor, fazendo com que os relacionamentos se tornem amigáveis ou agressivos, criando amigos e inimigos, independente de nossa vontade. Nossa consciência pode ser exercitada para assumirmos cada vez mais o controle, comandando o intelecto para responder à nossa Vontade, mas queremos realmente tal responsabilidade?
:-)

Texto inspirado em:

Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/compreender-verdade.html
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/campanha-salarial-2015-o-que-os-trabalhadores-podem-esperar-2/
Pública - http://apublica.org/2014/11/um-aviso-a-funai/
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com.br/2014/12/no-exercicio-da-democracia-venceu-o.html

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O que é paz?

A confusão que fazemos com as palavras reflete o que temos por objetivos, onde esquecemos o que é um estado de espírito e passamos a perseguí-lo como um propósito de vida, externalizando o que deveria estar dentro de nós. Assim como a felicidade, onde alguns procuram por toda sua existência objetos e pessoas que sejam capazes de trazer-lhes contentamento, enquanto ignoram que ela nada mais é do que a satisfação com o que já se tem, o mesmo acontece com a paz. Mas com ela, no entanto, a complexidade vai além, já que transformamos uma disposição em um alvo de toda uma espécie, que tenta encontrá-la em esquinas, constantemente desprezando o lugar onde ela está.
Sem entender do que se trata, criamos uma estrutura social que incentiva tentações como forma de saciar os instintos, quando, na realidade, estas provocações fazem exatamente o contrário: colocam as emoções em primeiro plano. Isto significa que somos controlados por sentimentos, ao passo que deveríamos dominá-los para serem usados como as ferramentas que são, demonstrando que seres humanos estão acima do resto dos animais, incapazes de comandar impulsos por conta própria. Por não termos consciência disto, agimos de maneira irresponsável, procurando justificativas para ações que perpetuamos por puro adestramento do passado, e que causam nosso próprio desequilíbrio e destruição.
Somos perpetuadores e vítimas do destino, onde apenas agora estamos compreendendo que temos liberdade em escolher quais são as ações que vamos tomar, mas não as consequências que são inerentes delas. Em nossa procura pela paz, talvez seja a hora de começarmos a olhar para dentro de nós mesmos por respostas, uma vez que o planeta já está revirado pela busca que empreendemos até agora, com mínimos resultados. Afinal, como esperamos algum dia ver harmonia, união e entendimento ao redor do globo, entre as pessoas, se somos incapazes de encontrá-la em nós mesmos, para nossa própria vida?
:-)


Texto inspirado em:

Observar e absorver - http://observareabsorver.blogspot.com/2014/12/a-verdadeira-sequencia-do-mito-da.html
Canal do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/12/17/as-macas-mais-caras-do-mundo/
Ponte - http://ponte.org/quem-protestou-contra-a-homofobia-na-atletica-da-fmusp-foi-perseguido/
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/aristoteles/

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Por que alcançarmos o nirvana?

O caminho da felicidade é capaz de nos levar até o Nirvana, que, segundo algumas filosofias, é quando eliminamos os desejos de nossas vidas, nos tornando unificados com o Universo, percebendo que somos parte dele, assim como ele é nosso. Podemos dizer que é um estado avançado de felicidade, onde encontramos a Paz através da Plenitude, ao fazermos da satisfação uma constante em nossas vidas. Raras são as pessoas que conseguem alcançar tal condição, pois lutamos continuamente contra uma cultura de consumo, que estimula os desejos em cada anúncio, para nos incentivar à comprar o que não precisamos.
As promessas feitas em propagandas nos levam a perceber problemas de uma maneira amplificada, com o intuito de que iremos procurar as soluções propostas por eles, uma vez que, clamam, são os maiores especialistas na área. Alimentam inseguranças, utilizando termos complicados, para nos sentirmos indecisos, abertos à sugestões feitas por eles, facilmente induzidos à suas recomendações, por pior que sejam para nossa própria saúde, seja física, espiritual, sentimental ou mental. Em nenhum momento aconselham a procurarmos por respostas dentro de nós, uma vez que isto não dá lucro, e que ainda não conseguiram criar uma loja em nosso inconsciente, nos obrigando a pagar por algo que já possuímos.
Alcançar o Nirvana, mais do que se sentir em união com o Universo, é uma maneira de nos percebermos verdadeiramente livres, libertos das amarras que nos prendem à uma realidade cada vez mais insana e insustentável. É uma possibilidade de realizarmos o que realmente precisamos fazer com o maior esforço que podemos colocar, de bom grado e com a simplicidade que falta cada dia mais em nossa sociedade. Ao abrirmos mão dos desejos que nublam nossas mentes, que tipo de horizontes seremos capazes de contemplar, livres das nuvens que antes tampavam nossa visão?
:-)

Texto inspirado em:

Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/como-ver-com-clareza.html
Auditoria Cidadã da Dívida Pública - http://www.auditoriacidada.org.br/curso-a-distancia-da-auditoria-cidada-segunda-turma/
Ponte - http://ponte.org/nem-esquecimento-nem-perdao/
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com.br/2014/12/o-desfecho-do-caso-do-rei-da-papelaria.html

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Como lidar com o prazer?

Nos tempos modernos, um dos maiores desafios que encontramos talvez seja o de lidar com o excesso de estímulos, ao contrário dos antepassados, que tiveram que encontrar maneiras de enfrentar a falta dele. Sem estarmos acostumados ainda com tal enxurrada, nos perdemos em seu meio, confundindo a felicidade com prazeres, esquecendo que uma é independente daquilo que possuímos, enquanto o outro é atrelado à exterioridades. Passamos a associar as diversões com satisfação, nos forçando a procurar por estímulos constantes, por menor o nível que representem, para nos manter com um mínimo de entusiasmo para prosseguirmos com a vida.
Nos viciamos em tais superficialidades, esquecendo que temos a perspectiva necessária dentro de nós, capaz de nos impulsionar para além do que qualquer futilidade jamais conseguirá, por mais atrativa que ela pareça ser. Alimentamos nossas próprias dependências, procurando cada vez mais por incentivos externos, em locais onde encontramos apenas mais do mesmo, desnecessários para manter a existência em seu explendor, apenas anestesiada. Nos entregamos à emoções primordiais, sentimentos que acabam nos controlando e guiando nossos rumos, enquanto deveríamos fazer o contrário, dominando-os para serem usados como as ferramentas que são.
Sem sabedoria nos afundamos em um mar de insignificância, cheios de informação incapazes de serem transformadas em conhecimento, pois não geram experiências de vida, são apenas frivolidades sobre terceiros. Estimulam paixões, deixando o intelecto e a alma presos à uma lógica irracional, baseada em instintos cujo único objetivo é se manter em sua zona de conforto, acumulando o que podem na esperança de manterem seus prazeres. Apesar de vermos tal comportamento sendo replicado abundantemente, somos capazes de controlar os nossos, nos diferenciando pelo desenvolvimento pessoal?
:-)

Texto inspirado em:

Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/320/dieta-enganosa
Ceticismo.net - http://ceticismo.net/2014/12/08/em-sampa-nota-vermelha-nota-excelente/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/sem-autoanalise-o-homem-vive-como-um.html
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/yes-nos-temos-macarrao/

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Onde temos contentamento?

Somos adestrados a ver as dificuldades com mais objeção do que elas tem na realidade, pois são feitas para nos tirar de nossa zona de conforto, ampliando os limites com as quais estamos acostumados, se formos capazes de superá-las. Ao contrário de enxergarmos tais obstáculos como professores e desfrutar de seus ensinamentos nos mínimos detalhes para absorvermos o máximo possível, somos ensinados a apenas aceitarmos e tentarmos passar por eles. Sem uma explicação válida do por que eles existem em nossas vidas, não é de se espantar que procuramos evitá-los ao máximo, rejeitando suas lições.
Temos a oportunidade de crescer ao aprendermos com eles, mas para tanto é preciso uma mudança de perspectiva, onde aceitamos que eles são parte da existência e que sua função é nos tirar do patamar onde nos encontramos. Podemos, inclusive, utilizá-los como motivadores, transformando sua própria energia em algo que podemos usar para superá-los, ao contrário de deixarmos que ela nos desanime e nos empurre cada vez mais para baixo com frustrações. Com o tempo, notaremos que as dificuldades nada mais são do que nossa falta de prática, pois ao serem dominadas se tornam habilidades úteis, que podemos empregar no dia a dia.
Perante os maiores empecilhos é onde definimos a felicidade, ao encararmos os problemas com a cabeça tranquila e erguida, observando-os como oportunidades de crescimento, de vencer à eles, nossos medos e a nós mesmos. Sem nos entregarmos ao desespero conseguimos ir mais longe e trilhamos um caminho mais calmo, que facilita a peregrinação que estamos fazendo, mesmo que o destino mude com o passar do tempo. Com a mente calma e serena, preparada para afrontar as maiores adversidades, que tipo de paisagens podemos começar a apreciar em nosso itinerário, sem precisar focar nas pedras do caminho?
:-)

Texto inspirado em:

Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/12/12/os-mitos-do-macarrao-instantaneo/
Ponte - http://ponte.org/nao-se-trata-de-tacar-fogo-mas-de-deixar-queimar/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/habitos-destrutivos.html
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com/2014/12/os-espetaculares-gastos-de-final-de.html

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Quando somos afortunados?

Ao trazermos a felicidade para as pequenas ações do dia a dia, somos contemplados com uma melhoria de qualidade, nos tornando interessados nos menores atos dos quais antes nem nos preocupavamos com alguma importância. Passamos a trilhar um caminho afortunado, onde cada tijolo que pavimenta a estrada se torna um bloco de ouro, pois damos à nossas atividades a consideração que merecem, por mais insignificantes que pareciam. Realizamos as tarefas com mais afinco, com a vontade de ver a situação melhorar, uma vez que entendemos que somos agraciados por termos oportunidades de crescermos, mesmo que em aspectos previamente inimagináveis.
A norma, ao contrário, é de apenas darmos algum valor para o objetivo que temos, fazendo que o trabalho para chegar até ele seja uma tortura, uma prova odiosa de superação, e que deve ser esquecida uma vez que alcançamos o alvo. Desta maneira, realizamos uma obra com má-vontade, procurando fazer o trabalho de qualquer jeito, com o mínimo de esforço, para sermos capazes de chegar ao destino o mais rapidamente possível. Esquecemos que passamos a maior parte do tempo neste percurso, e que a meta é apenas o resumo de todo o esforço, um último passo depois de centenas de quilômetros caminhados.
Compreendendo como podemos modificar a rodovia pela qual transitamos, somos capazes de dar outra dimensão à ela, modificando o chão batido, cheio de pedras pontudas e disformes, por um asfalto lisinho, e até mesmo coberto de algum material mais agradável à nossos pés. Somos responsáveis pela forma como percebemos o Universo ao nosso redor, e podemos dar à ele a característica que bem entendermos, seja uma árdua e complicada, ou uma mais suave e tranquila. Como esperamos que o mundo se modifique se somos nós que escolhemos nos relacionar com ele de maneira destrutiva e segregadora, vendo inimigos onde deveríamos enxergar irmãos, e desprezando outros que necessitamos acolher?
:-)

Texto inspirado em:

Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/compaixao-e-amor.html
Auditoria Cidadã da Dívida Pública - http://www.auditoriacidada.org.br/entrevista-de-maria-lucia-fattorelli-para-a-revista-de-politicas-publicas-da-universidade-federal-do-maranhao/
Anonymous Brasil - http://www.anonymousbrasil.com/politica/empreiteiras-da-lava-jato-doaram-r-988-mi-campanhas-de-dilma-e-aecio/
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/videos/vale-pena-ir-ate-os-eua-para-fazer-compras-sem-palavroes/

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O que é felicidade?

Ao longo dos anos, modificamos tanto os conceitos que criamos para as palavras que acabamos transformando um estado de espírito em objetivo de vida, como se fosse possível comprá-lo na esquina, tomar emprestado ou roubar de alguém. Tal é o caso da felicidade, que nos acostumamos a atrelar à conquistas exteriores, nos condicionando à insatisfação eterna, onde apenas encontramos prazer ao alcançarmos o alvo desejado, desprezando o restante da viagem. É por isto que o contentamento com as conquistas não duram: focamos apenas na aquisição em si, ignorando todo o esforço gasto e as lições aprendidas para alcançá-lo, deixando-as mais árduas e fatigantes do que realmente são.
Mas a alegria é uma disposição que podemos ter em qualquer segundo, pois ela depende única e exclusivamente de nosso ponto de vista, capaz de converter a pior das tragédias em uma oportunidade de aprendizado. De acordo com a perspectiva que temos, somos capazes de ver situações como uma completa catástrofe onde a única saída é se entregar para o desespero, ou compreendemos que estamos passando por mais uma lição, e não apenas suportamos, mas usamos o fato para crescer. De tal modo, a felicidade nada mais é do que estar satisfeito com o que se tem, nem que seja apenas com o dom da vida, que muitos se esquecem de agradecer mas que sem ela nada seriam, literalmente.
É necessário termos propósitos em nossa existência, guias para trilharmos o caminho que queremos, mas amarrar o contentamento à condições restritas altera todo o trajeto para um mais difícil e complicado. Temos muito trabalho a fazer, e fazê-lo com má-vontade, pensando apenas no final não irá ajudar, bem pelo contrário: nos tornaremos descuidados, aumentando riscos desnecessários, além de ser necessária uma inevitável manutenção extra. E com tantos gastos que já enfrentamos, que ainda quer perder tempo e energia em serviços que precisam ser refeitos constantemente, ao custo de nossas próprias vidas?
:-)

Texto inspirado em:

Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/12/10/artesanal-industrializado-novidade-no-dicionario/
Blog do Sakamoto - http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/12/08/juiz-que-deu-voz-de-prisao-ao-nao-entrar-em-voo-ja-usou-escravos-duas-vezes/
Pac Mãe - http://pacmae.com.br/2014/12/04/as-aventuras-de-lilith-entrevista-com-marcelo-del-debbio/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/discernimento_28.html

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Quem guarda na memória?

Consideramos que tudo que existia nos primeiros ano de nosso nascimento estava por aí desde o ínicio da espécie, pois é difícil de imaginarmos um mundo onde as regras eram diferentes, e que talvez funcionassem melhor. A memória nos faz ver o Universo sob uma perspectiva fixa, onde as emoções são responsáveis por moldar tal visão, e a propaganda é o patrocinador oficial de como elas se comportarão. E nos mesmos fazemos anúncios sobre o que gostamos, mas estamos sendo ensinados a ficarmos quietos sobre o que desejaríamos ver modificado, ou até mesmo banido de nosso meio.
Desta maneira ficamos com elas em nossas lembranças, e vamos reprimindo os sentimentos negativos em relação à elas, tornando-as de mais fácil aceitação por parte da população, mesmo que seja contra seus interesses. Enquanto formos incapazes de controlar os sentimentos que temos, estaremos incapacitados à fazer o mesmo com o que vai em nossa própria memória, ou como ela vai, o que acaba sendo tão importante quanto. Nos tornamos armas da publicidade, repetindo bordões e vestindo a camisa de empresas que, nem sempre, estão preocupadas com o bem-estar de seus consumidores, mas apenas no conteúdo de suas carteiras.
Candidatos utilizam tais técnicas à anos, fazendo com o que o público esqueças das barbáries cometidas em outros mandatos, lembrando apenas de projetos básicos, que nada mais eram do que o mínimo esperado deles. Até mesmo nós fazemos isto, quando encontramos evidência sobre algo que vai contra o que pensamos, guardamos na memória com argumentos contraditórios, em uma tentativa cômica de nos dar a razão. Quando aprenderemos que a verdade está longe de nossas cabeças, uma vez que vemos apenas peças de um quebra-cabeças, enquanto nem fazemos idéia de que tipo de figura estamos montando?
:-)

Texto inspirado em:

Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/discernimento.html
Publica - http://apublica.org/2014/11/o-que-acontece-quando-um-menino-e-estuprado-pela-minustah-no-haiti/
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/voce-sabe-quanto-ja-gastou-com-publicidade-alheia/
Diário da erva - http://www.diariodaerva.com/2014/11/crimes-como-homicidio-e-assalto.html

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Por que relembramos?

A memória é composta de informações que apenas se tornam conhecimento quando as usamos em experiências, pois estas nos mostrarão o quanto estamos hábeis na manipulação de tais dados, mostrando onde erramos ou acertamos. O treinamento permite transformar o leigo em mestre, facilitando o aperfeiçoamento através do refinamento, onde a aplicação ilustra de maneira prática o que precisa ser alterado para alcançarmos o objetivo desejado. De tal maneira, ao passarmos a vida observando o Universo sob um ângulo específico, criamos o hábito de encaixar o que provamos em um padrão definido, rejeitando ou minimizando o resto, que talvez mostrem uma outra perspectiva.
Guardamos informes para referências futuras, mas o fazemos de maneira parcial, colocando em risco seu resgate, ainda mais se entrar em conflito com o que esperamos retirar, já que nos é permitido mudar de idéia. Ao alterarmos nossa perspectiva, incorporamos novos sentimentos às lembranças, sendo capazes de observá-las sob um outro ponto de vista que, se tivermos a mente aberta, pode adicionar detalhes preciosos que nem recordávamos. Assim, a cada vez que puxamos o dado na memória, o deixamos mais na superfície para rápidas consultas futuras, e sempre que mudamos o entendimento sobre ele, o deixamos mais rico e nítido.
Relembrar é, além de colocar em prática uma teoria, uma chance de olhar com outros olhos para um assunto antigo, que talvez tenhamos colocado no fundo do baú da mente, mas que pode ser muito útil na atualidade. Ao abordarmos seu conteúdo com um método diferente, temos a oportunidade de modificarmos nossa própria personalidade, remodelando-a da maneira que quisermos, suprindo as falhas que nunca gostamos. Sendo capazes de nos re-criarmos à imagem que bem entendermos, como se sentir vencidos diante de barreira colocadas pelo mundo, limitadas por sua natureza, sem a imaginação que temos?
:-)

Texto inspirado em:

Pensar Não Dói - http://www.arthur.bio.br/2014/12/06/cidadania/faca-livre-uma-loucura-libertaria-com-efeitos-desastrosos
Desentorpecendo a razão - http://coletivodar.org/2014/12/perto-de-completar-um-ano-de-bracos-abertos-atenua-sem-resolver-dependencia/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/o-pecado.html
Pública - http://apublica.org/2014/11/a-guerra-da-brahma-ops-brahva-na-guatemala/

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Onde recordamos?

Apesar da memória ser uma das ferramentas que usamos mais frequentemente, deixamos de exercitá-la, tornando o prazo de seu resgate cada vez mais curto, nos tornando incapazes de relembrar o que aconteceu em épocas mais distantes. Nos restringimos a poucos anos, focando em semanas, ou até dias, esquecendo que existe toda uma História registrada de séculos e milênios, onde podemos pesquisar para evitar a repetição de cenários. Ao deixarmos as emoções tomarem conta da mente, assim como o Ego, transformamos a Alma em passageiro, e ficamos fadados a reprisar eventos passados em todos os seus detalhes, se formos descuidados o bastante.
Mesmo sem termos nascido, conhecer o que decorreu com a espécie desde seu início é fundamental para sermos capazes de conhecer os passos em falso e as formas de evitá-los no futuro, melhorando a caminhada que fazemos. Além disto, para ter uma idéia melhor de para onde estamos indo, é interessante saber de onde viemos, pois saberemos do que devemos nos desviar, e do que podemos nos aproximar, facilitando nossa vida. Mas para tanto, é necessário diminuir os filtros que temos em nossas cabeças, tanto para gravar informações quanto para resgatá-las, deixando de julgar certos assuntos antes mesmos das evidências ou fatos serem apresentados.
Somos empurrados a adestrar a memória apenas em anos eleitorais, onde a História é distorcida para colaborar com partidos políticos, que fazem questão de editá-la para mostrar sua perspectiva, excluindo as demais. Mas assim como religiões, também eles são peças do quebra-cabeças do Universo, onde apenas a união de todas é capaz de montar o quadro completo, e nos dar a visão geral que tanto procuramos para entendê-lo. Conseguiremos controlar os filtros que estão ao redor da mente para sermos capazes de compreender onde vivemos, ou seremos eternamente controlados por eles, servindo de escravos para nossos próprios instintos?
:-)

Texto inspirado em:

Ponte - http://ponte.org/futebol-de-varzea-para-valorizar-a-cultura-de-acoes-sociais-paz-e-integracao/
Pública - http://apublica.org/2014/11/haiti-forcas-de-paz-da-onu-deixam-maes-e-bebes-para-tras/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/percebimento.html
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/320/sem-lembrancas-ruins

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Como memorizamos?

As lembranças que temos passam por filtros que existem na mente, onde nossas perspectivas distorcem a realidade para sermos capazes de lembrar com mais facilidade, dando características pessoais à memória. Normalmente associamos os fatos à emoções, criando uma parcialidade instantânea sobre o ocorrido, mesmo que inconscientemente, capaz de tirar de contexto a mais neutra das recordações. Em instantes, decidimos se tal evento foi bom ou mal, dependendo de nossa perspectiva em relação ao mundo, ou de nosso estado de espírito no momento, capaz de influenciar a maneira como absorvemos a realidade.
Os sentidos, receptores da vida, são limitados no que podem captar do Universo, e ainda passam por uma seleção onde tem suas informações analisadas e editadas, antes de serem gravadas, com diversos detalhes retirados. Tudo isto acontece de maneira automática e necessita de muito exercício e esforço para termos controle sobre uma pequena parte deste processo, pois de outra maneira, ele ocorre baseado em aspectos que abrimos mão de comandar. Ao deixarmos a consciência dormir durante a maior parte de nossas vidas, permitimos que outros enfoques sejam priorizados em nossa perspectiva, alguns que são persuadidos de maneira tão sutil que nem passamos a considerar.
As associações que fazemos ao memorizar algum ato podem ser escolhas nossas, e são capazes de fazer toda a diferença na percepção que temos do mundo ao nosso redor, mas que frequentemente consentimos à outros o governo. Abraçamos opiniões de propagandas por apelarem para sentimentos básicos, que satisfazem temporariamente, mas que no longo prazo nos deixam dependentes e corrompidos, sempre à procura do mesmo. Mas ao abrirmos os olhos para o que podemos realizar com nossa própria mente, mudando-a conscientemente, que outras barreiras ficaram em nosso caminho, ao nos tornarmos tão maleáveis flexíveis quanto a água?
:-)

Texto inspirado em:

Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com.br/2014/11/negocio-da-china.html
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/mega-sena-acumulada-2/
Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/12/05/como-fazer-iogurte-caseiro/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/sugestoes-praticas-para-vida-diaria_18.html

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

O que lembramos?

Apesar de ser conhecimento público, raramente lembramos que a História é contada pelos vencedores, e que sua versão é editada durante anos para justificar massacres, assim como incentivar a prática em caso de desobediência civil. Os feitos militares do passado são glorificados como exemplos a serem seguidos, para esquecermos que nada mais são do que ilustrações a serem evitadas a todo custo, e considerados atos de abominável barbárie. Ao contrário de perpetuarmos cenários onde os povos agiram juntos para se unirem, abraçamos a narração da guerra, embutindo em nossas mentes segregações desnecessárias e destrutivas, excluindo o outro lado do relato.
Transformamos em notas de rodapé a biografia de outras civilizações, que basearam menos da sua cultura na força bruta, e que talvez tivessem um estilo de vida mais sustentável do que matar e pilhar as restantes. Fundamentamos comportamentos baseados na irracionalidade das emoções em argumentos que as crônicas do ser humano já demonstraram para onde levam, uma vez que são os mesmos de outrora, apenas com novos alvos. Guardamos na memória nossas interpretações da realidade, onde deixamos de observar que, curiosamente, estamos sempre certos, enquanto os demais estão sempre errados.
As lembranças que temos já são gravadas com uma perspectiva própria, que pode estar longe dos fatos ocorridos, e o que recebemos de gerações passadas, assim como o que deixaremos para as futuras, recebem este toque de distorção inconsciente. Se seremos descritos como carrascos capazes de dizimar e oprimir culturas inteiras, ou como seres racionais e desenvolvidos, dependerá de que ponto de vista irá ocupar a mentalidade da maioria dos indivíduos. Será que escolheremos a união dos povos, compreendendo que partilhamos todos da mesma espécie e do mesmo planeta, ou tentaremos nos dividir ainda mais, escravizando alguns para o benefício de outros?
:-)

Texto inspirado em:

Pública - http://apublica.org/2014/11/um-turbilhao-de-trucos/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/verdade-eterna.html
Ponte - http://ponte.org/na-hora-de-debater-violencia-cadeira-da-pm-ficou-vazia/
Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/12/02/pesquisa-sobre-alimentos-rastreados/

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Como atingir a vitória?

Com o passar do tempo, modificamos o significado de sucesso para representar apenas o último passo, descartando todo o processo que passamos para chegar até ele, todo o treinamento e preparação que orientam a vida. Entendemos a vitória como algo simplificado, tirando sua essência e fazendo com que ela se torne ilusória, onde abandonamos a ética e a moral com o intuito de conseguir aquele último momento. Desta maneira vemos o reflexo na sociedade, onde escolas estão mais preocupadas em aplicar provas do que ensinar, fazendo com que a mediocridade vire padrão, que se espalha para o ambiente de trabalho, mas que veio de casa.
O esforço, característica fundamental dos que tinham sucesso, se perdeu com a modernidade, onde uma pessoa considerada afortunada nem precisa mais ter algum tipo de empenho útil, apenas um mero interesse. Se sujeitar ao ridículo, expondo a vida de maneira distorcida, como em uma novela com roteiro e tudo mais, empacotada para ser vendida àqueles que preferem cuidar da existência dos outros do que da própria também confere tal condição. E aplaudimos de pé aqueles que procuram humilhar terceiros, como se esta fosse a resposta de uma sociedade sadia, ao contrário de uma mimada que é incapaz de crescer e respeitar como espera que a respeite.
Reclamamos de políticos que, com seu êxito nas urnas, deveriam ser cidadãos mais bem preparados para guiar o restante de nós para a salvação, desprezando que eles saem da mesma cultura que propagamos a cada dia. Falamos muito bonito e somos rápidos para julgar os outros, mas ignoramos as palavras de Gandhi e deixamos de ser o exemplo que queremos ver para o mundo, para nos tornarmos apenas mais um no meio da multidão. Quando iremos entender que é necessário arregaçarmos as mangas e modificarmos as nossas vidas antes de querermos ver o mundo mudado, uma vez que ele é consequência de nossos atos?
:-)

Texto inspirado em :
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2014/10/o-dilema-da-decoreba/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/o-poder-dos-pensamentos.html
Dr. Draúzio Varella - http://drauziovarella.com.br/dependencia-quimica/nicotina-a-porta-de-entrada/
Viomundo - http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/o-dialogo-de-mujica-com-o-mendigo-el-cesar.html

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Quando alcançamos o feito?

Seguidamente confundimos a felicidade com o sucesso, onde o primeiro é um estado de espírito que pode ser obtido independente de qualquer situação em que nos encontramos, enquanto o segundo é um objetivo específico e claro, onde existem variáveis que precisamos lidar. Ao misturarmos os dois, acabamos colocando barreiras para alcançar o contentamento, que nada mais é do que um ponto de vista com a qual observamos nossa rotina. Para o lado do triunfo a confusão também é grande, pois tira as peculiaridades do que queremos, tornando-a tão geral que ficamos confusos, sem saber o que podemos fazer para alcançar algo que já temos dentro de nós.
Ao definirmos a essência do que queremos, visualizamos todas as suas características, nos mínimos detalhes, pois eles servem de guias para conquistarmos a vitória, nos mostrando os caminhos que devemos percorrer para chegar até ela. Com a alegria as circunstâncias são outras, já que podemos nos sentir afortunados mesmo nas piores das condições, uma vez que ao mantermos o espírito elevado, temos mais forças para atravessar qualquer crise que estejamos passando. Um é separado do outro, pois é possível sentir um bem-estar sem ter alcançado o sucesso, assim como tê-lo alcançado e descobrir que naquele ponto ainda estamos longe da euforia.
Dizem que o êxito é toda a caminhada, já que é preciso passar por ela toda para completar o objetivo, que acaba se tornando minúsculo comparado com o trabalho que temos para chegar até ele, e que é escondido quando divulgado. E por focarmos apenas na linha de chegada, ignoramos que existiu toda uma maratona por trás, com dias de sol e chuva, aquecimentos e preparações, que nos impulsionaram a treinar incessantemente. Mas quando temos consciência de toda organização que é necessária para obtermos o que queremos, seremos capazes de fazer o esforço necessário ou descobriremos que a felicidade está em outro lugar?
:-)

Texto inspirado em :

Pensar Não Doi - http://www.arthur.bio.br/2014/11/29/transito/pelo-fim-dos-taxis
Viomundo - http://www.viomundo.com.br/denuncias/quem-paga-imposto-brasil-familias-com-ate-dois-salarios-minimos-arcam-com-489-total.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/amor.html
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2014/11/25/qual-pais-esta-mais-preparado-para-as-mudancas-climaticas

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Onde temos êxito?

Sem perceber, obtemos sucesso diariamente nas pequenas tarefas que realizamos e que ajudam a sustentar nossa rotina e a de outros, criando as condições para que os projetos maiores a que nos comprometemos saiam do papel. Normalmente ficamos com os olhos apenas no objetivo final, o que tende a nos frustrar se é algo de longo prazo, como uma mudança de estilo de vida que terá impacto por toda nossa existência. Mas a cada dia, por menores que sejam as alterações que conquistamos, são elas que compoem o propósito que estamos tentando montar, e, apesar de menores, se tornam medidas do quanto conseguimos avançar.
Ao focarmos apenas no trajeto que falta, acabamos nos desanimando, pois parece que nunca chegamos perto do que queremos, fazendo com que a tarefa se torne mais onerosa do que ela é na realidade. No contrário, ao observarmos o quanto já realizamos, nos animamos com o progresso obtido, nos inspirando para continuar no mesmo caminho, com mais ânimo até do que antes, aproveitando a experiência como um todo, além do resultado. Ao desprezarmos as pequenas vitórias que alcançamos, transformamos o trabalho em um castigo, onde somos punidos constantemente, e raramente recebemos algum tipo de recompensa, quando podemos ter uma perspectiva oposta.
A maneira como enxergamos nossa vida renova o que pensamos, fazendo com que procuremos os padrões criados por nossa mentalidade, de maneira inconsciente ou informados do que estamos fazendo e qual a finalidade. Esta percepção nos faz adorar as responsabilidades que acolhemos, ou converte nossos dias em um martírio sem fim, onde passamos o tempo esperando por uma folga, enquanto o gastamos em algo que odiamos. Que tipo de cabeça preferimos ter para melhorar nossas experiências nesta realidade, uma vez que esta é a forma mais básica de controle que podemos ter sobre nossa existência?
:-)

Texto inspirado em :

GGN - http://jornalggn.com.br/noticia/o-agronegocio-tambem-alimenta-a-esquerda-por-rui-daher
Dr. Draúzio Varela - http://drauziovarella.com.br/destaque1/a-cultura-do-estupro/
Nossa Matilha - http://www.nossamatilha.com.br/blogs/caes-humanos/como-a-presenca-de-um-cao-em-sala-de-aula-pode-ajudar-na-educacao-de-criancas-92150n.aspx
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/karma.html

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Quem triunfa?

Descartamos diversos sucessos na sociedade por estarmos focados em aspectos restritos, deixando de lado inúmeros modelos de vida, que podem, inclusive, morar em nossa própria casa, e que nos fazem prosperar sem darmos o merecido valor. Sentimos sua falta apenas quando desaparecem, pois notamos que nossa rotina é abruptamente alterada, nos fazendo sentir perdidos e, em muitos casos, ao contrário de usarmos o episódio para aprender a agradecer por sua presença, descarregamos nossa frustração. Sem atentar para os detalhes que suportam nossos hábitos, esquecemos que eles são compostos por pessoas que ficam nos bastidores, servindo de apoio para o que precisarmos, assim como realizamos o mesmo para outros.
Quando tudo vai bem somos capazes de levar a atenção para outras áreas, ultrapassar limites, explorando novos terrenos, pois temos a base necessária para alcançar tais liberdades, assim como aperfeiçoar o que já estamos realizando. Por sermos parte de uma sociedade, é esperado que, assim como temos ajuda em detalhes, sejamos parte da máquina, cooperando com ela de maneira produtiva, para assegurar seu bom funcionamento. Mas com o passar do tempo, tentamos simplificar o que isto significa, provendo um mínimo que consideramos necessário, mas que estamos descobrindo ser insuficiente para a construção de um cidadão, quanto mais uma nação.
Temos a necessidade de resgatar outros aspectos de nossa existência, que nos permitam entender como o sistema funciona, quem faz parte dele, e o que é preciso fazer para que ele continue funcionando, se este ainda for nosso sonho. Reconhecer o trabalho dos outros é ainda mais importante do que fazê-lo com o nosso próprio, pois sem a base que criam, passamos por percalços cada vez mais complicados, que nos restringem cada vez mais. Deixaremos de ver nossas vidas como ilhas, isoladas e indefesas, ou precisaremos de um empurrão mais forte, para notarmos que estamos todos conectados, e dependemos uns dos outros?
:-)

Texto inspirado em:

Diário da Saúde - http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=apenas-12-pais-comprometidos-educacao-filhos&id=10177&nl=nlds
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/11/crenca-nos-direitos-humanos-so-para-humanos-direitos-priva-os-humanos-direitos-da-garantia-de-seus-direitos-humanos.html
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/o-rei-da-papelaria-caminho-conselho-de-etica/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/caminhos-para-transformacao.html

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O que é sucesso?

Na confusão que fazemos com as palavras, alterando seu significado, acabamos atualizando também a definição de sucesso, modernizando-a para refletir mais os lados social e econômico da existência. Constantemente relacionamos os objetivos que alcançamos com tais aspectos, esquecendo, e até desprezando, por vezes, outros pontos de vista que podem ser tão, ou mais, prioritários para nós. A padronização da cultura tem mostrado seu reflexo até mesmo no vocabulário, onde simplificamos as concepções para que ilustrem perspectivas cada vez mais reduzidas.
Vemos este cenário de maneira mais clara na ostentação, exagerada de maneira tão irracional, que já nos perguntamos se existe um limite para tamanha aberração, capaz de iludir os mais desavisados, arrastando-os para armadilhas que nem desconfiam. Os bastidores, assim como o trabalho realizado para conquistar e, principalmente, manter determinada estampa por um tempo duradouro, é esquecido quase que por completo pelos enfeitiçados. Por este motivo vemos fanfarrões que desaparecem mais rápido do que surgiram, sem a base necessária para manter qualquer aparência que seja, ainda mais a que desejam tentar sustentar.
Tomamos de modelo algumas figuras que prezam meramente por sua imagem, e que estão longe de ter algum tipo de conteúdo de onde possa se extrair alguma informação válida, quanto mais opinião a ser seguida. Aplaudimos também aqueles que enchem os bolsos e tentam ditar como devemos levar nossas vidas, esquecendo de pesquisar de onde saem seus salários e bonificações, e por quais motivos as estão recebendo. Ao pesquisarmos a natureza daqueles que seguimos, seremos sábios o suficiente de fazermos o mesmo conosco, e alterarmos nossa mentalidade e comportamento de acordo com o que descobrirmos?
:-)


Texto inspirado em:

Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/11/26/lar-doce-lar-dentro-da-empresa/
Desentorpecendo a Razão - http://coletivodar.org/2014/10/chile-e-o-primeiro-latino-americano-a-plantar-maconha-com-fins-medicinais/
Observar e Absorver - http://observareabsorver.blogspot.com.br/2014/11/sentimentos-falsos-texto-do-fanzine.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/sugestoes-praticas-para-vida-diaria_25.html

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Quando tornamos um rito?

Enxergamos a rotina como algo monótono, tedioso e repulsivo, quando, na verdade, é uma das melhores ferramentas para treinarmos e nos aperfeiçoarmos em quaisquer que sejam as condições que queremos. Somos capazes de compor o dia-a-dia da maneira que melhor entendemos, gastando o tempo com o que mais nos interessa, priorizando o que consideramos que valha a pena, pois uma vez gastos, os segundos jamais voltam. Eles são pessoais e intransferíveis, sendo que a única maneira de passarmos eles adiante, é se formos fisicamente realizar o trabalho que querem que façamos, seja conscientemente ou influenciados.
Desta forma, esquecemos que somos senhores de nossos destinos, e passamos a nos importar com o que é colocado em nossa frente, mesmo sendo ilusões e fantasias, criadas para nos tirar do nosso caminho, e colocar-nos na estrada de matadouros. Acabamos adquirindo hábitos nocivos, desnecessários, cujo único propósito é transformar nossa existência em bens materiais, que são ótimas ferramentas, mas estão longe de serem substitutos dignos de sonhos e objetivos. Incapazes de saciar nosso Ego, fazem ainda pior, colocando-o como chefe, quando deveria ser apenas um dos conselheiros de nossa Alma, sob pena de nos tornarmos tão irracionais quanto qualquer outro animal do planeta.
Ao entendermos a importância de um comportamento constante e estável, abrimos o caminho para chegarmos até ele, utilizando a razão para dar o suporte necessário, e o Ego para controlar a Vontade e nos direcionar. A cada dia, a cada repetição do ato, compreendemos um pouco mais sobre o que estamos fazendo, e suas consequências para o mundo e nossas vidas, nos fazendo passar por testes de paciência, persistência e tolerância. Quando estivermos habituados a tal ação, que a repetimos tão naturalmente quanto a respiração, que outros horizontes iremos buscar, em nosso aperfeiçoamento pessoal?
:-)

Texto inspirado em:

Dr. Draúzio - http://drauziovarella.com.br/noticias/saude-em-numeros/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/animo-de-viver.html
Ponte - http://ponte.org/pm-bala-de-borracha-documento-secreto/
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/senado-aprova-alteracao-nas-taxas-de-juros-das-dividas-de-estados-e-municipios-com-a-uniao/

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Como mantemos a prática?

Independente do hábito que iremos tentar criar, precisaremos de algumas ferramentas que, em alguns casos, estão sem serem usadas a muito tempo, encontrando-se enferrujadas, cheias de pó e até teias de aranha. Elas precisarão ser limpas e colocadas em uso, e apenas com o uso constante elas irão adquirir a maleabilidade que precisamos para manter a nova prática, para moldá-la de acordo com o que queremos. Tais utensílios encontram-se dentro de cada pessoa, podendo ser acessados sem restrições, se tornando mais fácil com sua aplicação contínua, uma vez que alguns nem lembrem possuí-los, e são conhecidos pelo nome de paciência, persistência e tolerância.
Estas características são mais naturais para alguns indivíduos, enquanto para outros é necessário um trabalho mais árduo para se obter a mesma flexibilidade, mas os mesmos resultados podem ser alcançados. O segredo, que poucos conhecem e menos ainda entendem seu significado, é justamente o que foi descrito anteriormente: o exercício regular e constante da atividade, para torná-la tão espontânea, que somos capazes de realizá-la sem pensar. Transformar uma ação em algo tão intrínseco quanto a respiração leva tempo, e quanto mais fora de nossa zona de conforto, maiores são as dificuldades que iremos enfrentar para expandir os limites com as quais estamos acostumados.
Para mudar costumes com as quais estamos acostumados, dependendo de nossa vontade, podemos mudar pouco a pouco, ou podemos fazer uma alteração radical, onde ficamos sujeitos ao que conseguimos aguentar, e como usamos as ferramentas descritas acima. Enquanto ainda temos o poder da escolha, somos capazes de brincar com as opções, testando as que melhor se encaixam com nossa personalidade, criando uma transição agradável entre o que estamos fazendo, e o que deveríamos fazer. Mas, talvez, exista a possibilidade de sermos forçados a mudar nossos hábitos , todos de uma vez e de uma maneira extrema, nos fazendo perguntar quem poderia se adaptar a tal cenário?
:-)

Texto inspirado em:

Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2014/11/24/hortas-urbanas-mudam-a-paisagem-de-brasilia/
Growroom - http://growroom.net/2014/10/31/o-stf-sabe-que-usuario-nao-e-traficante/
True Activist - http://www.trueactivist.com/ever-wondered-why-some-countries-are-rich-and-others-poor-watch-this-video/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/10/discernimento.html

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Onde temos hábito?

Os costumes vão além das ações que praticamos, começando nos pensamentos que alimentamos em nossas cabeças, nos sentimentos incentivados a crescerem dentro de nós, ganhando tamanha proporção que transbordam para o mundo exterior. Sem percebermos, nos viciamos em certos padrões, reforçados diariamente e constantemente, em livros e revistas que nos acostumamos a ler, programas de televisão e páginas da Internet que olhamos, ou até as músicas e pessoas que ouvimos. Mais do que aquilo que deixamos entrar em nossas mentes, o que mantemos por lá é capaz de transformar o mais pacífico monge em um assassino cruel, assim como, felizmente, também é capaz de realizar o contrário.
Sem a rotina de cuidarmos dos próprios pensamentos, deixamos que notícias sensacionalistas tomem proporções destruidoras, e passamos a ter medo da própria sombra, discriminando tudo o que for diferente de nós. Compramos a idéia de que o entretenimento é separado do trabalho, e passamos a odiar cada vez mais as tarefas que nos sustentam, enquanto procuramos nos entregar àquelas que apenas nos consomem. Antes de notarmos, estamos seguindo tendências que em nada acrescentam de útil em nossas vidas, fazendo bem o contrário: sugando cada vez mais o precioso tempo que temos, desperdiçado em futilidades sem sentido.
Enquanto ainda somos incapazes de controlar o que sentimos, podemos facilmente administrar como reagimos às situações, começando pelo que julgamos e como ficamos refletindo sobre elas, se vamos permitir que extrapolem para ações. É um processo que, à princípio, é dificil de realizar, pois a cabeça acaba sendo inundada por distrações, e manter as rédeas acaba sendo uma missão que nem sempre conseguimos cumprir. Mas quem poderá nos segurar quando, ao longo da prática, nos tornarmos os mestres de nossas próprias cabeças, livres de influências que nem sabemos existir, mas que comandam nossos atos atualmente?
:-)

Texto inspirado em:

O Globo - http://oglobo.globo.com/opiniao/grau-zero-da-saude-14630310
Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/11/24/promocao-da-alimentacao-saudavel-por-meio-da-comunicacao-provocativo-educativa/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/10/conscientizacao.html
Ceticismo.net - http://ceticismo.net/2014/11/24/como-um-smartphone-pode-ferrar-sua-coluna-de-vez/

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Por que o costume?

Ao olharmos para o passado, percebemos que a humanidade já mudou diversos hábitos, alguns que eram ruins e precisavam ser descartados para evoluirmos, outros que eram bons e foram deixados para trás por termos feito a escolha errada. Independente do motivo, todos eles ficaram para trás para serem substituídos por novos, que também terão seu momento até encontrarem suas contra-partes mais modernas, sendo naturalmente trocado pela cultura da sociedade. Como somos os compositores das comunidades, depende de cada pessoa escolher os costumes que gostaria de ver sendo incentivados por outros, e torná-los parte de sua vida, servindo de exemplo para os demais.
Ainda ignoramos o efeito em cascata que existe na existência em grupos, onde cada um mímica os comportamentos dos outros, adaptando-os para suas necessidades, fazendo com que simples práticas acabem se tornando comuns à todos. Sem percebermos, nos unimos pelas semelhanças mais básicas, que teimamos em desprezar para perpetuar segregações compradas de terceiros, sedentos para lucrar com as vendas, mesmo sendo atingidos indiretamente. Abraçamos o hábito da indiferença que nos desconecta do Universo, criando a ilusão de que somos criaturas à parte, donos ao invés de parceiros, suicídas ao contrário de criadores.
Renunciamos os objetivos únicos que compartilhamos, e focamos em diferenças mínimas, para justificar um escape da frustração que temos de nós mesmos, pela impaciência e ansiedade que somos incapazes de controlar. Nos entregamos muito facilmente para a bestialidade, apelando para a violência contra ações que praticamos diariamente, talvez em menor escala, mas da qual também somos cúmplices por ficarmos quietos. E sem entender que ao rejeitarmos os bons costumes, damos espaço para que os ruins cresçam, o que podemos esperar de uma cultura, além de sua volta para a futilidade, ignorância e arrogância?
:-)

Texto inspirado em:

Dr. Drauzio - http://drauziovarella.com.br/destaque1/guia-para-escolher-seu-plano/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/trabalho-interior.html
Justiça Global - http://global.org.br/arquivo/noticias/licenca-previa-da-manabi-e-marcada-por-pratica-coronelista-e-agressao-fisica-contra-pesquisadora-%E2%80%93-mais-uma-mina-licenciada-no-espinhaco/
Observar e Absorver - http://observareabsorver.blogspot.com.br/2014/11/empresas-dos-trabalhadores-sem-patrao.html

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O que é rotina?

Somos ensinados a ver a rotina como algo chato, repetitivo e monotono, que devemos fugir a qualquer custo, principalmente se for comprando algum produto novo, capaz de trazer nosso interesse de volta à vida. Mas esquecemos que ela pode ser uma ferramenta poderosa, capaz de nos levar mais longe do que qualquer propaganda irá admitir, ainda mais por ser de graça e estar ao alcance de um simples pensamento. A criação de costumes nada mais é do que a mudança de hábitos que desejamos nos livrar em práticas que gostaríamos de adquirir, administrando o recurso mais precioso que temos, o tempo, durante toda a vida.
A ansiedade, no entanto, obscurece a mente, nos fazendo perder o contato com o ritmo do próprio corpo, dificultando a realização das ações, ora sobrecarregando os limites que temos, ora nos desanimando para manter sua sequência. A impaciência, por outro lado, nos frustra com os passos do aprendizado, onde vemos os erros como obstáculos intransponíveis, ao contrário dos mestres do ensinamento que tanto precisamos, e nos faz desistir deles. Ambos são aspectos que devemos aprender a controlar, se quisermos ter uma existência diferente, onde vemos os sonhos se tornando realidade, e os problemas e pesadelos sumindo com cada passo mais firme que aprendemos a dar.
Tropeços e quedas são inevitáveis, e passamos a entendê-los melhor como medida de sabedoria que vamos adquirindo com o tempo, ao praticarmos diariamente nossa intenção, transformando-a cada vez mais em algo tangível. Mas com o passar dos dias vamos nos tornando mestres naquilo que atuamos, seja conscientemente ou sob sugestão de outros, e montamos nossos dias ao redor de tais temas, sejam eles benéficos ou problemáticos. Quando paramos para analisar, que tipo de comportamento esperamos de nós mesmos, e que objetivos temos no longo prazo que ainda estamos esperando por um milagre para dar o primeiro passo para alcançar?
:-)

Texto inspirado em:

Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/11/21/queremos-rotulos-mais-criativos/
Portal Buritis - http://portalburitis.com.br/noticias/conteudo/buritis-chama-atencao-de-autoridades-sobre-secamento-de-rios
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/transformacao-interior.html
Dr. Grana - http://www.doutorgrana.com.br/velho-x-novo-rico/

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Quem realiza?

Somos vítimas e perpetuadores de uma cultura opressiva e eliminatória, onde o entretenimento fútil e ignorante ganha cada vez mais espaço, devido a nossa falta de vontade e consciência sobre o que podemos e devemos realizar. Entregues à lógica do passado e à emoção do presente momento, dedicamos recursos escassos, como o tempo, no sacrifício do futuro, deixando-o cada vez mais difícil e duvidoso. Discriminamos por aparências, por detalhes que em nada influenciam nossa vida, por diferenças de idéias que podem nos fazer crescer, por motivos cada vez mais absurdos que servem para saciar um ego inextinguível.
Superar tais obstáculos é fundamental para virarmos de vez a página da história em que vivemos como bárbaros, e passarmos a escrever uma em que somos personagens conscientes, capazes de moldar o próprio caminho. Ao descobrirmos para onde queremos ir, se torna mais fácil a caminhada, pois podemos deixar de andar à esmo, tateando no escuro, e usar mapas para nos guiar, mesmo se decidirmos mudar de idéia no meio do percurso. E podemos ir livres de peso, colocado em nossas costas para agirmos como mulas de carga, para o capricho de alguns poucos, que querem nos manter em situação escravista, enquanto nos conduzem para um abismo.
Enquanto andarmos segregados iremos ver nossos irmãos como estranhos, indivíduos de quem ter medo e da qual devemos nos proteger, ao contrário da família à que deveríamos pertencer e compartilhar a companhia. Nós mesmos ajudamos a manter um sistema econômico separatista, que procura transformar cada um em um alvo, para ser mais fácil na hora de conter, manejar, adestrar e descartar. Iremos abrir os olhos antes de chegarmos ao matadouro, mudando nossos caminhos para que nos levem para melhores campos, onde podemos evoluir conscientemente, sem destruir a própria casa?
:-)

Texto inspirado em:

Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/superavit-primario-o-debate-rebaixado/
Diário da Erva - http://www.diariodaerva.com/2014/11/maconha-e-entrada.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/11/educacao.html
Abordagem Policial - http://abordagempolicial.com/2014/11/tirinha-policial-119/