quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Compreendendo o distinto

Até no quesito da saúde acabamos abraçando a ideia de uma linha de raciocínio única, mesmo custando nossas vidas. Aceitamos o modelo de combate vigente, e criamos uma guerra dentro de nosso corpo, algumas vezes contra nós mesmos. Ignoramos completamente que este tipo de abordagem tem sido uma das maiores causas de mortes, tudo em busca de praticidade.
Deixamos de ver nosso alimento como nossa cura, e nossa cura em nosso alimento, como sugeriu o pai da medicina. Ignoramos as ligações entre os nutrientes, considerando apenas aspectos isolados, sem notar que as conexões são tão importantes quanto os componentes. Não cogitamos a destruição de substâncias essenciais em processos como a pasteurização, e do que sobra para nosso consumo.
Nosso estilo de vida se tornou uma busca pelo que é mais prático, ignorando se é o mais saudável, ou menos letal. Não mais vivemos para nós, mas para nossos egos e corpos, nos tornando escravos do que deveria nos servir. Mas existem aqueles que se lembram dos antigos caminhos, e que estão dispostos a mostrar para aqueles que querem uma mudança, que é possível, e que vale a pena.
:-)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Adotando o desigual

Deixamos muitos aspectos de nossa cultura para trás, e estamos chegando a conclusão de que alguns precisam de um resgate. Abolimos certos comportamentos de nossa sociedade, pois consideramos que fossem prejudiciais para seu funcionamento. Mas estamos descobrindo que a cura está sendo pior do que o mal, e que, talvez, este nem fosse tão ruim quanto pensávamos antes.
A guerra contra as drogas cria um mercado de armas cada vez mais forte, além de custar, para todas as nações, um preço alto, sem apresentar soluções. Empilhamos cada vez mais carros em pistas cada vez maiores, sem aprender que o problema do engarrafamento pode ter outra resposta. Procuramos empregos para sustentar um estilo de vida melhor, para nos especializarmos e procurarmos empregos que sustentem estilos de vida melhores, sem considerar qual é o topo, ou o que faremos quando chegarmos lá.
Deixamos a simplicidade em nossa infância, sem notar o quanto estamos nos perdendo na complexidade que criamos. Rimos, sem saber o porquê, daqueles que tentam simplificar o mundo, dando iguais oportunidades e direitos para todos. Eles tem muito trabalho a fazer, ignorando nossa ignorância, mostrando que a sabedoria está em responder com mais ações do que palavras.
:-)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Incluindo o diferente

Nos acostumamos com a ideia de seguir apenas uma linha de raciocínio, e construímos nossa sociedade em cima dela. Ignoramos o fato de que somos diversos, de que nossa força está na pluralidade, e de que existem infinitas maneiras de se abordar um problema. Tentamos padronizar todo o globo, erradicando o que é diferente, exaltando aqueles que mantém a singularidade.
Apesar das inúmeras opções, somos obrigados a comprar o que antes se conseguia livremente na natureza, e era compartilhado por todos. Temos que nos acostumar a ter empregos fixos, perdendo a maleabilidade de nossas habilidades, podando a criatividade inerente de nossa espécie. Até mesmo nossa estrutura familiar segue um único ponto de vista, onde deveria ser um exemplo de inspiração, e não de preconceito.
Estamos aprendendo que sem o diferente, ficamos presos nos mesmos problemas de sempre, incapazes de superá-los. É preciso um novo tipo de pensamento, uma mentalidade mais aberta, para termos a oportunidade de resolver nossas questões. Afinal de contas, grande parte delas foram criadas por nós mesmos, e uma mudança em nossa perspectiva pode nos ajudar a seguir em frente.
:-)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Entendendo o mundo

Informação não gera conhecimento se ela não é transformada em utilidade de alguma forma, se ela não é aplicada. Hoje temos muitos dados sobre o universo, mas deixamos de lado para manter um sistema com a qual estamos acostumados. Demoramos para sair de nossa zona de conforto, causando um sofrimento prolongado para as demais espécies e para nós mesmos.
Sabemos que nossos alimentos estão se tornando nocivos para nossa saúde, e mesmo assim continuamos consumindo-os. Entendemos que nosso estilo de vida não é sustentável, e ainda perseguimos a ilusão das respostas fáceis e práticas. Compreendemos que nossa estrutura social cria uma grande classe miserável enquanto dá privilégios à apenas um punhado, e aceitamos participar dela.
Interagimos com o mundo a cada respiração que fazemos, a cada clique no computador, a cada compra em supermercado. Não notamos o quanto somos parte desta realidade, o quanto ela é dependente de nós, e o quanto somos capazes de alterá-la. Tentamos nos convencer que nosso poder está em objetos inanimados, mas estamos lembrando de que ele se encontra muito mais perto do que pensamos.
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Tendo utilidade

Os valores que perdemos em nossa caminhada, fizeram com que deixássemos de dar importância para a vida em geral. Passamos pelo mundo como engrenagens de uma máquina, com o único propósito de arrecadar fundos para sustentar o sistema. Já não perguntamos mais para que, e principalmente, por que, ele foi construído, pois já sabemos das respostas prontas repetidas incansavelmente.
Deixamos de experimentar o planeta por fazermos suposições baseados em uma história distorcida de nossa espécie. Consideramos que chegamos no ápice do desenvolvimento humano, sem ter conhecimento do que é um povo realmente civilizado. Criamos uma lógica para servir de desculpa para o fato de jogarmos fora comida, sem alimentar os necessitados, pois eles não tem dinheiro para pagar.
Cometemos atrocidades (sempre justificáveis) em plena luz do dia, enquanto banimos para a escuridão atos de amor explícito. Exilamos alteradores de consciência que nos apresentam outras formas de ver o mundo, enquanto fazemos lavagem cerebral para instalar um padrão único de comportamento. Somos mais do que nos foi apresentado até agora, e somos capazes de ir além de nossa imaginação, ao conseguirmos nos libertar de nossas barreiras.
:-)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Vendo apreço

Sem perceber que a jornada é o nosso destino, construimos barreiras pensando que nos ajudariam, mas que viraram nossa prisão. Deixamos de ter apreço pelo planeta e o universo, e nos enclausuramos em nossos umbigos, achando que estávamos a salvo. Não notamos toda a liberdade que fomos trocando por segurança, e agora sentimos falta de algo, sem saber o que pode ser.
Damos valor demais para objetos inanimados, recursos que podem ser multiplicados e compartilhados com as pessoas. Nos tornamos detentos de nossa própria estrutura social, sendo forçados a demonstrar o que não somos, para receber o que não precisamos. Fomos cativados por promessas vazias vindas do ego, que nos convenceu de que somos ele, e de que o mundo é apenas o material.
Deixamos de usar toda a gama de ferramentas que temos para nos concentrar em apenas uma, e tentar resolver todos os problemas com ela. Mas ao passo que vamos descobrindo todos os utensílios que temos, também entendemos que as dificuldades são nossas criações. E mais fácil do que criá-las, é compreender que são barreiras que existem apenas em nossa cabeça, e podem ser esquecidas assim que quisermos.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Dando importância

Nos acostumamos a dar mais importância a objetos do que às criaturas que habitam o planeta que nos desconectamos delas. Mas essa empatia, se resgatada, pode nos deixar mais felizes, enquanto faz o ambiente ficar mais tranquilo e harmônico. Seja no serviço ou onde quer que estamos, um simples ato de prestar atenção nas outras pessoas pode mudar completamente a realidade.
Lembrar que educação não consiste apenas do que aprendemos na escola, e que cordialidade é essencial em relações. Saber que estamos sendo apreciados ajuda nossa auto-estima, e quando fazemos por outros, sentimos o efeito em dobro. Sair de nossa rotina para auxiliar alguém em necessidade também é uma forma de saciar a ansiedade que temos, que atualmente nos leva a compras.
Ao trocarmos nossos hábitos, uma ação por vez, por menor que seja, já estamos fazendo nossa parte em mudar a realidade. Passamos a perceber ela de uma maneira diferente, e deixamos nossa marca, modificando a vida de alguém para sempre. Deixamos de ser indiferentes ao mundo, e passamos a ser aquele que o molda, e de quem mitos são criados para expressar sua grandeza.
:-)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Buscando merecimento

São as ações simples que fazem toda uma diferença em nossas vidas, e por isto cada um tem a capacidade de ajudar a mudar o mundo. Em nossas próprias profissões, podemos modificar algum ato que repetimos diariamente para deixar outras pessoas mais felizes. Dentro de casa temos a oportunidade de desligar a televisão e o computador, e passar mais tempo com aqueles que amamos.
Um sorriso no rosto ao atender alguém pode fazer uma grande diferença, tanto para nós quanto para o outro. Para lidar com a impaciência e o estresse da rotina, técnicas de meditação e respiração são opções para não espalharmos o problema. Ao questionarmos os motivos de estarmos realizando nosso trabalho, devemos levar em conta outros aspectos de nossa vida, além do financeiro.
Enquanto estivermos presos à um emprego apenas para nos sustentarmos, o faremos com dificuldades e problemas. E se esta é a única razão, podemos encontrar diferentes estilos de vida que oferecem mais do que apenas dinheiro no final do mês. Basta procurarmos que é possível encontrar diversas escolhas que já existem, além de sermos livres para criarmos novidades.
:-)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Resgatando valores

Deixamos muitas coisas úteis para trás em nossa caminhada, por pensarmos em ir mais rápido e/ou mais longe. Mas descobrimos que destino final, para uma espécie, é algo que devemos evitar, se quisermos continuar neste plano de existência. Ao ficar estagnados, morremos, e portanto, é preciso nos manter em movimento, desvendando as maravilhas do universo, aprendendo constantemente.
Dentro de nós existe um espaço infinito para crescermos, onde não precisamos destruir nada além das barreiras que nós mesmos nos impomos. Somos capazes de chegar a um denominador comum, misturando ideias e projetos, sem se prender à apenas um ponto de vista. Com colaboração, somos capazes de ir muito além do que a competição nos trouxe, pois iremos nos ajudando e auxiliando.
Um novo mundo é possível, e ele pode englobar os sonhos de todos nós, principalmente os que tínhamos quando crianças. Ao contrário de padronizar, podemos nos instruir com a diversidade que temos ao nosso redor, entendendo como superar obstáculos por outros ângulos. Para distinguir do que existe hoje, podíamos deixar de ver outras pessoas como consumidores em potencial, e passar a vê-los como parte de uma grande família.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O que distraimos

Ao sermos influenciados por nosso ego, passamos a ser escravos de nossos corpos, a obedecer as manias das emoções. Deixamos de fazer parte do mundo, de sentí-lo em sua plenitude, para nos fixarmos no materialismo de nosso organismo. Não mais nos interessa as conexões que compartilhamos com outros habitantes deste planeta, mas apenas saciar nossos próprios desejos.
Apesar de manter a impressão de que ainda somos grandes, perdemos o poder do grupo, que nos transporta para outro nível de consciência. Abandonamos nossa ligação com o cosmo, nos separando dele, vivendo nossa própria fantasia, por mais insustentável que seja. Desertamos nossa afinidade com nossa própria espécia, passando a vê-la como presa, e não como irmãos e irmãs a serem ajudados.
Vivemos tão voltados para nosso próprio umbigo que ficamos pasmos quando a realidade puxa o tapete para nos dar uma lição. Procuramos desculpas e motivos, sem perceber que nós nos somos os mimados, e precisamos crescer para sobreviver. A resposta, incrivelmente, não está do outro lado do universo, nem escrita de alguma forma que levaremos milênios estudando para compreender: ela está dentro de nós e precisamos apenas aprender a escutar para alcançá-la.
:-)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O que desviamos

Além de afastarmos diversos aspectos de nossa sociedade de nossa percepção, desviamos de outros que tem tanta importância quanto. Focamos tanto em apenas um único ponto de vista que, ao nos depararmos com os demais, esquecemos que um dia fizeram parte de nós. Passamos a considerá-los nocivos, ou mesmo um atraso em nossa evolução, evitando-os sempre que possível.
Deixamos de alimentar os necessitados por não conseguir lucro com isto, e passamos a jogar fora comida enquanto pessoas morrem. Vivemos para o relógio e o movimentar dos ponteiros, deixando de apreciar o que temos ao nosso redor, e dentro de nós. Paramos de se importar com as pessoas, e passamos a procurar apenas os possíveis benefícios que elas podem nos trazer, transformando-as em objetos.
Passamos tanto tempo desviando de quem somos, para alimentar nosso ego, que acabamos esquecendo este aspecto. Nos consideramos corpos que carregam espíritos, raramente levando em conta o contrário, apesar da grande diferença de perspectiva. Mas uma vez que levantamos esta hipótese, somos lembrados de muito mais que foi tirado de nosso foco, e do que podemos alcançar.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O que afastamos

Ao estudar como nossa sociedade funciona, sem romantismos nem fábulas, descobrimos como as respostas são simples e claras, e ainda assim não queremos vê-las. Complicamos o que é óbvio, procurando maneiras de desculpar nosso comportamento, mesmo ignorantes quanto à sua real função. Puxamos a fantasia para perto de nós, em um exercício fútil de afastar a realidade, sem imaginar que é dela, e nela, que vivemos.
Criamos fórmulas e conceitos para remendar uma economia que, basicamente, requer um crescimento infinito em um planeta finito. Observamos como uma novela o combate de candidatos para eleições, esquecendo que eles respondem mais seus financiadores do que o público que o elegeu. Acreditamos nas propagandas de empresas, ignorando que o objetivo final é o lucro, e não o bem estar de seus clientes.
Quando somos crianças, procuramos a simplicidade em tudo, pois sabemos que o mundo não é, ou não deveria ser, complicado. Mas ao crescermos, somos adestrados a resolver situações contra nossa vontade, de maneiras cada vez mais desapontadoras, para conseguirmos sobreviver. Podemos mudar esse cenário ao mudarmos nossa mentalidade, lembrando da simplicidade que é o planeta, quando olhada através dos olhos de uma criança.
:-)

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O que confundimos

Ao longo de nossa caminhada rumo ao sonho de nossos antepassados, acabamos trocando as pernas, e confundindo conceitos. Alguns mudaram em um menor grau, enquanto outros passaram de um sentido completamente pejorativo, para a solução final. Foi uma mudança vagarosa, que apenas notamos quando estudamos o passado, colocando-o em contraste com o presente.
Tecnologias que antigamente pareciam sem impacto algum, hoje são alvos de debate pela destruição ambiental e cultural que provocam. O acúmulo se tornou o centro de nossas vidas, algo que era repudiado e desencorajado em tribos que viviam em harmonia. Perdemos uma parte de nossa diversidade graças à padronização de comportamentos, criando mercados de consumo ao invés de comunidades.
Aprendemos que o sonho de alguns pode se tornar o pesadelo de outros, apesar de se referirem ao mesmo cenário, observando-o por diferentes perspectivas. Para os gregos da antiguidade, a democracia era uma utopia transformada em realidade, e que deveria ser espalhada para o resto do mundo. Mas para os escravos que a mantinham, era uma realidade que deveria ser alterada, para que eles também tivessem condições de prosperar.
:-)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O que dispensamos

Em nossa tentativa de materializar o sonho idealizado por nossos antepassados, deixamos de lado diversos aspectos de nossa sociedade. Perdemos características que, agora, estamos descobrindo serem essenciais para a sobrevivência e desenvolvimento de todos nós. Começamos a compreender as conexões que temos com o planeta e com outras espécies, e que antes não eram percebidas.
Descobrimos uma dependência que, arrogantemente, ignoramos até então, nos fazendo poluir e destruir nossa própria casa e fonte de alimento. Entendemos um pouco mais sobre a complexidade da diversidade, encontrando os meios necessários para expandirmos nossa mentalidade. Nos foi revelado pontos de vista de nossa estrutura social que eram escondidos antes, liberados pela revolução da informação.
Consideramos que ao dispensar certas partes de nós, seríamos capazes de evoluir dando ênfase em apenas uma. Colocamos em destaque um padrão de vida que, estamos aprendendo aos poucos, é insustentável, e depende muito mais de chance do que oportunidade. E como bons alunos, estamos resgatando o que foi deixado para trás, de uma maneira mais moderna e atualizada.
:-)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O que desprezamos

Ao tentar tornar realidade um sonho, nossos antepassados focaram em apenas um aspecto de nossa vida social. Mas isto criou uma distorção em seus ideais, pois negligenciamos outros pontos de vista necessários para nosso desenvolvimento. Com conhecimento disto, devemos iniciar um resgate destas perspectivas, omitidas pela economia e esquecidas no tempo.
Precisamos lembrar como pesquisar sobre as informações que nos passam, deixando de aceitar sem questionar, pois toda história tem mais de uma versão. Devemos entender como nossas ações repercutem em longo prazo, uma vez que vivemos em um ambiente fechado, chamado planeta. Temos que compreender nosso relacionamento com o resto do mundo, já que dependemos de um ecossistema, e podemos contribuir para ele.
Criamos fantasias para deixar nossas vidas mais interessantes que esquecemos de olhar para fora da janela e ver que algo assim já existe. Tentamos tirar moral de filmes cheios de destruição, que não lembramos que nossa história é repleta de ambos os aspectos. Procuramos por visões do futuro, preferindo o que nos emociona e pode ser vendido, negligenciando aqueles que nos falam que somos nós que o construímos diariamente.
:-)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O que omitimos

Para sermos capazes de transformar em realidade o que tanto queremos, será preciso resgatar certos aspectos da vida negligenciados até agora. Devemos buscar o que ignoramos ao focar apenas no progresso da economia, e que completam nossa existência. Será preciso uma mudança de mentalidade, capaz de tirar o foco das finanças, e encontrar alternativas em outras áreas.
Para curar as doenças de forma permanente, a preferência por uma alimentação saudável e natural pode ser incentivada. Práticas como a meditação podem auxiliar no controle da ansiedade e da angústia, além de abrir caminho para outras respostas da vida. Ver os vizinhos como família, e se relacionar com eles como tal, nos permite criar vínculos esquecidos, e entender melhor as pessoas.
Não é preciso nenhuma quantia de dinheiro para termos acesso ao que realmente precisamos em nossa jornada nesta realidade. Ao observarmos nossas necessidades, entendemos que tudo o que vemos em propagandas são supérfluos, que servem apenas para o ego. Temos, conosco, as ferramentas necessárias para tirarmos o melhor proveito de nossa experiência neste planeta, basta apenas lembrarmos como usá-las.
:-)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O que ignoramos

Deixamos o planeta e seus habitantes em segunda mão por ignorar o principal fundamento de nossa sociedade, e como ele age. Negligenciamos o comportamento de uma economia baseada em trocas, que requer um crescimento infinito em um ambiente finito. Também esquecemos que ele cria uma estrutura piramidal, onde a base será sempre maior, e sempre mais necessitada, do que o resto.
O foco deste sistema é o lucro, deixando necessidades básicas como alimentação, higiene e saúde com prioridades mais baixas. Seus maiores ganhos aparecem com os maiores problemas, fazendo com que soluções permanentes para fome, guerra e doenças sejam contra ele. Para baratear os custos, a destruição e o descarte são opções mais viáveis do que a reciclagem e o planejamento sustentável.
Deixamos muitos aspectos de nossa sociedade para trás, ao tentarmos viver o sonho que nossos antepassados tinham. Talvez, se eles pudessem ver o que foi feito de seus ideais, das distorções que os transformaram em pesadelo, nos dariam outras lições. Mas, se conseguirmos aprender com nossos erros, somos capazes, ainda, de criar uma realidade mais incrivel do que qualquer fantasia que eles tivessem.
:-)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O que negligenciamos

Vivemos em uma sociedade voltada para o materialismo, onde objetos são divulgados como a respostas para nossas perguntas. O consumo é incentivado constantemente, mas sua ênfase é para os momentos em que estamos nos sentindo mal, deprimidos. E nosso estilo de vida tem sido voltado para nos deixar assim constantemente, onde deixamos de ser cidadãos, e viramos consumidores.
A indústria da moda cria padrões de beleza artificiais, publicando-os como divindades, fazendo com que seus seguidores morram para segui-los. Empregos são produzidos para atender demandas de mercado da forma mais barata possível, gerando condições insustentáveis de trabalho. Até nosso lazer está se restringindo a poucas experiências curtas e repetitivas, com o intuito de vender sempre mais do mesmo.
Esquecemos que vivemos em um maravilhoso e interessante planeta, que nos ensina a cada passo, a cada respiração que damos. E ultimamente, temos negligenciado o espantoso potencial do próprio ser humano, tanto nosso quanto daqueles que estão ao redor. Felizmente, existem aqueles que estão acordando para um resgate destas vivências, liderando o caminho para uma revolução da mente.
:-)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O que esquecemos

Nossos antepassados sonharam com um estilo de vida mais fácil e prático, onde as pessoas tivessem melhores oportunidades. Ao perseguirem este ideal, deram ênfase em apenas um aspecto de nossa sociedade, o qual virou o foco de nossos dias. O resto acabou sendo deixado para trás, esquecido por não se encaixar em padrões de venda, sendo fáceis demais de serem feitos em casa.
Deixamos de ver comida como remédio, como sugeriu Hipócrates, e nos viciamos em pílulas cheias de contra-indicação. Abandonamos clãs e tribos, não vendo mais a comunidade onde moramos como família, criando barreiras para a convivência. Passamos a acreditar que as respostas para nossas ansiedades, angústias e agonias podem ser compradas, entrando em um ciclo de consumo.
Temos, dentro de nós e ao nosso alcance, as soluções e ferramentas que precisamos para resolver as questões mais difíceis. E elas sempre estiveram por aí de graça, começamos a cobrar de nós mesmos a menos tempo do que queremos admitir. Esta na hora de observarmos nossas ações, e voltarmos com certos hábitos, como o de contemplar o planeta em que vivemos.
:-)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Construindo um toróide

Ainda não temos certezas sobre nossa posição no universo, nem sua forma, e muitos também se perguntam sobre o propósito da vida. E enquanto existem aqueles que procuram as respostas pelo cosmos, existem aqueles que procuram dentro deles mesmos. Independente do que, e de como, for encontrado, devemos estar preparados para constantes mudanças, pois esta, até o momento, parece ser a única segurança que podemos ter.
No passado, ser cidadão era um privilégio apenas de homens, livres e, principalmente, proprietários de terra. A escravatura do corpo era o modelo economico predominante até alguns séculos atrás, sendo substituida pela da mente e das emoções. Deixamos de viver em clãs e tribos para nos acomodarmos em cidades cada vez maiores, mesmo nos tornamos mais individualistas no processo.
A democracia criada pelos gregos era uma regalia de poucos que viviam às custas de muitos, e que ainda mantemos nos mesmos moldes. Quando descobrimos os limites que impomos a nós mesmos, entendemos que podemos, de forma simples, superar nossos problemas. E a cada dia somos presenteados com exemplos de como podemos pensar diferente, e resolver o que parece ser impossível.
:-)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Compreendendo sobre direções

Estamos acostumados a observar o mundo pela lógica da dualidade, separando tudo em certo e errado, bom ou mal. Mas estamos aprendendo que, no universo, nada é isolado, pois cada pedaço, por menor que seja, está conectado ao resto, em diversos níveis. Tentamos desmontar as partes, com uma mentalidade mecanicista, destruindo as ligações que ainda mal compreendemos, perdendo informações importantes.
Ignoramos que nossa economia tenha, já em sua teoria, uma estrutura piramidal, onde a base, larga, está predestinada a passar necessidades. Não aceitamos a ideia de que qualquer sistema usado para nos organizarmos será, inquestionavelmente, corrompido por tal método. Desconsideramos as demais consequências, como violência, corrupção e desmatamentos, como sendo resultados de nossa estrutura social.
Reclamamos dos problemas que vemos em nossa sociedade, esquecendo que a cada compra realizada, incentivamos ainda mais suas manias. Deixamos de lado a segurança de nossa espécie, para conseguirmos apaziguar nosso ego por mais alguns minutos. Mas, talvez, o real motivo de passarmos por este tipo de experiência seja para aprendermos e crescermos, e termos certeza de não repetir os mesmos passos, ao menos tão cedo.
:-)

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Entendendo uma espiral

Ao observarmos o mundo com outros olhos, podemos descobrir que ele é bem mais amplo do que estamos acostumados a ver. Somos capazes de encontrar novas maneiras de realizarmos tarefas com as quais já estamos habituados, facilitando-as. Damos uma cara moderna a velhas estruturas, nos movendo em direções que, talvez, não planejamos, ou compreendemos ainda.
Passamos a entender que economia não significa necessariamente dinheiro ou, até mesmo, trocas, mas sim a total administração de recursos. Começamos a ver a democracia como mais do que um mero voto, resgatando a responsabilidade de ser um cidadão verdadeiro. Concebemos a liberdade como algo além das inúmeras opções de compras: como um estilo de vida que sentimos a cada respiração.
Ao abrirmos nossa mente, adentramos dimensões que nem imaginavámos existirem, mas que sempre estiveram presentes. Criamos uma consciência expandida, capaz de perceber mais do universo, e das nossas conexões com ele. Deixamos de viver em apenas dois eixos, escapando do círculo para nos ver em uma espiral, que pode aumentar ou diminuir, subir ou descer.
:-)

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Iniciando outro ciclo

Para começar o ano, podemos tirar um momento para filosofar e refletir o que queremos para nós e para a sociedade em que vivemos. Devemos lembrar que somos parte dela, e que qualquer mudança, por menor que consideramos, tem efeitos em cascata, influenciando outros. Notemos, também, a ação e reação deste ato, pois tudo o que exteriorizarmos para o mundo voltará para nós, de uma maneira ou de outra.
Quando focamos em consumo, acalmamos o ego só temporariamente, às custas da destruição do planeta e da desigualdade social. Ao negligenciarmos a responsabilidade como cidadãos, ficamos com apenas a ilusão da liberdade, perdendo a segurança e a privacidade. Sem educação, permanecemos na ignorância, sofrendo de males como a violência e a corrupção, incapazes de encontrar respostas.
Antes de procurarmos alguém para colocar a culpa dos problemas que vemos em nosso meio, devemos nos perguntar o que estamos fazendo para solucioná-los. O poder de alterar a realidade reside dentro de nós, mas tem sido usurpado por supérfluos e para satisfazer um egoísmo infantil. Talvez seja a hora de alcançarmos novamente toda nossa capacidade, crescendo e assumindo realmente o papel de cuidar do planeta.
:-)