Quando estamos passivos, na neutralidade, damos espaço para que o mais forte, com mais recursos, se aproveite do mais fraco, tomando o pouco que tem. E quando estamos indo com a maré, cometemos a calúnia de nos tornarmos os opressores, agredindo aqueles que precisam de ajuda. Ao aplaudirmos atos que ferem nossa dignidade e nos menosprezam, nos tornamos cúmplices de nosso próprio aprisionamento.
Ao lotarmos estádios enquanto não temos uma infra-estrutura básica, demonstramos o quanto não precisamos dela. Por não deixarmos de comprar as últimas novidades que aparecem nas prateleiras, incentivamos seus abusivos preços. Sem parar de dar audiência para aqueles que apenas querem o fruto de nosso trabalho, eles não desaparecerão sozinhos.
Ao culparmos a sociedade pelos seus problemas, precisamos primeiro nos lembrar que fazemos parte dela, que a compomos. O que vemos é uma ampliação do que nós mesmos fazemos, da energia que enviamos para o universo, e que retorna para nós. Ao mudarmos nossa mentalidade, entramos em um caminho diferente, que pode nos levar para lugares além de nossos sonhos.
:-)
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
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