segunda-feira, 31 de março de 2014

O que é mentalidade de gado?

Aqueles que vivem no meio rural conseguem ter, em primeira mão, a percepção de que temos, em mais de uma maneira, comportamento de gado. Observamos tais atitudes em todo lugar, mas elas se acentuam na cidade, onde existe uma maior aglomeração de pessoas, seguindo rebanhos. Compreendendo a maneira como pensamos, conseguimos visualizar para onde estamos indo, e nos livrar de costumes e manias prejudiciais, se necessário.
Nos alimentamos de qualquer maneira, ruminando o que nos é dado e que provoca o paladar, sem questionar o valor nutritivo. Somos manejados de pasto em pasto, procurando incentivos para nos manter produzindo sem parar, recebendo capim como recompensa. Quando perdemos a relevância somos mandados para o abate, com aposentadorias cada vez menores, para darmos, junto com o último suspiro, o derradeiro benefício para instituições predatórias.
A falta de interesse por nossa parte, de manter a cabeça baixa, de se satisfazer em ficar apenas ruminando, são condutas que acentuam nossa situação. Sem mudar a perspectiva, nos tornamos incapazes de alterar também o ambiente ao nosso redor, criando as condições que tanto sonhamos. Temos um lado animal da qual nem fazemos idéia, mas será que conseguiremos superá-lo, na tentativa de nos tornarmos realmente humanos?
:-)

sexta-feira, 28 de março de 2014

Como podemos caminhar com os próprios pés?

Temos todas as condições para mudar nosso caminho, deixando de velejar ao vento e assumindo o controle do leme. Para tanto, precisamos deixar para trás o apego ao conforto e a ociosidade, a futilidade e a ignorância. Temos que arregaçar as mangas e trabalhar para construir o que queremos, deixando a esperança de que o façam por nós de lado, e depositando-a na obra que realizamos.
Além de supervisionar políticos já eleitos, precisamos observar o comportamento que temos diariamente, pois eles são os representantes do povo por algum motivo. Desligar monitores e fechar revistas de fofocas nos liberta tempo, podendo servir para a construção de sonhos de infância ou atuais. Nos informar e trocar a alimentação que temos hoje por uma de melhor qualidade gera uma economia de recursos e de saúde.
Pequenos passos podem nos levar longe, criando uma nova estrada que pode ser compartilhada por mais de uma pessoa. Quando deixamos de ver aqueles que moram ao nosso redor como vizinhos, e passamos a enxergar uma família, nos tornamos ainda mais fortes para prosseguir por onde quer que seja. Juntos podemos conceber um futuro com mais possibilidades do que agora imaginamos, mas seremos capazes de colocar os preconceitos de lado?
:-)

quinta-feira, 27 de março de 2014

Por quê somos influenciados pelo destino?

Nossa percepção de destino influencia a maneira como nos comportamos diariamente, pois ela determina nosso humor durante a viagem. Se imaginamos que vamos para um lugar bom, trilhamos o caminho com mais alegria e responsabilidade do que se formos para um local que desprezamos. Considerar que seja uma surpresa nos torna negligentes, fazendo com que abandonemos o leme, ao contrário dele ter vida própria enquanto lutamos para ter o controle.
A população abandona a política, sendo obrigada a participar a cada quatro anos, e reclama quando empresários se reunem com representantes para ver seus projetos realizados. Consumidores se separam, debatendo qual o produto da vez, enquanto tem seus direitos retirados e passam a ser tratados como gado. Trabalhadores são tratados como escravos, incapazes de participar do que produzem, obrigados a se sujeitar a condições bárbaras para manter seu sustento.
Se estamos infelizes com o rumo que estamos seguindo, temos como mudar, para qualquer lugar que seja, a partir de nosso próximo passo. Precisamos nos desapegar de relacionamentos abusivos, na esperança de que, um dia, eles mudem para nosso benefício. Somos todos humanos e temos direito a vida plena, seja qual o rótulo que tentam colocar em nós, mas por quê nós mesmos nos tratamos assim?
:-)

quarta-feira, 26 de março de 2014

Onde nos preocupamos com o amanhã?

Passamos a vida tendo o amanhã como garantido, até entendermos que nem sempre ele estará lá, esperando para que realizemos os sonhos. Enquanto nos distraímos com desejos, os objetivos que estão dentro de nós ficam em segundo plano, e frequentemente é assim que acabam. E ao compreendermos que o futuro tem um fim, ao menos para esta existência, somos tomados pelo desespero da insignificância.
Perdemos tempo em frente a monitores, procurando e julgando sobre a vida dos outros, esquecendo de viver a nossa própria. Obliteramos de nossa memória o que é o pensamento crítico, aceitando conceitos modificados sem o menor questionamento, vivendo a perspectiva de outros. Nos acomodamos com leis que nos transformam em escravos, dominados por uma rotina que nos impede até mesmo de protestar ou procurar alternativas.
Cada momento é uma oportunidade de começarmos novamente, de realizarmos o que deixamos para o depois que nunca chega. As desculpas que encontramos servem apenas como justificativas para nós mesmos, os únicos que serão realmente enganados por elas. Se, para o resto do mundo, a imagem que fica de nós é a que pintamos com os atos, por quê fazemos algo de qualquer jeito, sem dar o melhor de nós?
:-)

terça-feira, 25 de março de 2014

Quem traça um caminho?

A lição que os erros nos passam podem ser brandas, mas também podem ser de uma intensidade que jamais esqueceremos, seja como indivíduos ou população. Ao contrário de procurarmos o que nos beneficia, criamos uma realidade onde somos constantemente punidos, e de formas cada vez mais severas. Notamos que o sofrimento nos dá a determinação de procurar meios de evitar a repetição a qualquer custo, esquecendo a existência de dávidas que possam existir.
Estamos longe de entender sobre o compartilhamento, nos focando na competição e em todo o conflito que ela gera como consequência. Preferimos gastar com medicamentos depois que já temos um problema, e que talvez consigam remediar a situação, do que prevenir com uma alimentação saudável. Aceitamos a destruição de instituições básicas, como as de ensino, nos submetendo à escravidão criada por investidores de campanhas políticas.
Estamos compreendendo que a angústia que sentimos nada tem a ver com os bens que consumimos, mas com o estilo de vida que levamos. Ir contra o progresso e tentar congelar o Universo em um determinado momento da história nos causa uma aflição que se transforma nas mais variadas doenças. Está na hora de evoluirmos, de sairmos do casulo e estendermos nossas asas, ou de que outra forma esperamos alcançar novos patamares?
:-)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Quando planejamos o futuro?

Os erros são os maiores professores que teremos em nossa estada neste plano, e eles aparecem sempre que precisamos ser ensinados uma lição. Quando eles acontecem, entendemos qual foi a falha em nosso comportamento, e nos prometemos mudá-lo para o futuro. Mas nem sempre o que imaginamos ser o problema foi o objetivo da silenciosa advertência, e repetimos o mesmo padrão até sermos capazes de enxergá-lo.
Aceitamos hábitos do passado, como a eleição popular, onde um famoso tem mais chances do que um capacitado para exercer uma função administrativa. Mantemos estereótipos ao consumirmos marcas famosas por suas propagandas, sem levar em conta a qualidade e necessidade de seus produtos. Destruímos nossa auto-estima ao idolatrarmos pessoas sem talento, capazes apenas de incentivar a ostentação, o desperdício, a ignorância e a futilidade.
Sempre deixamos para o amanhã o que poderíamos fazer hoje, satisfazendo um Ego cada vez mais inflado, esquecendo que somos mais do que isto. Abandonamos o equilíbrio para alcançar desejos que nada mais são do que instintos, e reclamamos do caos que se forma ao nosso redor. Podemos usar o leme a qualquer momento para definir nossa direção, então por quê ainda agimos como crianças mimadas?
:-)

sexta-feira, 21 de março de 2014

Por quê conseguimos prosseguir?

Ao ingressarmos em um caminho em sintonia com o Universo, a viagem se torna mais agradável, e o destino mais desejado. A mudança de ponto de vista mostra detalhes que antes deixavam de ser percebidos, enriquecendo a experiência que passamos. Nos sentimos com mais energia, prontos para encarar os desafios que se encontram na estrada, sejam eles quais forem.
Aprendemos sobre o próprio corpo e mente, adquirindo o domínio sobre eles e deixando de ser marionete de outrém. Entendemos como o mundo funciona, adquirindo o conhecimento para fazer o que é necessário com o mínimo de recursos. Compreendemos a força da união, reconhecendo outros na mesma situação, capazes de compartilhar sabedoria para nos desenvolvermos.
A Vontade de cada um é o primeiro passo para a mudança de mentalidade, que gera a transformação dos atos e da rotina. Em harmonia com o Universo, ela se torna imbatível para a conquista do maior obstáculo que possa aparecer em nossa jornada. Caminhar na direção contrária da maior energia conhecida, como temos feito até hoje, é uma tentativa de chegar aonde mesmo?
:-)

quinta-feira, 20 de março de 2014

Quem viaja conosco?

Durante a jornada, iremos encontrar pessoas que irão nos acompanhar por um período, trazendo novas lições para nossa vida. Iremos descobrir e desenvolver habilidades que temos em comum, compreendendo um poder que, talvez, era desconhecido até então. E a cada obstáculo que enfrentarmos juntos, saberemos mais, uns sobre os outros, do que nos une, e do que pode nos separar.
Observamos famílias sendo destruídas por diferenças em camisas de times esportivos, que deveriam servir para unir pelo esporte. Sentimos uma nação vivendo dividida por diferenças partidárias, para no final servir apenas àqueles que se organizaram para financiar campanhas. Nos mantemos segregados em classes sociais, arriscando tudo em um jogo de orgulho e ganância, onde todos os lados só tem a perder.
Por mantermos uma perspectiva de divisão, deixamos de notar as oportunidades que temos para nos unir, e os benefícios que podemos colher. Ao mudarmos tal ponto de vista, conseguimos manter mais indivíduos em contato, por diferente que sejam os caminhos trilhados. E ao nos mantermos juntos, formando comunidades coesas, que outra opção teremos, além de nos desenvolvermos de maneira plena e constante?
:-)

quarta-feira, 19 de março de 2014

Quando sentimos a mudança?

Ao mudarmos a perspectiva do caminho que trilhamos, começamos a perceber as mudanças já no próximo passo, pois é uma questão de ponto de vista. Facilmente, deixamos de observar uma pedra no sapato como um infortúnio, e passamos a notar como uma oportunidade de parar e andar descalço por um tempo. Os obstáculos continuam os mesmos na estrada, mas compreendemos que existem outras maneiras de lidarmos com eles, e se é necessário.
Governantes deixam de ser vistos como reis, e voltam a ser vistos como representantes do povo, passíveis de serem retirados no meio do mandato. Empresas que abusam de recursos são expostas mais frequentemente, assim como seus financiamentos de campanhas políticas, criando uma conscientização no consumidor. Cidadãos procuram seus direitos, mostrando que a balança da justiça pende para o lado que colocar mais pressão, extinguindo o romantismo que tentam nos vender.
O Universo está em constante alteração, e o mesmo acontece em nossa rotina, apesar de alguns tentarem parar o processo. Ao abrirmos os olhos, percebemos o que antes ficava nos bastidores, nos dando uma nova concepção sobre o espetáculo da qual fazemos parte. Entendendo um pouco mais sobre onde vivemos, seríamos capazes de nos tornarmos mais humanos e fazermos o que é necessário?
:-)

terça-feira, 18 de março de 2014

Onde vemos as diferenças?

Alguns pensam que, quando estiverem em um caminho em sintonia com o Universo, as dificuldades irão sumir, e será uma estrada repleta de flores. A diferença, entretanto, se encontra mais em nossa percepção, no ponto de vista, do que no percurso que estamos trilhando. Nos sentimos mais motivados para seguir em frente, por piores que sejam as condições, pois entendemos melhor o valor da viagem.
Policiais que se recusam a usar violência contra manifestações pacíficas, desobedecendo superiores, sendo alvo de repreensões por parte da instituição, são exemplo disto. Assim como reporteres que tem a coragem de enfrentar grandes corporações, para mostrar o que as propagandas deixam de lado. Até mesmo o cidadão que exercita sua consciência, libertando-se da indústria da moda, procurando suas próprias respostas, está incluso neste itinerário.
Promessas de uma vida fácil podem ser encontradas em cada esquina, iludindo aqueles que as compram, prendendo-os com dificuldades mascaradas. Mas quando se segue por um trajeto que nós escolhemos, sentimos que fomos adotados por ele, pois os obstáculos se tornam menores, e o caminhar deixa de ser um sacrifício. Entendemos que a vida é o passeio em si e começamos a apreciar mais a jornada, pois se temos o mesmo destino, qual a pressa para chegar nele?
:-)

segunda-feira, 17 de março de 2014

Como escolhemos um caminho?

Passamos os primeiros anos aprendendo a ignorar, evitar ou esconder os erros, os maiores professores da vida. São deles que tiramos as maiores lições, aquelas que dificilmente iremos esquecer, e que irão nos guiar pelo caminho que escolhermos seguir. Mas somos manipulados para servir à cultura da padronização, seguindo por uma estrada pré-fabricada, com um destino único e conhecido.
Perdemos o pensamento crítico ao ingerirmos tudo que a grande mídia nos passa sem questionarmos, atrofiando a capacidade mental. Passamos os dias na expectativa de um grande acontecimento que mude radicalmente nossa rotina, massacrando lentamente o espírito. Nos acomodamos com a situação, deixando de arregaçar as mangas para mudá-la, delegando a outros tal tarefa, dilacerando nosso corpo.
Fomos convencidos de que alternativas são inviáveis, e de que todos devemos ir para o mesmo lugar, da mesma maneira. Sim, temos objetivos comuns, como espécie, mas os meios para se chegar a ele serão mais provaveis se tivermos várias rotas sendo trilhadas. Temos uma diversidade infinita dentro e fora de nós, então, como deixar de utilizar este aspecto do Universo à nosso favor?
:-)

sexta-feira, 14 de março de 2014

Quando somos afetados pelo mundo?

Vivemos nossas rotinas no automático, sendo comandados por uma cultura que ajudamos a manter, inconscientes às consequências de nossos atos. Raros são os momentos em que prestamos atenção em nós mesmos, e ao redor, experimentando a realização de sonhos, muito mais do que desejos. Focamos no imediato, e de capricho em capricho, vamos cavando um poço de vícios que cobram seu preço, que sempre imaginamos poder pagar.
Nos entregamos à violência facilmente, principalmente quando nos sentimos encurralados por faltarem argumentos que façam sentido. Mergulhamos na cobiça, iludidos em considerar que bens materiais irão trazer alguma satisfação duradoura para o espírito, que se torna cada vez mais ansioso. Nos aconchegamos na preguiça e no medo, evitando mudanças que são necessárias para o desenvolvimento, procurando uma estagnação artificial para o universo.
Utilizamos antigos instintos como reação às ações que a realidade gera sobre nós, ignorando que uma mudança de perspectiva pode ter um resultado melhor do que o que já tentamos. Sem descobrir quem somos, nos deixamos ser comandados por outros, reagindo de maneira emocional e previsível a cada vez. Podemos facilmente criar surpresas para aqueles que tentam nos controlar como gado, mas estamos prontos para abandonar esta mentalidade, e tomar as rédeas da responsabilidade?
:-)

quinta-feira, 13 de março de 2014

Como cuidar da nossa vida?

Passamos a vida dedicando grande parte de nosso tempo para a manutenção de um sistema abusivo, incapaz de dar algum retorno quando precisamos. A procura por alternativas começa em nossa rotina, quando abandonamos costumes antigos que nada acrescentam para o desenvolvimento. A mudança de mentalidade é essencial, pois a partir dela é que seremos capazes de encontrar meios de modificar nossas ações.
Percebendo quais são os ingredientes que compõem os alimentos que consumimos, podemos fazer escolhas mais conscientes, trocando onde for necessário. Prestando atenção ao tipo de trabalho que dedicamos a maioria de nossos dias é um bom indicativo se estamos ajudando a desenvolver a sociedade, ou a mantendo estagnada. Procurar pelas atividades de representantes do povo, cobrando transparência nos gastos públicos se torna uma maneira de recuperarmos direitos perdidos.
Ao mantermos em mente que somos o motor que carrega toda a humanidade, entendemos a importância de cada ato que geramos. Nos concentrando no que fazemos ajuda a caminharmos no caminho da perfeição e do entendimento, que, longe de serem destinos, são nomes de estradas. Esquecemos de aproveitar a paisagem com a ansiedade de chegarmos em algum lugar, mas onde esperamos chegar quando caminhamos no infinito?
:-)

quarta-feira, 12 de março de 2014

Por que precisamos ter foco?

Temos diversas tentações puxando nossa atenção, para que gastemos mais o tempo com eles, e menos com o que realmente queremos. O desvio que sofremos é tamanho que esquecemos quem somos, deixando de ser humanos para sermos cidadãos, e daí para nos tornarmos consumidores. Abraçamos este declínio por ser confortante, cheio de promessas, e com tamanha segurança que dificilmente enxergamos através das ilusões, mal percebendo que o fundo deste poço é o centro do planeta.
Abdicamos de sonhos, como praticar algum instrumento, ou se instruir para melhorarmos de vida, em troca da futilidade de programas que exploram a estupidez alheia. Renunciamos o tempo com entes queridos presos em empregos na esperança de ter mais conforto, ignorantes ao que realmente é relevante em nossa vida. Desistimos da vida em sociedade em troca de mundos virtuais, equivocadamente nos confinando ainda mais, onde consideramos ter a liberdade desconhecida.
Trocamos a realidade por desculpas múltiplas, capazes de justificar, para nós, a preguiça e o medo de fazer o que é necessário. Mentimos para nós mesmos ao perseguirmos as fantasias que nos vendem a cada esquina, como sendo a solução para as mazelas que sofremos. Ao nos resignarmos à situação que nos encontramos, seremos capazes de encontrar a vontade e a coragem de realizar as mudanças indispensáveis que precisamos?
:-)

terça-feira, 11 de março de 2014

Onde alcança nosso entendimento?

Nos convencer de que sozinhos somos incapazes de fazer alguma diferença é a ilusão que vemos mais frequentemente ao nosso redor. Tentam nos desencorajar para que nosso exemplo fique escondido de nós mesmos, fazendo com que o medo se propage em maior escala. E em pânico, nos tornamos mais fáceis de sermos manipulados, podendo ser adestrados à qualquer maneira de pensar, por mais nocivas que sejam.
Propagandas de moda focam na baixa auto-estima, insinuando que seremos incompletos enquanto estivermos sem o item da vez. Também procuram nos comparar com certos modelos, figuras inalcançaveis para o ser humano, mas que despertam inveja e ciúme. Os ditadores de tendências nos tornam violentos, nos induzindo a aplaudir guerras em filmes e seriados, ensinando que, se quisermos, existem justificativas para elas.
Noticiários são repletos de insinuações contra a maioria da população, para vivermos receosos de nossos próprios vizinhos. Permitimos ser dominados por instintos de selvageria, mantidos por uma cultura ultrapassada, que insistimos em conservar como se fosse a salvação da humanidade. Esquecemos que estamos trilhando este caminho a milênios, e enquanto nos distraímos com passes de mágica, conseguiremos olhar para onde estamos indo?
:-)

segunda-feira, 10 de março de 2014

Compreendemos o que é seriedade?

No país do futebol, carnaval e do jeitinho, é dificil de imaginar que o povo tenha alguma noção do que é ser responsável. Assumimos compromissos que pouco, ou nada, tem a ver com a nossa vida na ilusão de que são essenciais para a mesma. Enquanto isto, deixamos que terceiros controlem o básico de nossa rotina, nos guiando para onde os beneficiaremos mais, imaginando que somos livres.
Temos prefeituras reclamando de orçamento para a saúde, ao mesmo tempo em que esbanjam milhões com festas populares. Damos audiência para programas sobre a vida dos outros, deixando de notar a manipulação feita em notícias que afetam as nossas próprias. Apontamos o dedo para a indiferença dos que nos cercam, mas passamos reto por aqueles necessitados que se encontram nas margens de nosso caminho.
Aprendemos, desde cedo, a levar a vida na brincadeira, rindo da nossa desgraça, inconscientes de que somos influenciados para agir desta maneira. Com um povo sem resistência, ignorante e segregado, fica fácil de se adestrar para criar escravos que pensam ser livres. Todos querem ganhar o bilhete premiado, mas quantos já pararam para fazer as contas de quanto gastaram nesta busca imaginária?
:-)

sexta-feira, 7 de março de 2014

Por que esquecemos?

Além das necessidades básicas mais evidentes, como alimentação e abrigo, temos algumas outras que raramente percebemos como comuns a todas as pessoas. Uma delas é a ânsia pelo melhoramento de nossas vidas, onde cada um procura aprimorar aquilo que considera mais essencial para sua existência. Porém, inconscientes, somos facilmente iludidos a comprar um sonho fabricado, que nos força a viver um pesadelo na esperança de podermos acordar um dia.
Nos alimentamos com cada vez mais açúcares, sais, conservantes e outras mazelas, nos indagando o porque cresce o número de casos de câncer, diabetes e demais doenças. Trocamos a educação e a disciplina pela futilidade e a ignorância, ficando surpresos com os abusos cometidos por administrações cada vez mais corruptas. Utilizamos um sistema economico de acúmulo, questionando o porque da disparidade social, e de males consequentes dela, como a violência.
Esquecemos o que é realmente viver em comunidade, para satisfazer os desejos de um corpo egoísta e imediato. Como resultado, deixamos de lado o poder de governar nossas próprias vidas, iludidos por promessas cheias de esperança, mas fantasiosas. O resgate da empatia por nossa espécie é primordial para sua salvação, mas seremos capazes de enxergar o lado social do ser humano?
:-)

quinta-feira, 6 de março de 2014

Quando ficamos cegos?

Permitimos que nossa visão antiquada sobre nós mesmos guie nossos passos, fazendo com que sentimentos inferiores fiquem no controle. Damos espaço para que o corpo domine, agindo instintivamente como no passado, mas em um contexto diferente, mais atualizado. Nos tornamos sedentários por opção, procurando um conforto que nos tornou mais preguiçosos e, consequentemente, maleáveis.
Mantemos idéias passadas por orgulho, em uma teimosia típica de crianças mimadas, que refutam descobertas por mera comodidade. Cobiçamos o alheio, vivendo uma inveja que se torna nociva, pois deixamos de cuidar da nossa rotina para julgar a de outros. Agimos com raiva, frustrados com a futilidade cultural, incapazes de sair da inércia por vaidade de uma imagem que pensamos projetar.
Nos cegamos ao permitirmos ser levados por sensações impulsivas, facilmente domadas por aqueles que mudam a mentalidade, criando uma consciência. A atenção que desperdiçamos com trivialidades nos custa caro, pois faz com que esbanjamos um tempo que jamais volta. E quando percebemos que ele apenas vai, nos arrependemos dos atos que tivemos durante a vida, ou sentimos orgulho de nossa história?
:-)

quarta-feira, 5 de março de 2014

Onde estão as armadilhas?

Mesmo inconscientes às nossas ações, geramos reações da mesma proporção, que acabam voltando para nos ensinar duras lições. Ao criarmos a mentalidade de procurar onde estão as armadilhas que tomam o nosso tempo, descobriremos como evitá-las mais facilmente. Prestando atenção ao que nos é empurrado como verdadeiro, descobrimos os bastidores de uma comédia, onde além de espectadores, agimos como palhaços.
Temos as letras miúdas, onde uma fritadeira a ar clama ser isenta de óleo, enquanto uma escrita ilegível, que aparece como um trovão, denuncia o contrário. Somos convencidos de que empregos são os únicos meios de vencer na vida, e de que é nossa obrigação participar de tal jogo onde as regras são manipuladas ao bel-prazer dos criadores. Mostram um espetáculo sobre os diversos lados da política, até entendermos que são todos iguais, submissos à investidores de campanha, muito mais do que ao povo que os elegeram.
A cada passo do nosso dia, encontramos armadilhas que nos prendem em um pesadelo vendido como sonho. Mas ao estarmos atentos à elas, conseguimos nos livrar de seus laços, moldando uma realidade mais consciente no processo. Ao mudarmos nossa mentalidade conseguiremos enxergar além das ilusões que nos mostram, mas seremos capazes de encontrar a vontade para fazê-lo?
:-)

terça-feira, 4 de março de 2014

Como nos iludimos?

Até recentemente, o entendimento de ser humano era de um corpo com alma, mente e emoções, nos dando uma desculpa para qualquer imperfeição. Mas ao mudarmos a mentalidade, nos vendo como almas que habitam uma matéria com raciocínio e sentimentos, tomamos as rédeas da vida, e subjugamos algo que, antes, era incontrolável. Os desafios continuam aparecendo, e com a expansão da percepção, os vemos com ainda mais frequência, pois os notamos de longe.
Compreendemos as necessidades físicas que temos, e porque anúncios que apelam para o sexo nos chamam tanto a atenção. Entendemos que as sensações que temos são meios de comunicação do mundo com o espírito, e que podem ser controladas por nós, deixando de sermos alvos de novelas e campanhas de caridade duvidosas. Aprendemos que a lógica nem sempre é coerente, pois é limitada pelas próprias experiências e conhecimentos, fraudados quando se tem a televisão como único meio de informação.
Enquanto deixamos de lado a instrução sobre quem somos, continuaremos vivendo em uma realidade de fantasia, à um custo cada vez mais elevado. O valor será cobrado de qualquer maneira, independente se formos ignorantes a ele, pois para o universo e as leis da física, toda ação produz uma reação. Depende de nós termos uma resposta favorável à perpetuação da espécie, então, porque ainda agimos sem responsabilidade?
:-)

segunda-feira, 3 de março de 2014

O que nos distrai?

O tempo que temos neste planeta é o bem mais precioso que possuímos e, portanto, o recurso mais cobiçado quando se trata do ser humano. Ele é tão valioso que moldamos a sociedade para que nossa atenção seja puxada para todos os lados a todo o instante. Procuram nos guiar para onde acham que devemos utilizar nossos momentos, nos atraindo com iscas que, assim que abocanhadas, desvendam o anzol escondido.
Anúncios são feitos com apelo ao abstrato, como um refrigerante que serve felicidade, deixando de chamar atenção para as quantidades de aditivos que o compõe. São como promessas de políticos, feitas sem o compromisso do cumprimento, pois o uso de termos vagos abrange uma gama enorme, mesmo sem se referir a nada específico. Isso também explica o porque da queda de qualidade de produtos, enquanto o preço se mantém o mesmo ou apenas aumenta, como pacotes de alimentos, que perdem em tamanho, mas ganham no preço e na embalagem.
Nossa consciência é tirada de nos com mensagens repetitivas, criadas para ficar na cabeça, e disparadas automaticamente quando menos esperamos. A desvalorização do sistema de educação tem deixado de criar cidadãos para formar consumidores perfeitos, incapazes de procurar pelos direitos perdidos. Entender como a sociedade funciona é um começo, mas seremos capazes de nos concentrarmos para pegar as rédeas de nossas vidas de volta?
:-)