Diversos filmes passam a idéia de que a força bruta é a solução para os problemas que encontramos, onde vencem os que tem as maiores armas, músculos ou exércitos, angariando aliados na execução de massacres sempre justificados. Legado de um passado nômade, dispendemos enormes quantidades de energia lutando contra a natureza, tentando padronizar, segundo nosso restrito ponto de vista, o que é a maior diversidade que iremos encontrar durante nossa existência. Ainda acostumados a utilizar esta abordagem, ignoramos o fato de existir outra muito mais simples e eficaz, que nos coloca em uma posição tão privilegiada quanto se tivéssemos tropas ao nosso alcance, mas muito mais leais.
Ao combatermos com outros criamos uma separação, um isolamento de idéias, onde descartamos um pedaço do quebra-cabeças que é o Universo sem considerar suas implicações, simplesmente por termos uma mentalidade limitada. Deixamos de tentar entender os processos que levaram àquelas conclusões, e o papel que desempenhamos nesta trama, uma vez que somos parte da mesma realidade, tendo e sofrendo influências que, por vezes, nem percebemos. Além do mais, atacar os demais é um exercício em futilidade, visto que o Cosmos é multiplo, enchendo a vida de pluralidade, onde nós ainda estamos inaptos à compreender tudo o que ela tem a oferecer, desprezando energias que ainda nem temos conhecimento.
A alternativa, que parece tomar mais força com o passar dos dias, é a de voltarmos tal estímulo para combatermos as próprias contenções que prendem a consciência em tamanhos medíocres, nos libertando para aceitar e compreender o que é a natureza. Desta maneira, nos incluímos na Criação, percebendo que somos parte de um cenário em constante mudança, nos adaptando com elas para, mais do que sobreviver, nos desenvolvermos e evoluirmos além do que imaginamos. Tendo o Infinito como fonte de força, usaremos para nos excluirmos dele, perdendo todas suas vantagens, ou para crescermos ainda mais, incorporando ainda mais informações, nos transformando em algo mais do que humanos?
:-)
Texto inspirado em:
Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br/aepet-na-luta-pela-auditoria-da-divida/
Ceticismo.net - http://ceticismo.net/2015/01/24/como-ensinar-arqueologia-e-paleontologia-de-forma-atraente/
Growroom - http://growroom.net/2015/01/18/o-fim-da-guerra-drogas-nao-vira-bala-e-nem-por-milagre/
Mensagem do Dia - http://www.mensagemdodia.org/lena-gino/
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário