Saber separar os momentos onde os sentimentos comanda, e os que a lógica lidera pode ser complicado sem ter idéia de para onde estamos indo. Por isto, é necessário que, em um primeiro momento, tentemos entender quem somos, e o que queremos para nossa vida. Enquanto deixarmos isto de lado, teremos as escolhas feitas por outros, conhecedores de seu próprio caminho, e que precisam de gente para pavimentar sua estrada.
Alguns se aproveitam, e talvez até ajudam a planejar, crimes contra populações inteiras, impostas pela força a seguir uma linha de pensamento. Outros são mais discretos, fazendo da própria informação um negócio escravagista, prendendo tanto produtores como espectadores. E existem aqueles que são tão especialistas em manipular emoções, que fazem com que o povo pague, cantando e felizes, para cavar sua própria cova.
O medo é a resposta mais primordial que temos para dar ao mundo, onde os instintos estão à flor da pele, e a lógica está longe de ser encontrada. Ao conseguirmos controlar algo tão básico sobre nós mesmos, conseguiremos alcançar um novo patamar de conhecimento, que nem imaginamos agora. Teremos uma maior autonomia sobre nossa vida, ficando apenas a questão de para onde decidiremos ir?
:-)
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Como usam o pavor?
Somos desconhecidos para nós mesmos, tão atarefados em descobrir o Universo que esquecemos que fazemos parte dele. Aprendemos mais sobre uma profissão ou passatempo, do que o que faz nossas emoções florescerem ou se apagarem. Por deixarmos quem somos em segundo plano, ficamos vulneráveis àqueles que compreendem como nos comportamos, por mais que tentemos negar.
Observamos a cultura da ignorância e da futilidade crescer, desconsiderando que o consumidor, e cidadão, perfeitos, para governantes, são os que faltam pensamento crítico. Deixamos os instintos levarem nossa atenção para novelas ou show de realidade, enquanto direitos básicos, como a liberdade de expressão, são cortados. Mais do que direitos, recursos básicos são surrupiados debaixo de nossos narizes, enquanto perdemos tempo com irrelevâncias partidárias.
Temos nosso foco levado para diversos lugares, sempre longe do que é fundamental para uma vida livre e sustentável. Permitimos que sentimentos nos guiem por toda a existência, esquecendo que a lógica tem um papel importante se quisermos ir mais longe. Ao nos conhecermos, temos as pistas para entender o que nos motiva, mas conseguiremos ir além da razão, controlando-nos?
:-)
Observamos a cultura da ignorância e da futilidade crescer, desconsiderando que o consumidor, e cidadão, perfeitos, para governantes, são os que faltam pensamento crítico. Deixamos os instintos levarem nossa atenção para novelas ou show de realidade, enquanto direitos básicos, como a liberdade de expressão, são cortados. Mais do que direitos, recursos básicos são surrupiados debaixo de nossos narizes, enquanto perdemos tempo com irrelevâncias partidárias.
Temos nosso foco levado para diversos lugares, sempre longe do que é fundamental para uma vida livre e sustentável. Permitimos que sentimentos nos guiem por toda a existência, esquecendo que a lógica tem um papel importante se quisermos ir mais longe. Ao nos conhecermos, temos as pistas para entender o que nos motiva, mas conseguiremos ir além da razão, controlando-nos?
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
Quando utilizam o pânico?
Quando estamos entregues à emoções, nos tornamos vulneráveis, de mais fácil maleabilidade, alvos perfeitos para sermos influenciados. Da mesma maneira, ao abraçarmos a ignorância, nos considerando sábios quando nem sabemos discernir a ilusão da realidade. As técnicas são variadas, adaptadas para serem utilizadas a qualquer momento, nos pegando desprevenidos quando menos esperamos.
A oferta de produtos que são bons demais para serem verdades aparecem o tempo inteiro, escondendo o verdadeiro custo para o consumidor. Mesmo que eles sejam nada mais que venenos, o apelo para o prazer imediato é constante, criando hábitos inconscientes. Nos fazem ser cúmplices de elefantes brancos, criados às custas de recursos naturais e humanos, para, no final, virarem monumentos à estupidez humana.
Até desastres naturais viram oportunidades para aqueles que querem se beneficiar do pânico alheio, manipulando fatos ao seu bel prazer. A informação é a melhor arma contra as emboscadas armadas para nos aprisionar, que nos tornam escravos de nossos próprios instintos. Compreendendo que podemos ser ludibriados a qualquer instante, entenderemos como os próprios sentimentos são usados contra nós?
:-)
A oferta de produtos que são bons demais para serem verdades aparecem o tempo inteiro, escondendo o verdadeiro custo para o consumidor. Mesmo que eles sejam nada mais que venenos, o apelo para o prazer imediato é constante, criando hábitos inconscientes. Nos fazem ser cúmplices de elefantes brancos, criados às custas de recursos naturais e humanos, para, no final, virarem monumentos à estupidez humana.
Até desastres naturais viram oportunidades para aqueles que querem se beneficiar do pânico alheio, manipulando fatos ao seu bel prazer. A informação é a melhor arma contra as emboscadas armadas para nos aprisionar, que nos tornam escravos de nossos próprios instintos. Compreendendo que podemos ser ludibriados a qualquer instante, entenderemos como os próprios sentimentos são usados contra nós?
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terça-feira, 27 de maio de 2014
Onde vemos o horror?
Somos constantemente lembrados de que temos falhas e oferecidos meios de escapar delas, mas apenas se tivermos os recursos financeiros. Caso contrário, por melhor que seja o caráter e a consciência da pessoa, ela será vista como um indigente, repugnada pela sociedade. Ainda vivemos na era onde ter é mais bem visto do que ser, e orgulhosamente nos chamamos de civilizados por isto.
Governos dão um tratamento especial para aqueles que possuem mais, isentando bens como iates e jatos particulares de impostos como o IPVA. Corporações são capazes de silenciar a ciência, a impedindo de publicar novas descobertas, mesmo sendo sobre hábitos nocivos para os consumidores. Representantes do povo mostram o quanto são responsáveis com a arrecadação de tributos, esbanjando com futilidades enquanto falta infraestrutura para o povo.
O descaso com os recursos naturais e humanos são refletidos nas decisões que tomamos como nação, pelos homens que se tornaram públicos. Apelos, demonstrados com pesquisas e evidências, sobre as consequências do que fazemos, são calados sob o brilho do prazer imediato. Sabendo onde estão as armadilhas, teremos também o conhecimento para identificá-las a qualquer instante, sem sermos pegos de surpresa?
:-)
Governos dão um tratamento especial para aqueles que possuem mais, isentando bens como iates e jatos particulares de impostos como o IPVA. Corporações são capazes de silenciar a ciência, a impedindo de publicar novas descobertas, mesmo sendo sobre hábitos nocivos para os consumidores. Representantes do povo mostram o quanto são responsáveis com a arrecadação de tributos, esbanjando com futilidades enquanto falta infraestrutura para o povo.
O descaso com os recursos naturais e humanos são refletidos nas decisões que tomamos como nação, pelos homens que se tornaram públicos. Apelos, demonstrados com pesquisas e evidências, sobre as consequências do que fazemos, são calados sob o brilho do prazer imediato. Sabendo onde estão as armadilhas, teremos também o conhecimento para identificá-las a qualquer instante, sem sermos pegos de surpresa?
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segunda-feira, 26 de maio de 2014
Quem incita o terror?
Se beneficiar da ignorância das pessoas é um costume antigo, ainda mais se estas agem como manada ao primeiro sinal de perigo. Este nem sempre é real, sendo muitas vezes criado através de boatos e opiniões, deixando para que a imaginação de cada um tome forma. Desta maneira, nós mesmos criamos os mais aterrorizantes cenários possíveis, nos forçando a agir igual a todos os outros.
Ouvimos comentaristas incitando a volta a bestialidade, um retorno aos tempos bárbaros do uso da violência como solução de problemas. Observamos representantes do povo pregando preconceitos, julgando um passado que, por vezes, passamos o resto da vida tentando compensar. Sentimos produtos nos separando, em uma tentativa de nos fazer esquecer o que é empatia, e da força que temos com ela.
Vivemos em uma era onde o medo predomina, nos sentindo vulneráveis por pressão de propagandas criadas para vender futilidades. Ou escolhemos os ditadores voluntariamente, ou perdemos o direito de argumentar, vivendo uma falácia onde a nulidade de uma eleição foi usurpada da nação. Mas ao compreendermos como a sociedade funciona, seremos capazes de encontrar as informações necessárias para escapar de suas armadilhas?
:-)
Ouvimos comentaristas incitando a volta a bestialidade, um retorno aos tempos bárbaros do uso da violência como solução de problemas. Observamos representantes do povo pregando preconceitos, julgando um passado que, por vezes, passamos o resto da vida tentando compensar. Sentimos produtos nos separando, em uma tentativa de nos fazer esquecer o que é empatia, e da força que temos com ela.
Vivemos em uma era onde o medo predomina, nos sentindo vulneráveis por pressão de propagandas criadas para vender futilidades. Ou escolhemos os ditadores voluntariamente, ou perdemos o direito de argumentar, vivendo uma falácia onde a nulidade de uma eleição foi usurpada da nação. Mas ao compreendermos como a sociedade funciona, seremos capazes de encontrar as informações necessárias para escapar de suas armadilhas?
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sexta-feira, 23 de maio de 2014
Quem nos redireciona?
Sem nos descobrirmos, nos tornamos alvos fáceis para aqueles que exploram as inseguranças e arrogâncias do caráter. Nos tornamos burros de carga para qualquer um que queira depositar seu peso sobre nossas costas, despreocupados em quebrar nossas pernas. Pavimentamos o caminho deles, enquanto o nosso se esconde cada vez mais no meio do mato que se forma com o nosso esquecimento.
Ignoramos que a mídia é privada, visando o lucro acima da verdade, e com patrocinadores que é incapaz de ir contra. Abrimos mão de procurarmos por mais informações, confiando no pouco colocado em rótulos de alimentos, consumindo venenos por terem menos calorias. Participamos de um circo político, onde negligenciamos os bastidores, mantendo nossa atenção no espetáculo de palhaços à nossa frente.
Aceitamos a visão fantasiosa e deslumbrada que nos empurram sobre o sistema econômico de acúmulo, como se fosse a única solução do mundo. Tentamos empurrar para debaixo do tapete seus problemas, cada vez mais ligados com a desigualdade social e suas consequências. Encarando a dura realidade sobre ele, continuaremos tentando domesticá-lo, como nos últimos milênios, ou começaremos a construir uma nova estrutura?
:-)
Ignoramos que a mídia é privada, visando o lucro acima da verdade, e com patrocinadores que é incapaz de ir contra. Abrimos mão de procurarmos por mais informações, confiando no pouco colocado em rótulos de alimentos, consumindo venenos por terem menos calorias. Participamos de um circo político, onde negligenciamos os bastidores, mantendo nossa atenção no espetáculo de palhaços à nossa frente.
Aceitamos a visão fantasiosa e deslumbrada que nos empurram sobre o sistema econômico de acúmulo, como se fosse a única solução do mundo. Tentamos empurrar para debaixo do tapete seus problemas, cada vez mais ligados com a desigualdade social e suas consequências. Encarando a dura realidade sobre ele, continuaremos tentando domesticá-lo, como nos últimos milênios, ou começaremos a construir uma nova estrutura?
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
Quando nos distanciamos?
Nos distanciamos do caminho quando estamos vulneráveis, seja no óbvio, cansados ou inseguros, como também ao nos tornarmos arrogantes ou agressivos. Ficamos indefesos quando nos entregamos aos impulsos, pois demonstramos que entregamos o controle de nossas vidas à outrem. E apesar de acharmos que estamos cedendo apenas às emoções, nos oferecemos àqueles que instigam o que nos deixa cegos, surdos e mudos.
Deixamos de nos preocupar com a própria saúde para ingerir alimentos e bebidas nocivas, arriscando meses de tratamento em troca de alguns segundos de sabor. Consumimos produtos cada vez mais descartáveis para termos a impressão de que pertencemos à um grupo social, que seria reprimido se nos preocupássemos com os recursos públicos. Damos audiência à espetáculos que celebram a ignorância e a futilidade, e vivemos na esperança de que soluções sérias apareçam.
Esquecemos de nossos objetivos ao nos entregarmos cegamente ao ímpeto, perdendo o autocontrole e passando o comando para outros. Abandonamos a estrada que trilhamos para seguir passos diferentes, que pertencem à indivíduos distintos, com suas próprias intenções. E ao nos darmos conta de que estamos longe de nossa trilha, conseguiremos a Sabedoria de tentar voltar para ela?
:-)
Deixamos de nos preocupar com a própria saúde para ingerir alimentos e bebidas nocivas, arriscando meses de tratamento em troca de alguns segundos de sabor. Consumimos produtos cada vez mais descartáveis para termos a impressão de que pertencemos à um grupo social, que seria reprimido se nos preocupássemos com os recursos públicos. Damos audiência à espetáculos que celebram a ignorância e a futilidade, e vivemos na esperança de que soluções sérias apareçam.
Esquecemos de nossos objetivos ao nos entregarmos cegamente ao ímpeto, perdendo o autocontrole e passando o comando para outros. Abandonamos a estrada que trilhamos para seguir passos diferentes, que pertencem à indivíduos distintos, com suas próprias intenções. E ao nos darmos conta de que estamos longe de nossa trilha, conseguiremos a Sabedoria de tentar voltar para ela?
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
Por quê nos desencaminhamos?
Nos entregamos à tentações em nosso caminho por estarmos perdidos em relação à quem somos e do que podemos fazer. Sem nos conhecermos, ignoramos o mundo, nos tornando presas fáceis para qualquer armadilha colocada no caminho. Nos deixamos seduzir por ilusões que fomentem instintos básicos, mascarados de sonhos, mas que se tornam vulgares rapidamente.
Somos inundados com propagandas de veículos que seguimos e consumimos, quando queremos, na realidade, transporte de qualidade e o respeito ao direito de ir e vir. Confiamos em empresas de mídia para que nos mantenham informados sobre relevâncias para a vida, esquecendo que são financiadas por anunciantes, e dificilmente irão contra os mesmos. Procuramos uma distração e um descanso em eventos esportivos, apenas para sermos lembrados que também ali abusam de toda uma nação, mesmo sendo empresas privadas, buscando o lucro para prosperarem.
Buscamos por pedaços de nós nos impulsos que seguimos, na esperança de que nos sentiremos completos, e saciados. Ignoramos que esta resposta esteja dentro de nós, revirando o Cosmo em sua procura, destruindo até mesmo o que nos sustenta. Mas ao notarmos que a solução está dentro de nós, conseguiremos encontrar o silêncio para ouví-la, fazendo sua luz iluminar o caminho?
:-)
Somos inundados com propagandas de veículos que seguimos e consumimos, quando queremos, na realidade, transporte de qualidade e o respeito ao direito de ir e vir. Confiamos em empresas de mídia para que nos mantenham informados sobre relevâncias para a vida, esquecendo que são financiadas por anunciantes, e dificilmente irão contra os mesmos. Procuramos uma distração e um descanso em eventos esportivos, apenas para sermos lembrados que também ali abusam de toda uma nação, mesmo sendo empresas privadas, buscando o lucro para prosperarem.
Buscamos por pedaços de nós nos impulsos que seguimos, na esperança de que nos sentiremos completos, e saciados. Ignoramos que esta resposta esteja dentro de nós, revirando o Cosmo em sua procura, destruindo até mesmo o que nos sustenta. Mas ao notarmos que a solução está dentro de nós, conseguiremos encontrar o silêncio para ouví-la, fazendo sua luz iluminar o caminho?
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terça-feira, 20 de maio de 2014
Onde nos perdemos?
Diversas são as distrações que nos puxam para fora da estrada, nos enfeitiçando para que ali fiquemos eternamente. Em seus braços, perdemos a noção do tempo, recurso precioso, pessoal e instransferível que temos para o avanço do conhecimento. Criamos justificativas para nos convencer de que estamos felizes, restringindo seu significado para a repetição interminável de uma experiência medíocre.
Temos hábitos sociais que são explorados por empresas de maneira que nos sentimos desconfortáveis em mudá-los, nos aprisionando voluntariamente. Doamos atenção, e seu período, para práticas cada vez mais deploráveis, que vão ao contrário de toda consciência moral que conquistamos com o passar dos séculos. Abraçamos técnicas de segregação, colocando paredes, muros e cercas entre as pessoas, separando o que deveriamos unir, deixando as respostas que precisamos cada vez mais longe.
Ao sairmos do caminho, nos aprofundamos nas matas que estão ao seu redor, tornando cada vez mais difícil o retorno a ele. Nos entregamos aos vícios e malefícios, moldando argumentos que são cada vez mais perfeitos, do nosso ponto de vista. Mas ao percebermos que se tratam de desculpas, seremos capazes de encontrar a vontade de voltar para o caminho?
:-)
Temos hábitos sociais que são explorados por empresas de maneira que nos sentimos desconfortáveis em mudá-los, nos aprisionando voluntariamente. Doamos atenção, e seu período, para práticas cada vez mais deploráveis, que vão ao contrário de toda consciência moral que conquistamos com o passar dos séculos. Abraçamos técnicas de segregação, colocando paredes, muros e cercas entre as pessoas, separando o que deveriamos unir, deixando as respostas que precisamos cada vez mais longe.
Ao sairmos do caminho, nos aprofundamos nas matas que estão ao seu redor, tornando cada vez mais difícil o retorno a ele. Nos entregamos aos vícios e malefícios, moldando argumentos que são cada vez mais perfeitos, do nosso ponto de vista. Mas ao percebermos que se tratam de desculpas, seremos capazes de encontrar a vontade de voltar para o caminho?
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
Como desviamos do caminho?
Temos diversos objetivos em nossas vidas, mas ao longo da jornada para alcançá-los, descobrimos inúmeros obstáculos a serem transpostos. Alguns são barreiras, onde imaginamos impossível sua conquista, devido ao seu tamanho, mas que são fáceis de serem contornadas. Outras, no entanto, provocam os desejos mais íntimos, fazendo com que nós mesmos encontremos justificativas para sair da estrada, ficando parados no acostamento por tempo indefinido.
Esquecemos de compartilhar os benefícios que colhemos com a tecnologia que descobrimos, obcecados com a ganância, criando desigualdade social, violência e guerra. Abandonamos um estilo de vida saudável na perseguição de promessas que nunca se cumprem, atraindo doenças físicas, mentais e espirituais. Desprezamos as consequências dos atos, e com elas, o futuro, em troca de prazeres imediatos e temporários, abdicando dos propósitos que tão arduamente construímos.
Sem o desenvolvimento do pensamento crítico e do foco, ficamos à mercê de distrações e instintos, entretidos em nossa própria ignorância. Voluntariamente encarcerados, somos impedidos de seguir em frente e alcançar novos níveis de evolução, mais harmoniosos e pacíficos. Descobrindo que temos mais poder para continuarmos a viagem, escolheremos perseguir algo maior ou permanecer com o que já conhecemos?
:-)
Esquecemos de compartilhar os benefícios que colhemos com a tecnologia que descobrimos, obcecados com a ganância, criando desigualdade social, violência e guerra. Abandonamos um estilo de vida saudável na perseguição de promessas que nunca se cumprem, atraindo doenças físicas, mentais e espirituais. Desprezamos as consequências dos atos, e com elas, o futuro, em troca de prazeres imediatos e temporários, abdicando dos propósitos que tão arduamente construímos.
Sem o desenvolvimento do pensamento crítico e do foco, ficamos à mercê de distrações e instintos, entretidos em nossa própria ignorância. Voluntariamente encarcerados, somos impedidos de seguir em frente e alcançar novos níveis de evolução, mais harmoniosos e pacíficos. Descobrindo que temos mais poder para continuarmos a viagem, escolheremos perseguir algo maior ou permanecer com o que já conhecemos?
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sexta-feira, 16 de maio de 2014
Por quê ganhar?
Talvez tenhamos esquecido o que é viver apenas, sem fazer parte de um jogo artificial, empurrado para nós quando ainda somos recém-nascidos. Ignoramos que existem alternativas para a maneira como pensamos, que são descartadas rapidamente por aqueles que enxergam vantagens no meio em que vivemos. Abandonamos os questionamentos, desencorajados desde o berço a mudar o mundo, apenas a aceitá-lo da maneira que é.
Apesar do sistema de educação ser recente, somos ensinados que sempre foi assim, no modelo de um chão de fábrica, ou de um presídio. Somos adestrados a procurar a cura para as mazelas da saúde em pílulas, esquecendo que elas remediam, e que apenas uma mudança de atitude pode realmente tratar. Fomos doutrinados a ver o sistema economico como o único meio de coesão social, mesmo que ele incentive a destruição do planeta, e de seus habitantes.
Talvez vencer, no sentido em que estamos acostumados a usar a palavra, seja o que temos que tentar alterar em nossos dias. Enquanto tentarmos ganhar de outras pessoas, sem perceber que estamos competindo conosco, andaremos em círculos, cavando um poço cada vez mais fundo. Mas ao entendermos que vivemos em meio à ilusões, seremos capazes de nos livrarmos delas, agindo como se fôssemos realmente humanos?
:-)
Apesar do sistema de educação ser recente, somos ensinados que sempre foi assim, no modelo de um chão de fábrica, ou de um presídio. Somos adestrados a procurar a cura para as mazelas da saúde em pílulas, esquecendo que elas remediam, e que apenas uma mudança de atitude pode realmente tratar. Fomos doutrinados a ver o sistema economico como o único meio de coesão social, mesmo que ele incentive a destruição do planeta, e de seus habitantes.
Talvez vencer, no sentido em que estamos acostumados a usar a palavra, seja o que temos que tentar alterar em nossos dias. Enquanto tentarmos ganhar de outras pessoas, sem perceber que estamos competindo conosco, andaremos em círculos, cavando um poço cada vez mais fundo. Mas ao entendermos que vivemos em meio à ilusões, seremos capazes de nos livrarmos delas, agindo como se fôssemos realmente humanos?
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quinta-feira, 15 de maio de 2014
Quando se é derrotado?
Conflitos oriundos da competição que somos induzidos a participar nos atrasam, fazendo com que fiquemos estagnados no mesmo patamar. Abrimos mão de uma evolução pacífica e constante para nos incomodarmos com questões que já deveriam ser ultrapassadas. Batemos na mesma tecla por agirmos sem consciência, nos apegando à um lado bestial, rejeitando responsabilidades por prazer.
Por lucro, deixamos que uma grande porcentagem de pessoas morram sem necessidades básicas atendidas, como comida e água. Permitimos que certos aspectos de nossa cultura perdurem, mantendo preconceitos e sexismos de milênios, ensinando-os à gerações futuras. Incentivamos a utilização de ferramentas segregadoras e opressoras, capazes de criar uma fenda intransponível entre grupos da sociedade.
A cada momento fazemos opções de como iremos conduzir a nossa vida, servindo de exemplo para outros, e desempenhando um papel nas comunidades. Se o fazemos de maneira inconsciente, significa que, apesar de estarmos jogando, dormimos durante a partida. Mas se o fizemos conscientemente, seremos capazes de trocar de time, escolher as pausas, ou até mesmo, mudar o jogo?
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Por lucro, deixamos que uma grande porcentagem de pessoas morram sem necessidades básicas atendidas, como comida e água. Permitimos que certos aspectos de nossa cultura perdurem, mantendo preconceitos e sexismos de milênios, ensinando-os à gerações futuras. Incentivamos a utilização de ferramentas segregadoras e opressoras, capazes de criar uma fenda intransponível entre grupos da sociedade.
A cada momento fazemos opções de como iremos conduzir a nossa vida, servindo de exemplo para outros, e desempenhando um papel nas comunidades. Se o fazemos de maneira inconsciente, significa que, apesar de estarmos jogando, dormimos durante a partida. Mas se o fizemos conscientemente, seremos capazes de trocar de time, escolher as pausas, ou até mesmo, mudar o jogo?
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quarta-feira, 14 de maio de 2014
Onde triunfamos?
Quando notarmos que somos todos parte do mesmo Universo, e que a cooperação é o único meio para alcançarmos qualquer objetivo, mudaremos o conceito de vencer. Iremos ver o triunfo como uma conquista de todos, pois sem o coletivo, somos incapazes de dar um único passo em direção à uma vida melhor. É por conta de cada pessoa antes de nós, e daquelas que estão ao nosso redor, que somos capazes de nos sustentar e seguirmos em frente.
A construção de qualquer coisa depende de uma infinidade de mãos, desde o projetista até o funcionário que irá colocar em prática. Da mesma maneira, temos alimentos apenas por existirem aqueles que o plantam, colhem e transportam, do campo para a mesa de nossas casas. Temos conhecimento por causa das descobertas do passado, e também dos enganos, que nos mostram por onde podemos ir e para onde estamos indo.
Temos as condições de tirar os obstáculos de nosso caminho, mas podemos fazer isto de maneira mais fácil se cooperarmos uns com os outros. Enxergando além das ilusões à que somos expostos, compreendemos que somos muito mais do que as propagandas nos fazem acreditar. Descobrindo que somos mais do que meros corpos, seremos capazes de mudar a perspectiva sobre nossas vidas?
:-)
A construção de qualquer coisa depende de uma infinidade de mãos, desde o projetista até o funcionário que irá colocar em prática. Da mesma maneira, temos alimentos apenas por existirem aqueles que o plantam, colhem e transportam, do campo para a mesa de nossas casas. Temos conhecimento por causa das descobertas do passado, e também dos enganos, que nos mostram por onde podemos ir e para onde estamos indo.
Temos as condições de tirar os obstáculos de nosso caminho, mas podemos fazer isto de maneira mais fácil se cooperarmos uns com os outros. Enxergando além das ilusões à que somos expostos, compreendemos que somos muito mais do que as propagandas nos fazem acreditar. Descobrindo que somos mais do que meros corpos, seremos capazes de mudar a perspectiva sobre nossas vidas?
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terça-feira, 13 de maio de 2014
Quem são os adversários?
Sem fazer o questionamento básico sobre o que significa vencer, nos mantemos em uma prisão de ilusões e fantasias, atacando sombras e fumaça. Ignoramos que o maior adversário que podemos encontrar está dentro de nós, competindo pelo controle de nosso corpo, a cada segundo que relaxamos. Distantes deste conhecimento, vemos inimigos em cada pessoa ao nosso redor, olhando por cima de nossos ombros mesmo quando estamos sozinhos.
Interpretamos os atos dos outros de acordo com nosso humor e índole, procurando defeitos em ajudas, assim como benefícios no desamparo. Identificamos nossas características nos demais, rejeitando o que desprezamos em nós mesmos, e idolatrando o que estimamos. Descontamos no resto do Universo o que estamos sentindo, consumindo-o incessantemente para tentar acabar com a ansiedade que sentimos.
Apontamos o dedo muito facilmente, ignorando que somos parte da mesma realidade que culpamos, e que temos uma parte de destaque nela. Estamos cada vez mais conscientes deste papel que assumimos, compreendendo que temos apenas a nós mesmos para acusar. Afinal de contas, se somos incapazes de criar a consciência para controlar nossos próprios atos, a quem queremos incriminar?
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Interpretamos os atos dos outros de acordo com nosso humor e índole, procurando defeitos em ajudas, assim como benefícios no desamparo. Identificamos nossas características nos demais, rejeitando o que desprezamos em nós mesmos, e idolatrando o que estimamos. Descontamos no resto do Universo o que estamos sentindo, consumindo-o incessantemente para tentar acabar com a ansiedade que sentimos.
Apontamos o dedo muito facilmente, ignorando que somos parte da mesma realidade que culpamos, e que temos uma parte de destaque nela. Estamos cada vez mais conscientes deste papel que assumimos, compreendendo que temos apenas a nós mesmos para acusar. Afinal de contas, se somos incapazes de criar a consciência para controlar nossos próprios atos, a quem queremos incriminar?
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segunda-feira, 12 de maio de 2014
O que é vencer?
Nossos ancestrais criaram certas expressões que carregamos e passamos adiante, mesmo sem entender o que representam ou suas consequências. Insistir no termo de que é necessário vencer na vida é exemplo destes vocábulos, tão subjetivos que podem se referir a praticamente qualquer coisa, sem dizer nada, na verdade. Nos tornamos cegos para o resultado de seu uso, ainda mais quando se tornam regras seguidas ao pé da letra, abraçando um fanatismo puramente emocional.
Tentamos triunfar sobre tudo e todos, deixando que pequenas vitórias sirvam para justificar a arrogância de nos colocar acima dos outros. Transformamos os relacionamentos em uma pista de corrida, onde competimos incansavelmente contra aqueles que cooperam conosco incondicionalmente. Nos separamos do resto do universo, focando apenas em nossos triunfos e nas derrotas dos outros, criando a ilusão de que somos diferentes.
Somos incentivados a conquistar, mas raramente nos perguntamos o que, quais são os desfechos para os conquistados, e o que gostaríamos que acontecesse se estivêssemos em seu lugar. Desprezamos tais questionamentos por nos acharmos as excessões à regra, ignorando que, em menor ou maior grau, somos todos derrotados. Mas, ao contrário de abraçar as semelhanças que temos, por quê focamos nas diferenças, que apenas pioram a situação, nos segregando cada vez mais?
:-)
Tentamos triunfar sobre tudo e todos, deixando que pequenas vitórias sirvam para justificar a arrogância de nos colocar acima dos outros. Transformamos os relacionamentos em uma pista de corrida, onde competimos incansavelmente contra aqueles que cooperam conosco incondicionalmente. Nos separamos do resto do universo, focando apenas em nossos triunfos e nas derrotas dos outros, criando a ilusão de que somos diferentes.
Somos incentivados a conquistar, mas raramente nos perguntamos o que, quais são os desfechos para os conquistados, e o que gostaríamos que acontecesse se estivêssemos em seu lugar. Desprezamos tais questionamentos por nos acharmos as excessões à regra, ignorando que, em menor ou maior grau, somos todos derrotados. Mas, ao contrário de abraçar as semelhanças que temos, por quê focamos nas diferenças, que apenas pioram a situação, nos segregando cada vez mais?
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sexta-feira, 9 de maio de 2014
Como simplificar a vida?
Apesar de ignorarmos, já temos, neste momento, ao nosso alcance, tudo o que precisamos para saciar as necessidades que temos. O problema é saber separar o que precisamos do que queremos, de saber onde termina o indivíduo, e onde começa o Ego. Apesar de ser responsável por nos dar um meio de comunicação com o corpo, deixá-lo no comando nos transforma em animais.
Por medo de escassez, ele é capaz de fazer uma refeição se tornar um empanturramento, e o que deveria nutrir, passa a envenenar. O pavor da carência afetiva nos leva ao consumo desenfreado, tentando preencher a lacuna com entulhos, onde deveria existir uma união. O ócio excessivo também danifica o corpo, mas é a preferência por ser a síntese máxima da zona de conforto.
A vida é formada de diversas características, que podem ser facilmente simplificadas se tentarmos entrar em união com o Universo. À medida que nos separamos dele, vamos colocando barreiras em nossa volta, cortando relações essenciais para nossa existência. Sabendo que somos mais do que fomos ensinados a ser, teremos a Sabedoria e a Vontade de alcançarmos um novo patamar, mais unos com o Cosmos?
:-)
Por medo de escassez, ele é capaz de fazer uma refeição se tornar um empanturramento, e o que deveria nutrir, passa a envenenar. O pavor da carência afetiva nos leva ao consumo desenfreado, tentando preencher a lacuna com entulhos, onde deveria existir uma união. O ócio excessivo também danifica o corpo, mas é a preferência por ser a síntese máxima da zona de conforto.
A vida é formada de diversas características, que podem ser facilmente simplificadas se tentarmos entrar em união com o Universo. À medida que nos separamos dele, vamos colocando barreiras em nossa volta, cortando relações essenciais para nossa existência. Sabendo que somos mais do que fomos ensinados a ser, teremos a Sabedoria e a Vontade de alcançarmos um novo patamar, mais unos com o Cosmos?
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quinta-feira, 8 de maio de 2014
Quem reduz o problema?
A cada segundo, inúmeras descobertas são feitas ao redor do globo, seja por cientistas de ponta, seja por crianças que estão dando seus primeiros passos. Consideramos de maior valor apenas as primeiras, mas esquecemos que, para aqueles que são novos no planeta, as segundas podem ser mais importantes. O esclarecimento de como funciona a vida ainda causa transtornos, pois a teoria é bem diferente da prática, dependendo ainda do ponto de vista de cada um.
Talvez um mendigo seja o último da lista para ser diretor de uma empresa, mas ele pode ser o primeiro para compartilhar experiências reais de vida. Existem pessoas que vão presas por crimes menores, que a ciência já desmacarou, mas as leis ainda se mantém no atraso da ignorância. Da mesma maneira, existem aqueles que são soltos por terem condições financeiras, por mais hediondo que tenha sido o crime, como queimar um indivíduo.
Damos maior consideração à preços, mas brandamos o respeito pela vida, sendo contrários na própria base da sociedade. Enquanto nos mantivermos distante de tal debate, nos condicionaremos ao mesmo paradigma de nossos ancestrais. Eles tinham a desculpa de viverem na escassez, principalmente de informações, mas e qual é a nossa?
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Talvez um mendigo seja o último da lista para ser diretor de uma empresa, mas ele pode ser o primeiro para compartilhar experiências reais de vida. Existem pessoas que vão presas por crimes menores, que a ciência já desmacarou, mas as leis ainda se mantém no atraso da ignorância. Da mesma maneira, existem aqueles que são soltos por terem condições financeiras, por mais hediondo que tenha sido o crime, como queimar um indivíduo.
Damos maior consideração à preços, mas brandamos o respeito pela vida, sendo contrários na própria base da sociedade. Enquanto nos mantivermos distante de tal debate, nos condicionaremos ao mesmo paradigma de nossos ancestrais. Eles tinham a desculpa de viverem na escassez, principalmente de informações, mas e qual é a nossa?
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quarta-feira, 7 de maio de 2014
Quando impedimos o progresso?
As nossas ações diárias dizem muito mais sobre quem somos do que atos esporádicos que possamos ter feito e registrado. De nada adianta plantar cem árvores em um dia de comemoração, se em outros trezentos incentivamos o desmate de dez vezes mais. É preciso perder o medo do conhecimento e aprender sobre as consequências de nossos atos, por mais ordinárias que pareçam.
Observando o que estamos comprando, a procedência e os processos utilizados nas confecções, podemos fazer uma grande diferença. Da mesma maneira, podemos encontrar meios mais produtivos para saciar nossa ansiedade, que sejam longe do consumo desenfreado. Além disto, nos engajando em projetos nas comunidades em que vivemos, mesmo que seja no próprio condomínio, já é uma passo na direção da união.
Ao notarmos se nosso emprego nos ajuda a contribuir para o desenvolvimento social, ou apenas para o crecimento do bolso de poucos, já é uma grande mudança. Alterações no estilo de vida acontecem aos poucos, pois é difícil sair de nossa zona de conforto para algo novo e, talvez, desconhecido. Mas se quisermos auxiliar o progresso precisamos dar um passo por vez, ou como prosperar, se mantendo da mesma maneira que sempre fomos?
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Observando o que estamos comprando, a procedência e os processos utilizados nas confecções, podemos fazer uma grande diferença. Da mesma maneira, podemos encontrar meios mais produtivos para saciar nossa ansiedade, que sejam longe do consumo desenfreado. Além disto, nos engajando em projetos nas comunidades em que vivemos, mesmo que seja no próprio condomínio, já é uma passo na direção da união.
Ao notarmos se nosso emprego nos ajuda a contribuir para o desenvolvimento social, ou apenas para o crecimento do bolso de poucos, já é uma grande mudança. Alterações no estilo de vida acontecem aos poucos, pois é difícil sair de nossa zona de conforto para algo novo e, talvez, desconhecido. Mas se quisermos auxiliar o progresso precisamos dar um passo por vez, ou como prosperar, se mantendo da mesma maneira que sempre fomos?
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terça-feira, 6 de maio de 2014
Onde dificultamos nosso trabalho?
Nos separamos do resto do universo ao colocarmos barreiras entre nós e ele, por mais justificativas que usemos para elas. E por mais desculpas que inventemos, todas elas tem sua origem no medo, um sentimento que ainda deixamos nos dominar. Ele é a causa das complexidades que criamos em nossa realidade, pois é o motivo do nosso exílio do resto do Universo.
Somos egoístas por termos pavor de abrir mão de um objeto de desejo, seja ele inanimado, ou até mesmo um animal ou pessoa. A arrogância aparece quando existe uma fobia a falhas, principalmente as do próprio indivíduo, que tenta escondê-las com desprezo. A preguiça é o pânico de que estamos vivendo apenas voltados para o trabalho, e acontece quando o descanso merecido é extrapolado.
Ao temermos as características de uma existência sadia, abrimos as portas para os problemas aparecerem, dificultando nossa tarefa. Entre outras coisas, deixamos de confraternizar com o resto do planeta, vendo inimigos onde antes existiam vizinhos. E sem estendermos a mão para os outros, como podemos esperar que façam o mesmo por nós, quando precisarmos?
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Somos egoístas por termos pavor de abrir mão de um objeto de desejo, seja ele inanimado, ou até mesmo um animal ou pessoa. A arrogância aparece quando existe uma fobia a falhas, principalmente as do próprio indivíduo, que tenta escondê-las com desprezo. A preguiça é o pânico de que estamos vivendo apenas voltados para o trabalho, e acontece quando o descanso merecido é extrapolado.
Ao temermos as características de uma existência sadia, abrimos as portas para os problemas aparecerem, dificultando nossa tarefa. Entre outras coisas, deixamos de confraternizar com o resto do planeta, vendo inimigos onde antes existiam vizinhos. E sem estendermos a mão para os outros, como podemos esperar que façam o mesmo por nós, quando precisarmos?
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segunda-feira, 5 de maio de 2014
Por que complicamos tanto?
Temos necessidades que são fáceis de serem satisfeitas, mas ao seguirmos apenas o Ego, criamos complicações dispensáveis. Fabricamos ilusões que nos separam do resto do Universo, nos isolando em um mundo próprio, tão complexo quanto nossos sentimentos. Lá, eles são os recursos existentes, e nos acostumamos a nos alimentar deles, mesmo tendo consciência de que nos envenenamos a cada mordida.
Utilizamos o egoísmo como justificativa para tudo, processando as pessoas por nos lembrarem que temos inseguranças. Bajulamos a arrogância, enchendo-a de prêmios para as conquistas mais corriqueiras, como se fôssemos merecedores de tal adulação. Aplaudimos a preguiça, que nos ensina novos meios de empurrar responsabilidades para terceiros, evitando ao máximo o mínimo esforço, como o de pensar.
Aceitamos o lucro como objetivo de vida por ele prometer uma realidade livre de restrições, uma fantasia chamada liberdade. Uma padronização que, aos poucos, vem se mostrando um transtorno, pois foca apenas em um único aspecto da existência. Abdicamos da simplicidade ao abandonarmos a diversidade, então por que nos mantermos afastados do que pode nos completar, saciando as necessidades?
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Utilizamos o egoísmo como justificativa para tudo, processando as pessoas por nos lembrarem que temos inseguranças. Bajulamos a arrogância, enchendo-a de prêmios para as conquistas mais corriqueiras, como se fôssemos merecedores de tal adulação. Aplaudimos a preguiça, que nos ensina novos meios de empurrar responsabilidades para terceiros, evitando ao máximo o mínimo esforço, como o de pensar.
Aceitamos o lucro como objetivo de vida por ele prometer uma realidade livre de restrições, uma fantasia chamada liberdade. Uma padronização que, aos poucos, vem se mostrando um transtorno, pois foca apenas em um único aspecto da existência. Abdicamos da simplicidade ao abandonarmos a diversidade, então por que nos mantermos afastados do que pode nos completar, saciando as necessidades?
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sexta-feira, 2 de maio de 2014
Por quê relatar os fatos?
Dizem que contra fatos, argumentos são inexistentes, mas existem infinitos pontos de vista que, quando levados em conta, podem mudar completamente a maneira de se observar um caso. Podem transformar vítimas em vilões, assim como provar a inocência de réus condenados à pena de morte. A história que nos é passada está em constante modificação, pois novas teorias vão sendo sugeridas, levantando novos questionamentos.
A proibição de substâncias, como a maconha, teve um motivo comercial, contrário ao que se imaginava sobre sua toxidez. A intensificação do uso militar também tem um cunho econômico, ao se constatar sua ineficiência em diminuir os índices à que se propõe. O sucateamento de empresas governamentais, benéficas para o povo, com o intuito da privatização, mostram um outro lado para a moeda.
Hoje temos a Internet para nos permitir atingir um número elevado de espectadores, fazendo com que multipliquemos as perpectivas. Podemos nos comunicar com inúmeras pessoas, aprendendo com cada uma sobre sua própria maneira de observar a realidade. Com tamanho recurso, que tipo de indivíduo tentaria colocar limites e leis, restringindo a liberdade em tal meio?
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A proibição de substâncias, como a maconha, teve um motivo comercial, contrário ao que se imaginava sobre sua toxidez. A intensificação do uso militar também tem um cunho econômico, ao se constatar sua ineficiência em diminuir os índices à que se propõe. O sucateamento de empresas governamentais, benéficas para o povo, com o intuito da privatização, mostram um outro lado para a moeda.
Hoje temos a Internet para nos permitir atingir um número elevado de espectadores, fazendo com que multipliquemos as perpectivas. Podemos nos comunicar com inúmeras pessoas, aprendendo com cada uma sobre sua própria maneira de observar a realidade. Com tamanho recurso, que tipo de indivíduo tentaria colocar limites e leis, restringindo a liberdade em tal meio?
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
Como descrever o presente?
O presente é o resultado de nossas ações do passado, mas podemos tomar um caminho diferente do que temos percorrido até então. Ao criarmos a mentalidade necessária para nos desprendermos de hábitos e superstições antigas, temos a liberdade de criar algo novo. Como espécie, podemos fazer isto coletivamente ao despertarmos a consciência no maior número de pessoas possível.
Temos como diminuir drasticamente a violência, adotando uma cultura inclusiva, descartando o culto à ignorância e a futilidade atuais. Podemos alcançar níveis de progresso nunca vistos, ao modificarmos o tipo de economia que utilizamos, uma vez que ela criar barreiras para a união. Diminuir a burocracia com que estamos acostumados é outra maneira de darmos um passo em uma direção esquecida pela maioria.
Sem alterar nossas ações, nada fazemos além de copiar o que já foi feito antes, cavando ainda mais fundo no mesmo poço em que nos encontramos. Temos as condições de encontrar nossa voz para deixar escrito na história que nem sempre precisam existir vencedores e perdedores. Quando iremos notar que somos todos parte do mesmo universo, e que temos os mesmos problemas, com os mesmos objetivos e necessidades?
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Temos como diminuir drasticamente a violência, adotando uma cultura inclusiva, descartando o culto à ignorância e a futilidade atuais. Podemos alcançar níveis de progresso nunca vistos, ao modificarmos o tipo de economia que utilizamos, uma vez que ela criar barreiras para a união. Diminuir a burocracia com que estamos acostumados é outra maneira de darmos um passo em uma direção esquecida pela maioria.
Sem alterar nossas ações, nada fazemos além de copiar o que já foi feito antes, cavando ainda mais fundo no mesmo poço em que nos encontramos. Temos as condições de encontrar nossa voz para deixar escrito na história que nem sempre precisam existir vencedores e perdedores. Quando iremos notar que somos todos parte do mesmo universo, e que temos os mesmos problemas, com os mesmos objetivos e necessidades?
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