Diversas são as distrações que nos puxam para fora da estrada, nos enfeitiçando para que ali fiquemos eternamente. Em seus braços, perdemos a noção do tempo, recurso precioso, pessoal e instransferível que temos para o avanço do conhecimento. Criamos justificativas para nos convencer de que estamos felizes, restringindo seu significado para a repetição interminável de uma experiência medíocre.
Temos hábitos sociais que são explorados por empresas de maneira que nos sentimos desconfortáveis em mudá-los, nos aprisionando voluntariamente. Doamos atenção, e seu período, para práticas cada vez mais deploráveis, que vão ao contrário de toda consciência moral que conquistamos com o passar dos séculos. Abraçamos técnicas de segregação, colocando paredes, muros e cercas entre as pessoas, separando o que deveriamos unir, deixando as respostas que precisamos cada vez mais longe.
Ao sairmos do caminho, nos aprofundamos nas matas que estão ao seu redor, tornando cada vez mais difícil o retorno a ele. Nos entregamos aos vícios e malefícios, moldando argumentos que são cada vez mais perfeitos, do nosso ponto de vista. Mas ao percebermos que se tratam de desculpas, seremos capazes de encontrar a vontade de voltar para o caminho?
:-)
terça-feira, 20 de maio de 2014
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