Sem perceber que a jornada é o nosso destino, construimos barreiras pensando que nos ajudariam, mas que viraram nossa prisão. Deixamos de ter apreço pelo planeta e o universo, e nos enclausuramos em nossos umbigos, achando que estávamos a salvo. Não notamos toda a liberdade que fomos trocando por segurança, e agora sentimos falta de algo, sem saber o que pode ser.
Damos valor demais para objetos inanimados, recursos que podem ser multiplicados e compartilhados com as pessoas. Nos tornamos detentos de nossa própria estrutura social, sendo forçados a demonstrar o que não somos, para receber o que não precisamos. Fomos cativados por promessas vazias vindas do ego, que nos convenceu de que somos ele, e de que o mundo é apenas o material.
Deixamos de usar toda a gama de ferramentas que temos para nos concentrar em apenas uma, e tentar resolver todos os problemas com ela. Mas ao passo que vamos descobrindo todos os utensílios que temos, também entendemos que as dificuldades são nossas criações. E mais fácil do que criá-las, é compreender que são barreiras que existem apenas em nossa cabeça, e podem ser esquecidas assim que quisermos.
:-)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
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