sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Enganação

Fomos levados a acreditar que nossa sociedade funcionava de certa maneira, romântica, onde tudo funciona brilhantemente. Dizem que existe um lado ruim dela, mas que a culpa não é do sistema, pois, no papel, ele funciona de forma perfeita. Mas descobrimos que esta brilhante máquina tem suas falhas, e que as consequências delas são justamente o que nos impedem de evoluirmos. Por termos uma economia baseada em trocas, a corrupção é parte fundamental dela, uma vez que aqueles que mais tem, tem mais oportunidades. Ao unirmos a economia à democracia, aprendemos que os eleitos devem primeiro à seus financiadores, e depois ao povo. Entendemos que, por lucro, corporações, e as pessoas, são capazes de quaisquer ações, por mais ilógica e incoerente que pareça. Ao analisarmos os recursos e a tecnologia que temos, descobrimos que não são eles que faltam, mas uma vontade política de resolver os problemas. Estamos compreendendo que, se trabalharmos com inteligência, somos capazes de automatizar grande parte dos serviços que existem. Temos a chance de sermos realmente livres, ao criarmos um novo sistema, que não dependa de trocas ou de acúmulo para sobreviver. :-)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Corrupção

As atrocidades que eram ocultas de nós começam a vir à tona, e muitos se impressionam com o que é feito sem nosso conhecimento. As consequências de uma economia baseada em lucro e acumulo deixam o lado romântico da propaganda para trás. E o que se revela é exatamente o oposto do que é vendido em prateleiras e campanhas, que ninguém compraria por livre e espontânea vontade. Os remédios que deveriam curar, hospitalizam e causam tantas mortes quanto certas doenças. Nossos alimentos, que deveriam melhorar nossa saúde, são tratados com produtos nocivos a ela, e processados sem higiene. Nossa economia, que pela definição deveria economizar, esbanja recursos, destruindo o ambiente sem pensar nas consequências, apenas no ganho financeiro. Acreditar cegamente nas propagandas nos trouxe à uma realidade completamente contrária a elas, pois deixamos de pensar. Vendemos nossa mentalidade e moralidade à corporações, em troca de produtos fúteis e promessas que nunca se materializam. Mas estamos acordando para o que acontece, e não seremos mais enganados tão facilmente, exercitando nossa mente crítica. :-)

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Ocultação

Hoje temos mais condições de ver a prisão que nos cerca por causa dos avanços tecnológicos trazidos pela Internet. A informação, que antes era de difícil acesso, agora pode ser encontrada com o pressionar de poucas teclas. Ficamos sabendo sobre o que antes era filtrado e escondido de nós, criando a responsabilidade de julgarmos, sem depender de outros. Descobrimos que certos produtos que nos são oferecidos causam mais malefícios do que pensávamos, tanto física quanto psicologicamente. Encontramos as causas de algumas doenças comuns, e que a cura não se encontra no balcão de alguma farmácia, mas na cozinha de casa. Constatamos que nossa força está na cooperação das pessoas, e não na competição, como a propaganda nos leva a crer. Sem as informações que hoje chegam com mais facilidade à nosso conhecimento, não teríamos noção da realidade em que vivermos. Continuaríamos em uma fantasia com data de validade marcada, e com uma drástica mudança nos aguardando. Agora temos condições de nos preparar, e fazer uma transição suave para um novo paradigma, que iremos criar com mais consciência. :-)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Hipnotização

Existem diversas técnicas que podem ser utilizadas para capturar nossa atenção, desviando-a do que realmente importa em nossa vida. Por causa delas, passamos a considerar irrelevâncias como prioridades, transformando nossa rotina em um espelho de sua futilidade. Vemos as consequências disto na sociedade, que acaba sendo afetada pela maneira como seus membros levam sua vida. Temos profissionais do entretenimento sendo mais valorizados do que os do aprendizado, saúde ou até mesmo da segurança. Aceitamos que representantes passem a ser governantes, e deixamos que aumentem seu próprio salário indefinidamente e às nossas custas. Damos permissão para empresas destruirem e poluirem nossa casa, em troca de lucros cada vez mais altos para seus acionistas. Ao notarmos a prisão que nos cerca, entendemos que é necessário um novo nível de consciência para escaparmos dela. É preciso mudarmos a mentalidade, para conseguirmos focar no que é importante para nossa vida e de nossas famílias. Com algumas modificações somos capazes de transformar nossa rotina para melhor servir nossos interesses. :-)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Opressão

Estamos começando a perceber as características da prisão que foi construída ao nosso redor, mas que não vemos. Nossos demais sentidos estão ficando mais aguçados, e nossa inteligência vem crescendo, ao entendermos que podemos ser presos de outras formas. Notamos de quem é a mão que manipula as marionetes que atraem nossa atenção constantemente, e aprendemos a nos defender. Vemos quem os políticos realmente servem quando comunidades são despejadas para o benefício de uma empresa. Observamos o objetivo das corporações quando vendem produtos nocivos para o consumo humano para aumentar seu lucro. Distinguimos o propósito da mídia quando edita notícias para realçar um ponto de vista, ou omite-se de certos eventos que deveriam ser de conhecimento público. Por muito tempo achamos que existia algo de errado em nossa sociedade, e vivíamos apontando o dedo uns para os outros. Compreendemos, agora, que o problema não são as pessoas em si, mas o ambiente criado para elas viverem. E sabemos que com uma mudança de mentalidade, este pode ser facilmente modificado, para algo mais condizente com nosso conhecimento atual. :-)

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Revolução

Ao nos unirmos com nossa comunidade e compartilharmos informações, ficamos mais em sintonia uns com os outros. Descobrimos uma energia esquecida a tempos, mas que está voltando para nosso planeta na forma de revoluções. Estamos começando a enxergar a mão que segura as cordas, e notamos que a liberdade que nos foi vendida tem data de validade. Entendemos que, enquanto tivermos uma economia baseada em trocas, ficaremos presos àquele que controlar a moeda. Compreendemos que democracia sem educação não funciona, e que se tivermos o segundo, o primeiro torna-se redundante. Sabemos que nossos limites são aqueles impostos por nós mesmos, e que todo o resto é ilusório e se alimenta de nosso medo. Nossos antepassados compraram a realidade que consideravam a melhor para eles, mas não imaginavam que ainda estaríamos pagando por ela. Nada nos impede de virar as costas para ela, e construir uma nós mesmos, de graça, para as próximas gerações. Ao vencermos o receio que temos do desconhecido, iremos descobrir que já temos tudo o que precisamos para realizá-lo. :-)

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Multiplicação

A cada eleição, nosso sistema nos lembra de que temos força ao nos unirmos, mesmo a desperdiçando neste exercício fútil. Nosso verdadeiro poder não está na escolha de representantes, pois eles são pagos por corporações, e atendem a elas. Nossa energia reside em nos unirmos e trabalharmos por e para nós mesmos, sem esperar por terceiros com promessas vazias. Políticos que, a cada campanha, provam que seus métodos são falhos, repetindo os discursos feitos anteriormente. Corporações que anunciam produtos milagrosos, que irão resolver nossos problemas sem o menor esforço ou comprometimento. Médicos e religiosos, oferecendo a cura do corpo e da alma em troca de alguns centavos, sem comentar os custos extras. Temos a capacidade de multiplicar nossas características quando nos unimos, sejam elas benéficas ou não. Ao melhorarmos nossas atitudes, contribuímos para que a comunidade ao nosso redor faça o mesmo, desenvolvendo o estilo de vida de todos. Distribuir as informações que consideramos relevantes é essencial para transformarmos nossa realidade. :-)

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Conclusão

A lógica de nossos antepassados para resolver problemas se resumia na tentativa de erradicar a causa a qualquer custo. Hoje, com mais informações, compreendemos que esta prática tende a nos deixar em situações ainda mais difíceis. Existem elos que ainda não vemos claramente, e que são quebrados por nossa ignorância, fazendo com que o preço a ser pago seja alto. Para eliminar pestes de plantações, nossos antepassados exterminavam toda forma de vida da região, além de se envenenar no processo. Para curar doenças causadas por hábitos nocivos, nos viciamos em praticidades que, agora, nos matam mais do que as próprias. Para resolver questões sociais, impomos a vontade através da força, vivendo na ilusão de que temos resultados. A própria sociedade se vangloria de um sistema onde vale o voto popular, que ignora completamente a lógica da ciência. Isto sem entrar na questão de que, indiferente do eleito, nada irá mudar enquanto os financiadores não mudarem. Mas com a popularização da informação, estamos ficando mais conscientes de alguns exemplos do passado, que precisam ser relembrados. :-)

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Reação

Qualquer cultura tem, como base, hábitos antigos que são mantidos, em certos casos, sem questionamento por parte de seus membros. Ela é diferente da evolução, que tenta se renovar a cada instante, se adaptando à novas situações e acumulando conhecimento. Elas podem se complementar, assim como também podem se sobrepor, fazendo com que uma esconda a outra. Em nossa sociedade, podemos ter voto aberto e secreto, manual ou eletrônico, mas ainda assim será o mesmo sistema por trás. Da mesma maneira, podemos ter novas embalagens de produtos, o que não melhora, necessariamente, nossa dieta alimentar. Assim como novos remédios são criados diariamente, mas não transformam nossa rotina, fazendo com que nos exercitemos mais frequentemente. A cultura, uma vez estabelecida, fica resistente para mudanças, balanceando as inovações da evolução, nos dando segurança. Mas apenas segurança pode nos matar de tédio, pois perdemos a graça da vida, sem novidades que nos provoquem. Encontrar o meio termo é difícil pessoalmente, mas não tão impossível, pois temos como fazê-lo em sociedade também. :-)

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Ação

Todos os dias percebemos o que existe de errado em nossa rotina, pois são detalhes que nos chamam atenção constantemente. Eles vão se acumulando até, invariavelmente, se tornarem problemas de grandes proporções, como uma bola de neve. E como tal, existem diversos métodos de se lidar com a situação, sendo alguns mais eficazes e eficientes do que outros. Podemos simplesmente sair da frente do caminho da destruição, ficando de lado, apenas observando o que acontece. Também temos a possibilidade de enfrentar de frente, dependendo de nosso preparo e demais condições. Existe ainda a alternativa de não fazermos nada, e deixarmos à cargo da natureza seguir seu curso, seja ele qual for. Cada ação que tivermos irá gerar um tipo de reação diferente, dando início à um novo ciclo com a qual teremos de nos adaptar. Podemos notar que alguns hábitos são mais fáceis de se transformarem no começo, quando ainda não se enraizaram em nossa rotina de forma permanente. Outros, no entanto, precisam de um esforço maior para serem refeitos, pois já se tornaram parte de nós, como parasitas que precisam ser removidos. :-)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Sonhos de favor

Os sonhos de consumo que temos são criados pela ilusão de que somos separados de nosso mundo, de nosso universo. Tentamos preencher o vazio da distância com objetos materiais, pois somos levados à este tipo de raciocínio. Somos distraídos o máximo de tempo possível, para não termos condições de descobrir nosso verdadeiro potencial. Por onde olhamos, vemos propagandas das mais diversas, que apelam aos instintos mais básicos, para deixarmos a lógica de lado. Foi criada uma sociedade onde, desde cedo, nos ensinam que existe apenas uma forma de sobrevivência, e é monetária. Neste sistema dependente, expectativas são cobradas de nós, com a desculpa de que as coisas não funcionam se não fazemos nossa parte. Mas em uma pirâmide, a base é maior do que o topo, ilustrando como tal hierarquia irá gerar aqueles com menos condições. Para que este tipo de organização mude, é necessário que tomemos nossos sonhos de volta, na busca pelo nosso potencial. Ao abrirmos os olhos para o que nos cerca, descobrimos meios de escapar desta realidade artificial, e o caminho para ir para aquela à qual pertencemos. :-)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Honra na oferta

Por estarmos acostumados com nosso sistema moneario, não vemos certos aspectos de nossa sociedade como consequência dele. Não notamos ainda que vivemos em um mundo onde tudo se relaciona, e que não conseguiremos resolver os problemas separadamente. Não imaginamos que as influências de um setor sejam tão amplas assim, e que possam corromper outras tão distantes. Achamos que a corrupção é inerente do ser humano, e ignoramos um sistema que a favorece e a amplifica. Esquecemos o que é colocar a qualidade acima da quantidade, pois nossa economia demanda o segundo para se manter. Até mesmo nossa saúde fica em risco, uma vez que não nos importamos com nutrientes, apenas com as vendas. Não notamos as repercursões que nossas ações tem por não vermos o planeta em que vivemos como um sistema fechado. Ele não é linear, fazendo com que nossas ações se propaguem de volta para nós, de um jeito ou de outro. Felizmente, estamos acordando para esta realidade, descobrindo que existe muito para arrumarmos, e estamos arregaçando as mangas para fazê-lo. :-)

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Integridade em liquidação

Existem diversas maneiras de nossa atenção ser presa, para não vermos o que está acontecendo ao nosso redor. As promessas vazias feitas a cada eleição são a maior prova disto, pois são esquecidas no dia seguinte da posse. Ainda acreditamos em um sistema que tem nos enganado por séculos, e que não tem evidências de que irá mudar. Cremos nas palavras e esquecemos de observar as ações, ficando a ver navios a cada comprometimento feito. Garantias não são honradas, uma vez que advogados se aproveitam da subjetividade de nossa língua para escapar de juras. Os tributos, estes sim são rapidamente passados para aqueles que mais precisam, que esperam eternamente os serviços que foram comprados. Enquanto observamos a copa, milhões de reais passam por debaixo de nossos narizes, assim como os perpetuadores. Enquanto olhamos a novela, salários de parlamentares aumentam e o de professores diminuem cada vez mais rápido. Enquanto ficamos esperando por uma resposta, deixamos de fazer o que precisa ser feito, e passamos a ser parte do problema, e não da solução. :-)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Leis de aluguel

Nossa maior ilusão é a de que o governo tem algum poder de verdade, de que ele luta pelo povo, uma vez que é constituido dele. Mas com toda burocracia criada para nos prender na fantasia da civilização, pouco é feito para quem precisa, e muito é feito para quem quer. São estes últimos, na realidade, que aprovam textos que irão virar projetos e lei, deixando os primeiros na eterna espera. Amigos e familiares se beneficiam mutualmente, e estamos num manicômio por achar que será diferente na máquina estatal. Nossa própria economia dá mais acesso àqueles que mais tem, oferecendo oportunidades que o cidadão mais simples não tem. Esperamos que a classe baixa se comporte como a alta, mas a deixamos vivendo de chances, e nos admiramos quando a sorte não os favorece. Não encaramos nossa própria sociedade como ela é, observando apenas fantasias distorcidas criadas em laboratório. Vemos aqueles que estão acima da pirâmide como deuses, pois vivemos de esperanças bíblicas de que nos salvarão. E quando se enfrentam, pedaços da realidade se soltam, entendemos onde realmente habitamos, e que eles também são humanos. :-)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Vida a venda

Ainda vivemos na ilusão de que existe uma democracia no mundo, e que ela é o ápice de nossa organização social. Mesmo com as evidências apontando em outras direções, perseguimos este sistema como se fosse a única e melhor solução existente. Descartamos as provas que são jogadas em nossa frente diariamente, travando uma nova guerra santa com a política. Não levamos em consideração o subproduto de nossa economia, e combatemos a corrupção e suas consequências como se fossem algo à parte. Não vemos os financiadores dos partidos, esquecendo que estes precisam prestar contas, e que não é para quem dá o voto. Não notamos ainda que votos populares não acrescentam em nada, quando não existe uma educação de base. Nossa leis são feitas por aqueles que mais pagam, pois nossa economia dá à eles mais poderes do que para outros. Artimanhas são criadas para nos manter eternamente na expectativa de que a justiça será feita, já que todos são iguais. Mas as mudanças que irão favorecer a classe baixa não virão de cima, e acontecerão quando aprendermos que, em uma pirâmide, o que menos existe é a igualdade. :-)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Realidade Alternativa

Talvez não consideramos realidades alternativas para nós por termos esta habilidade escondida de nós por um tempo. Afinal, George Orwell já escreveu que quem controla o passado, controla o futuro; e quem controla o presente controla o passado. Como toda nossa sociedade moderna foi financiada por banqueiros, que criaram dívidas que não podem ser pagas, podemos considerar que são os donos do presente. Em uma realidade cujo objetivo é o lucro, precisamos apenas seguir o rastro do dinheiro para saber quem comanda realmente. Campanhas políticas são financiadas por empresas, que fazem empréstimos em bancos, que aprovam ou não quem bem entendem. Até mesmo em guerras, casas monetárias são capazes de financiar ambos os lados para verem seus ganhos maximizados. Raramente consideramos alternativas para nosso estilo de vida, pois consideramos a história que nos foi contada, e constatamos que tudo sempre foi assim. Esquecemos de fazer as grandes perguntas, de questionar o que foi ignorado e de ter curiosidade sobre o universo em que vivemos. Ou talvez não seja esquecimento, seja medo, que estamos, aos poucos, aprendendo a controlar, e considerar alternativas que antes não conseguíamos ver. :-)

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Estrutura Alternativa

A maneira como nossa própria sociedade está estruturada apresenta efeitos colaterais que, até hoje, não vemos desta maneira. Imaginamos que os males que afligem nossa sociedade são causados pela natureza humana, sem pensar que esta é ditada pelo ambiente. Não sabemos a diferença entre chance e oportunidade, e consideramos que todos tem o segundo, quando mal conseguem o primeiro. A corrupção que tanto repudiamos apenas floresce, em um sistema onde quem mais lucra tem mais poder na sociedade. Nossos próprios políticos, que deveriam servir a todo o povo, devem suas contas à uma pequena parcela da população, restringindo a prestação de serviços. Por isto leis são feitas para manter a situação, e não mudá-la, dando oportunidades as classes mais baixas. Vivemos em uma ilusão alimentada por propagandas, onde nossos motivos puros nos conduzirão ao paraíso prometido, onde os fins justificarão os meios. Mas a realidade que estamos descobrindo é a de que caminharemos eternamente, em uma viagem sem fim, se assim o desejarmos. Não existe um destino final propriamente dito para nossa espécie, mas podemos escolher por onde iremos, e que cenários iremos admirar. :-)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Alimentação Alternativa

Nossos hábitos são tão destrutivos e estamos tão acostumados com eles que não percebemos que negligenciamos nossa maior fonte de saúde. Deixamos de lado alimentos ricos em nutrientes, alguns que nem conhecemos ainda, e focamos em uma fração deles, vendidas em pílulas. Nos abastecemos com refugos, e nos admiramos que nosso veículo neste plano não funcione direito, sendo necessário consertá-lo constantemente. Nossa alimentação não foca na cura de nosso corpo, assim como nosso sistema de saúde não foca em um alternativa de nutrição. Consumimos quantias excessivas de poucas substâncias, criando um desequilíbrio dentro de nós, sobrecarregando um lado enquanto outro sofre deficiências. Não reconhecemos mais o que estamos ingerindo, engolindo ilusões feitas de propagandas enganosas e desapontadoras. O que nossos antepassados chamavam de comida, hoje rotulamos de orgânica, tamanha mudança que a nossa teve. E o que antes era feito em qualquer quintal, de qualquer moradia, hoje é cobrado demasiadamente, visto que esquecemos como fazer. Observar a transformação de uma semente em uma planta é algo que não temos mais a paciência para fazer, mas que demonstra a alteração definitiva de mentalidade que precisamos. :-)

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Produção Alternativa

Nosso próprio estilo de vida atual é destrutivo, e a cada dia que passa, fica mais difícil de se esconderem as evidências. As vítimas, que antes eram facilmente silenciadas, encontram ajuda nas redes sociais, mostrando ao mundo sua realidade através de câmeras de celulares. A informação, tão escassa no passado, ganha destaque em nossos dias, sendo difícil até mantermos o foco em tamanha enxurrada. Hoje sabemos da toxidade de certos materiais, mas continuamos usando no tratamento da água que tomamos e nos banhamos. Também aprendemos que descartá-los em rios e nascentes não resolve o problema, e que na realidade, o deixa bem pior. Descobrimos que vivemos em um sistema fechado, e que aquilo que lançamos nele, invariavelmente, volta para colhermos. Mesmo assim, ainda não acordamos para as mudanças que precisam ser feitas, que garantam nossa sobrevivência de nós mesmos. Não procuramos por alternativas como cidadãos, apenas como consumidores, exigindo que corporações ofereçam opções. Mas para uma real alteração em nosso estilo de vida, precisamos sair de nossa rotina, e procurar uma nova maneira de se relacionar entre nós e, principalmente, com o planeta. :-)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sociedade Alternativa

Estamos tão acostumados com os hábitos de nossa sociedade, que não notamos quão grotescas são algumas estatísticas. E o que é pior, apesar de sermos capazes de imaginarmos alternativas viáveis para estas situações, não acreditamos ser possível. Ficamos presos à um passado que está cada dia mais distante, e a sonhos daqueles que viveram naquele tempo. Ainda acreditamos na antiga propaganda do elixir da juventude, comprando a solução engarrafada para nossos problemas em qualquer farmácia. Deixamos de lado os efeitos colaterais, julgando que cada morte causada por eles foi consciente e consentida pelo falecido. Achamos natural que empresas farmacêuticas presenteiem profissionais da medicina, e financiem bibliografias de tratamentos. Consideramos aqueles que deveriam cuidar de nossa saúde como amigos, mas esquecemos que vivemos em uma realidade lucrativa. Ignoramos que, para conseguir viver melhor, existem aqueles que irão prescrever o que não precisamos, talvez por ser a única coisa que sabem. Com uma mudança de mentalidade, e uma alteração em nosso estilo de vida, talvez não seja a hora de procurarmos alternativas? :-)

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Mantendo o trabalho

Apesar de nem sempre ser prático fazer o que é necessário, os resultados demonstram a efetividade do processo. Marcamos na vida daqueles que nos cercam, momentos que não serão facilmente esquecidos, e que serão relembrados por muito tempo. O trabalho que realizamos podem mudar a vida de nossa comunidade, como podem também mudar o rumo de toda uma espécie. Mahatma Gandhi queria apenas a libertação de seu povo do imperialismo inglês, mas mudou a maneira de pensar de muitas pessoas ao redor do mundo. Martin Luther King Jr. sonhou em ver o fim da discriminação no transporte público, e atingiu muito mais áreas do que esta. Jiddu Krishnamurti procurou se conhecer, e, ao fazê-lo, abriu as portas para que todos sejam capazes de se unir com o universo. Todos os exemplos acima, e muitos outros, encontraram obstáculos em seu caminho que, por vezes, pareceram intransponíveis. Mas aprenderam com eles, e conseguiram seguir seu curso até virarem modelos a serem admirados, estudados e servirem de referência. Nos mostraram que, por mais árduo que seja o caminho, o trabalho não é apagado tão facilmente, e é onde vivemos por gerações, nos tornando praticamente imortais. :-)

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Enfrentanto os obstáculos

Existem aquelas pessoas que se tornaram profundamente dependentes do sistema atual, e que não conseguem se livrar dele. Como viciados, elas negam a existência de qualquer problema, justificando que os malefícios podem ser necessários. Elas ficam tão cegas em sua escravidão, que defendem sua própria prisão com quaisquer meios possíveis, alienando aqueles que o seguem. Vemos políticos constantemente aumentando seu próprio salário, enquanto pregam que a democracia funciona em um país sem infra-estrutura. Observamos cidadãos subornando funcionários públicos, enquanto reclamam da corrupção e de suas consequências. Enxergamos os empregados de uma máquina arcaica e falida explicando seu funcionamento, tentando salvar sua única forma de sobrevivência. Para estas pessoas, uma outra forma de vida é impensável e impossível, pois estão apegadas à sua zona de conforto. Elas não percebem que o passado não volta, que ele serve apenas de um guia, e que é preciso olhar para a frente quando estamos caminhando. Virar a cabeça pode ser um trabalho que elas não estejam dispostas a fazer, mas existem aqueles que o fazem, e que estão mais preparados para evitar as colisões. :-)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Suando a camisa

Mesmo tendo o mesmo objetivo, podemos nos deparar com algumas barreiras quando trabalhamos com as pessoas. Uma delas pode ser a maneira de nos comunicarmos, pois usamos uma linguagem subjetiva, e temos diferentes pontos de vista sobre um mesmo assunto. Sem percebermos, podemos estar assustando aqueles que queremos ajudar, nos afastando de quem deveriamos nos aproximar. Devemos aprender a ouvir, pois, em alguns casos, as pessoas precisam apenas desabafar, de aliviar a tensão que estão sentindo. Uma vez que descobrimos o que é requerido, é preciso aprender a conversar sobre o assunto, debatendo e não discutindo. Outro grande aprendizado é saber passar a ideia que temos na cabeça, da forma mais detalhada possível, para ser fácil do outro visualizar. Nossa comunicação não é objetiva, e podemos nos confundir até mesmo com o que queremos dizer, o que dirá com o que ouvimos. Ao compreendermos que temos o mesmo objetivo, podemos deixar certos pontos de lado, nos tornando mais tolerantes para alguns aspectos. Desta maneira, somos capazes de nos aproximarmos de mais pessoas, algumas, inclusive, que nem imaginávamos ser capazes. :-)