Apesar dos avanços tecnológicos do passado, sofremos muito com a falta de informações que estão aparecendo somente agora. Com estúdios de gravação cabendo em bolsos, e com a possibilidade de enviar tais vídeos e sons através do globo em segundos, estamos vivenciando uma evolução. Não apenas uma revolução, pois estamos modificando nossa maneira de lidar com os dados, expandindo nossa mente.
Policiais eram tidos com profissionais honrados, e sua palavra em um tribunal era a que mais valia, até a chegada dos celulares com câmera, usados em protestos. A memória do eleitor aumentou, existindo a possibilidade de consultar sobre a vida de seu candidato em uma biblioteca em casa. Produtos estão sendo alvos de pesquisa, com estudos sobre seus componentes aparecendo e ficando com livre acesso a todos.
Como até agora confiamos em corporações para dizer o que é o melhor para nós, estamos sendo obrigados a aprender a pensar por nós mesmos. Estamos descobrindo que o objetivo delas, em uma economia monetária, não é nosso bem estar nem de seus funcionários, mas o lucro. E que ele pode entrar em conflito com o nosso, colocando toda a sociedade em uma guerra sem fim, apenas para sustentá-lo.
:-)
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Caráter consumido
Podemos observar a deteriorização de nosso sistema quando observamos com mais atenção a ideia que mantém a sociedade unida. A democracia é vendida como sendo a resposta para todo e qualquer problema civil, apesar de estar longe de ser empregada em sua utópica teoria. Mas mesmo que fosse usada como em um sonho, suas limitações apresentam falhas que criam sub-produtos indesejados por muitos, mas úteis para alguns.
A ilusão da participação coletiva é sustentada pelo raro ato do voto, onde se escolhe uma pessoa, que pode mudar a mentalidade ou ser corrompida. A regras são impostas graças ao monopólio da força bruta, onde polícia e exército garantem que minorias permaneçam na mesma situação. Decisões relevantes à vida de todos são decididas politicamente, ficando em segundo plano estudos técnicos sobre o assunto.
A ideologia nos foi passada como uma utopia a ser perseguida, ironicamente descartando outras ao usar o mesmo conceito, mas de forma pejorativa. O sonho está se tornando um pesadelo, ao descobrirmos, cada vez mais, que somos diversas minorias, lutando entre si. Enquanto nos voltamos uns contra os outros, existem aqueles que se aproveitam da distração, e fazem o que bem entendem com o planeta.
:-)
A ilusão da participação coletiva é sustentada pelo raro ato do voto, onde se escolhe uma pessoa, que pode mudar a mentalidade ou ser corrompida. A regras são impostas graças ao monopólio da força bruta, onde polícia e exército garantem que minorias permaneçam na mesma situação. Decisões relevantes à vida de todos são decididas politicamente, ficando em segundo plano estudos técnicos sobre o assunto.
A ideologia nos foi passada como uma utopia a ser perseguida, ironicamente descartando outras ao usar o mesmo conceito, mas de forma pejorativa. O sonho está se tornando um pesadelo, ao descobrirmos, cada vez mais, que somos diversas minorias, lutando entre si. Enquanto nos voltamos uns contra os outros, existem aqueles que se aproveitam da distração, e fazem o que bem entendem com o planeta.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Dignidade destruída
Quando estamos passivos, na neutralidade, damos espaço para que o mais forte, com mais recursos, se aproveite do mais fraco, tomando o pouco que tem. E quando estamos indo com a maré, cometemos a calúnia de nos tornarmos os opressores, agredindo aqueles que precisam de ajuda. Ao aplaudirmos atos que ferem nossa dignidade e nos menosprezam, nos tornamos cúmplices de nosso próprio aprisionamento.
Ao lotarmos estádios enquanto não temos uma infra-estrutura básica, demonstramos o quanto não precisamos dela. Por não deixarmos de comprar as últimas novidades que aparecem nas prateleiras, incentivamos seus abusivos preços. Sem parar de dar audiência para aqueles que apenas querem o fruto de nosso trabalho, eles não desaparecerão sozinhos.
Ao culparmos a sociedade pelos seus problemas, precisamos primeiro nos lembrar que fazemos parte dela, que a compomos. O que vemos é uma ampliação do que nós mesmos fazemos, da energia que enviamos para o universo, e que retorna para nós. Ao mudarmos nossa mentalidade, entramos em um caminho diferente, que pode nos levar para lugares além de nossos sonhos.
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Ao lotarmos estádios enquanto não temos uma infra-estrutura básica, demonstramos o quanto não precisamos dela. Por não deixarmos de comprar as últimas novidades que aparecem nas prateleiras, incentivamos seus abusivos preços. Sem parar de dar audiência para aqueles que apenas querem o fruto de nosso trabalho, eles não desaparecerão sozinhos.
Ao culparmos a sociedade pelos seus problemas, precisamos primeiro nos lembrar que fazemos parte dela, que a compomos. O que vemos é uma ampliação do que nós mesmos fazemos, da energia que enviamos para o universo, e que retorna para nós. Ao mudarmos nossa mentalidade, entramos em um caminho diferente, que pode nos levar para lugares além de nossos sonhos.
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
Esperança estragada
Dizem que uma maçã podre pode estragar todo o cesto, assim como falam que se os bons nada fizerem, os maus vencerão. Podemos observar este comportamento em nossa sociedade, onde a população fica passiva diante do que é feito em seu nome. Acaba-se criando a cultura do jeitinho, onde a corrupção é louvada, mas apenas quando é para o benefício próprio.
Ficamos indignados com as leis que parlamentares passam, mas não saimos de nossa rotina para nos fazer ouvir, incentivando a impunidade. Deixamos que empresários usem seu dinheiro para passar por cima de pessoas, assim como usamos para nos livrar de autuações e problemas. Consideramos que a sociedade está em decadência, mas continuamos a dar audiência para produtos de alienação.
Quando é em nosso favor, aceitamos e não vemos problema em desvios de conduta, esquecendo que o mesmo se aplica contra nós. Temos uma falta de controle por não observarmos o horizonte, por estarmos preocupados demais com o próximo passo. Enquanto isto, somos vítimas de nossas próprias ações, que incentivam aqueles que podem nos escravizar e prejudicar.
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Ficamos indignados com as leis que parlamentares passam, mas não saimos de nossa rotina para nos fazer ouvir, incentivando a impunidade. Deixamos que empresários usem seu dinheiro para passar por cima de pessoas, assim como usamos para nos livrar de autuações e problemas. Consideramos que a sociedade está em decadência, mas continuamos a dar audiência para produtos de alienação.
Quando é em nosso favor, aceitamos e não vemos problema em desvios de conduta, esquecendo que o mesmo se aplica contra nós. Temos uma falta de controle por não observarmos o horizonte, por estarmos preocupados demais com o próximo passo. Enquanto isto, somos vítimas de nossas próprias ações, que incentivam aqueles que podem nos escravizar e prejudicar.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Validade vencida
Desde que nascemos, somos ensinados de que nossa estrutura social é a única existente, pois qualquer outra levaria ao caos. Aprendemos as vias da hierarquia, onde aqueles em uma posição mais baixa devem respeitar os que estão acima, e que estes são exemplos a serem seguidos. Pregam que sem esta ordem, viveríamos em uma terra de ninguém, sem mencionar os atuais donos que perderiam sua posição.
Temos governantes que fazem leis para todos, com excessões para eles e seus amigos, usando o monopólio da força bruta do estado para validar seu ponto de vista. Temos empresários que vendem comunidades inteiras, na tentativa de se manter à frente de um jogo que apenas acabará quando nossa espécie tiver este fim. Temos pessoas que se consideram cidadãos, mas que não enxergam que são apenas um escudo humano, usado para separar a classe dominante do resto da população.
E também temos aquele espectador alienado, que observa as atrocidades que acontecem com seu vizinho, e acha que nunca chegará nele. Aquele que procura cuidar do seu próprio umbigo, sem saber que a verdadeira força está na união, e que ele é parte fundamental disto. Em contrapartida, também existem aqueles que percebem tudo isto, e assumem seu papel na sociedade, seja ele qual for.
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Temos governantes que fazem leis para todos, com excessões para eles e seus amigos, usando o monopólio da força bruta do estado para validar seu ponto de vista. Temos empresários que vendem comunidades inteiras, na tentativa de se manter à frente de um jogo que apenas acabará quando nossa espécie tiver este fim. Temos pessoas que se consideram cidadãos, mas que não enxergam que são apenas um escudo humano, usado para separar a classe dominante do resto da população.
E também temos aquele espectador alienado, que observa as atrocidades que acontecem com seu vizinho, e acha que nunca chegará nele. Aquele que procura cuidar do seu próprio umbigo, sem saber que a verdadeira força está na união, e que ele é parte fundamental disto. Em contrapartida, também existem aqueles que percebem tudo isto, e assumem seu papel na sociedade, seja ele qual for.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Direito a diversidade
Nossa economia procura padronizar comportamentos, induzindo as pessoas a comprarem ou venderem, buscando sempre o lucro. Esta redução das funções humanas tem seu preço, principalmente no que diz respeito à criatividade das pessoas. Os padrões são seguidos sem questionamento, criando ideais artificiais, sem sustentabilidade em um planeta finito.
Vivemos para o acúmulo material, correndo contra o tempo como se estivêssemos em uma espêcie de jogo sadista e cruel. Perdemos o contato com o resto do globo, não sabemos mais o que é empatia, e desprezamos nossos próprios irmãos. Abaixamos a cabeça para qualquer terno e gravata que apareçam, julgando as pessoas por suas vestimentas e bens, mais do que pelo seu carater e ações.
Aprendemos a ter as prioridades invertidas, sendo capazes de colocar preço na vida de outros seres ou da nossa própria. Vendemos nosso precioso tempo a troco de grilhões e correntes, felizes por ficarmos aprisionados, mesmo que seja na fantasia de outros. Mas alguns escapam destes pesadelos, e descobrem como olhar para a aquarela que nos compõe, enxergando as possibilidades que ela tem.
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Vivemos para o acúmulo material, correndo contra o tempo como se estivêssemos em uma espêcie de jogo sadista e cruel. Perdemos o contato com o resto do globo, não sabemos mais o que é empatia, e desprezamos nossos próprios irmãos. Abaixamos a cabeça para qualquer terno e gravata que apareçam, julgando as pessoas por suas vestimentas e bens, mais do que pelo seu carater e ações.
Aprendemos a ter as prioridades invertidas, sendo capazes de colocar preço na vida de outros seres ou da nossa própria. Vendemos nosso precioso tempo a troco de grilhões e correntes, felizes por ficarmos aprisionados, mesmo que seja na fantasia de outros. Mas alguns escapam destes pesadelos, e descobrem como olhar para a aquarela que nos compõe, enxergando as possibilidades que ela tem.
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Direito a informação
Apesar de estarmos vivendo na era da informação, ainda não desenvolvemos a habilidade de classificar propriamente o que recebemos. Poucos são os que conseguem distinguir o entretenimento de uma notícia, sem causar confusões em suas vidas ou na de outros. O resto da população, no entanto, ainda não sabe o que é uma fonte de dados, e o que é uma arma de manipulações.
Esquecemos que a grande mídia brasileira é controlada por um punhado de famílias, e que elas tem seus representantes em governos e corporações. Deixamos de lado o fato de que empresas privadas e públicas são a fonte de renda destes meios de comunicação, através da propaganda. Também é raro notarmos a colocação de produtos e marcas em destaque, seja em noticiários, seja nos programas de lazer.
Somos inconscientemente influenciados por nosso ambiente, artificialmente ou não, e nosso livre arbítrio se resume a notar estas induções. Nossas ações em relação ao que vemos é o que nos define, e quanto mais atento estamos a elas, melhor podemos modificar nosso mundo. Ser civilizado tem menos a ver com a tecnologia e conhecimento que temos, e mais com a forma como interagimos com o resto do universo.
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Esquecemos que a grande mídia brasileira é controlada por um punhado de famílias, e que elas tem seus representantes em governos e corporações. Deixamos de lado o fato de que empresas privadas e públicas são a fonte de renda destes meios de comunicação, através da propaganda. Também é raro notarmos a colocação de produtos e marcas em destaque, seja em noticiários, seja nos programas de lazer.
Somos inconscientemente influenciados por nosso ambiente, artificialmente ou não, e nosso livre arbítrio se resume a notar estas induções. Nossas ações em relação ao que vemos é o que nos define, e quanto mais atento estamos a elas, melhor podemos modificar nosso mundo. Ser civilizado tem menos a ver com a tecnologia e conhecimento que temos, e mais com a forma como interagimos com o resto do universo.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Direito a dignidade
Ainda não percebemos o quanto o ambiente influencia nossa vida, e por isto ainda vivemos de maneira egocêntrica. Ignoramos a relação entre nossas ações e os males que vemos na sociedade, desconsiderando que somos parte dela. Observamos os problemas como meros espectadores, esperando eternamente pelos atores principais, sem notar que somos os próprios.
Tentamos proibir drogas e armas, quando deveríamos aprender a conviver com elas, e parar de desperdiçar recursos em guerras inúteis. Procuramos marginalizar aqueles que não tem dinheiro, sem considerar que quem tem fome tentará saciá-la de um jeito ou de outro. Expulsamos estilos de vida diferentes de nosso convívio, fechando nossa cabeça e restringindo nossa mentalidade para alternativas.
Ao ignorarmos a existência de outros, principalmente daqueles que tem mais dificuldade, estamos tornando a nossa própria mais árdua. Todos atos geram reações, algumas que estamos apenas começando a perceber agora, ao encararmos finalmente os problemas sociais. Para superar tais aflições é preciso abrir nossa mentalidade, procurando a união onde a competição fracassou.
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Tentamos proibir drogas e armas, quando deveríamos aprender a conviver com elas, e parar de desperdiçar recursos em guerras inúteis. Procuramos marginalizar aqueles que não tem dinheiro, sem considerar que quem tem fome tentará saciá-la de um jeito ou de outro. Expulsamos estilos de vida diferentes de nosso convívio, fechando nossa cabeça e restringindo nossa mentalidade para alternativas.
Ao ignorarmos a existência de outros, principalmente daqueles que tem mais dificuldade, estamos tornando a nossa própria mais árdua. Todos atos geram reações, algumas que estamos apenas começando a perceber agora, ao encararmos finalmente os problemas sociais. Para superar tais aflições é preciso abrir nossa mentalidade, procurando a união onde a competição fracassou.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Direito a mudança
Sonhos são perfeitos quando estão em nossas cabeças, mas é preciso cuidado quando são transformados em realidade. Por sermos diversos, os limites serão testados em aspectos que nem imaginávamos existir, e serão criadas distorções deles. Deveríamos aprender com a história, pois o que nossos antepassados planejavam se concretizou para alguns, enquanto para outros se tornou um pesadelo.
A tão esperada democracia se reduziu à um voto a cada dois anos, onde as pessoas são obrigadas a apoiar um sistema corrupto. O mercado, que deveria ser livre, se restringe à uma dúzia de corporações, que controlam praticamente todos aspectos de nossa rotina. Não sabemos mais a diferença entre notícias e entretenimento, uma vez que elas acabam se mesclando nos grandes meios de comunicação.
Ao tentarmos realizar um sonho, precisamos deixar espaço para modificá-lo à medida que é colocado para testes. Sem termos esta maleabilidade, estaremos condenando nosso futuro a sofrer as consequências, travando uma luta que pode ser evitada. Todos temos o direito de estarmos errados e de termos a possibilidade de mudar de ideia, pois vivemos para aprender enquanto aprendemos a viver.
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A tão esperada democracia se reduziu à um voto a cada dois anos, onde as pessoas são obrigadas a apoiar um sistema corrupto. O mercado, que deveria ser livre, se restringe à uma dúzia de corporações, que controlam praticamente todos aspectos de nossa rotina. Não sabemos mais a diferença entre notícias e entretenimento, uma vez que elas acabam se mesclando nos grandes meios de comunicação.
Ao tentarmos realizar um sonho, precisamos deixar espaço para modificá-lo à medida que é colocado para testes. Sem termos esta maleabilidade, estaremos condenando nosso futuro a sofrer as consequências, travando uma luta que pode ser evitada. Todos temos o direito de estarmos errados e de termos a possibilidade de mudar de ideia, pois vivemos para aprender enquanto aprendemos a viver.
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Direito a cultura
Apesar de fazermos parte da cultura, deixamos que elas nos influencie muito mais do que o contrário, perdendo o controle. Ainda agimos como animais, primeiramente com instintos, para depois racionalizar o que fizemos, numa tentativa de justificar nossos atos. Nossa força de vontade tem servido para eternamente seguirmos a cenoura pendurada, sem planejar para onde estamos indo.
Nos iludimos a cada eleição, quando promessas são renovadas e trabalhos são retomados, mesmo sabendo que a duração disto é menor que os mandatos. Deixamos nossa consciência na porta de lojas e mercados, nos tornando meros consumidores, perdendo nossas habilidades de cidadãos. Caimos nas armadilhas da separação, nos distanciando dos próprios vizinhos, nos tornando presas mais fáceis de serem capturadas.
Ao observarmos injustiças sendo cometidas, e não fazermos nada, estamos sendo cúmplices e coniventes com tais atos. Deixamos que fossem criadas estruturas para restringir o povo, para que não sejamos capazes de levantar nossa voz quando necessário. Agora é preciso levantarmos das cadeiras e sofás para podermos mudar alguma coisa, antes que as restrições nos impeçam de fazer até isto.
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Nos iludimos a cada eleição, quando promessas são renovadas e trabalhos são retomados, mesmo sabendo que a duração disto é menor que os mandatos. Deixamos nossa consciência na porta de lojas e mercados, nos tornando meros consumidores, perdendo nossas habilidades de cidadãos. Caimos nas armadilhas da separação, nos distanciando dos próprios vizinhos, nos tornando presas mais fáceis de serem capturadas.
Ao observarmos injustiças sendo cometidas, e não fazermos nada, estamos sendo cúmplices e coniventes com tais atos. Deixamos que fossem criadas estruturas para restringir o povo, para que não sejamos capazes de levantar nossa voz quando necessário. Agora é preciso levantarmos das cadeiras e sofás para podermos mudar alguma coisa, antes que as restrições nos impeçam de fazer até isto.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Usando a capacidade
A maior ilusão que compramos foi a de achar que temos algum tipo de poder enquanto vivermos em um sistema monetário. Por não termos o controle sobre a base da sobrevivência, o dinheiro, não temos condições de fazer nada que quisermos, usando tal artifício. E quando tivermos tal capacidade, iremos nos tornar tiranos para outros, incapazes de fazer o que fizemos.
Por mais que o preço de recursos básicos como a água e a comida caiam, ainda é necessário dar algo em troca da moeda, como nosso precioso tempo. Quanto mais disparidade temos entre as classes, maiores os atos de violência que toda a população sofre, assim como os de corrupção. Deixamos de ver as pessoas e as situações com olhos humanos, colocando cifrões em tudo que existe, criando um mundo financeiro.
Por estarmos distraidos demais com as novidades do mercado, somos incapazes de observar para onde estamos indo, e as consequências disto. Talvez existam aqueles que estão nos dirigindo para este caminho, talvez seja simplesmente a estupidez humana tomando conta de nossas vidas. Independente do que nos leva ao abismo, é preciso notá-lo, e entender que, sem um esforço coletivo como alguns já estão fazendo, existirão os que irão sofrer.
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Por mais que o preço de recursos básicos como a água e a comida caiam, ainda é necessário dar algo em troca da moeda, como nosso precioso tempo. Quanto mais disparidade temos entre as classes, maiores os atos de violência que toda a população sofre, assim como os de corrupção. Deixamos de ver as pessoas e as situações com olhos humanos, colocando cifrões em tudo que existe, criando um mundo financeiro.
Por estarmos distraidos demais com as novidades do mercado, somos incapazes de observar para onde estamos indo, e as consequências disto. Talvez existam aqueles que estão nos dirigindo para este caminho, talvez seja simplesmente a estupidez humana tomando conta de nossas vidas. Independente do que nos leva ao abismo, é preciso notá-lo, e entender que, sem um esforço coletivo como alguns já estão fazendo, existirão os que irão sofrer.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Aumentando a potência
Ao unirmos nossas forças, somos capazes de criar qualquer realidade que quisermos, estando consciente disto ou não. O que certas corporações tem se aproveitado é justamente disto: elas criam tendências para o resto da população seguir, mesmo sem saber o que fazem. As pessoas acabam servindo de escravos, uma vez que seguem os comandos de seus donos sem questionamento algum.
Ingerimos certos alimentos (http://super.abril.com.br/alimentacao/lado-escuro-comida-614494.shtml) sem saber de onde vieram ou do que são constituidos, deixando que a embalagem nos seduza. Aprovamos os comportamentos de nossos governantes quando não deixamos claro que não aceitaremos mais aumento de salário e de impostos. Auxiliamos a indústria armamentista quando permitimos que combates e guerras sejam travados em nosso nome.
Ao deixarmos de ser cidadãos, e tomarmos o caminho egoísta de se importar apenas com o benefício próprio, damos passagem para aqueles que querem dominar. Autorizamos o uso de força bruta, de mentiras e enganações, quando vemos tais atos acontecendo e nada fazemos. Ao levantarmos de nossos sofás e cadeiras, sairmos para as ruas e nos darmos as mãos, nos tornamos uma barreira intransponível, capaz de alterar o universo.
:-)
Ingerimos certos alimentos (http://super.abril.com.br/alimentacao/lado-escuro-comida-614494.shtml) sem saber de onde vieram ou do que são constituidos, deixando que a embalagem nos seduza. Aprovamos os comportamentos de nossos governantes quando não deixamos claro que não aceitaremos mais aumento de salário e de impostos. Auxiliamos a indústria armamentista quando permitimos que combates e guerras sejam travados em nosso nome.
Ao deixarmos de ser cidadãos, e tomarmos o caminho egoísta de se importar apenas com o benefício próprio, damos passagem para aqueles que querem dominar. Autorizamos o uso de força bruta, de mentiras e enganações, quando vemos tais atos acontecendo e nada fazemos. Ao levantarmos de nossos sofás e cadeiras, sairmos para as ruas e nos darmos as mãos, nos tornamos uma barreira intransponível, capaz de alterar o universo.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Juntando a energia
União significa uma padronização de consciência, onde os participantes entendem a importância de seu papel no todo. Mas em nossa estrutura social, os que mais tem condições são os que menos contribuem, pois são eles que ditam as regras. Com o peso caindo sobre os demais, o equilíbrio é desfeito, e os problemas se multiplicam de forma exponencial.
Com o aumento de impostos para pagar governantes cada vez mais caros, alguns recorrem à ilegalidade para sobreviver. Recursos cada vez mais escassos para a educação prejudicam as próximas gerações, assim como nosso próprio futuro. Um crescente desperdício de alimentos e outros bens significa o proporcional aumento da marginalização de uma parcela da população.
Sem a harmonia de direitos e deveres para todas as classes, a fenda que separa as pessoas apenas cresce, isolando a todos. Temos nossas diferenças, mas elas podem ser colocadas de lado para alcançar um objetivo comum, que beneficie a todos. E quando todos tem a oportunidade de tirar proveito, nossa própria vida fica mais fácil, sem os impecilhos que nos aprisionam.
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Com o aumento de impostos para pagar governantes cada vez mais caros, alguns recorrem à ilegalidade para sobreviver. Recursos cada vez mais escassos para a educação prejudicam as próximas gerações, assim como nosso próprio futuro. Um crescente desperdício de alimentos e outros bens significa o proporcional aumento da marginalização de uma parcela da população.
Sem a harmonia de direitos e deveres para todas as classes, a fenda que separa as pessoas apenas cresce, isolando a todos. Temos nossas diferenças, mas elas podem ser colocadas de lado para alcançar um objetivo comum, que beneficie a todos. E quando todos tem a oportunidade de tirar proveito, nossa própria vida fica mais fácil, sem os impecilhos que nos aprisionam.
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
Exteriorizando o poder
Criamos um ambiente artificial para vivermos, onde egos comandam sem questionamento, ignorando o resto de nossa pessoa. Para eles, estamos em um paraíso, onde somos mimados por produtos que supostamente servem para nos aperfeiçoar, nos atualizando constantemente. Mas para o resto do corpo é um pesadelo, pois recebe cada vez menos nutrientes, sendo mais e mais exigido.
Com a desigualdade social sendo uma das causas dos problemas, o crescimento da lacuna entre as classes não apresenta melhorias. O entretenimento se tornou o foco de nossas vidas, com a popularidade elegendo aqueles que representam o povo. Até mesmo nossas decisões sobre alimentos são feitas de acordo com o desenho da embalagem, e não com os componentes do produto.
Esquecemos o que é realmente viver em uma sociedade, pois criamos um mundo para nosso individualismo, nos separando. Nos tornamos prisioneiros de corporações que cresceram com nosso egoísmo, mas que podem diminuir com nossa união. Podemos satisfazer nosso ego e nos manter no centro das atenções, mas deixando de ser os destruidores do planeta, e sermos os criadores dele.
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Com a desigualdade social sendo uma das causas dos problemas, o crescimento da lacuna entre as classes não apresenta melhorias. O entretenimento se tornou o foco de nossas vidas, com a popularidade elegendo aqueles que representam o povo. Até mesmo nossas decisões sobre alimentos são feitas de acordo com o desenho da embalagem, e não com os componentes do produto.
Esquecemos o que é realmente viver em uma sociedade, pois criamos um mundo para nosso individualismo, nos separando. Nos tornamos prisioneiros de corporações que cresceram com nosso egoísmo, mas que podem diminuir com nossa união. Podemos satisfazer nosso ego e nos manter no centro das atenções, mas deixando de ser os destruidores do planeta, e sermos os criadores dele.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Força interior
Quando analisamos nossa estrutura social, raramente lembramos de compará-la com nosso próprio corpo, e como funcionam os órgãos. Desconsideramos a harmonia com que eles trabalham quando são bem alimentados, e dos problemas que ocorrem quando inserimos toxinas no meio. E ao contrário do que nosso organismo faz, criamos uma hierarquia, onde consideramos certas partes mais importantes do que outras.
Consideramos funções que necessitem de mais estudo sejam mais valorizadas do que as braçais, mas não teríamos uma sociedade sem elas. Aqueles que vivem na mira de lentes ganham mais mérito do que os que estão nos bastidores, criando ilusões que nos aprisionam. Deixamos que os mais populares governem nações, mesmo que não tenham conhecimento técnico algum, seja sobre o que for.
Temos uma ferramenta capaz dos atos mais incríveis, inclusive de nos dar lições de e para a vida, se prestarmos atenção. Não precisamos procurar exemplos melhores fora de nós, pois temos, e somos, a perfeição que tanto procuramos no universo. Aprender a usar o que temos em nossas mãos deveria ser nosso objetivo primário, pois assim seríamos capazes de construir a realidade que tanto queremos.
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Consideramos funções que necessitem de mais estudo sejam mais valorizadas do que as braçais, mas não teríamos uma sociedade sem elas. Aqueles que vivem na mira de lentes ganham mais mérito do que os que estão nos bastidores, criando ilusões que nos aprisionam. Deixamos que os mais populares governem nações, mesmo que não tenham conhecimento técnico algum, seja sobre o que for.
Temos uma ferramenta capaz dos atos mais incríveis, inclusive de nos dar lições de e para a vida, se prestarmos atenção. Não precisamos procurar exemplos melhores fora de nós, pois temos, e somos, a perfeição que tanto procuramos no universo. Aprender a usar o que temos em nossas mãos deveria ser nosso objetivo primário, pois assim seríamos capazes de construir a realidade que tanto queremos.
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Física natural
Apesar do ser humano ter criado suas próprias leis, ele ainda não aprendeu que elas nada significam para o resto do mundo. A natureza tem sua própria legislação, que deveria ser conhecida de cabo a rabo por nós, pois vivemos dentro dela, por mais que tentamos nos isolar. Ela se chama de física, e apesar de a tornarmos complicada com cálculos, ela é tão simples que qualquer animal consegue entendê-la.
Ação e reação sempre andam juntas, e criam efeitos que ainda não conseguimos conceber, apesar de, arrogantemente, tentarmos domá-las. A lei da atração nos mostra que tudo no universo está em movimento e em uma direção específica, e que precisamos cuidar com o que desejamos. A física quântica nos ensina que os limites que pensávamos existir estão apenas em nossa cabeça, e que ao expandirmos nossa mentalidade, encontramos uma indepêndencia inimaginável.
Vivemos em uma realidade de fantasias, onde vendemos nossa liberdade por uma garantia de segurança que não existe. Somos iludidos por promessas e alimentados por esperanças que apenas nos mantêm inertes, incapazes de ver o que está além de barreiras impostas por nós mesmos. Nos tornamos escravos de nossos pertences e, enquanto não acordarmos, nossa vida não valerá mais do que eles.
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Ação e reação sempre andam juntas, e criam efeitos que ainda não conseguimos conceber, apesar de, arrogantemente, tentarmos domá-las. A lei da atração nos mostra que tudo no universo está em movimento e em uma direção específica, e que precisamos cuidar com o que desejamos. A física quântica nos ensina que os limites que pensávamos existir estão apenas em nossa cabeça, e que ao expandirmos nossa mentalidade, encontramos uma indepêndencia inimaginável.
Vivemos em uma realidade de fantasias, onde vendemos nossa liberdade por uma garantia de segurança que não existe. Somos iludidos por promessas e alimentados por esperanças que apenas nos mantêm inertes, incapazes de ver o que está além de barreiras impostas por nós mesmos. Nos tornamos escravos de nossos pertences e, enquanto não acordarmos, nossa vida não valerá mais do que eles.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Logro de valores
Em nosso atual sistema eleitoral, não somos consultados quando os assuntos relevantes são tratados, ficando em segundo plano. Em primeiro lugar, ficam os interesses daqueles que investiram em campanhas eleitorais e projetos faraônicos, para obter mais lucros. E em seu caminho, a vida não é o principal a ser respeitado, nem tampouco a ser mantido, se tornando obstáculos a serem vencidos.
Não somos solicitados quando se trata da criação de mega-construções, capazes de mudar uma região diretamente, e mais milhares de vidas indiretamente. Não somos requisitados quando investimentos são feitos em nosso nome, apenas quando devemos pagar a dívida por ele. Não somos indagados quando se trata do que podemos ou não fazer, sendo impostos limites sem evidência científica, apenas política.
Para se fazer uma lei, dizem que é preciso vontade política, quando na verdade, é necessário montantes financeiros. A burocracia impede apenas aqueles que tentam se enquadrar nas regras, que não usam de influência ou de dinheiro para passar por cima dos outros. E depois existem aqueles que se questionam o que está errado com as pessoas, sem notar o ambiente criado ao seu redor, e para onde ele leva.
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Não somos solicitados quando se trata da criação de mega-construções, capazes de mudar uma região diretamente, e mais milhares de vidas indiretamente. Não somos requisitados quando investimentos são feitos em nosso nome, apenas quando devemos pagar a dívida por ele. Não somos indagados quando se trata do que podemos ou não fazer, sendo impostos limites sem evidência científica, apenas política.
Para se fazer uma lei, dizem que é preciso vontade política, quando na verdade, é necessário montantes financeiros. A burocracia impede apenas aqueles que tentam se enquadrar nas regras, que não usam de influência ou de dinheiro para passar por cima dos outros. E depois existem aqueles que se questionam o que está errado com as pessoas, sem notar o ambiente criado ao seu redor, e para onde ele leva.
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Leis humanas
Com a desculpa de ter uma sociedade mais justa, criamos regras que seguem nossa percepção do que deveria ser a igualdade. Tentamos, com base em nosso individualismo, criar as leis que irão gerenciar nosso comportamento em grupo, e nos manter juntos. O resultado, por mais romantismo e desculpa que se coloque, é que estamos com índices cada vez maiores de desigualdade.
A classe alta está se distanciando das mais baixas, mesmo com o governo manipulando como vemos os dados. Os grandes lucros criados por megaprojetos acabam na mão de poucos, enquanto os custos da realização vão para o resto da população. E ainda insatisfeitos, aqueles que mais tem promovem despejos e remoções, tudo em nome de um progresso que não chega para os que mais necessitam.
O que temos hoje em dia, apesar de ser taxado como democracia, está longe de ser praticado como tal, desde o início do processo eleitoral. Apesar de nos iludirmos nas urnas, votar em alguém não garante promessas cumpridas, ainda mais quando a permanência no cargo é assegurada. Deveríamos estar procurando por ideias, que possam unir as pessoas para trabalharem juntas, e resolverem seus problemas de forma consensual.
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A classe alta está se distanciando das mais baixas, mesmo com o governo manipulando como vemos os dados. Os grandes lucros criados por megaprojetos acabam na mão de poucos, enquanto os custos da realização vão para o resto da população. E ainda insatisfeitos, aqueles que mais tem promovem despejos e remoções, tudo em nome de um progresso que não chega para os que mais necessitam.
O que temos hoje em dia, apesar de ser taxado como democracia, está longe de ser praticado como tal, desde o início do processo eleitoral. Apesar de nos iludirmos nas urnas, votar em alguém não garante promessas cumpridas, ainda mais quando a permanência no cargo é assegurada. Deveríamos estar procurando por ideias, que possam unir as pessoas para trabalharem juntas, e resolverem seus problemas de forma consensual.
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
Modo trapaça
Mesmo quando aprendemos as regras do jogo, aparecem situações na vida onde ficamos sabendo de trapaças feitas por alguém. No Brasil, chamamos de jeitinho quando é feita pela população, mas ficamos indignados quando alguém com recursos repete a cena. Caímos na hipocrisia de olhar apenas o nosso lado, ainda que ele perpetue um tipo de comportamento que deveria ser repugnado.
Furamos filas, aceitamos troco errado, usamos influência para benefício próprio, e reclamamos quando parlamentares aumentam o próprio salário. Damos mais valor aos esportes e a novela do que a educação de nossos filhos, e ficamos pasmos quando não sabem lidar com as consequências de seus atos. Glorificamos bebidas alcoolicas e tabagismo por causa de propagandas, e descartamos evidências científicas sobre os benefícios de outras drogas, que podem ser criadas em nosso jardim.
Vivemos tentando fazer o que falamos, inventado desculpas para o que realmente produzimos, celebrando as falhas humanas. Errar é necessário para o aprendizado, mas ir além do erro é o que nos faz evoluir, nos leva acima da mediocridade que nos encontramos. Ficarmos parados não é uma opção saudável, uma vez que, ao prestarmos atenção, entendemos que a vida está em constante movimento.
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Furamos filas, aceitamos troco errado, usamos influência para benefício próprio, e reclamamos quando parlamentares aumentam o próprio salário. Damos mais valor aos esportes e a novela do que a educação de nossos filhos, e ficamos pasmos quando não sabem lidar com as consequências de seus atos. Glorificamos bebidas alcoolicas e tabagismo por causa de propagandas, e descartamos evidências científicas sobre os benefícios de outras drogas, que podem ser criadas em nosso jardim.
Vivemos tentando fazer o que falamos, inventado desculpas para o que realmente produzimos, celebrando as falhas humanas. Errar é necessário para o aprendizado, mas ir além do erro é o que nos faz evoluir, nos leva acima da mediocridade que nos encontramos. Ficarmos parados não é uma opção saudável, uma vez que, ao prestarmos atenção, entendemos que a vida está em constante movimento.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Regras do jogo
Crescemos aprendendo sobre duas sociedades: aquela que vemos funcionar, e aquela idealizada pela teoria das leis. O confronto é claro, pois uma segue a ideologia da democracia, enquanto a outra encontra as regras do capitalismo. Apesar de serem vendidas como uma coisa só, são medidas diferentes que tentam reger nosso estilo de vida, causando conflitos evidentes.
Por mais votos que um candidato tenha, ele se sente obrigado a servir os que o financiaram, do que aqueles que acreditaram nele. Existindo recursos financeiros suficientes, concessões e excessões são feitas, mesmo violando a constituição vigente. Ainda que existam os meios humanos e naturais, comunidades são rendidas inertes, quando suas moedas entram em declínio.
A própria democracia, como a vemos atualmente, é um abuso de força bruta, se aproveitando dos mais fracos, enquanto celebra a padronização do pensamento. Isto ilustra o quanto nossa mentalidade precisa expandir, pois votamos em pessoas, influenciáveis e corruptas, e não em ideias. E para ir um passo além, poderíamos deixar eleições de lado completamente, e procurar o meio termo entre todas, ou aquela mais condizente com nossos avanços científicos.
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Por mais votos que um candidato tenha, ele se sente obrigado a servir os que o financiaram, do que aqueles que acreditaram nele. Existindo recursos financeiros suficientes, concessões e excessões são feitas, mesmo violando a constituição vigente. Ainda que existam os meios humanos e naturais, comunidades são rendidas inertes, quando suas moedas entram em declínio.
A própria democracia, como a vemos atualmente, é um abuso de força bruta, se aproveitando dos mais fracos, enquanto celebra a padronização do pensamento. Isto ilustra o quanto nossa mentalidade precisa expandir, pois votamos em pessoas, influenciáveis e corruptas, e não em ideias. E para ir um passo além, poderíamos deixar eleições de lado completamente, e procurar o meio termo entre todas, ou aquela mais condizente com nossos avanços científicos.
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Conscientização
Nossa estrutura social celebra nosso lado animal, enquanto menospreza nossa inteligência, deixando o raciocínio em segundo plano. Nos iludimos ao considerar o contrário, pois ao analisarmos a sociedade, ainda observamos uma hierarquia baseada na força bruta em andamento. Deixamos evidências científicas de lado, dando prioridade à alianças políticas, que suprem sentimentos, e não a lógica.
Criamos leis baseadas em emoções, tentando mensurar a impressão de perda ou dano, sem se preocupar com as causas do ocorrido. Não usamos a tecnologia para melhorar nossa condição, mas para demonstrar uma posição social, enquanto continuamos a depender de empregos. Aplaudimos os esportes que utilizam os músculos, e renegamos os que usam o intelecto, marginalizando-os de nossa rotina.
Enquanto não colocarmos a lógica como primeiro plano de nossa sociedade, iremos continuar nos tratando como meros animais. A racionalidade irá ficar de lado enquanto bajulamos nossos egos, nos separando cada vez mais, nos individualizando. Mas ao percebermos que somos criaturas sociais, e que nossa força está na união e compartilhamento, somos capazes de fazer muito mais, nos libertando de prisões que nem sonhamos.
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Criamos leis baseadas em emoções, tentando mensurar a impressão de perda ou dano, sem se preocupar com as causas do ocorrido. Não usamos a tecnologia para melhorar nossa condição, mas para demonstrar uma posição social, enquanto continuamos a depender de empregos. Aplaudimos os esportes que utilizam os músculos, e renegamos os que usam o intelecto, marginalizando-os de nossa rotina.
Enquanto não colocarmos a lógica como primeiro plano de nossa sociedade, iremos continuar nos tratando como meros animais. A racionalidade irá ficar de lado enquanto bajulamos nossos egos, nos separando cada vez mais, nos individualizando. Mas ao percebermos que somos criaturas sociais, e que nossa força está na união e compartilhamento, somos capazes de fazer muito mais, nos libertando de prisões que nem sonhamos.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Superação
Quando entendemos o que nossos instintos procuram, começamos a entender melhor como nossa sociedade funciona, e porque ainda sofremos com ela. Podemos observar que, apesar de desenvolvermos uma lógica ao longo da evolução, ainda são nossos sentimentos que mandam. E apenas aqueles primordiais, aguçados para nossa sobrevivência, longe de ser algum para nossa evolução.
Notamos que a violência é aplaudida e incentivada, enquanto o amor se torna proibido e é marginalizado de nosso meio, principalmente na televisão. Apesar de chamarmos de democracia ainda usamos o sistema da força bruta, onde queremos que a maioria governe a minoria. Forçamos a individualização do ser humano, destacando as diferenças entre as pessoas, ao invéz de celebrar as igualdades.
A estrutura social que montamos está preparada para responder à animais enfurecidos, soltos de suas jaulas, aterrorizando as ruas. Ela não sabe lidar com uma mentalidade mais aberta, daqueles capazes de controlar seus impulsos, e pensar em suas ações. E por isto ela será reformada, pois o números destas novas pessoas cresce a cada dia, encontrando força em sua voz, e paz em seu espírito.
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Notamos que a violência é aplaudida e incentivada, enquanto o amor se torna proibido e é marginalizado de nosso meio, principalmente na televisão. Apesar de chamarmos de democracia ainda usamos o sistema da força bruta, onde queremos que a maioria governe a minoria. Forçamos a individualização do ser humano, destacando as diferenças entre as pessoas, ao invéz de celebrar as igualdades.
A estrutura social que montamos está preparada para responder à animais enfurecidos, soltos de suas jaulas, aterrorizando as ruas. Ela não sabe lidar com uma mentalidade mais aberta, daqueles capazes de controlar seus impulsos, e pensar em suas ações. E por isto ela será reformada, pois o números destas novas pessoas cresce a cada dia, encontrando força em sua voz, e paz em seu espírito.
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