Permitimos que nossa visão antiquada sobre nós mesmos guie nossos passos, fazendo com que sentimentos inferiores fiquem no controle. Damos espaço para que o corpo domine, agindo instintivamente como no passado, mas em um contexto diferente, mais atualizado. Nos tornamos sedentários por opção, procurando um conforto que nos tornou mais preguiçosos e, consequentemente, maleáveis.
Mantemos idéias passadas por orgulho, em uma teimosia típica de crianças mimadas, que refutam descobertas por mera comodidade. Cobiçamos o alheio, vivendo uma inveja que se torna nociva, pois deixamos de cuidar da nossa rotina para julgar a de outros. Agimos com raiva, frustrados com a futilidade cultural, incapazes de sair da inércia por vaidade de uma imagem que pensamos projetar.
Nos cegamos ao permitirmos ser levados por sensações impulsivas, facilmente domadas por aqueles que mudam a mentalidade, criando uma consciência. A atenção que desperdiçamos com trivialidades nos custa caro, pois faz com que esbanjamos um tempo que jamais volta. E quando percebemos que ele apenas vai, nos arrependemos dos atos que tivemos durante a vida, ou sentimos orgulho de nossa história?
:-)
quinta-feira, 6 de março de 2014
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