quinta-feira, 12 de julho de 2012
Sentindo pânico
Raramente consideramos outras formas de vida além daquelas que conseguimos ver, apesar de tratarmos certas entidades como tal. Mas, legalmente, ao menos, corporações tem o mesmo patamar de pessoas, e mesmo sem notarmos, acabam agindo como tais. Ao se sentirem ameaçadas, como qualquer outro ser vivo, reagem de forma defensiva, usando de violência e instintos.
Vemos empresas gastarem mais em propaganda do que em seus próprios produtos, usando de ilusões para hipnotizar suas presas. Campanhas de candidatos são financiadas por companhias dispostas a empurrarem leis que, provavelmente, não beneficiam suas vítimas. A mão de obra, longe de ser seu maior patrimônio, é o primeiro pedaço a ser descartado ao menor sinal de perigo.
Não vemos as corporações como seres vivos, mas os efeitos de suas ações deixam claro que elas possuem algum tipo de mentalidade. Enquanto tivermos um ambiente propício para seu crescimento, elas irão se alimentar de nossos bolsos primeiro, e em seguida, de nossas vidas. Pois a maior ameaça à sua sobrevivência é o pensamento independente das pessoas, que as força a mudarem.
:-)
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