Nossa economia procura padronizar comportamentos, induzindo as pessoas a comprarem ou venderem, buscando sempre o lucro. Esta redução das funções humanas tem seu preço, principalmente no que diz respeito à criatividade das pessoas. Os padrões são seguidos sem questionamento, criando ideais artificiais, sem sustentabilidade em um planeta finito.
Vivemos para o acúmulo material, correndo contra o tempo como se estivêssemos em uma espêcie de jogo sadista e cruel. Perdemos o contato com o resto do globo, não sabemos mais o que é empatia, e desprezamos nossos próprios irmãos. Abaixamos a cabeça para qualquer terno e gravata que apareçam, julgando as pessoas por suas vestimentas e bens, mais do que pelo seu carater e ações.
Aprendemos a ter as prioridades invertidas, sendo capazes de colocar preço na vida de outros seres ou da nossa própria. Vendemos nosso precioso tempo a troco de grilhões e correntes, felizes por ficarmos aprisionados, mesmo que seja na fantasia de outros. Mas alguns escapam destes pesadelos, e descobrem como olhar para a aquarela que nos compõe, enxergando as possibilidades que ela tem.
:-)
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário