sexta-feira, 20 de julho de 2012

Não pense o que eu penso

As incoerências de nossa sociedade não se restringem às nossas rotinas, nossas ações, mas se extendem à maneira de pensarmos. Por não vermos o mundo como ele é, não nos sentirmos conectados com ele, não fazermos parte de sua natureza e seguirmos o paradigma do lucro, não entendemos como ele funciona. E sem esta compreensão, estamos fadados à destruir nossa própria casa, até não restar mais recursos que garantam nossa sobrevivência. A escola da alma, a religião, se vende em cada esquina, onde o charlatanismo da resposta fácil atrai cada vez mais contribuintes. Nosso sistema econômico apenas prospera quando existem problemas, sendo o lucro proporcional ao tamanho da destruição causada. Deixamos de lado o que é certo para seguir o que nos dá mais rendimentos, para manter nosso estilo de vida em uma cultura parasita. As ferramentas que são criadas com a função de ajudar as pessoas são deturpadas já em seu financiamento, que busca o constante consumo. As soluções simples, que podem ser feitas em casa com materiais do dia a dia não são divulgadas, dando preferência à produtos comerciais. Mas elas existem, e podem ser facilmente reunidas, quando criarmos uma nova geração de pensadores críticos e criativos. :-)

Nenhum comentário:

Postar um comentário