Para que sejamos capazes de enfrentar medos e preconceitos, é necessário deixarmos as superstições e boatos de lado e procurarmos informações confiáveis, fazendo um estudo sobre o caso, entrando em contato com pessoas do meio. Saber separar profissionais e dados sérios de charlatões e aproveitadores sensacionalistas é uma experiência de vida que só pode ser adquirida na prática, e testa o quanto estamos dispostos à abrir a mente, ou apenas procurar evidências para nos mantermos fechados. Desculpas para nos mantermos na zona de conforto não faltam, e as primeiras que aparecem são as que empurram a responsabilidade para outros, invariavelmente levando o conflito de dentro para fora, atingindo inocentes com emoções que não gostamos de ser o alvo.
Mas para vermos algum progresso, termos algum senso de desenvolvimento, é necessário encontrarmos as forças para mantermos tal conflito no interior, pois é ali que ele realmente fará alguma diferença. Uma vez exteriorizado nos mantemos na mesma, pois jogamos o dever para terceiros, inconscientemente nos livrando de qualquer obrigação de mudanças, quando na realidade é apenas dentro de nós que somos capazes de modificar algo no Universo. Ao alterarmos a mentalidade, notamos que as ações começam a refletir tais transformações, trazendo para o físico o que se passa em nosso âmago, seja para o pior, ou para demonstrar a limpeza que estamos realizando.
Lutas são parte da rotina, mas devem ser focadas no que efetivamente queremos combater, mantidas em uma área onde não irão atingir inocentes, que nada tem a ver com as frustrações e medos que temos. Sempre que encontrarmos os limites de nossa zona de conforto, devemos nos perguntar se são verdadeiramente restrições ou se são apenas contenções que colocamos quando éramos menos sábios, e que podem ser expandidas agora. Ao compreendermos que o Cosmos é fruto de nossos pontos de vista, quanto tempo levaremos para compreender que existem apenas as repressões que escolhemos, conscientemente ou não?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/discernimento.html
Portal Voz das Comunidades - http://www.vozdascomunidades.com.br/complexo-do-alemao/universidade-no-complexo-alemao-e-possivel/
Pensar Não Doí - http://www.arthur.bio.br/2015/01/24/cidadania/em-um-pais-civilizado
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2015/01/transporte-como-direito-cidadao-dever-estado-letra-morta.html
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Quem briga?
Diversos filmes passam a idéia de que a força bruta é a solução para os problemas que encontramos, onde vencem os que tem as maiores armas, músculos ou exércitos, angariando aliados na execução de massacres sempre justificados. Legado de um passado nômade, dispendemos enormes quantidades de energia lutando contra a natureza, tentando padronizar, segundo nosso restrito ponto de vista, o que é a maior diversidade que iremos encontrar durante nossa existência. Ainda acostumados a utilizar esta abordagem, ignoramos o fato de existir outra muito mais simples e eficaz, que nos coloca em uma posição tão privilegiada quanto se tivéssemos tropas ao nosso alcance, mas muito mais leais.
Ao combatermos com outros criamos uma separação, um isolamento de idéias, onde descartamos um pedaço do quebra-cabeças que é o Universo sem considerar suas implicações, simplesmente por termos uma mentalidade limitada. Deixamos de tentar entender os processos que levaram àquelas conclusões, e o papel que desempenhamos nesta trama, uma vez que somos parte da mesma realidade, tendo e sofrendo influências que, por vezes, nem percebemos. Além do mais, atacar os demais é um exercício em futilidade, visto que o Cosmos é multiplo, enchendo a vida de pluralidade, onde nós ainda estamos inaptos à compreender tudo o que ela tem a oferecer, desprezando energias que ainda nem temos conhecimento.
A alternativa, que parece tomar mais força com o passar dos dias, é a de voltarmos tal estímulo para combatermos as próprias contenções que prendem a consciência em tamanhos medíocres, nos libertando para aceitar e compreender o que é a natureza. Desta maneira, nos incluímos na Criação, percebendo que somos parte de um cenário em constante mudança, nos adaptando com elas para, mais do que sobreviver, nos desenvolvermos e evoluirmos além do que imaginamos. Tendo o Infinito como fonte de força, usaremos para nos excluirmos dele, perdendo todas suas vantagens, ou para crescermos ainda mais, incorporando ainda mais informações, nos transformando em algo mais do que humanos?
:-)
Texto inspirado em:
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/aepet-na-luta-pela-auditoria-da-divida/
Ceticismo.net - http://ceticismo.net/2015/01/24/como-ensinar-arqueologia-e-paleontologia-de-forma-atraente/
Growroom - http://growroom.net/2015/01/18/o-fim-da-guerra-drogas-nao-vira-bala-e-nem-por-milagre/
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/lena-gino/
Ao combatermos com outros criamos uma separação, um isolamento de idéias, onde descartamos um pedaço do quebra-cabeças que é o Universo sem considerar suas implicações, simplesmente por termos uma mentalidade limitada. Deixamos de tentar entender os processos que levaram àquelas conclusões, e o papel que desempenhamos nesta trama, uma vez que somos parte da mesma realidade, tendo e sofrendo influências que, por vezes, nem percebemos. Além do mais, atacar os demais é um exercício em futilidade, visto que o Cosmos é multiplo, enchendo a vida de pluralidade, onde nós ainda estamos inaptos à compreender tudo o que ela tem a oferecer, desprezando energias que ainda nem temos conhecimento.
A alternativa, que parece tomar mais força com o passar dos dias, é a de voltarmos tal estímulo para combatermos as próprias contenções que prendem a consciência em tamanhos medíocres, nos libertando para aceitar e compreender o que é a natureza. Desta maneira, nos incluímos na Criação, percebendo que somos parte de um cenário em constante mudança, nos adaptando com elas para, mais do que sobreviver, nos desenvolvermos e evoluirmos além do que imaginamos. Tendo o Infinito como fonte de força, usaremos para nos excluirmos dele, perdendo todas suas vantagens, ou para crescermos ainda mais, incorporando ainda mais informações, nos transformando em algo mais do que humanos?
:-)
Texto inspirado em:
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/aepet-na-luta-pela-auditoria-da-divida/
Ceticismo.net - http://ceticismo.net/2015/01/24/como-ensinar-arqueologia-e-paleontologia-de-forma-atraente/
Growroom - http://growroom.net/2015/01/18/o-fim-da-guerra-drogas-nao-vira-bala-e-nem-por-milagre/
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/lena-gino/
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Como combatemos?
Ao procurarmos, descobriremos que a arena para a evolução não se encontra em alguma planície ou floresta ao redor do globo, mas que ela fica no perímetro da zona de conforto que temos dentro de nós, e da qual tentamos escapar. Se o fazemos de vontade própria e de maneira consciente, são poucos os atritos que encontramos no caminho, e nos tornamos capazes de crescer com o território de maneira constante, enquanto mantermos a mente aberta. Mas se formos forçados, mesmo que de maneira inconsciente, criaremos barreiras e passaremos para o outro lado, impedindo que tal desenvolvimento ocorra, mesmo que seja para benefício próprio.
Para defender esta área de tranquilidade com a qual estamos acostumados, utilizaremos sentimentos, pois são eles que nos prendem à ela, e que fazem uso de lógicas com falhas, procurando justificativa onde não existe nenhuma. O apego ao passado impede que se observe as mudanças que o tempo produz no Universo, e que somos parte dele, nos dando as ferramentas para nos segregarmos o máximo possível, nos colocando em posição diferente da dos demais. Passamos a nos sentir superiores ou inferiores aos outros, e começamos a agir de acordo, reagindo ao que existe apenas em nossas cabeças, por nos segurarmos em uma perspectiva e a considerarmos fixa perante o Cosmos.
Em contrapartida, ao escolhermos pela expansão da mentalidade, utilizamos de virtudes para o processo, nos apoiando na paciência e felicidade, abrindo mão de emoções que ressonam apenas com o corpo, para alcançar aquelas que o fazem com o espírito. Ao estendermos os horizontes, procuramos por meio de união com o resto da espécie, se aproveitando das qualidades que todos tem para compartilhar, enquanto ignoramos os defeitos que, invariavelmente, todos temos que trabalhar. Ao notarmos que a diferença entre segregação e unidade são resultado de como vemos o mundo, iremos manter a zona de conforto no mesmo tamanho e nos isolarmos, ou iremos procurar a aproximação com os demais, alastrando a consciência por onde quisermos?
:-)
Texto inspirado em:
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/01/23/hello-kitty-vira-agricultora-organica-e-ganha-fazenda-em-hong-kong/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/o-poder-dos-pensamentos_27.html
Ponte - http://ponte.org/criolo-a-certeza-na-quebrada-e-que-voce-vai-ser-nada/
Pública - http://apublica.org/2015/01/governo-mexicano-participou-do-ataque-contra-estudantes-de-ayotzinapa/
Para defender esta área de tranquilidade com a qual estamos acostumados, utilizaremos sentimentos, pois são eles que nos prendem à ela, e que fazem uso de lógicas com falhas, procurando justificativa onde não existe nenhuma. O apego ao passado impede que se observe as mudanças que o tempo produz no Universo, e que somos parte dele, nos dando as ferramentas para nos segregarmos o máximo possível, nos colocando em posição diferente da dos demais. Passamos a nos sentir superiores ou inferiores aos outros, e começamos a agir de acordo, reagindo ao que existe apenas em nossas cabeças, por nos segurarmos em uma perspectiva e a considerarmos fixa perante o Cosmos.
Em contrapartida, ao escolhermos pela expansão da mentalidade, utilizamos de virtudes para o processo, nos apoiando na paciência e felicidade, abrindo mão de emoções que ressonam apenas com o corpo, para alcançar aquelas que o fazem com o espírito. Ao estendermos os horizontes, procuramos por meio de união com o resto da espécie, se aproveitando das qualidades que todos tem para compartilhar, enquanto ignoramos os defeitos que, invariavelmente, todos temos que trabalhar. Ao notarmos que a diferença entre segregação e unidade são resultado de como vemos o mundo, iremos manter a zona de conforto no mesmo tamanho e nos isolarmos, ou iremos procurar a aproximação com os demais, alastrando a consciência por onde quisermos?
:-)
Texto inspirado em:
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/01/23/hello-kitty-vira-agricultora-organica-e-ganha-fazenda-em-hong-kong/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/o-poder-dos-pensamentos_27.html
Ponte - http://ponte.org/criolo-a-certeza-na-quebrada-e-que-voce-vai-ser-nada/
Pública - http://apublica.org/2015/01/governo-mexicano-participou-do-ataque-contra-estudantes-de-ayotzinapa/
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Onde atacamos?
Deixamos de lutar contra os sentimentos e pensamentos negativos e cruéis que temos para atacar terceiros, empurrando para eles responsabilidades que quando somos nós os agentes, rapidamente encontramos justificativas que validem a ação. Desprezamos a perspectiva dos demais, mesmo que se façam valer com desculpas que utilizaríamos em outras situações, ignorando o real adversário que se mantém dentro de nós, espalhando seus preconceitos. Incapazes de olhar para dentro, julgamos o externo de maneira inadequada, acolhendo ilusões destrutivas enquanto rejeitamos a convivência com culturas diferentes, por terem pontos de vista alternativos.
Nos tornamos tão cegos para o que fazemos que somos capazes de invocar atrocidades do passado como uma forma legítima de solução para os problemas do presente, sem considerar que talvez tenham sido elas as responsáveis por tais infortúnios. Mantemos a mentalidade de que ao nos livrarmos das consequências, as causas irão desaparecer espontâneamente, tratando a existência da mesma maneira que cuidamos de nossos corpos, remediando estilos de vida que deveriam ser alterados. Colocamos o egoísmo do acúmulo como centro da economia e o entretenimento como cerne de educação, mas esperamos que questões relevantes sejam tratadas de maneira séria e altruísta, sem nem nos interessarmos por quais são elas.
Exigimos que outros tomem decisões e ações que mantenham nossa rotina funcionando, enquanto desprezamos a indagação que deveríamos nos fazer internamente sobre a validade do que praticamos diariamente. Ainda não seguimos a sugestão de Ghandi quando disse para sermos a mudança que queremos ver no mundo, mas cobramos dos demais constantemente, esperando que um milagre aconteça e, um dia, acordaremos em um mundo diferente. Quando iremos nos conscientizar de que a única maneira disto acontecer é quando morrermos para os hábitos antigos, renascendo para criar novos, mais produtivos e educativos, como nos foi dado o modelo à mais de milênio?
:-)
Texto inspirado em:
Dr. Grana - http://www.doutorgrana.com.br/nao-resolveu-entao-reclame/
Jornal NH - http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2015/01/noticias/regiao/121691-manifestantes-lotam-camara-e-projeto-e-retirada-da-pauta.html
Business Insider - www.businessinsider.com/fifa-is-giving-100-million-to-brazil-after-the-country-spent-15-billion-on-the-world-cup-2015-1#ixzz3PTX1cIb6
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/adamaris-elias/
Nos tornamos tão cegos para o que fazemos que somos capazes de invocar atrocidades do passado como uma forma legítima de solução para os problemas do presente, sem considerar que talvez tenham sido elas as responsáveis por tais infortúnios. Mantemos a mentalidade de que ao nos livrarmos das consequências, as causas irão desaparecer espontâneamente, tratando a existência da mesma maneira que cuidamos de nossos corpos, remediando estilos de vida que deveriam ser alterados. Colocamos o egoísmo do acúmulo como centro da economia e o entretenimento como cerne de educação, mas esperamos que questões relevantes sejam tratadas de maneira séria e altruísta, sem nem nos interessarmos por quais são elas.
Exigimos que outros tomem decisões e ações que mantenham nossa rotina funcionando, enquanto desprezamos a indagação que deveríamos nos fazer internamente sobre a validade do que praticamos diariamente. Ainda não seguimos a sugestão de Ghandi quando disse para sermos a mudança que queremos ver no mundo, mas cobramos dos demais constantemente, esperando que um milagre aconteça e, um dia, acordaremos em um mundo diferente. Quando iremos nos conscientizar de que a única maneira disto acontecer é quando morrermos para os hábitos antigos, renascendo para criar novos, mais produtivos e educativos, como nos foi dado o modelo à mais de milênio?
:-)
Texto inspirado em:
Dr. Grana - http://www.doutorgrana.com.br/nao-resolveu-entao-reclame/
Jornal NH - http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2015/01/noticias/regiao/121691-manifestantes-lotam-camara-e-projeto-e-retirada-da-pauta.html
Business Insider - www.businessinsider.com/fifa-is-giving-100-million-to-brazil-after-the-country-spent-15-billion-on-the-world-cup-2015-1#ixzz3PTX1cIb6
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/adamaris-elias/
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
O que é lutar?
Crescemos ouvindo que a vida é uma luta, e que devemos lutar constantemente para vencer, mas sem maiores esclarecimentos, tais expressões ficam abertas às mais variadas formas de interpretação, podendo facilmente se voltar contra nós mesmos. O jornalismo moderno tem se voltado para a procura permanente de um inimigo oculto, alguém, ou um grupo de pessoas, à quem possamos apontar o dedo quando precisamos de um bode expiatório, para descarregar as frustrações que sentimos. Esta longe do interesse deles nos fazer ter um pensamento crítico sobre nossa própria existência, das escolhas que fazemos continuamente, do estilo de vida que levamos e do qual aspiramos, pois ao nos fazer pensar, deixaríamos de consumir em larga escala.
A vida é um enfrentamento incessante, não contra o Universo que apenas quer nos ensinar, mas contra nós mesmos: da zona de conforto com a qual nos acostumamos até os preconceitos, passando pelas mesquinharias que teimamos em manter. Olhamos para as manchetes e queremos largar bombas em prefeituras e parlamentos, mas queremos conservar a mesma linha de raciocínio que nos levou a ter governantes que enchem noticiários com escândalos de corrupção, desde que viramos república. Consideramos que somos dignos de ter o melhor, mesmo fazendo escolhas miseráveis, focando em mediocridades o tempo todo, deixando que a relevância que pode mudar nossos dias passe cada vez mais distante, nos deixando a ver navios.
Sim, devemos nos preparar para lutar, pois o adversário é fabuloso e nos conhece melhor do que nós mesmos, pois ele admite o que ainda temos dificuldade de considerar, mas que vivemos a cada respiração, ainda sem saber. Percebemos a realidade através de nossos pontos de vista, fazendo com que ela seja uma criação de nossa cabeça, transformando cada indivíduo em aliados ou inimigos dependendo do que acreditarmos, assim como as ferramentas que temos ao nosso alcance. Rapidamente percebemos que para criarmos o maior número de oponentes basta nos isolarmos em idéias rígidas e restritas, mas quantos de nós compreendemos que para conquistarmos aliados precisamos de uma mente aberta e de compaixão?
:-)
Texto inpirado em:
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/01/13/plantario-um-eletrodomestico-que-cultiva-horta-em-casa/
Super Interessante - http://super.abril.com.br/cotidiano/crack-tudo-sabiamos-ele-estava-errado-810501.shtml
Público - www.publico.pt/mundo/noticia/obama-quer-taxar-os-mais-ricos-para-reduzir-impostos-a-classe-media-1682620
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/chico-xavier-3/
A vida é um enfrentamento incessante, não contra o Universo que apenas quer nos ensinar, mas contra nós mesmos: da zona de conforto com a qual nos acostumamos até os preconceitos, passando pelas mesquinharias que teimamos em manter. Olhamos para as manchetes e queremos largar bombas em prefeituras e parlamentos, mas queremos conservar a mesma linha de raciocínio que nos levou a ter governantes que enchem noticiários com escândalos de corrupção, desde que viramos república. Consideramos que somos dignos de ter o melhor, mesmo fazendo escolhas miseráveis, focando em mediocridades o tempo todo, deixando que a relevância que pode mudar nossos dias passe cada vez mais distante, nos deixando a ver navios.
Sim, devemos nos preparar para lutar, pois o adversário é fabuloso e nos conhece melhor do que nós mesmos, pois ele admite o que ainda temos dificuldade de considerar, mas que vivemos a cada respiração, ainda sem saber. Percebemos a realidade através de nossos pontos de vista, fazendo com que ela seja uma criação de nossa cabeça, transformando cada indivíduo em aliados ou inimigos dependendo do que acreditarmos, assim como as ferramentas que temos ao nosso alcance. Rapidamente percebemos que para criarmos o maior número de oponentes basta nos isolarmos em idéias rígidas e restritas, mas quantos de nós compreendemos que para conquistarmos aliados precisamos de uma mente aberta e de compaixão?
:-)
Texto inpirado em:
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/01/13/plantario-um-eletrodomestico-que-cultiva-horta-em-casa/
Super Interessante - http://super.abril.com.br/cotidiano/crack-tudo-sabiamos-ele-estava-errado-810501.shtml
Público - www.publico.pt/mundo/noticia/obama-quer-taxar-os-mais-ricos-para-reduzir-impostos-a-classe-media-1682620
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/chico-xavier-3/
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Por que ter entusiasmo?
A perspectiva que temos sobre nossa rotina determina o tipo de vida que levamos, pois se estamos desapontados com ela, criamos a tendência de realizar as tarefas de maneira medíocre, inclusive a própria alimentação. Mas se, ao contrário, encontramos os meios de nos sentirmos satisfeitos com ela, geramos o entusiasmo necessário para nos impulsionar na procura de melhorias contínuas, uma vez que é de nosso total interesse. Um dos meios para alcançarmos tal feito é seguindo a intuição, e não os instintos, para que sejamos capazes de encontrar o que nos faz sentir melhor de maneira completa e real, longe das ilusões criadas pela vida moderna.
Temos corpos que ainda não entendemos completamente, isto sem falar de outros aspectos de nosso ser que nem começamos a pesquisar ainda, mas temos uma angústia para controlarmos tudo, inclusive o que nem conhecemos. Esta aflição se transforma na ansiedade de que temos tanto para fazer, e tão pouco tempo, que ficamos perdidos com o que iremos dar atenção primeiro, nos impedindo de realizar coisa alguma de maneira decente. Mas nosso tino sabe onde estão nossas qualidades e capacidades, e esta pronto para nos amparar a qualquer momento, basta apenas que deixemos a mente livre das preocupações do mundo para sermos capazes de ouví-lo.
Uma vez em contato com este orientador, tiramos um peso das costas e descobrimos que temos energia sobrando para elaborar o que quer que tenhamos Vontade, assim como tempo suficiente até para conseguirmos descansar com qualidade. Energia e tempo são o que somos, e quanto mais temos deles, mais satisfeitos nos sentimos para produzir o que tivermos interesse, estabelecendo novos hábitos que podem se tornar exemplos para outros seguirem. E quando as pessoas são incentivadas a terem o apoio umas das outras, entusiasmadas em fazer toda a comunidade em que vivem melhorar, e começam a copiar comportamentos, sabem o que temos?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/caminhos-para-transformacao.html
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2015/01/reducao-da-idade-penal-solucao-ou-ilusao-mitos-verdades-sobre-tema.html
Desentorpecendo a Razão - http://coletivodar.org/2015/01/alucinogeno-ibogaina-pode-ser-alternativa-contra-dependencia-de-crack-aponta-estudo/
Blog do Prates - http://pratesnosbt.com.br/2015/01/17/milagres-nao-caem-do-ceu/
Temos corpos que ainda não entendemos completamente, isto sem falar de outros aspectos de nosso ser que nem começamos a pesquisar ainda, mas temos uma angústia para controlarmos tudo, inclusive o que nem conhecemos. Esta aflição se transforma na ansiedade de que temos tanto para fazer, e tão pouco tempo, que ficamos perdidos com o que iremos dar atenção primeiro, nos impedindo de realizar coisa alguma de maneira decente. Mas nosso tino sabe onde estão nossas qualidades e capacidades, e esta pronto para nos amparar a qualquer momento, basta apenas que deixemos a mente livre das preocupações do mundo para sermos capazes de ouví-lo.
Uma vez em contato com este orientador, tiramos um peso das costas e descobrimos que temos energia sobrando para elaborar o que quer que tenhamos Vontade, assim como tempo suficiente até para conseguirmos descansar com qualidade. Energia e tempo são o que somos, e quanto mais temos deles, mais satisfeitos nos sentimos para produzir o que tivermos interesse, estabelecendo novos hábitos que podem se tornar exemplos para outros seguirem. E quando as pessoas são incentivadas a terem o apoio umas das outras, entusiasmadas em fazer toda a comunidade em que vivem melhorar, e começam a copiar comportamentos, sabem o que temos?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/caminhos-para-transformacao.html
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2015/01/reducao-da-idade-penal-solucao-ou-ilusao-mitos-verdades-sobre-tema.html
Desentorpecendo a Razão - http://coletivodar.org/2015/01/alucinogeno-ibogaina-pode-ser-alternativa-contra-dependencia-de-crack-aponta-estudo/
Blog do Prates - http://pratesnosbt.com.br/2015/01/17/milagres-nao-caem-do-ceu/
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Quem é saciado?
Encontrar a satisfação no que fazemos nos torna mais produtivos, pois temos mais interesse no que realizamos, nos dedicando inteiramente para a tarefa a que nos propomos cumprir, nos envolvendo completamente nela. Somos capazes de encontrar possibilidades que os menos atentos deixam de lado, explorando as fronteiras em todo seu potencial para achar as brechas que nos permitem investigar novos rumos, testar outros terrenos e combinações. Estar saciado deixa a pessoa disposta a investir ainda mais do que somos, energia e tempo, naquilo que ela mais quer, mesmo que ela o faça de maneira inconsciente, por vontade própria ou sugestão não tão clara de terceiros.
Com o avanço dos meios de comunicação, conseguimos cada vez mais ter experiências de vida através de mediadores, nos consolando com parcelas ínfimas de sentimentos, esquecendo até mesmo de como ser humanos. Permitimos que o entretenimento, principalmente o fútil e ignorante, tome o centro de nossa disposição, enquanto as relevâncias que regem os nossos dias ficam em segundo plano, na esperança que algum salvador apareça para resolvê-las. Mas sem um mínimo de curiosidade sobre o tema, não somos mais nada do que uma platéia entretida por palhaços que contam lorotas cada vez mais ofensivas, nos fazendo rir da própria desgraça, sem notarmos que somos os protagonistas de tais piadas.
Mas ao voltarmos nossa atenção para o que é necessário, observando o mundo além das ilusões e fantasias que criamos, somos capazes de enxergar os alicerces da sociedade, fundados por antepassados à milhares de anos. Notamos que eles estão acima de nós, não como deuses tiranos e eternos, mas como gordos reis que tentam dobrar nossas costas com seu peso, enquanto os movimentamos em seus cavaletes para onde querem. E ao olharmos para esta cena, nos manteremos os escravos felizes, curvados e distraídos com pão e circo, ou nos levantaremos como pessoas livres, capazes de jogar longe aqueles que os oprimem, enquanto se erguem para trilhar o próprio caminho?
:-D
Texto inspirado em:
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2015/01/os-10-mitos-sobre-cotas-raciais.html
Blog do Prates - http://pratesnosbt.com.br/2015/01/13/conselhos-inuteis-2/
Desentorpecendo a Razão - http://coletivodar.org/2015/01/governo-descarta-debater-liberacao-das-drogas-diz-cardozo/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/aspectos-da-nossa-natureza.html
Com o avanço dos meios de comunicação, conseguimos cada vez mais ter experiências de vida através de mediadores, nos consolando com parcelas ínfimas de sentimentos, esquecendo até mesmo de como ser humanos. Permitimos que o entretenimento, principalmente o fútil e ignorante, tome o centro de nossa disposição, enquanto as relevâncias que regem os nossos dias ficam em segundo plano, na esperança que algum salvador apareça para resolvê-las. Mas sem um mínimo de curiosidade sobre o tema, não somos mais nada do que uma platéia entretida por palhaços que contam lorotas cada vez mais ofensivas, nos fazendo rir da própria desgraça, sem notarmos que somos os protagonistas de tais piadas.
Mas ao voltarmos nossa atenção para o que é necessário, observando o mundo além das ilusões e fantasias que criamos, somos capazes de enxergar os alicerces da sociedade, fundados por antepassados à milhares de anos. Notamos que eles estão acima de nós, não como deuses tiranos e eternos, mas como gordos reis que tentam dobrar nossas costas com seu peso, enquanto os movimentamos em seus cavaletes para onde querem. E ao olharmos para esta cena, nos manteremos os escravos felizes, curvados e distraídos com pão e circo, ou nos levantaremos como pessoas livres, capazes de jogar longe aqueles que os oprimem, enquanto se erguem para trilhar o próprio caminho?
:-D
Texto inspirado em:
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2015/01/os-10-mitos-sobre-cotas-raciais.html
Blog do Prates - http://pratesnosbt.com.br/2015/01/13/conselhos-inuteis-2/
Desentorpecendo a Razão - http://coletivodar.org/2015/01/governo-descarta-debater-liberacao-das-drogas-diz-cardozo/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/aspectos-da-nossa-natureza.html
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Como encontrar o bem-estar?
Propagandas nos levam a crer que a obtenção de produtos novos irá criar um sentimento de satisfação que nos conduzirá até a felicidade, quando, na prática, geram um efeito exatamente contrário naqueles que caem em suas presas. A desinformação faz com que as pessoas deixem de consumir o que precisam para absorverem aquilo que as vislumbra, ignorando a consciência para recorrer aos instintos, trilhando o caminho do obscurantismo. Assim, não deixam apenas de adquirir o que necessitam para melhorar, ou até mesmo manter, a sua vida, mas se enchem de entulhos que nada mais fazem do que sobrecarregar seu sistema, do físico ao espiritual, passando pelo financeiro.
Podemos observar exemplos claros em qualquer lugar, começando pela cozinha de casa, onde o que deveria ser uma fonte de saúde se torna cada vez mais corrompida, com produtos chamativos, cheios de calorias vazias, sem nutrientes reais. Desconhecemos a diferença entre alimentos e produtos alimentícios, assim como somos inexperientes em fazer cálculos baseados na economia que temos como base da sociedade, e que regem muitos dos relacionamentos que temos em nossa rotina. Compramos produtos mais pela impressão que passam do que pela serventia que nos prestam, mesmo que seja para ficarem a maior parte do tempo parados, alocando recursos que se tornam cada vez mais finitos.
Desconsideramos que, talvez, não sejam os bens em si que estamos atrás, mas sim das possibilidades que eles nos trazem, ao permitirmos que instintos treinados por séculos na escassez tomem decisões que deveriam ser de espíritos livres. Aos poucos estamos descobrindo quem somos, e abrindo os olhos para as oportunidades que temos à nossa frente, dos caminhos que podemos seguir se sairmos desta rodovia cheia de placas que nos impedem de olhar a paisagem. Ao notarmos que tudo que existe ao nosso redor são ferramentas deixadas para experimentarmos o Universo, seremos a criança mimada e egoísta do parque, ou teremos a sabedoria de compartilhá-las com os demais, para podermos brincar juntos?
:-)
Texto inspirado em:
Frases de Sucesso - http://www.frasesdesucesso.com/benjamin-disraeli/
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2015/01/boas-ideias
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/os-mitos-da-meritocracia-da-brasilidade-servico-dos-privilegios-brasil.html
Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2015/01/o_primeiro_atentado.html
Podemos observar exemplos claros em qualquer lugar, começando pela cozinha de casa, onde o que deveria ser uma fonte de saúde se torna cada vez mais corrompida, com produtos chamativos, cheios de calorias vazias, sem nutrientes reais. Desconhecemos a diferença entre alimentos e produtos alimentícios, assim como somos inexperientes em fazer cálculos baseados na economia que temos como base da sociedade, e que regem muitos dos relacionamentos que temos em nossa rotina. Compramos produtos mais pela impressão que passam do que pela serventia que nos prestam, mesmo que seja para ficarem a maior parte do tempo parados, alocando recursos que se tornam cada vez mais finitos.
Desconsideramos que, talvez, não sejam os bens em si que estamos atrás, mas sim das possibilidades que eles nos trazem, ao permitirmos que instintos treinados por séculos na escassez tomem decisões que deveriam ser de espíritos livres. Aos poucos estamos descobrindo quem somos, e abrindo os olhos para as oportunidades que temos à nossa frente, dos caminhos que podemos seguir se sairmos desta rodovia cheia de placas que nos impedem de olhar a paisagem. Ao notarmos que tudo que existe ao nosso redor são ferramentas deixadas para experimentarmos o Universo, seremos a criança mimada e egoísta do parque, ou teremos a sabedoria de compartilhá-las com os demais, para podermos brincar juntos?
:-)
Texto inspirado em:
Frases de Sucesso - http://www.frasesdesucesso.com/benjamin-disraeli/
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2015/01/boas-ideias
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/os-mitos-da-meritocracia-da-brasilidade-servico-dos-privilegios-brasil.html
Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2015/01/o_primeiro_atentado.html
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Onde ver a euforia?
Sem conhecermos a nós mesmos, confundimos satisfação com ansiedade, criando a impaciência que transforma realização em euforia, alterando completamente a perspectiva que temos, mudando humor e atos. Nos deixamos levar pelos sentimentos, e passamos a dar mais importância para a idéia do que para os passos dados para sua obtenção, fazendo com que ignoremos toda a viagem com olhares no destino. Mas por termos o objetivo todo ainda apenas em nossa cabeça, não aproveitamos a paisagem da estrada, nem a companhia que temos, e passamos a fabricar uma imagem baseada em emoções sobre nosso paradeiro, que se distancia cada vez mais da realidade.
Para nos mantermos motivados, é necessário a clareza sobre o que queremos conquistar e como podemos fazer isto, prestando atenção em cada etapa do processo, já que quanto mais alto miramos nossos sonhos, mais perto das estrelas ficamos. Nada é impossível para aquele que se conhece, pois não se deixa frustrar pelo próprio entusiasmo, fazendo dele um combustível que o mantém em movimento, ao contrário de um buraco que o puxa constantemente. De nada adianta sermos capazes de cruzar a galáxia enquanto ficarmos entediados no caminho por não sermos capazes de apreciar os cenários que se desvendam para nós, assim como ignorar os companheiros de missão, que são Universos em si mesmos.
Para nos sentirmos realizados em cada pedaço de nossas vidas, não é preciso nada mais do que mudar o ponto de vista com que vemos o mundo, trazendo o contentamento para dentro dela, sendo agradecidos pelo que temos. Desta maneira, temos a habilidade de nos manter na estrada da vida, vivendo cada experiência em todo seu potencial, nos tornando forças geradoras, ao contrário da consumidora que esperam que nos tornemos. Os sonhos que temos, sejam eles pequenos ou grandes, usamos para nos segurar onde estamos, com pensamentos negativos de que nunca vamos conquistá-los, ou usamos como fonte de energia, nos puxando cada vez para mais perto deles?
:-)
Texto inspirado em:
Teoria da Conspiração - http://www.deldebbio.com.br/2014/12/19/entre-a-esquerda-e-a-direita/
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/brasil-patria-educadora-belas-palavras-velha-politica/
Pública - http://apublica.org/2015/01/o-jornalismo-independente-precisa-de-voce/
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/autor-desconhecido-4/
Para nos mantermos motivados, é necessário a clareza sobre o que queremos conquistar e como podemos fazer isto, prestando atenção em cada etapa do processo, já que quanto mais alto miramos nossos sonhos, mais perto das estrelas ficamos. Nada é impossível para aquele que se conhece, pois não se deixa frustrar pelo próprio entusiasmo, fazendo dele um combustível que o mantém em movimento, ao contrário de um buraco que o puxa constantemente. De nada adianta sermos capazes de cruzar a galáxia enquanto ficarmos entediados no caminho por não sermos capazes de apreciar os cenários que se desvendam para nós, assim como ignorar os companheiros de missão, que são Universos em si mesmos.
Para nos sentirmos realizados em cada pedaço de nossas vidas, não é preciso nada mais do que mudar o ponto de vista com que vemos o mundo, trazendo o contentamento para dentro dela, sendo agradecidos pelo que temos. Desta maneira, temos a habilidade de nos manter na estrada da vida, vivendo cada experiência em todo seu potencial, nos tornando forças geradoras, ao contrário da consumidora que esperam que nos tornemos. Os sonhos que temos, sejam eles pequenos ou grandes, usamos para nos segurar onde estamos, com pensamentos negativos de que nunca vamos conquistá-los, ou usamos como fonte de energia, nos puxando cada vez para mais perto deles?
:-)
Texto inspirado em:
Teoria da Conspiração - http://www.deldebbio.com.br/2014/12/19/entre-a-esquerda-e-a-direita/
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/brasil-patria-educadora-belas-palavras-velha-politica/
Pública - http://apublica.org/2015/01/o-jornalismo-independente-precisa-de-voce/
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/autor-desconhecido-4/
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
O que é satisfação?
Enquanto a felicidade é o contentamento pleno, um estado de espírito que podemos alcançar independente de qualquer coisa externa à nós, a satisfação é algo mais primordial, que precisa desencadear estímulos no subconsciente. Ela é a resposta corporal para nossa vontade de realizar desejos, um guia para sabermos se estamos no caminho à que nos propusemos percorrer, se estamos alcançando as metas traçadas para chegar ao objetivo. A cada passo dado na direção de nosso propósito, somos recompensados com um sentimento de realização que se intensifica, que nos dá uma fagulha do Nirvana que podemos obter, se permanecermos na mesma direção.
Temos o mesmo tipo de reação para qualquer que seja nosso alvo, seja ele material ou não, mas podemos transformar esta experiência transcendental em um pesadelo, dependendo da ilusão que criamos em nossa própria mente. Tornar o bem-estar em uma frustração é fácil, basta colocarmos as expectativas acima do que é a realidade para termos uma queda de entusiasmo, o que é comum com as promessas criadas por propagandas, sejam de produtos físicos, ou de políticos. Porém, isto pode ser controlado por nós, ao nos conhecermos e aprendermos sobre o mundo que existe ao nosso redor, somos capazes de ver além das fantasias criadas por anúncios, e ajustarmos as esperanças de acordo.
Estando felizes, automaticamente nos sentimos satisfeitos, pois compreendemos que temos o Universo em nós assim como somos parte fundamental Dele, e que isto é suficiente para nos impulsionar em qualquer direção que queremos. Mas existem casos em que mesmo estando realizados, ainda não encontramos a felicidade, pois deixamos que a ansiedade e a impaciência tomem conta de nossa existência, nos cegando para as metas alcançadas. Quanto de nossas vidas temos controle, se somos capazes de, por vezes, ignorar o que temos em nossas mãos, trazendo a melancolia voluntariamente para nosso convívio, quando poderíamos tão facilmente fazer o oposto?
:-)
Texto inspirado em:
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/01/15/cervejarias-artesanais-forcam-grandes-fabricantes-a-fazer-ajustes/
Virgin - http://www.virgin.com/richard-branson/creating-the-worlds-largest-ever-satellite-constellation-0
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/o-poder-dos-pensamentos.html
Portal Voz das Comunidades - http://www.vozdascomunidades.com.br/geral/favela-e-fashion-sim-senhor/
Temos o mesmo tipo de reação para qualquer que seja nosso alvo, seja ele material ou não, mas podemos transformar esta experiência transcendental em um pesadelo, dependendo da ilusão que criamos em nossa própria mente. Tornar o bem-estar em uma frustração é fácil, basta colocarmos as expectativas acima do que é a realidade para termos uma queda de entusiasmo, o que é comum com as promessas criadas por propagandas, sejam de produtos físicos, ou de políticos. Porém, isto pode ser controlado por nós, ao nos conhecermos e aprendermos sobre o mundo que existe ao nosso redor, somos capazes de ver além das fantasias criadas por anúncios, e ajustarmos as esperanças de acordo.
Estando felizes, automaticamente nos sentimos satisfeitos, pois compreendemos que temos o Universo em nós assim como somos parte fundamental Dele, e que isto é suficiente para nos impulsionar em qualquer direção que queremos. Mas existem casos em que mesmo estando realizados, ainda não encontramos a felicidade, pois deixamos que a ansiedade e a impaciência tomem conta de nossa existência, nos cegando para as metas alcançadas. Quanto de nossas vidas temos controle, se somos capazes de, por vezes, ignorar o que temos em nossas mãos, trazendo a melancolia voluntariamente para nosso convívio, quando poderíamos tão facilmente fazer o oposto?
:-)
Texto inspirado em:
Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2015/01/15/cervejarias-artesanais-forcam-grandes-fabricantes-a-fazer-ajustes/
Virgin - http://www.virgin.com/richard-branson/creating-the-worlds-largest-ever-satellite-constellation-0
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/o-poder-dos-pensamentos.html
Portal Voz das Comunidades - http://www.vozdascomunidades.com.br/geral/favela-e-fashion-sim-senhor/
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Por quê entender o pressentimento?
Vivemos em uma sociedade cuja economia é de acúmulo, criada em cima da visão egoísta dos instintos e da época de escassez na qual passamos, como espécie, pela maior parte do tempo em que estivêmos neste planeta. Por ser o contrário da visão altruísta das intuições, somos levados a ignorá-las quando entram em choque com o que vemos na sociedade, para não sermos desprezados e exilados do convívio em grupo. Mas ao compreendermos o que são estes pressentimentos, podemos dar os primeiros passos em direção à uma mudança de estilo de vida, primeiramente pessoal, para em seguida vermos tais alterações serem espelhadas pelos demais.
Entender que as inspirações procuram nos levar ao crescimento pessoal para servirmos a coletividade é vital, pois apenas assim seremos capazes de construir exemplos a serem adotados por outros indivíduos. Tal progresso individual apenas é possível quando temos uma base criada pelo povo, capaz de nos fornecer com as informações que irão virar conhecimento, e as oportunidades que serão observadas por tal instrução. Este ciclo é o que tem impulsionado a humanidade para frente, onde podemos ver os erros que ainda não aprendemos a lidar e precisam ser entendidos, assim como a evolução que tivemos desde que percebemos que podemos nos adaptar.
Ao conhecermos tal curso, adquirimos a habilidade de prever para onde estamos indo, não baseado em esperanças e medos, mas em fatos históricos combinados com nosso poder de criar o próprio futuro, tanto pessoal quanto mundial. Tudo o que precisamos é parar de seguir as futilidades criadas por nós para nos distrair, e prestar mais atenção no que temos dentro de nós, pois ali está contido o manual de todo o Universo, se aprendermos a lê-lo. E uma vez de posse de tal conhecimento, nos manteremos como gado indo para o matadouro, ou teremos a Sabedoria e a Vontade de fazer o que é preciso?
:-)
Texto inspirado em:
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/contra-o-ajuste-auditoria-ja/
Blog do Cafezinho - http://docafezinho.com.br/?p=33743
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/01/habitos-destrutivos.html
Dr. Draúzio Varella - http://drauziovarella.com.br/crianca-2/teste-da-linguinha-passa-a-ser-obrigatorio-em-todo-o-pais/
Entender que as inspirações procuram nos levar ao crescimento pessoal para servirmos a coletividade é vital, pois apenas assim seremos capazes de construir exemplos a serem adotados por outros indivíduos. Tal progresso individual apenas é possível quando temos uma base criada pelo povo, capaz de nos fornecer com as informações que irão virar conhecimento, e as oportunidades que serão observadas por tal instrução. Este ciclo é o que tem impulsionado a humanidade para frente, onde podemos ver os erros que ainda não aprendemos a lidar e precisam ser entendidos, assim como a evolução que tivemos desde que percebemos que podemos nos adaptar.
Ao conhecermos tal curso, adquirimos a habilidade de prever para onde estamos indo, não baseado em esperanças e medos, mas em fatos históricos combinados com nosso poder de criar o próprio futuro, tanto pessoal quanto mundial. Tudo o que precisamos é parar de seguir as futilidades criadas por nós para nos distrair, e prestar mais atenção no que temos dentro de nós, pois ali está contido o manual de todo o Universo, se aprendermos a lê-lo. E uma vez de posse de tal conhecimento, nos manteremos como gado indo para o matadouro, ou teremos a Sabedoria e a Vontade de fazer o que é preciso?
:-)
Texto inspirado em:
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/contra-o-ajuste-auditoria-ja/
Blog do Cafezinho - http://docafezinho.com.br/?p=33743
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/01/habitos-destrutivos.html
Dr. Draúzio Varella - http://drauziovarella.com.br/crianca-2/teste-da-linguinha-passa-a-ser-obrigatorio-em-todo-o-pais/
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Quem tem revelações?
Consideramos que apenas pessoas especiais tem o dom da intuição, onde lhes são revelados os segredos dos campeões, dando-lhes uma vantagem injusta perante todo o resto da população, que sofre em sua rotina. Mas não existe nada de misterioso no que fazem, pois podemos resumir na busca constante por virtudes como dedicação e uma mente aberta, capazes de lhes dar o conhecimento para reconhecer as oportunidades que aparecem. As falhas existem e, para eles, servem de aprendizado e de energia, uma vez que são meios de observar onde podem melhorar e avaliar o progresso, que por menor que pareça para os demais, é contínuo para os olhos mais atentos.
Todos fazemos parte do Universo e, portanto, temos meios de nos comunicar com ele que não necessitam de nada de especial, apenas tempo, paciência e dedicação – atributos que todos temos, mas que somos desencorajados de empregar de maneira útil. Desde que nascemos, somos doutrinados em uma cultura onde passamos o tempo correndo sem sair do lugar, pois perseguimos as mesmas futilidades constantemente, sem nada acrescentar de concreto em nossas vidas. Também aprendemos a ter paciência quando se trata de mudanças reais em nosso estilo de vida, principalmente no que diz respeito à promessas políticas que atingem a toda uma nação, enquanto somos ansiosos por leviandades.
Temos como dedicação a obtenção de desejos, esquecendo o que são sonhos e todo o processo que nos leva cada vez mais perto deles, e que alteram completamente a maneira que enxergamos o Cosmos e a nós mesmos. Ao compreendermos as mudanças que precisam ser feitas, damos o primeiro passo em ajustarmos nossa própria vida para o caminho que queremos, ao contrário do que nos acostumamos a aceitar passiva e inconscientemente. Despertando para as possibilidades que temos dentro de nós, quais escolheremos para desenvolver, e até que ponto seremos capazes de chegar, ainda mais em união com o Infinito?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/01/compaixao-pelo-proximo.html
O Tempo - http://www.otempo.com.br/capa/brasil/minas-gerais-perdeu-2-132-leitos-nos-%C3%BAltimos-cinco-anos-1.971177
Diário da Erva - http://www.diariodaerva.com/2014/12/pesquisas-indicam-que-comer-sementes-de.html
Dr. Grana - http://www.doutorgrana.com.br/will-smith-tem-razao/
Todos fazemos parte do Universo e, portanto, temos meios de nos comunicar com ele que não necessitam de nada de especial, apenas tempo, paciência e dedicação – atributos que todos temos, mas que somos desencorajados de empregar de maneira útil. Desde que nascemos, somos doutrinados em uma cultura onde passamos o tempo correndo sem sair do lugar, pois perseguimos as mesmas futilidades constantemente, sem nada acrescentar de concreto em nossas vidas. Também aprendemos a ter paciência quando se trata de mudanças reais em nosso estilo de vida, principalmente no que diz respeito à promessas políticas que atingem a toda uma nação, enquanto somos ansiosos por leviandades.
Temos como dedicação a obtenção de desejos, esquecendo o que são sonhos e todo o processo que nos leva cada vez mais perto deles, e que alteram completamente a maneira que enxergamos o Cosmos e a nós mesmos. Ao compreendermos as mudanças que precisam ser feitas, damos o primeiro passo em ajustarmos nossa própria vida para o caminho que queremos, ao contrário do que nos acostumamos a aceitar passiva e inconscientemente. Despertando para as possibilidades que temos dentro de nós, quais escolheremos para desenvolver, e até que ponto seremos capazes de chegar, ainda mais em união com o Infinito?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/01/compaixao-pelo-proximo.html
O Tempo - http://www.otempo.com.br/capa/brasil/minas-gerais-perdeu-2-132-leitos-nos-%C3%BAltimos-cinco-anos-1.971177
Diário da Erva - http://www.diariodaerva.com/2014/12/pesquisas-indicam-que-comer-sementes-de.html
Dr. Grana - http://www.doutorgrana.com.br/will-smith-tem-razao/
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Como usamos as idéias?
Os instintos são a maneira que o corpo tem para se comunicar conosco, agindo de maneira egoísta, pois sua área de atuação é apenas a massa orgânica que utilizamos para nos movimentar e experimentar esta realidade. Em contrapartida, por ser um canal de acesso ao Universo, a intuição tem um escopo infinitamente maior, e, portanto, uma tendência ao altruísmo, uma vez que considera mais do que somente nossa estrutura física. Mas por ter como objetivo principal o melhoramento pessoal de cada ser, algumas pessoas confundem, ou ignoram, seus pressentimentos para serem capazes de se enquadrar nos moldes que a cultura popular cria.
Existem indivíduos que enxergam o crescimento particular como um antônimo da filantropia, pois consideram apenas o lado financeiro, e ainda assim, como uma grande perda privada qualquer tipo de doação feita. Na realidade, um é complemento do outro, pois o desenvolvimento individual não está terminado enquanto não formos capazes de contribuir para com a comunidade em que estamos inseridos, seja ela local ou global. Enquanto formos incapazes de dar o exemplo para os demais, estamos longe do nível de mestres, meramente brincando como aprendizes, com muito ainda para aprender na jornada que decidimos fazer.
O humanitarismo não significa necessariamente fazer um voto de pobreza, mas simplesmente dar oportunidades para outros terem condições de melhorarem suas vidas, seja de qualquer maneira que conseguirmos colaborar. As inspirações são ferramentas como todas as outras, e podem ser utilizadas de maneira egoísta, onde somente nós tiramos proveito, ou de modo generoso, onde nos tornamos meios de ajuda para o resto da população. Quando analisamos nossas vidas, que tipo de ações vemos predominando nossos dias: aquelas que rendem frutos à toda a sociedade, ou apenas a uma única e restrita massa orgânica?
:-)
Texto inspirado em:
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2015/01/5-mitos-sobre-pena-de-morte-desmascarados.html
Ponte - http://ponte.org/pm-reprime-ato-do-passe-livre-com-violencia/
Viomundo - http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/altamiro-borges-estupidez-de-sheherazade-nao-conhece-limites.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/01/nosso-potencial-infinito.html
Existem indivíduos que enxergam o crescimento particular como um antônimo da filantropia, pois consideram apenas o lado financeiro, e ainda assim, como uma grande perda privada qualquer tipo de doação feita. Na realidade, um é complemento do outro, pois o desenvolvimento individual não está terminado enquanto não formos capazes de contribuir para com a comunidade em que estamos inseridos, seja ela local ou global. Enquanto formos incapazes de dar o exemplo para os demais, estamos longe do nível de mestres, meramente brincando como aprendizes, com muito ainda para aprender na jornada que decidimos fazer.
O humanitarismo não significa necessariamente fazer um voto de pobreza, mas simplesmente dar oportunidades para outros terem condições de melhorarem suas vidas, seja de qualquer maneira que conseguirmos colaborar. As inspirações são ferramentas como todas as outras, e podem ser utilizadas de maneira egoísta, onde somente nós tiramos proveito, ou de modo generoso, onde nos tornamos meios de ajuda para o resto da população. Quando analisamos nossas vidas, que tipo de ações vemos predominando nossos dias: aquelas que rendem frutos à toda a sociedade, ou apenas a uma única e restrita massa orgânica?
:-)
Texto inspirado em:
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2015/01/5-mitos-sobre-pena-de-morte-desmascarados.html
Ponte - http://ponte.org/pm-reprime-ato-do-passe-livre-com-violencia/
Viomundo - http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/altamiro-borges-estupidez-de-sheherazade-nao-conhece-limites.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2015/01/nosso-potencial-infinito.html
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Onde somos inspirados?
Procuramos por inspirações de maneira mecânica, utilizando o raciocínio como se tal ferramenta estivesse na mente, normalmente em situações de emergência, como quando temos que entregar algum trabalho e o tempo está acabando. Mas a intuição é algo separado, parte de nosso espírito que está em contato com o Universo, e enquanto forçarmos o ouvido para escutar a lógica dos pensamentos, ignoramos outros canais, que sussurram as respostas. Elas podem acontecer em qualquer momento e lugar, basta que sejamos capazes de relaxar a consciência a tal ponto que o corpo seja ignorado, e o silêncio do Cosmos consiga ser ouvido com nítida clareza.
Tal tarefa é mais fácil de ser compreendida do que realizada, uma vez que temos um sistema delicado, e qualquer alteração nele faz com que sua voz aumente, ao ponto de não conseguirmos um segundo de paz. Uma alimentação mal feita, por exemplo, é capaz de alterar o metabolismo de maneira que não percebemos imediatamente, mas que terá efeitos por um tempo indeterminado, tal o desequilibrio que é causado. O mesmo acontece quando criamos perturbações na mente, ao deixarmos certos assuntos tomarem conta de nossas cabeças, dando uma percepção de serem mais importantes do que realmente são, consumindo nosso tempo.
Com treino, tudo isto pode vir a ser controlado, nos devolvendo o comando sobre nossas decisões ao conseguirmos separar tópicos e prioridades, e dedicarmos instantes para usufruir de uma quietude ímpar. A prática nos dá a oportunidade de fortalecermos o canal da intuição, que pode ser exercitado como um músculo, para ficarmos aptos à sermos inspirados com mais facilidade, e nos locais considerados mais inóspitos para os demais. Sem dedicação e esforço, já sabemos o tipo de realidade que conseguimos produzir pois basta abrir o jornal para termos uma idéia; mas e com elas, o que seremos capazes de atingir, e em quanto tempo?
:-)
Texto inspirado em:
Ponte - http://ponte.org/estupros-e-violencia-contra-a-mulher-continuam-alarmando-mas-delegacias-especializadas-estao-sucateadas/
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/emicida/
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/cidadaos-de-bem-mito.html
Thi Borges - https://www.facebook.com/photo.php?fbid=739370279477463&set=a.123910167690147.30578.100002134934812&type=1&theater
Tal tarefa é mais fácil de ser compreendida do que realizada, uma vez que temos um sistema delicado, e qualquer alteração nele faz com que sua voz aumente, ao ponto de não conseguirmos um segundo de paz. Uma alimentação mal feita, por exemplo, é capaz de alterar o metabolismo de maneira que não percebemos imediatamente, mas que terá efeitos por um tempo indeterminado, tal o desequilibrio que é causado. O mesmo acontece quando criamos perturbações na mente, ao deixarmos certos assuntos tomarem conta de nossas cabeças, dando uma percepção de serem mais importantes do que realmente são, consumindo nosso tempo.
Com treino, tudo isto pode vir a ser controlado, nos devolvendo o comando sobre nossas decisões ao conseguirmos separar tópicos e prioridades, e dedicarmos instantes para usufruir de uma quietude ímpar. A prática nos dá a oportunidade de fortalecermos o canal da intuição, que pode ser exercitado como um músculo, para ficarmos aptos à sermos inspirados com mais facilidade, e nos locais considerados mais inóspitos para os demais. Sem dedicação e esforço, já sabemos o tipo de realidade que conseguimos produzir pois basta abrir o jornal para termos uma idéia; mas e com elas, o que seremos capazes de atingir, e em quanto tempo?
:-)
Texto inspirado em:
Ponte - http://ponte.org/estupros-e-violencia-contra-a-mulher-continuam-alarmando-mas-delegacias-especializadas-estao-sucateadas/
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/emicida/
Consciencia.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/cidadaos-de-bem-mito.html
Thi Borges - https://www.facebook.com/photo.php?fbid=739370279477463&set=a.123910167690147.30578.100002134934812&type=1&theater
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
O que é intuição?
Desconhecemos quem somos e as partes que nos compõem, fazendo com que fique fácil de confundirmos o instinto com a intuição, colocando-as como comunicações do mesmo tipo, quando tem origens diferenciadas. Ambas podem ser classificadas como conversas que temos com os componentes em nós, mas enquanto a primeira é uma mensagem proveniente do corpo baseada na materialidade que vivemos, a segunda é algo mais profundo. Ela é o canal de diálogo que nosso espírito tem com o Universo, o manual de instruções do Cosmos que tanto procuramos para nos guiar, e que tenta competir pela nossa atenção com as emoções e a mente lógica.
Enquanto os sentimentos procuram nos manter em uma zona de conforto, e o raciocínio tenta adaptar a realidade para nosso ponto de vista, as inspirações nos empurram para a evolução, para o melhoramento pessoal. Os pressentimentos nos mostram o que devemos fazer para subirmos de patamar, para superarmos os níveis em que nos encontramos no momento, sejam eles espirituais, intelectuais, temperamentais ou físicos. A intuição nos faz procurar o equilíbrio, nos expondo à situações onde devemos treinar mais certos aspectos, nos libertando da mediocridade que tenta nos absorver com a futilidade e ignorância.
Sem nos conhecermos, passamos a confundir sua voz com as demais, considerando como divinos os desejos que nos mantém presos à vulgaridade, seguindo em avenidas lotadas por aqueles que vão para o mesmo destino, guiados pelo mundano. Como uma manada de gado, passam a vida pastando inocentemente, considerando que o melhor que a existência pode oferecer é sombra, água fresca e um capim macio, ignorando o destino final, em que serão apenas mais uma cabeça passando pelo matadouro. Em contrapartida, não são os que conseguem fazer a separação das vozes em suas cabeças que seguem por trechos que precisam ser abertos por eles mesmos, deixando sua marca e enchendo os livros de história com suas aventuras?
:-)
Texto inspirado em:
Nossa Matilha - http://www.nossamatilha.com.br/noticias-e-mercado/dog-news/estudo-mostra-que-proprietarios-emagrecem-junto-com-seu-cao-quando-a-proposta-e-que-eles-se-exercitem-juntos-92619n.aspx
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/vaca-tossiu/
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/o-caminho-tassia-catarina/
Pública - http://apublica.org/2014/12/intimidade-violada/
Enquanto os sentimentos procuram nos manter em uma zona de conforto, e o raciocínio tenta adaptar a realidade para nosso ponto de vista, as inspirações nos empurram para a evolução, para o melhoramento pessoal. Os pressentimentos nos mostram o que devemos fazer para subirmos de patamar, para superarmos os níveis em que nos encontramos no momento, sejam eles espirituais, intelectuais, temperamentais ou físicos. A intuição nos faz procurar o equilíbrio, nos expondo à situações onde devemos treinar mais certos aspectos, nos libertando da mediocridade que tenta nos absorver com a futilidade e ignorância.
Sem nos conhecermos, passamos a confundir sua voz com as demais, considerando como divinos os desejos que nos mantém presos à vulgaridade, seguindo em avenidas lotadas por aqueles que vão para o mesmo destino, guiados pelo mundano. Como uma manada de gado, passam a vida pastando inocentemente, considerando que o melhor que a existência pode oferecer é sombra, água fresca e um capim macio, ignorando o destino final, em que serão apenas mais uma cabeça passando pelo matadouro. Em contrapartida, não são os que conseguem fazer a separação das vozes em suas cabeças que seguem por trechos que precisam ser abertos por eles mesmos, deixando sua marca e enchendo os livros de história com suas aventuras?
:-)
Texto inspirado em:
Nossa Matilha - http://www.nossamatilha.com.br/noticias-e-mercado/dog-news/estudo-mostra-que-proprietarios-emagrecem-junto-com-seu-cao-quando-a-proposta-e-que-eles-se-exercitem-juntos-92619n.aspx
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/vaca-tossiu/
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/o-caminho-tassia-catarina/
Pública - http://apublica.org/2014/12/intimidade-violada/
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Por que apreciamos?
Temos o poder de fazer o que quisermos com a nossa vida, dependendo do tipo de sentimento que deixamos ficar processando em nossa mente, que irá influenciar em nossas decisões internas, e ações externas. Confundimos o pensar com ter pensamentos, mas sabemos que existe diferença entre eles, e que nos submetemos àquilo que permitimos ficar em nossa cabeça, pois somos nós que temos o controle final. Compreendemos que as emoções, assim como o raciocínio, são ferramentas que temos no corpo, e que existe uma terceira parte, a alma, que é capaz de controlar a ambas, usando-as da melhor maneira possível quando consciente.
Nascemos com tais utensílios para interagir com o Universo, mas não podemos ficar presos à eles de maneira dependente, pois são, no final das contas, apenas instrumentos que nos auxiliam a alcançar algo maior. São, sem dúvida, importantes para nos relacionarmos com outros seres, com diversas espécies, com o Cosmos; e devem ser utilizados em todo seu potencial para tal fim, para sermos capazes de ter a maior diversidade de experiências. E assim como a zona de conforto, seus limites podem ser expandidos ou contraídos, dependendo de como os empregamos, se adaptando para melhor servir as nossas necessidades, e os objetivos que temos.
É necessário cuidado para não nos tornarmos viciados neles, ficarmos presos ao mesmo patamar, pois a escalada que temos à nossa frente é grande, e a vista em seu topo, a mais recompensadora de todas. A cada nova etapa atingida, o cansaço nos dirá que aquele horizonte já é o suficiente, que não seremos capazes de conseguir ir adiante, ou que o prêmio não é tudo aquilo que imaginamos. Mas ficaremos cansados de aceitarmos o que é mediano, apenas suficiente, ou teremos a vontade de conquistar o máximo, abraçando todo o Universo de uma única vez?
:-)
Texto inspirado em:
Pública - http://apublica.org/2014/12/de-zona-vermelha-a-zona-negra/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/altruismo.html
Dr. Grana - http://www.doutorgrana.com.br/o-texto-que-mudou-minha-vida/
Diário da Erva - http://www.diariodaerva.com/2014/12/possibilidade-legalizacao-das-drogas.html
Nascemos com tais utensílios para interagir com o Universo, mas não podemos ficar presos à eles de maneira dependente, pois são, no final das contas, apenas instrumentos que nos auxiliam a alcançar algo maior. São, sem dúvida, importantes para nos relacionarmos com outros seres, com diversas espécies, com o Cosmos; e devem ser utilizados em todo seu potencial para tal fim, para sermos capazes de ter a maior diversidade de experiências. E assim como a zona de conforto, seus limites podem ser expandidos ou contraídos, dependendo de como os empregamos, se adaptando para melhor servir as nossas necessidades, e os objetivos que temos.
É necessário cuidado para não nos tornarmos viciados neles, ficarmos presos ao mesmo patamar, pois a escalada que temos à nossa frente é grande, e a vista em seu topo, a mais recompensadora de todas. A cada nova etapa atingida, o cansaço nos dirá que aquele horizonte já é o suficiente, que não seremos capazes de conseguir ir adiante, ou que o prêmio não é tudo aquilo que imaginamos. Mas ficaremos cansados de aceitarmos o que é mediano, apenas suficiente, ou teremos a vontade de conquistar o máximo, abraçando todo o Universo de uma única vez?
:-)
Texto inspirado em:
Pública - http://apublica.org/2014/12/de-zona-vermelha-a-zona-negra/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/altruismo.html
Dr. Grana - http://www.doutorgrana.com.br/o-texto-que-mudou-minha-vida/
Diário da Erva - http://www.diariodaerva.com/2014/12/possibilidade-legalizacao-das-drogas.html
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Como consideramos?
Nossa zona de conforto não é apenas limitada pelos medos e preconceitos que temos, mas é uma área de tranquilidade, onde nos sentimos acomodados, sem incentivos para procurar novidades, apenas mais do mesmo. Os vícios que temos se desenvolvem nela, uma vez que baseamos nosso propósito neles, e passamos a existência atrás de seu consumo como se fosse o único objetivo que dá sentido à ela. Uma vez dependentes, procuramos respostas que se encaixem nesta obsessão, que nos levem cada vez mais perto dela, estreitando ainda mais a fronteira que temos com o pânico.
O contrário também acontece, pois somos capazes de expandir a mentalidade de maneira que compreendemos os temores como oportunidades de rompermos barreiras, e não de destruirmos a autoestima. Para cada pavor que conseguimos conquistar, conhecemos um novo aspecto do Universo que antes era desprezado, uma nova peça de um quebra-cabeça que ainda nem temos ideia do que irá nos mostrar. Mais do que isto, dominamos uma perspectiva de nossa própria vida que poderia estar nos segurando, afundando até, e que agora adquirimos a capacidade de moldá-la, transformá-la em uma boia para nos salvarmos.
Sem saber que somos almas ligadas a corpos, agimos como criaturas inconsequentes, nos considerando vítimas das circunstâncias, incapazes de filtrar o que iremos deixar rodando em nossa mente. Permitimos que sentimentos baixos guiem nossos atos por não lutarmos contra eles, encontrando as justificativas mais variadas para desculpar ações que temos vontade de impedir, mas nos tornamos ignorantes em como. Ao procurarmos aprender quem realmente somos, entendendo que temos ferramentas que tentam nos dominar, escolheremos manter o mundo como está, ou lutaremos para modificá-lo à nossa real imagem?
:-)
Texto inspirado em:
Frases de Sucesso - http://www.frasesdesucesso.com/bernard-shaw/
Portal Voz das Comunidades - http://www.vozdascomunidades.com.br/alagoas/balanco-seguranca-publica-em-treze-anos-o-numero-de-homicidios-cresceram-20687-em-todo-o-estado-de-alagoas/
Pública - http://apublica.org/2014/12/escola-de-predadores/
Ponte - http://ponte.org/fim-da-licenca-do-estado-para-matar/
O contrário também acontece, pois somos capazes de expandir a mentalidade de maneira que compreendemos os temores como oportunidades de rompermos barreiras, e não de destruirmos a autoestima. Para cada pavor que conseguimos conquistar, conhecemos um novo aspecto do Universo que antes era desprezado, uma nova peça de um quebra-cabeça que ainda nem temos ideia do que irá nos mostrar. Mais do que isto, dominamos uma perspectiva de nossa própria vida que poderia estar nos segurando, afundando até, e que agora adquirimos a capacidade de moldá-la, transformá-la em uma boia para nos salvarmos.
Sem saber que somos almas ligadas a corpos, agimos como criaturas inconsequentes, nos considerando vítimas das circunstâncias, incapazes de filtrar o que iremos deixar rodando em nossa mente. Permitimos que sentimentos baixos guiem nossos atos por não lutarmos contra eles, encontrando as justificativas mais variadas para desculpar ações que temos vontade de impedir, mas nos tornamos ignorantes em como. Ao procurarmos aprender quem realmente somos, entendendo que temos ferramentas que tentam nos dominar, escolheremos manter o mundo como está, ou lutaremos para modificá-lo à nossa real imagem?
:-)
Texto inspirado em:
Frases de Sucesso - http://www.frasesdesucesso.com/bernard-shaw/
Portal Voz das Comunidades - http://www.vozdascomunidades.com.br/alagoas/balanco-seguranca-publica-em-treze-anos-o-numero-de-homicidios-cresceram-20687-em-todo-o-estado-de-alagoas/
Pública - http://apublica.org/2014/12/escola-de-predadores/
Ponte - http://ponte.org/fim-da-licenca-do-estado-para-matar/
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Onde experimentamos?
O subconsciente pode ser programado, pois, afinal, pessoas diferentes têm preferências variadas, dependendo das experiências e ensinamentos que receberam em sua infância, e o quanto expandiram sua mentalidade desde então. As emoções que sentimos estão diretamente relacionadas com nossa zona de conforto, que é limitada pelo que estamos acostumados, ou que vemos como aceitável no mundo, e o que não temos informações suficientes ainda. O desconhecido nos causa medo, principalmente pelas incertezas associadas à ele, uma vez que é evidente que não temos controle e precisamos nos entregar de corpo e alma à nova prática.
Ao observarmos características que desconsideramos dentro de nós mesmos em outras pessoas, sentimos um repúdio por elas, nos afastando do que desaprovamos, ainda que tenhamos uma ideia supérflua sobre o que sejam. O contrário também acontece, pois nos aproximamos daqueles que tem atributos que priorizamos, e que vemos como benéficos para nossa própria vida, ainda que as consequências de tais personalidades tenham um resultado amargo. Tal é o poder que os sentimentos causam em nossa mente, se permitirmos, que a mera visão do que discordamos nos transforma completamente, levando uma pessoa generosa a cometer atos impensáveis, assim como o inverso pode ocorrer da mesma forma.
Ficamos à mercê de tais utensílios enquanto deixarmos que sejam o centro de nossa vivência, guias incautos, que nos levam por caminhos cheios de espinhos, na esperança de encontrar um atalho, mas que acabam se perdendo constantemente. Eles não foram feitos para esta finalidade, e devemos aprender a deixá-los no banco do carona, longe da direção, fazendo seu papel de companheiros que nos impulsionam e dão ânimo. O que será capaz de nos limitar, uma vez que deixemos a ignorância de lado, e expandirmos nossa zona de conforto para todo o Universo, aceitando sua diversidade e imensidão?
:-)
Texto inspirado em:
Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2014/12/guarde_uma_prec.html
Reporter Brasil - http://reporterbrasil.org.br/2014/12/lobby-de-construtoras-barra-publicacao-da-lista-suja-do-trabalho-escravo/
Portal O Tempo - http://www.otempo.com.br/capa/brasil/ap%C3%B3s-enchente-moradores-protestam-e-depredam-%C3%B4nibus-em-sp-1.966952
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/sakyamuni-2/
Ao observarmos características que desconsideramos dentro de nós mesmos em outras pessoas, sentimos um repúdio por elas, nos afastando do que desaprovamos, ainda que tenhamos uma ideia supérflua sobre o que sejam. O contrário também acontece, pois nos aproximamos daqueles que tem atributos que priorizamos, e que vemos como benéficos para nossa própria vida, ainda que as consequências de tais personalidades tenham um resultado amargo. Tal é o poder que os sentimentos causam em nossa mente, se permitirmos, que a mera visão do que discordamos nos transforma completamente, levando uma pessoa generosa a cometer atos impensáveis, assim como o inverso pode ocorrer da mesma forma.
Ficamos à mercê de tais utensílios enquanto deixarmos que sejam o centro de nossa vivência, guias incautos, que nos levam por caminhos cheios de espinhos, na esperança de encontrar um atalho, mas que acabam se perdendo constantemente. Eles não foram feitos para esta finalidade, e devemos aprender a deixá-los no banco do carona, longe da direção, fazendo seu papel de companheiros que nos impulsionam e dão ânimo. O que será capaz de nos limitar, uma vez que deixemos a ignorância de lado, e expandirmos nossa zona de conforto para todo o Universo, aceitando sua diversidade e imensidão?
:-)
Texto inspirado em:
Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2014/12/guarde_uma_prec.html
Reporter Brasil - http://reporterbrasil.org.br/2014/12/lobby-de-construtoras-barra-publicacao-da-lista-suja-do-trabalho-escravo/
Portal O Tempo - http://www.otempo.com.br/capa/brasil/ap%C3%B3s-enchente-moradores-protestam-e-depredam-%C3%B4nibus-em-sp-1.966952
Frases de Sabedoria - http://www.frasesdesabedoria.org/sakyamuni-2/
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Quando percebemos?
Os receptores sensoriais de nosso corpo recebem informações constantemente, nos deixando a par de uma pequena quantia para que, conscientemente, sejamos capazes de tomar decisões com o raciocínio. As emoções, no entanto, não são fruto da lógica, mas de um subconsciente que foi treinado durante milênios, a maioria onde vagamos como nômades procurando alimentos e ignorantes das nossas capacidades. Desconhecendo a origem dos dados e sobrecarregados com tantas comunicações, nos reconhecemos como sendo as ferramentas, esquecendo-se dos criadores por detrás dos martelos e formões.
Poucos são os que param para respirar, encontrando em um oceano de requisições o barco que os permitem navegar à sua vontade, ao contrário de serem afogados como tantos outros que seguem, e tornam-se, a maré. Ignorantes à alternativas, cumprem as vontades da massa orgânica considerando como sendo suas próprias, exercendo pressões que levam cada vez mais para o fundo, onde são esmagados pelo peso da insipiência. Os raros, por outro lado, velejam por onde sonham, aumentando seu conhecimento com as criaturas que encontram, se tornando mais fortes em seus momentos de tempestades.
Apesar de não termos domínio sobre seu surgimento, somos capazes de controlar como reagimos ao que experimentamos, tornando o tempo necessário para uma resposta cada vez menor, até comandarmos os instintos. Ao nos organizarmos como pessoas, colocando a alma no centro à que pertence, atiramos a primeira boia para nos resgatarmos da enxurrada de emoções que nos cobre, nos separando delas. Compreendendo que somos mais do que impulsos, não seria o primeiro passo para evoluirmos, deixando de parecer animais, para nos tornarmos deuses?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/auto-observacao.html
Dr. Drauzio Varella - http://drauziovarella.com.br/destaque1/o-preco-da-magreza/
Consciência.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/ninguem-e-favor-de-bandidos-e-voce-nao-entendeu-nada.html
Blog do Cafezinho - http://docafezinho.com.br/?p=33763
Poucos são os que param para respirar, encontrando em um oceano de requisições o barco que os permitem navegar à sua vontade, ao contrário de serem afogados como tantos outros que seguem, e tornam-se, a maré. Ignorantes à alternativas, cumprem as vontades da massa orgânica considerando como sendo suas próprias, exercendo pressões que levam cada vez mais para o fundo, onde são esmagados pelo peso da insipiência. Os raros, por outro lado, velejam por onde sonham, aumentando seu conhecimento com as criaturas que encontram, se tornando mais fortes em seus momentos de tempestades.
Apesar de não termos domínio sobre seu surgimento, somos capazes de controlar como reagimos ao que experimentamos, tornando o tempo necessário para uma resposta cada vez menor, até comandarmos os instintos. Ao nos organizarmos como pessoas, colocando a alma no centro à que pertence, atiramos a primeira boia para nos resgatarmos da enxurrada de emoções que nos cobre, nos separando delas. Compreendendo que somos mais do que impulsos, não seria o primeiro passo para evoluirmos, deixando de parecer animais, para nos tornarmos deuses?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/auto-observacao.html
Dr. Drauzio Varella - http://drauziovarella.com.br/destaque1/o-preco-da-magreza/
Consciência.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/ninguem-e-favor-de-bandidos-e-voce-nao-entendeu-nada.html
Blog do Cafezinho - http://docafezinho.com.br/?p=33763
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
O que é sentir?
Baseamos muito de nossas vidas ao redor de emoções, esquecendo que somos almas habitando corpos, que por sua vez possuem mente e sentimentos, usados para se comunicar conosco de maneira básica. No entanto, ignoramos tal fato, e nos percebemos como um bloco de matéria cujas sensações são a única maneira de experimentarmos o Universo, desprezando também as suas limitações, que estamos descobrindo cada vez mais o quão restritas são. Os sentidos que alimentam o cérebro conseguem perceber apenas uma ínfima parcela de toda a gama que nos banha a cada momento, deixando para a cabeça trabalhar com pistas escassas em sua busca por respostas existenciais.
Em nossa ignorância, desconsideramos que existam outros níveis de experiência dentro de nós mesmos, que podem nos fazer compreender o Cosmos com mais clareza do que imaginamos hoje em dia. Temos o básico com os órgãos sensoriais, que traduzem o mundo de forma primordial, garantindo a sobrevivência da massa orgânica que habitamos e da reprodução da espécie, hábitos que compartilhamos com qualquer ser vivo do planeta. Começamos a nos diferenciar deles um nível acima, na esfera mental, mas não na maneira como organizamos e priorizamos as necessidades e objetivos, mas em como encaramos o abstrato, indicando uma ligação com outro grau.
A população, em geral, fica presa apenas nestas duas camadas, tendo pensamentos gerados por sentimentos de desejo, indicando que ainda estamos na zona de conforto; e medo, demonstrando que estamos em seu limite. Mas esta área de tranquilidade é subjetiva, dependente de experiências e informações, conquistadas com ferramentas limitadas e falhas que acompanham o pacote que é o corpo humano. E por ser subjetiva, não estaria ela subordinada a algo maior, que temos dentro de nós, mas que fomos adestramos a desmerecer por nosso próprio corpo, para que não perdesse sua posição hierárquica e o controle?
:-)
Texto inspirado em:
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/governo-ataca-direitos-dos-trabalhadores-aposentados-e-pensionistas-para-privilegiar-o-pagamento-de-juros-da-divida/
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com.br/2014/12/venceu-impunidade.html
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2014/12/abasteca-sua-casa-com-vento
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/jovens-para-sempre.html
Em nossa ignorância, desconsideramos que existam outros níveis de experiência dentro de nós mesmos, que podem nos fazer compreender o Cosmos com mais clareza do que imaginamos hoje em dia. Temos o básico com os órgãos sensoriais, que traduzem o mundo de forma primordial, garantindo a sobrevivência da massa orgânica que habitamos e da reprodução da espécie, hábitos que compartilhamos com qualquer ser vivo do planeta. Começamos a nos diferenciar deles um nível acima, na esfera mental, mas não na maneira como organizamos e priorizamos as necessidades e objetivos, mas em como encaramos o abstrato, indicando uma ligação com outro grau.
A população, em geral, fica presa apenas nestas duas camadas, tendo pensamentos gerados por sentimentos de desejo, indicando que ainda estamos na zona de conforto; e medo, demonstrando que estamos em seu limite. Mas esta área de tranquilidade é subjetiva, dependente de experiências e informações, conquistadas com ferramentas limitadas e falhas que acompanham o pacote que é o corpo humano. E por ser subjetiva, não estaria ela subordinada a algo maior, que temos dentro de nós, mas que fomos adestramos a desmerecer por nosso próprio corpo, para que não perdesse sua posição hierárquica e o controle?
:-)
Texto inspirado em:
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/governo-ataca-direitos-dos-trabalhadores-aposentados-e-pensionistas-para-privilegiar-o-pagamento-de-juros-da-divida/
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com.br/2014/12/venceu-impunidade.html
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2014/12/abasteca-sua-casa-com-vento
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Por que raciocinar?
Somos evoluções de animais e, portanto, estamos ainda propensos a nos entregarmos à instintos básicos, que nos salvaram no passado, mas que hoje causam atritos onde deveria existir a cooperação e a harmonia. Temos a capacidade de exercitar o controle sobre os aspectos que nos compõem, pois temos consciência de que somos almas que habitam um corpo que tem emoções e uma mente lógica, fruto do crescimento. Em certos casos, possuímos a habilidade de dominar nossa biologia, guiando os passos para onde considerarmos mais apropriado, ao contrário de sermos conduzidos por raciocínios falhos ou sentimentos inadequados.
Não temos como ditar a altura que temos, ou a cor de olhos e cabelos, mas podemos mascará-los em algumas condições, mudando a aparência de maneira radical, totalmente irreconhecível em circunstâncias extremas. Com a mente, possuímos uma situação parecida, onde temos utilizado, na grande massa populacional, a procura por padrões específicos, que nos afastam do nosso interior, para fazermos procurar exteriores. São modelos criados por nós mesmos, inconscientes do que temos por dentro, imaginamos que o Universo seja apenas o que vemos, desprezando as experiências que passamos, diminuindo sua importância.
Ao criarmos a consciência de que somos parte Dele, assim como Ele é parte de nós, compreendemos a dimensão do que aprendemos, e nos livramos de amarras que nos seguram no mesmo patamar por gerações. Nos libertamos para subir novos níveis, onde conseguimos enxergar ainda mais longe no horizonte, capazes de processar ainda mais informações e transformá-las em conhecimento, equilibrados com os próprios sentimentos. Que tipo de destino iremos escolher: um em que permanecemos como gado, servindo à pessoas que nem imaginamos; ou um em que moldamos nosso destino, caminhando com confiança de que somos nossos próprios senhores?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/os-caminhos-do-autoconhecimento.html
Consciência.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/10-mentiras-mais-contadas-sobre-os-indigenas.html
Outras Palavras - http://outraspalavras.net/destaques/a-nova-derrota-da-publicidade-infantil/
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com/2014/12/ops-uma-economia-de-r-47-milhoes.html
Não temos como ditar a altura que temos, ou a cor de olhos e cabelos, mas podemos mascará-los em algumas condições, mudando a aparência de maneira radical, totalmente irreconhecível em circunstâncias extremas. Com a mente, possuímos uma situação parecida, onde temos utilizado, na grande massa populacional, a procura por padrões específicos, que nos afastam do nosso interior, para fazermos procurar exteriores. São modelos criados por nós mesmos, inconscientes do que temos por dentro, imaginamos que o Universo seja apenas o que vemos, desprezando as experiências que passamos, diminuindo sua importância.
Ao criarmos a consciência de que somos parte Dele, assim como Ele é parte de nós, compreendemos a dimensão do que aprendemos, e nos livramos de amarras que nos seguram no mesmo patamar por gerações. Nos libertamos para subir novos níveis, onde conseguimos enxergar ainda mais longe no horizonte, capazes de processar ainda mais informações e transformá-las em conhecimento, equilibrados com os próprios sentimentos. Que tipo de destino iremos escolher: um em que permanecemos como gado, servindo à pessoas que nem imaginamos; ou um em que moldamos nosso destino, caminhando com confiança de que somos nossos próprios senhores?
:-)
Texto inspirado em:
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/os-caminhos-do-autoconhecimento.html
Consciência.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/10-mentiras-mais-contadas-sobre-os-indigenas.html
Outras Palavras - http://outraspalavras.net/destaques/a-nova-derrota-da-publicidade-infantil/
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com/2014/12/ops-uma-economia-de-r-47-milhoes.html
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Quem analisa?
Criamos e mantemos um mundo voltado para as distrações, onde o entretenimento toma conta dos mais diversos aspectos de nossa vida, buscando nossa atenção em todo lugar, até quando estamos tentando fazer algo que requer concentração, como dirigir. De tal forma, não notamos quando ele se mistura com outras áreas de interesse, como o jornalismo, onde a futilidade é utilizada como pretexto para esconder as relevâncias que regem o destino de uma nação. Por não treinarmos o cérebro, ficamos sem pensamento crítico, e somos incapazes de ver a insignificância do que nos mostram perante o que os números gritam, mas que somos adestrados em considerar chato e banal.
Abraçamos a ignorância por ser mais cômodo, por não necessitar de um raciocínio que trabalhe com a massa cinzenta em nossas cabeças, por nos manter em uma zona de conforto mental, onde imaginamos ter o domínio. Desprezamos que é justamente o contrário: quanto mais passivos nos tornamos, quanto mais arcaicos, mais suscetíveis à sermos manipulados por novas técnicas e tecnologias, que nos controlam mais do que queremos admitir, principalmente para nós mesmos. Querendo ou não, somos alvos delas constantemente, que nos fazem esquecer que temos vida própria, e nos puxam para realizar o seu trabalho, enquanto aproveitam para se aperfeiçoar no manejo de seus escravos.
É preciso analisar se, além de vítimas, ainda não fazemos parte daqueles que perpetuam tais atividades, uma vez que podemos facilmente ser opressores por transmitirmos a parte da cultura que queremos eliminar. A sutileza com que nossas emoções tomam parte das decisões surpreende até os mais experientes, que passam seus dias treinando o controle sobre os sentimentos, para fazer escolhas conscientes e acertadas. Sem tais habilidades, o que podemos esperar de uma sociedade que age por instintos, consumindo tudo o que lhes dá prazer, sem qualquer tipo de moderação ou equilíbrio com seu próprio ser?
:-)
Texto inspirado em:
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/cartao-de-natal-da-auditoria-cidada-da-divida/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/evolucao-humana.html
Consciência.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/governo-do-rio-assume-que-trata-alunos-como-coisas-produtos-e-ve-escolas-como-fabricas.html
DAR - http://coletivodar.org/2014/12/usuario-de-drogas-e-a-vitima-do-problema-e-nao-a-causa-diz-especialista-canadense/
Abraçamos a ignorância por ser mais cômodo, por não necessitar de um raciocínio que trabalhe com a massa cinzenta em nossas cabeças, por nos manter em uma zona de conforto mental, onde imaginamos ter o domínio. Desprezamos que é justamente o contrário: quanto mais passivos nos tornamos, quanto mais arcaicos, mais suscetíveis à sermos manipulados por novas técnicas e tecnologias, que nos controlam mais do que queremos admitir, principalmente para nós mesmos. Querendo ou não, somos alvos delas constantemente, que nos fazem esquecer que temos vida própria, e nos puxam para realizar o seu trabalho, enquanto aproveitam para se aperfeiçoar no manejo de seus escravos.
É preciso analisar se, além de vítimas, ainda não fazemos parte daqueles que perpetuam tais atividades, uma vez que podemos facilmente ser opressores por transmitirmos a parte da cultura que queremos eliminar. A sutileza com que nossas emoções tomam parte das decisões surpreende até os mais experientes, que passam seus dias treinando o controle sobre os sentimentos, para fazer escolhas conscientes e acertadas. Sem tais habilidades, o que podemos esperar de uma sociedade que age por instintos, consumindo tudo o que lhes dá prazer, sem qualquer tipo de moderação ou equilíbrio com seu próprio ser?
:-)
Texto inspirado em:
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/cartao-de-natal-da-auditoria-cidada-da-divida/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com/2014/12/evolucao-humana.html
Consciência.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/12/governo-do-rio-assume-que-trata-alunos-como-coisas-produtos-e-ve-escolas-como-fabricas.html
DAR - http://coletivodar.org/2014/12/usuario-de-drogas-e-a-vitima-do-problema-e-nao-a-causa-diz-especialista-canadense/
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