segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Saídas do Monetareísmo

Trocar um sistema econômico não acontece do dia para a noite. É um processo lento, pois requer outro nível de conscientização de grande parte da população. Sem uma mudança na forma como se vê a sociedade, as pessoas retornariam para os velhos costumes por força do hábito, no momento que enfrentassem a primeira dificuldade. E como um viciado que ficou longe de sua droga por um tempo, intensificariam a antiga prática, correndo o risco de uma overdose.
Portanto é necessário que, se realmente tivermos interesse em alterar nossa realidade, aos poucos, modifiquemos nossa rotina. Além de dar o exemplo para outros, a cada passo dado estaremos mais conscientes sobre o mundo em que estamos inseridos. Novas idéias podem surgir deste processo, que talvez mudem o rumo para onde estamos indo. Portanto, a cada mudança feita, precisamos reavaliar as influências e conseqüências para nossa vida e da nossa sociedade.
Algumas pessoas preferem fazer grandes mudanças por vez, por gostarem do desafio. Outras escolhem ir se adaptando aos poucos, por optarem por segurança. Cada indivíduo tem seu ritmo e suas prioridades, e portanto irão acontecer à seu tempo. Para que sejamos capazes de uma mudança de tal magnitude, é necessário que treinemos nossa paciência e respeito pelos outros. Sem eles, nada irá mudar na realidade.
:-)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Criação de Ditaduras

Algumas das teorias econômicas e regimes de governo tem certos aspectos mostrados durante essa semana. Elas começam com uma idéia fantástica e acabam sendo pervertidas com o tempo, podendo se tornar ditaduras capazes de verdadeiros massacres. Um dos pontos que precisamos entender sobre nós mesmos, é que passamos a vida inteira mudando, e como conseqüência, toda a estrutura social deve mudar junto. Ao criarmos pilares de pedra, que não podem ser movidos, estaremos aprisionando nós mesmos à eles, como se fossem bolas de ferro em prisões.
Todas as propostas apresentadas aqui só tem valor se mantivermos a possibilidade de mudanças mais à frente. Talvez em uma ou duas décadas elas se mostrem defasadas, o que é natural quando se evolui um pensamento e uma sociedade. Mas ao repetirmos as ações de nossos antepassados, estamos utilizando princípios que não são mais compatíveis com a realidade que vivemos. Mesmo que alguns aspectos ainda sejam válidos, todos devem passar por uma reciclagem periódica, por todas as pessoas, pois deveria ser do interesse de todo cidadão saber o que acontece ao seu redor.
Por vivermos em um período onde é mais prático e simples ficarmos alheios, cuidando de nossa própria vida, talvez nunca estivemos tão vulneráveis e suscetíveis à sermos manipulados para interesses pessoais de outros. Talvez nosso conceito de ditadura também precise ser revisto, assim como o de escravidão. Está na hora de notarmos que existem outras formas de aprisionamento que não são físicas, e outras formas de punição que não são um chicote. Ao percebermos a existência de uma realidade mental e uma sentimental, descobriremos que certas correntes ainda não foram abolidas.
:-)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Direitos e Deveres


Direitos e deveres são nossas noções do mundo resultantes do período de escassez que nossos antepassados passaram. Sem a tecnologia necessária para produzir com abundância naqueles tempos, qualquer pessoa que não realizasse uma ação direta e visível para o que era conhecido como melhoria da sociedade, era transformada em párias. Apesar da Revolução Industrial ter mudado a realidade em relação à fabricação de bens, a falta desta informação para a população manteve o ponto de vista de que descanso, tempo para pensar e pesquisar são benéficos para toda a comunidade.
Sem saber que a situação dos recursos havia mudado, as pessoa mantiveram os mesmos hábitos que tinham antes, principalmente os econômicos. Isto significou o início de uma luta contra a própria evolução tecnológica, pois cada máquina que deveria ser criada para libertar o homem de suas tarefas manuais e repetitivas, acabou sendo vista como uma usurpadora de empregos. Por isso, a cada dia, ainda clamamos direitos e deveres sobre aspectos da vida comunitária que não tem mais razão de existirem, enquanto ficamos embasbacados com nossa crescente semelhança com certas criaturas mitológicas.
No momento em que aprendermos sobre nossa realidade tecnológica, e termos a capacidade de mudar nossa economia para uma baseada em recursos, conseguiremos simplificar a grandiosa lista de direitos e deveres. Apenas quando realmente conseguirmos garantir, em todos aspectos possíveis, o direito à vida, e tivermos a responsabilidade pessoal de honrar o dever de respeitar o próximo, veremos que eles são partes fundamentais de quem queremos ser. Quando compreendermos isto, eles não precisarão mais ser impostos por leis, com ameaças e uso da força. Virão naturalmente.
:-)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Regime de governo

O regime de governo nada mais é do que o espelho do sistema econômico que tivermos naquele momento. A democracia que temos hoje em dia é exatamente igual à que os gregos tinham a milênios atrás, onde uma casta da sociedade se reunia e fazia as regras, mas a grande maioria eram escravos. Se pararmos para analisar que precisamos trabalhar meses apenas para pagar impostos, e o resto fica dividido entre os meios para nosso sustento e ilusões, ambas vendidas pela mesma classe que influencia as leis, não podemos dizer que nossa situação realmente mudou.
Ao analisarmos o papel do governo, vemos que, em alguns casos, "se tratam de pessoas que não tem nenhum treinamento em resolver problemas, e ainda assim tentam resolvê-los baseado no que a maioria das pessoas pensam ser o certo. É mais ou menos como um atendente de caixa realizar uma cirurgia de coração baseado na opinião dos clientes." Como os problemas da sociedade são técnicos, a lógica nos leva a recorrer à tecnologia, onde leis serão algo do passado, e soluções práticas podem ser usadas.
Este modelo tende à procurar soluções sem a utilização de regras impostas para a sociedade, que acabam sendo distorcidas ou não obedecidas. Além disto, ao ser implantado em uma economia baseada em recursos, cada cidadão vira um governante, onde logo percebe que sua qualidade de vida aumenta à medida que a vida pessoal de seus conterrâneos melhora. Isto começa a acontecer quando a educação é levada a sério, e estudantes são tratados como o futuro do povo, não como um fardo. E uma vez que se perceba que qualquer pessoa, em qualquer idade pode ser um aluno, que pode contribuir com idéias para o desenvolvimento da população durante todo o período de sua vida, governantes se fazem desnecessários. Todos acabam se tornando voluntários.
:-)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Sistema econômico

O sistema econômico é o que mais influência nossa vida em sociedade, pois é ele que nos divide em classes, fazendo com que tenhamos certo tipo de amigos e relacionamentos. Também é ele que rege nosso estilo de vida, pois se não temos o suficiente para nos considerarmos humanos, regras não serão respeitadas, tornando-as inúteis. É ele, ainda, que irá propiciar os meios para intensificarmos os aspectos que vemos florescer em nossa convivência com os demais, nos tornando individualistas e violentos, quando nos faz competir por um único recurso.
Com mais conhecimento do que nossos antepassados, temos a opção de escolher os atributos necessários para obter os resultados que queremos, ao modelar uma nova economia. Neste exercício, onde temos a oportunidade de romper completamente com o passado, podemos deixar o antigo costume das trocas de lado, e experimentar um modelo baseado em dados atuais. E para saber quais dados usaremos e como montaremos o modelo, é preciso saber primeiro qual o comportamento final que tentamos atingir. Podemos utilizar uma das mais velhas buscas do homem: uma realidade de paz e liberdade.
Fazendo o caminho inverso, do fim para o início, observamos que as pessoas estão em paz e sentem-se livres quando elas tem a oportunidade de perseguir seus sonhos e obter o que desejam. Para tal feito, é preciso dar a elas as condições de alcançarem o que querem. No entanto, elas só saberão o que realmente anseiam se conhecerem a si mesmas e ao universo em que vivem. Para terem o tempo de fazer esta jornada para dentro de si e ao redor do planeta, é necessário que o meio as sustente. Uma das formas de conseguir este ambiente, é se ele for estruturado de forma a se manter com um mínimo de supervisão, e voltado à produção. Podemos chegar neste patamar empregando a tecnologia, pois esta é sua função. Para transformar os conhecimentos técnicos em realidade, é necessário acesso à recursos.
Assim, para realizarmos uma visão milenar, nossa economia deveria ser baseada em recursos. Por ainda não ter como começar uma nova do zero, mudar a existente não tem como acontecer do dia para a noite. É preciso um trabalho de conscientização, que inicia em nossa própria cabeça, mudando nossos hábitos e mostrando o exemplo para o resto da população. Sem isto, estamos fadados a manter os antigos costumes por mais nocivos que sejam, caso seja criada uma maneira de ir para os confins do universo, ou alguma crise aconteça.
:-)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Estrutura social

Muitas são as críticas feitas à estrutura social atual nesta página, mas por termos nascido nela, fica difícil de notarmos certos hábitos que temos, mesmo sendo nocivos para nós mesmos. Nossa divisão por classes, por exemplo, nos seguiria até os confins do universo, se tivéssemos criado os meios de chegar até lá. E mesmo começando uma civilização inteiramente nova naquela área, sem analisar o que estamos fazendo, estaríamos fadados a repetir os mesmos erros.
Mas ao partirmos do pressuposto de que evoluímos, que temos informações e utensílios que nossos antepassados não tinham, o estudo sobre os pilares que nos sustentam mostram que podemos ter uma realidade bem diferente. Entretanto, é preciso nos despirmos dos conceitos que tão bem conhecemos, para sermos capazes de criar novas definições com os dados mais atualizados. E podemos começar este processo ao observarmos a interpretação que temos do mundo.
Nossos antepassados separaram o que conheciam entre o que gostavam ou não. Isto fez com que ficássemos com uma mentalidade dual, forçando-nos a classificar nossa existência entre bem e mal. Podemos deixar esta percepção para trás ao notarmos que tudo que beneficia alguém, irá denegrir outro. São os efeitos de ação e reação da física que, por não estarmos acostumados a usar em nosso dia-a-dia, não enxergamos sua extensão. E isto não quer dizer que tudo o que fazemos seja "maléfico", como alguns vão imaginar, pois as desvantagens de alguns se tornam as vantagens de outros, gerando o ciclo da morte e da vida. Para início, então, podemos deixar a dualidade de nossas mentes para trás, e aceitar a naturalidade do mundo.
:-)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Saindo do alvo

Um dos maiores benefícios trazidos pela Internet é a possibilidade de uma interação mais prática com a mídia, que mostra seu resultado na hora. Com os antigos veículos, o consumidor poderia até tentar interagir, mas para seu ponto de vista chegar até o público, passava por um processo minucioso de inspeção. Neste novo meio, isto ainda é possível, mas páginas que removem muitos comentários de seus visitantes tendem a ser mal vistas, diminuindo seu acesso.
Além disto, com um número maior de pessoas contribuindo para o melhoramento das páginas, aumenta o número de pontos de vistas expostos, enriquecendo o trabalho dos escritores. Eles podem se aproveitar das ponderações feitas, que trazem informações que possivelmente não haviam sido consideradas antes. Sejam notas a favor ou contra, sempre se pode aprender algo de novo, que ao ser incorporado, pode ser passado adiante em obras ainda mais elaboradas.
Outro ponto que a Internet beneficiou o mundo foi a facilidade de se conseguir material atualizado de diferentes partes do mundo. Assim ficamos sabendo do que outras comunidades estão fazendo, o que funcionou ou não para elas, e testar variações delas adaptadas para nossa realidade. Hoje em dia, ter apenas uma fonte de notícias não é o suficiente, pois estamos nos dando conta de que o planeta possui uma diversidade ainda inconcebível para nossa mente. Mas podemos mudar isto, ao aumentarmos nossos pontos de vista com as mais variadas fontes.
:-)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Veículo de alienação

Qualquer meio de comunicação onde não existe a interação e a participação de toda a população pode ser usado como arma de propaganda. Com apenas um ponto de vista sendo anunciado, as pessoas que não tem um pensamento crítico são facilmente induzidas, facilmente virando marionetes. E não apenas de governos, mas de outras instituições que também tem interesse em manter o máximo de pessoas entretidas, para que tenham sua mente anestesiada e obedeçam sem questionamentos.
Com uma receita nas casas das dezenas de bilhões vinda de anunciantes, não é de se admirar que a grande mídia seja partidária deles. A simbiose entre as empresas e os veículos que representam suas faces foi se acentuando com o passar dos anos, e atualmente é difícil de separar uma das outras. Podemos ver, por exemplo, programas de televisão que criticam um aspecto da sociedade, enquanto outros, que causam o mesmo tipo de efeito são deixados de lado justamente por serem contribuintes da renda.
Desde que se descobriu este lado dos meios de comunicação, estratégias para manter o consumidor dependente deles tem sido criadas e utilizadas. Elas são sutis para o olho mais desatento, mas quando se conhece, percebe-se seu uso constante. Ao aprendermos sobre essas táticas, podemos nos proteger, aprendendo a criar um pensamento crítico, onde ouvimos mais o nosso próprio corpo do que uma propaganda bem feita.
:-)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Censura deles

O outro lado da moeda também existe, onde as próprias instituições tratam de cortar certos assuntos de seus quadros, enquanto dão atenção demasiada à outros. Em alguns casos, estes atos são movidos por razões políticas, onde os poucos donos dos grandes veículos de comunicação querem beneficiar seus próprios candidatos. As promessas feitas específicamente para determinadas empresas pelos futuros governantes do país, se forem eleitos, são incentivantes.
À algum tempo os governos já notaram que existem outras maneiras de exercer seu controle sobre a população, que vai além das leis feitas pelos próprios. Utilizando-se o sistema monetário, influenciam aqueles que são mais dependentes dele, criando ilusões que confundem com a realidade, para o público mais desatento. Desta maneira, tanto os políticos quanto a instituição saem no lucro.
Este tipo de parceria existe à muitos anos, e em especial no Brasil, onde os meios de comunicação são autorizados pelo governo. Assim, para se manter no negócio, é preciso invariavelmente ter este tipo de relacionamento, o que já deve ser visto como norma em alguns casos. Aqueles contrários à estes candidatos selecionados tem raras chances de aparecer e mostrar seu lado, privando toda a população de seus pontos de vista, forçando um padrão pré-determinado de pensamento.
:-)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Censura neles

Apesar de considerar a grande mídia atual um instrumento de alienação, ao invés de informação, é preciso deixar claro que isto não é uma generalização, que existem profissionais competentes lutando para trazer para nosso conhecimento certos fatos que alguns preferem esconder e que atingem a todos. Alguns imaginam que a censura é coisa do passado, quando ela perdura em nossos dias atuais, de formas mais silenciosas do que antigamente. Talvez por isto, sites de denúncias anônimas estão se proliferando pela Internet, onde jornalistas procuram um oasis para que possam escapar do sufoco em que se encontram.
No começo, os meios de comunicação precisavam se preocupar apenas com governos. Naqueles tempos, qualquer idéia contra o grupo dominante podia ser considerada uma conspiração, o que em muitos casos era passível de morte. Algumas das chamadas sociedades secretas surgiram nessa época, pois os membros eram obrigados a se esconder se quisessem continuar vivos. Alguns, que não tinham como se esconder, ou não queriam, se arriscavam ao tentar passar informações de formas mais sutis.
Hoje em dia, no entanto, apesar dos governos não usarem descaradamente de métodos tão bárbaros, o fazem com outros meios. Pressões políticas sobre as instituições de comunicação são uma constante, e pode-se notar na qualidade dos assuntos oferecidos, que tem caído a cada ano que passa. Estão cada vez mais voltados para o entretenimento, deixando aqueles que realmente influenciam nossas vidas sendo tratados superficialmente, quando abordados. Um povo consciente do que acontece pode mudar este cenário, munidos de informações necessárias.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Imprensa

Desde o começo devo ter deixado claro que não vou muito com a cara da grande mídia. Nada contra os profissionais, pessoalmente falando, mas contra as instituições para as quais, infelizmente, muitos deles trabalham. Acho que está na hora de explicar um pouco mais sobre este sentimento contra esse tipo de empresa, e mostrar alternativas que podem ser utilizadas.
Antes de tomar a forma do papel e se popularizar, era uma ferramenta exclusiva de governos que, por um motivo ou outro, usavam de periódicos para informarem a população de suas vontades. É irônico se compararmos esta situação com a atual, pois se considerarmos que a maioria das pessoas daquela época era analfabeta, e que hoje os governantes usam jargões cada vez mais complicados, notamos que pouco mudou.
Com o nível de alfabetização aumentando e com o desenvolvimento da prensa móvel, a difusão da imprensa foi uma consequência natural. Tanto quanto o caminho que ela seguiu, dentro do sistema monetário. Ela sofreu e impôs censura, se tornou parcial quando precisou e hoje, está tomando uma nova forma, se adaptando ao novo mundo. O aspecto final, como sempre, depende mais de nós, consumidores, do que dela mesma. Ela está apenas, assim como nós, lutando por sua sobrevivência.
:-)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Papel da escola

Contrário à crença de certas pessoas, o papel da escola não é criar a base da educação. Desde o início, mas principalmente depois da Revolução Indústrial, nossa visão das instituições de ensino tem sido o de uma fábrica qualquer. De um lado da esteira entra um ser humano e do outro lado sai um profissional, se nada der errado. Caso o resultado não seja o esperado, tentamos consertar o produto, inserindo-o de novo na máquina, ignorando que somos pessoas, e não objetos.
Outro aspecto que raramente notamos é o do que é ensinado nestes locais. Dependendo da época analisada, temos um assunto em destaque, considerado pela sociedade como a única forma de sobrevivência. Se pegarmos a idade média, teremos mais religião; ao observarmos a Grécia antiga, era o militar; hoje temos a produção de técnicos, que reflete nossa dependência em empregos. Mas temos a oportunidade de mudar este paradigma.
Desde a popularização de computadores e da Internet, nossa maneira de ver e usar a informação está mudando. O acesso prático à dados do mundo todo ajudam as pessoas à aprofundarem seu conhecimento sobre os assuntos que mais lhes interessam. Lembrando Ken Robinson, temos as condições de transformar a educação de um modelo linear e manufaturado para um orgânico. Isto nos dará as circunstâncias necessárias para vermos o que a humanidade pode criar, sem ficarmos aprisionados em apenas um aspecto do mundo.
:-)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Papel da Sociedade

Uma pessoa passa a vida inteira aprendendo, não apenas em sua infância. Nascemos, crescemos e morremos e nunca conhecemos tudo o que existe. Cada novo indivíduo que vem ao mundo representa uma nova perspectiva de interpretação do universo, e portanto, um novo ponto de vista que não havia sido explorado antes. Partindo deste princípio, vemos que é do interesse de toda a sociedade a integração das pessoas, já que quanto mais informação temos, mais conhecimento podemos gerar.
Esta idéia não é nova, várias pessoas a propagaram no passado. Mas como agora estamos munidos de ferramentas mais adequadas para lidar com os dados, estamos conhecendo um novo ângulo dela. Podemos ver com mais detalhes as conseqüências do que acontece quando temos uma estrutura social que separa, mesmo que ainda não sejamos atingidos por elas, e não ficar só com os boatos. Agora também somos capazes de entender de onde vem os maiores problemas da sociedade, apesar de pintarmos um quadro melhor para nós mesmos, na esperança de que a ilusão se torne realidade.
Sem o apoio uns dos outros, qualquer comunidade está fadada à ser dissolvida. Todos os dias, ao andarmos pelas ruas de qualquer cidade do mundo, encaramos a questão do que é ser um verdadeiro cidadão. Sejam crianças ou adultos, aqueles que se encontram em condições menos favoráveis precisam de uma ajuda, não monetária, mas humana. Também não é necessário levá-los para casa, apenas realizar nosso papel de pais, e dar um pouco de atenção. Com dignidade, aos poucos a sociedade vai mudando.
:-)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Papel da Família

As pessoas mais próximas dos pais também tem seu grau de influência no desenvolvimento de um novo ser. Podem ter um papel mais direto, ao tratar com a criança, ou mais indireto, ajudando os tutores nos bastidores. E não precisam estar restritos à laços de sangue, podem ser amigos, colegas, ou qualquer um que os responsáveis considerem apto à participar da criação. Ao compartilharem esta experiência, o relacionamento passa por uma transformação, tendo a oportunidade de ser aprofundado para a vida.
Por serem relacionamentos já existentes, a dinâmica flui mais suave, deixando os pais mais confortáveis até em deixar o rebento em companhia destes indivíduos. Isto propicia à criança conhecer diferentes pontos de vista sobre o mundo. Alguns podem contar histórias com outra moral, enquanto outros irão interagir de jeitos variados. Observar como os pequenos se comportam com essas múltiplas facetas do ser humano nos dá mais informações sobre seus interesses e aptidões.
Além disto, a própria criança terá a chance de explorar diversas nuances de nosso planeta. Quanto mais variadas forem as emoções, idéias e experiências à qual ela é submetida, mais dados ela terá para criar seu próprio conhecimento. Familiares, em toda sua gama, são ótimos para isto, pois são o primeiro passo do novo ser entrar em contato com uma realidade diferente da criada pelos pais.
:-)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Papel dos Pais

Diferente de outros animais, quando nascemos ainda precisamos de proteção, pois ainda estamos nos desenvolvendo. Levamos mais tempo do que outras espécies para conseguirmos caminhar sozinhos e nos alimentar. Além disso, absorvemos muito mais em nossos primeiros anos de vida por termos uma incrível habilidade de adaptação. Por esta razão, nossos primeiros guias precisam estar conscientes da responsabilidade que terão, pois seus atos serão as maiores influências de nossa personalidade.
A maneira como vemos o mundo e como tentamos sobreviver nele são fruto do trabalho realizado por nossos tutores, e ficam conosco por grande parte de nossa vida, até descobrirmos o pensamento crítico. Por causa de certos pais, algumas pessoas nunca descobrem que tem tal habilidade, e passam seu tempo neste planeta dependentes do cérebro de outros. E o mesmo acontece com outros aspectos do desenvolvimento.
Apesar de nossa sociedade estar acreditando cada vez mais nesta idéia, bens e posses não representam quase nada na educação de uma criança. O exemplo que dermos para estes novos seres é o que será seguido por anos a fio. Se os tratarmos apenas com presentes, sem estarmos presentes em suas vidas, se tornarão negligentes e farão o mesmo. Assim como se dermos atenção, compreensão e paciência, as chances de crescerem como verdadeiros cidadãos irá aumentar.
:-)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Educação começa em casa

Uma das teclas que tenho mais batido desde o começo desta página é a da educação. O conceito que eu abordo é diferente do que é ensinado em escolas, onde se formam profissionais, e não humanos. Sem percebermos, absorvemos tudo o que nos é empurrado nessas fábricas de técnicos, e acabamos sem um pensamento crítico, que é vital se queremos deixar de ser meros animais.
O modelo educacional que temos hoje foi criado na época da Revolução Industrial, e portanto, segue o molde de indústria, onde a matéria prima entra em uma produção em linha, para sair o resultado desejado. Aqueles que apresentam algum defeito de fabricação são descartados, escondidos do resto da população, pois são vistos como falhas. Talvez seja a hora de mudar e observar que talvez sejamos nós, a sociedade, que falhamos ao entendê-los.
Com a chegada da Internet, estamos descobrindo que não existe mais um padrão universal de estudo, pois cada um tem seu jeito de aprender e um assunto que mais lhe interessa. Ao disponibilizarmos a informação, descobrimos que existem aqueles que vão atrás, e que fazem estudos cada vez mais aprofundados sobre o que lhes atrai. O resto, em muitos casos não sabe deste recurso, ou está tão preso na estrutura que criamos, que lhes falta oportunidade de mudanças. Aos poucos, no entanto, podemos mostrar-lhes que existe um caminho.
:-)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sociologia

Um importante detalhe que algumas pessoas se esquecem quando observam seu ambiente é o aspecto humano. Estudar como nossa espécie se comporta é uma tarefa difícil, pois por se tratar de nós mesmos, já temos algumas pré-concepções que não notamos. Mesmo ao filmarmos nossas atividades como se fôssemos algum animal selvagem, ao assistirmos o vídeo iríamos sobrepor nossos conceitos sobre o que está sendo mostrado, ao invés de criá-las naquele momento.
O maior exemplo que podemos ver é no que se refere ao sistema monetário que utilizamos. Embora termos a capacidade de produzir mais do que conseguimos consumir desde a Revolução Industrial, ainda usamos um modelo econômico de antes daquela época. Desta maneira, somos forçados a criar escassez artificial para conseguirmos sustentar esta estrutura, o que destrói populações e o planeta. Poucas pessoas conseguem enxergar este problema, mesmo trabalhando diariamente com cifras.
Algumas o fazem por estarem completamente doutrinadas pelo ambiente, que nem sabem que tipo de perguntas fazer, enquanto outras seguem a maioria, sem saber que podem questionar. Para abrir nossos horizontes, é interessante termos outros pontos de vista, que mostram como pessoas vivem de maneiras diferentes, e o que as motiva. Além das sugestões apresentadas por aqui, aconselho procurarem outras pela Internet, sobre os assuntos que mais as interessem. Assim iremos redescobrir a magífica diversidade de nosso planeta, que está espelhada em nossa espécie.
:-)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Espiritualidade

Assim como estamos re-aprendendo nossa posição no planeta e nossa relação com ele, estamos lembrando também que existem aspectos de nossa vida que vão além do que nossos olhos enxergam. A ciência explica muita coisa, ainda mais quando comparamos com alguns séculos atrás, mas ainda existe o que foge de seu escopo. Questões que o consumismo tenta responder diariamente, e falha em grande parte dos casos.
Em sua origem, a ciência estava intimamente conectada com os estudos do etéreo, o que podia ser visto na alquimia. Mas depois de alguns episódios em nossa história, como a Santa Inquisição, os assuntos da alma e do espírito foram reivindicados como propriedade exclusiva da igreja. Esta separação ainda nos confunde, nos fazendo escolher um ou outro caminho, dificilmente vendo que ambos podem andar juntos.
Mas não é apenas na filosofia ocidental que devemos procurar conhecimento, pois a cultura do oriente também tem sua sabedoria. O contraste entre os mitos de leste e oeste podem produzir valiosos guias para nossas vidas, oferecendo respostas que apenas um não conseguiria. O equilíbrio da realidade talvez não esteja em descobrir qual das teologias é a mais correta, ou qual deidade é a mais poderosa. É possível que ele esteja na soma das partes, no ponto onde todas elas se encontram.
:-)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Jornalismo/Opinião

O jornalismo do planeta está sofrendo mudanças cada vez mais radicais desde a criação da Internet. Os episódios vistos no final do ano passado sobre o Wikileaks mostram o quanto a rede mundial está forçando a grande mídia e seus espectadores a reverem seus conceitos. Ainda mais quando este tipo de repórter começou a se espalhar, aumentando sua abrangência pelo mundo.
Mas antes mesmo da onda de vazamentos de instituições tomar as dimensões que tem agora, outras páginas propagavam pontos de vista diferentes. Os blogs, em seu começo, também sofreram críticas, e alguns de seus escritores foram alvos de ataques, principalmente quando questionavam o sistema atual. Mas no mundo virtual, as perguntas não são esquecidas tão facilmente, e as respostas são analisadas por todo o coletivo, que inspeciona e cria sua própria opinião.
Com a Internet, também ficou mais rápido e prático tomar conhecimento de documentários, palestras e até outras mídias do outro lado do mundo. Algumas nem tão longe assim, mas que estavam anônimas para os próprios conterrâneos, por falta de um meio de comunicação mais eficiente. Atualmente podemos contar com as maravilhas da rede mundial, mas não podemos nos apegar demais à ela também. Com a evolução, as chances são de que logo aparecerá algo mais moderno e mais prático.
:-)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Tecnologia

A tecnologia vem desempenhando um papel cada dia mais crucial em nossa sociedade. Apesar de mantermos a mesma estrutura social de milhares de anos atrás, as ferramentas que usamos em nossas rotinas estão se atualizando em uma velocidade cada vez maior. Evoluiram tanto, que as criaturas começam a influenciar os criadores, forçando-nos a mudar certos conceitos.
Diferente da Revolução Industrial, desta vez estamos mais cientes da nossa posição neste planeta, do quanto somos dependentes de todos os outros organismos que também habitam ele. Enquanto alguns ainda procuram meios de conciliar nosso antigo estilo de vida com a nova mentalidade, existem aqueles que já partiram para a projeção e construção de uma nova realidade, mais adequada à nosso conhecimento atual. As chances são de que estamos presenciando o nascimento de um novo mundo, ou mais.
A cada dia descobrimos diferentes maneiras de utilizar velhas ferramentas, ou inventamos mais algumas. Com a Internet, o que se cria de um ponto do mundo pode, em questão de segundos, ser replicado por todo o planeta, onde pessoas com diferentes perspectivas podem adaptar para suas próprias necessidades. Esta dinâmica evolutiva pode aumentar sua velocidade à medida que mais pessoas aderirem à ela, se atualizando, opinando e passando adiante as novidades.
:-)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Dicas de sites


Para começar bem o ano, nada melhor do que ampliar nossos horizontes, descobrindo novas fontes de pesquisa. Para ajudar nesta missão coloquei, já a algumas semanas, no lado direito da página, uma lista com os blogs e sites que mais pesquiso. Alguns destes merecem destaque, assim como outros, que tem o propósito de abrir nossas mentes, mostrando perspectivas que talvez não conhecíamos, ou aprofundando o que já sabemos.
As opções são diversas, e as apresentadas aqui são apenas uma fração delas, pois são as que eu tomei conhecimento. Com pesquisas em sites como o Google, Yahoo, Bing, Ask, ou outros do tipo, pode-se aumentar consideravelmente este leque, dependendo do gosto do freguês. Aqueles com mais interesse em um determinado assunto irão, consequentemente, procurar mais sobre tal tema.
Alguns dos exemplos podem ser velhos conhecidos, que merecem uma nova visita, para serem vistos com outros olhos, agora que sabemos que estão conectados de um jeito ou de outro com o resto. Os novos irão trazer um novo sopro de vida, mostrando novas perspectivas. São maneiras diferentes de se ver o mundo, e quando mais delas tivermos, melhor conseguiremos entender o que se passa à nossa volta.
:-)