sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Quem tem moedas?

Ao centrarmos a cultura em torno do dinheiro, esquecemos o objetivo de vivermos em comunidade em primeiro lugar, e tentamos copiar o comportamento de grupos predadores, ao contrário dos colaboradores que deveríamos nos tornar. Imaginamos que os que mais contribuem são os mais abastados, mas a realidade é outra, onde os que mantêm os problemas da população por mais tempo conseguem benefícios prolongados, ainda mais se eles nunca forem consertados. Podemos ver isto em diversas indústrias: a farmacêutica remedia as doenças, longe de curá-las; a militar usa a violência com a desculpa de procurar a paz; a moda cria padrões para tentar fugir das normas; a midiática se alia a anunciantes para informar ao povo; e por aí vai...
Se a educação fizesse seu papel de ensinar como raciocinar, ao contrário do que pensar, poderíamos ter uma sociedade cheia de cidadãos, onde cada um estivesse preocupado com a melhoria da qualidade de vida de todos, ao invéz da sua própria. O dinheiro, então, poderia ser dado apenas à aprendizes e jovens, com o intuito de mostrar à eles como controlar seus desejos e impulsos, focando no trabalho para receber seus créditos, mas podendo relaxar com responsabilidade, ao usá-los para seu lazer. E à medida que fossem se tornando profissionais e mais velhos, reconhecidos na comunidade por suas contribuições, teriam um acesso mais livre aos recursos que procuram, sem a necessidade de subterfúgios arcaicos.
Mas para tal cenário acontecer, é preciso muita paciência na luta que precisamos travar contra a ignorância, uma vez que ela é a responsável por nos manter prisioneiros de um mundo de ostentação de bens, ao contrário de ações. Uma realidade onde transformamos uma ferramenta que uniu as pessoas em tempos passados, e que agora é utilizada para retirar os mais necessitados de suas casas para a construção de estacionamentos, arenas e templos de consumo. Quando entenderemos que ainda estamos no mesmo patamar que nossos antepassados, enquanto mantivermos os hábitos mais básicos que eles?
:-)

Texto inspirado em:

Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/10/trabalho-interior.html
Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com.br/2014/10/o-brasil-partir-de-amanha.html
Fraude Urnas Eletrônicas - http://www.fraudeurnaseletronicas.com.br/2014/10/delegado-protogenes-pcdob-sp-denuncia.html
Ciência Hoje - http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2014/10/conviccoes-e-crendices
Consciência.blog.br - http://consciencia.blog.br/2014/10/intolerancia-religiosa-engrossa-guerra-de-baixaria-entre-eleitores-de-dilma-de-aecio.html

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Por que mantemos a grana?

Apesar de termos criado o dinheiro com motivos sólidos e lógicos, mantemos ele em circulação por hábito, criando novas razões, que vão desde explicações econômicas complexas até dele ser a única sustentação da estrutura social. Tais justificativas procuram esconder o fato de que passamos a elaborar desculpas para sua existência, uma vez que o motivo pela qual foi concebido já se tornou passado, e cada vez mais longinquo. Por outro lado, estamos cada vez mais perto da obrigação de encarar a consequência de nossa escolha, ao transformarmos tal ferramenta em arma, e a apontarmos diretamente para nossas cabeças.
No dinheiro, vemos o desejo infantil do poder, onde somos capazes de fazer e ter tudo o que queremos sem sermos alvo de questionamentos ou represálias, pois estaríamos aptos a comprar de leis até a moral dos outros. Deixamos de nos preocupar com o bem-estar dos outros, ou do próprio planeta, pois passamos a morar em nosso mundinho pessoal, longe da realidade das comunidades, onde estamos todos conectados. De tal forma, criamos a cultura de exaltar aqueles que tem os maiores montantes, como se fossem deuses e deusas, capazes de solucionar todos os problemas do mundo, esquecendo que são apenas humanos, e que muitas vezes apenas herdaram suas riquezas, incapazes até mesmo de mantê-las.
Em uma inversão completa de valores, ignoramos aqueles que se esforçam diariamente, no meio das piores condições, apenas para se manterem vivos e ajudarem suas famílias, verdadeiros exemplos de humildade, honestidade e coragem. Mas damos toda atenção àqueles que ostentam bens, servindo de escravos à sua vontade, como se o que anunciam fosse a salvação da vida das pessoas, desconsiderando que são apenas anestésicos para uma vida sofrida em cativeiro. O que podemos esperar quando deixamos que o brilho de um metal nos parece mais luminoso do que a luz que está no olhar do próximo, que nos observa com pedidos de clemência?
:-)

Texto inspirado em:

Blog do Lúcio Big - http://luciobig.blogspot.com.br/2014/10/resultados-da-politica-brasileira.html
Blog do Cafézinho - http://docafezinho.com.br/?p=33150
Brasil de Fato - http://www.brasildefato.com.br/node/30273
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/10/evolucao.html

Onde empregamos o trocado?

A tecnologia tem como objetivo libertar o ser humano de serviços repetitivos e manuais, uma vez que é possível a criação de máquinas para a realização de tais trabalhos. Assim como outras ferramentas, o dinheiro também tem esta missão, mas a maneira de chegar ao alvo é diferente dos outros utensílios que criamos, pois ele age mais na imaginação das pessoas do que na lógica. Ao contrário de usá-lo para financiar cientistas a produzirem meios de aliviar a carga dos cidadãos, ele é usado para encontrarem meios de torná-los ainda mais dependentes de empregos.
A venda de bens, antes considerados naturais e de propriedade de todo o planeta, tem se transformado em padrão, fazendo até a água, outrora distribuida de graça em bebedouros por toda a cidade, ser engarrafada e vendida. Rimos da idéia de alguém tentar vender ar engarrafado, mas da maneira como estamos largando poluentes na atmosfera, poderemos considerar perfeitamente plausível em uma década ou duas, assim como o fazíamos anteriormente com a água. E tudo isto começou com a terra, outrora abundante, mas que devido à escassez, criou a mentalidade de que devemos erguer muros e exércitos, para impedir que tomem-na de nós.
Tínhamos motivo para tal mas, com o passar do tempo, a razão foi sumindo e os hábitos foram ficando, procurando novos princípios para justificar sua existência, por mais absurdos que sejam. Ao contrário de ajustar nosso comportamento para eliminar, ou usar de maneira coerente, tal instrumento, tornamos ele o centro de nossa sociedade, esquecendo os demais motivos que nos tornam humanos e que nos unem. E numa sociedade voltada para o consumo desenfreado e a ostentação estapafúrdia, quem ainda se lembra o que é fazer parte de uma comunidade, ou de simplesmente ser humano?
:-)

Texto inspirado em:

Sociedade Racionalista - http://sociedaderacionalista.org/2014/10/25/as-eleicoes-e-o-vies-de-confirmacao/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/10/compartilhamento.html
Pública - http://apublica.org/2014/10/o-vacuo-eleitoral/
Saindo da Matrix - http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2014/10/reino_dividido.html

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Quando usamos cédulas?

Tornamos o dinheiro tão natural em nossas vidas quanto a respiração, esquecendo que ele nada mais é do que uma ferramenta, da mesma forma que um martelo. Exaltamos ou demonizamos sua imagem, mas ignoramos que ele é neutro, como qualquer outro utensílio: ao contrário do que pensamos, somos nós que damos um significado para sua existência. E a cultura atual tem mantido e reforçado o padrão de milênios atrás, de que ele é a salvação dos problemas, e que para conseguí-lo é necessário apenas trabalhar com esforço.
Desprezamos que, no início, as pessoas tentavam fazer trocas por bens que realmente precisavam para sobreviver, e eram raros os que tinham sobras para satisfazer o Ego. Hoje em dia, entretanto, temos tamanho excesso, que agradar instintos e desejos instantâneos e superficiais se tornou a norma. Deixamos de ver o lado financeiro como um instrumento, transformando-o na razão de nossa existência, ao ponto de colocá-lo acima de nossas próprias vidas, oferecendo-as em sacrifício como nos primórdios da civilização.
Em nome do lucro, permitimos que recursos naturais sejam destruídos, lançando milhares de pessoas que dependem de tal patrimônio para a marginalidade, culpando-os por estarem no caminho do que insistimos em chamar de progresso. Sem entendermos, confundimos desejos com sonhos da mesma forma que fazemos com crescimento e evolução, onde os primeiros são finitos, apesar de os percebemos como sendo infinitos; e os segundos servem mais de guias, do que destinos propriamente ditos. Sem entender as diferenças entre as palavras que nós mesmos criamos para nos auxiliar, como esperar a compreensão sobre um dispositivo que tornamos essencial em nossas vidas, sem termos idéia de como ele nos fere?
:-)

Texto inspirado em:

Washington Post - http://www.washingtonpost.com/blogs/wonkblog/wp/2014/10/17/how-marijuana-legalization-in-colorado-and-washington-is-making-the-world-a-better-place/
Idec - http://www.idec.org.br/feirasorganicas
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/10/caminho-espiritual.html
Justiça Global - http://global.org.br/arquivo/noticias/sobre-violacoes-de-direitos-em-favelas-com-upp/
Ceticismo.net - http://ceticismo.net/2014/10/23/preocupado-com-desperdicio-morador-de-goias-economiza-agua-e-e-punido-por-isso/

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O que é dinheiro?

Parte de nossas vidas, raramente questionamos o propósito de ter um objeto mediador de relacionamentos, e qual a relação que temos com ele. Indiferente da ideologia que tentamos seguir, ele se mantêm como peça central, guiando a maneira como interagimos com as outras pessoas. Assim como outros itens que utilizamos na rotina de maneira tão natural quanto a respiração, ignoramos que ele talvez possa ser parte de um passado que já deveria ter sido modificado.
Em uma época de escassez, era comum, e até lógico, nos apegarmos aos poucos bens que conseguíamos, pois eram resultados de muito suor e sangue. As trocas eram o meio de nos aproximarmos de outros, de termos mais garantias de que tinham boa índole, e que iriam seguir seu caminho sem nos fazer mal. Descobriamos, assim, aqueles que eram trabalhadores, capazes de manter sua própria sobrevivência, em um período onde os mais fracos dificilmente iam longe.
Com o passar do tempo, mudamos as nossas condições no planeta, acumulando conhecimento sobre ele, de maneira que conseguimos prever catastrofes e nos proteger de seu clima rigoroso. Transformamos o insuficiente em abundante, e passamos a conhecer todas as tribos do globo de maneira íntima e atual, entendendo cada vez mais sobre nós mesmos e o próximo. Mas ao mantermos o mesmo tipo de relacionamento de milênios, ficamos parados socialmente, apenas atualizando os brinquedos que temos?
:-)

Texto inspirado em:

G1 - http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2014/10/governo-apresenta-projeto-para-beneficiar-ex-governadores-do.html
Epilepsia Brasil - www.epilepsiabrasil.org.br/noticias/uso-do-cannabidiol-para-tratamento-de-epilepsia
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/falencia-sistema-eleitoral-brasileiro/
Get Água Verde – staguaverde.blogspot.com/2014/10/karma_17.html

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Por que ser imutável?

Tendo em vista que o Universo está em constante mudança, ser imutável é ir em direção contrária à Natureza, combatendo o ambiente em que se está inserido, assim como o próprio corpo, que envelhece a cada segundo, renovando suas células. Temos como ponto de referência nossas vidas, que, em relação ao Cosmos, duram milésimos de segundos: vivemos e morremos enquanto o planeta mal se mexe, ou enquanto Galáxias cruzam uma ínfima porcentagem de seu trajeto. Mas consideramos tudo perpétuo, nos agarrando em uma zona de conforto que nos prejudica mais do que auxilia, impedindo de nos unirmos como espécie para sermos capazes de explorar o resto de nossa própria casa.
Preferimos, como animais, nos entregar aos desejos e instintos, satisfazendo ilusões temporárias em troca de um vestígio de contentamento, ignorando que por outros caminhos, poderíamos conhecer o saciamento por completo. Abdicamos do controle mais básico que podemos ter, que é sobre nós mesmos, sobre nossas decisões e objetivos, para sucumbir à manipulação de terceiros, dedicando o precioso tempo à seus devaneios. Somos o maior obstáculo nossa própria evolução, nos prendendo em futilidades que nos seguram estagnados, em um ciclo de destruição da espécie e do ambiente, capaz de extinguir com todas as regalias que conquistamos duramente ao longo dos milênios.
Deixamos de fazer as perguntas pertinentes ao avanço, nos segurando em amarras que servem apenas como âncoras, nos transformando em escravos do medo, que se mostram através da superstição e do preconceito. Questionar as bases da sociedade tendem a nos esclarecer sobre os problemas que enfrentamos, e qual caminho seguir para alcançar soluções que sejam benéficas para todos, ainda mais se necessitam de uma mudança de mentalidade. Que tipo de aliança conseguiremos, quando as pessoas compreenderem seu papel neste planeta, e fizerem uso de sua habilidade de adaptação e evolução em todo seu potencial?
:-)

Texto inspirado em:

Get Água Verde: http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/09/a-mente-humana.html
Dr. Grana: http://www.doutorgrana.com.br/emprestimo-casado/
Observatório do Pré-Sal: http://www.observatoriodopresal.com.br/?p=4780
Ciência Hoje: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/10/cerebro-de-bebe
Blog do Lúcio: http://luciobig.blogspot.com.br/2014/10/os-efeitos-do-antidemocratico-quociente.html

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Onde nos imobilizamos?

Ao criarmos um rótulo para nós, tentamos agir dentro dos padrões que reconhecemos ser deste esteriótipo, ignorando que ele é apenas uma parte da composição do caráter de alguma pessoa, limitando até mesmo nossa personalidade. Passamos a mostrar apenas um lado de quem somos, dando a impressão de que somos menos interessantes, fazendo com que nos julguem superficialmente, assim como fizemos com os outros. Primeiras impressões são difíceis de modificar, mas estão longe de demonstrar a totalidade de um indivíduo, por melhor que seja nosso reconhecimento de padrões.
Somos facilmente impressionáveis, nos tornando alvo fáceis daqueles que agem por preconceitos, passamos a ser manipulados para ter o mesmo ponto de vista, aceitando as segregações que nos empurram para conquistar. Nos tornamos cegos para os abusos que sofremos, e culpamos as frustrações nos outros, esquecendo sempre que somos os outros dos demais, participando voluntariamente de um jogo de gato e rato sem fim. Apontamos dedos sem notar que eles podem ser facilmente virados contra nós mesmos, ao permitirmos que ações sejam tomadas contra aqueles incapazes de se defender, que precisam de auxílio e orientação.
Nem todos estão preparados para serem aconselhados, ainda se encontrando preocupados demais com o próprio umbigo, presos em um mundo onde os desejos falam mais alto que a lógica, e a violência é a primeira resposta. Aqueles que estão, já compreendem que os punhos servem melhor ao trabalho do que à opressão, que a cooperação entre as pessoas produz uma comunidade mais forte e segura, além de promover a evolução. Quando foi a última vez que pensamos em ajudar nossos vizinhos, mesmo que seja ouvindo seus desabafos e problemas, agindo como parte de uma verdadeira família, onde todos se importam uns com os outros?
:-)

Texto inspirado em:

Voz das Comunidades: http://www.vozdascomunidades.com.br/morro-do-alemao/criancas-recebem-o-dia-das-criancas-adiantado-no-alemao/
Observar e Absorver: http://observareabsorver.blogspot.com.br/2014/10/olhamos-pro-outro-lado-sem-querer-ver.html
Pensar Não Doi: http://www.arthur.bio.br/2014/10/10/transito/transporte-individual-ou-transporte-coletivo#.VEO7dYWqrSY
Get Água Verde: http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/09/nosso-potencial-infinito_24.html

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Quando nos sentimos definidos?

Nosso cérebro tem uma afinidade em reconhecer padrões e a definir o Universo, o que nos possibilitou um desenvolvimento mais rápido do que outros seres, mas que agora nos atrapalha na socialização, vital para nos salvarmos como espécie. Procuramos nos encaixar em grupos com a qual temos afinidade, o que deveríamos fazer para com todos por sermos habitantes da mesma casa, porém criamos inimizades facilmente, além de ter uma atitude egoísta incentivada pela cultura. Preferimos nos limitar dentro de rótulos pré-estabelecidos do que nos mantermos em constante adaptação e evolução, aprendendo um pouco mais a cada dia, visto a imensidão de informações sobre o Cosmos.
Mesmo sem ter a possibilidade de conhecer tudo sobre o ambiente que nos cerca, decidimos ficar estagnados em lições do passado que já foram superadas inúmeras vezes, mas que ainda se mantém vivas por superstições e preconceitos. São informações mínimas, que ilustram o quanto ainda temos que avançar, como sociedade, para eliminar as contradições entre o que pregamos e queremos para nossas vidas, daquilo que fazemos para alcançar tais propósitos. Nos caracterizamos como conquistadores, vitoriosos que precisam do sofrimento alheio para estabelecer domínio, da utilização da força bruta e da humilhação, criando escravos para servir aos nossos mimos, enquanto nos perguntamos o motivo de tamanha violência.
Ignoramos os benefícios da cooperação por nos tirar da zona de conforto, nos colocando na frente de trabalho junto com aqueles que consideramos subjugados, mesmo sendo irmãos que necessitem de auxílio, ou que tem muito a nos ensinar. A utilização da agressividade, ao contrário de demonstrar superioridade, ilustra que nada mais somos do que animais acuados, que ainda pensam com os punhos, incapazes de fazer uso do intelecto de que tanto tem orgulho. Mas quando descobrirmos que somos mais do que opressores, que também podemos ser companheiros de outras comunidades e, até, outras espécies, que maravilhas conseguiremos alcançar, trabalhando juntos com cada uma delas?
:-)

Texto inspirado em:

Abordagem Policial: http://abordagempolicial.com/2014/10/um-relato-sobre-o-uso-medicinal-da-maconha/#.VEOmHoWqrSY
Ponte: http://ponte.org/lider-comunitaria-denuncia-intimidacao-policial-na-favela-do-moinho/
Nossa Matilha: http://www.nossamatilha.com.br/noticias-e-mercado/dog-news/escola-dos-eua-utilizara-cao-de-terapia-para-ajudar-nas-atividades-de-ensino-91616n.aspx
Get Água Verde: http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/10/consciencia-espiritual.html

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Quem é inerte?

Manter a mesma mentalidade dos antepassados sem questionar sua origem e sua utilidade, pode acabar por nos atrasar, como sociedade, por desprezarmos as mudanças do ambiente ou até as nossas próprias, ao crescermos com novo conhecimento adquirido. Novidades podem ir contra o que nos foi ensinado, ilustrando que o caminho que escolhemos nem sempre é o que mais nos dá benefícios, podendo até nos prejudicar. No passado, deixamos de ser nômades ao descobrirmos as vantagens da agricultura, abandonando as migrações para nos fixarmos em um local e trabalharmos a terra.
Mudamos de inúmeras maneiras, desde o tamanho da comunidade em que vivíamos até o alcance das viagens que realizamos em uma vida, todas refletem a capacidade que temos em nos adaptar, sejam quais forem as circunstâncias que nos são apresentadas. Aqueles que tem uma resistência maior contra tais integrações se tornam arcaicos, peças de museu que são recordadas em momentos de saudades, ou de ilustrações de quanto avançamos. Nos mostram o que passamos quando os recursos que adquirimos com o tempo ainda eram escassos: momentos difíceis que devem servir de aprendizado, para nunca voltarmos para aquele tempo, ou como devemos agir, caso descobrirmos que pegamos o caminho errado.
Se, com o passar dos anos, formos capazes de adquirir sabedoria, teremos a habilidade de enxergar para onde estamos indo e a competência de mudar o rumo, ao observar um perigo urgente que surge na estrada em que trilhamos. Mas sem tal aptidão, talvez descobriremos a ameaça quando for tarde demais, nos deixando indefesos para uma reação, vulneráveis para todo o impacto da colisão, ou da queda abismal. Conseguiremos distinguir entre o que nos afunda cada vez mais, nos levando ao fundo do oceano, roubando o precioso oxigênio; e o que nos serve de bote salva-vidas, com mantimentos para uma temporada ruim, até chegarmos em um porto seguro?
:-)

Texto inspirado em:

Do Campo à Mesa: http://canaldocampoamesa.com.br/2014/10/17/estamos-comendo-milho-transgenico-sem-saber/
Reporter Brasil: https://medium.com/@reporterb/transposicao-do-sao-francisco-ameaca-terras-indigenas-a77716719496
Growroom: http://growroom.net/2014/10/08/brasil-o-cbd-industria-e-midia/
Capirismo: http://caipirismo.com.br/2014/10/16/buzzi-uma-cervejaria-sustentavel-de-santa-maria-madalena-rj/
Get Água Verde: http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/10/compaixao.html

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O que é fixo?

Comparado com o resto do Cosmos, temos um rápida passagem por este plano, o que nos dá a impressão de que o Universo é imutável, pois vivemos e morremos enquanto continentes se movem milímetros. Mas esta noção é equivocada, pois mesmo as maiores Galáxias se encontram em movimento, como a ciência tem comprovado à décadas, em uma dança deslumbrante e fatal. E somos capazes de nos prender em espaços de tempo ainda menores, como os rápidos anos de nossa infância, onde vivemos completamente sem, ou com muito poucas, responsabilidades, fazendo com que pareçam os melhores de nossas vidas.
Esquecemos de aproveitar o presente tentando manter uma ilusão confusa, criada por uma mente que ainda nem se compreende direito, ativa, e, na pior das hipóteses, controlando os passos que damos como adultos. De fato, deixamos de lado os avanços da ciência para viver na superstição do passado, desprezando descobertas recentes com a desculpa que a prática delas foi descartada, omitindo que foram abandonadas sem a oportunidade de serem conhecidas pela população. Qualquer idéia nova que combata a conjuntura atual é alvo de represálias, mesmo em caráter pessoal, quando interfere em nossa zona de conforto, e com o que estamos acostumados a vivenciar, mesmo que seja nocivo.
Negligenciamos que o objetivo de toda e qualquer tecnologia é o auxílio ao ser humano, libertando-o de trabalhos repetitivos e manuais, para deixá-lo mais à vontade em procurar seu potencial, além de tornar forte suas fraquezas. O mesmo acontece com as teorias novas, que aparecem para nos ajudar a deixar antigos paradigmas que, de uma maneira mais direta ou indireta, são capazes de contribuir para nossa extinção, uma vez que alcançaram seu potencial. Mas quando estaremos preparados para abandonar a panela que se esquenta: assim que o calor se tornar abusivo ou quando ela já tiver nos cozinhado por completo?
:-)

Texto inspirado em:

Anonymous Brasil: http://www.anonymousbrasil.com/brasil/sabesp-admite-que-agua-pode-acabar-em-sp/
Get Água Verde: http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/10/o-poder-dos-pensamentos.html
Justiça Global: http://global.org.br/arquivo/noticias/parque-nacional-criado-nao-protege-a-serra-e-as-aguas-do-gandarela-mg/
Diário da Erva: http://www.diariodaerva.com/2014/10/em-nenhum-dos-23-paises-que-optaram.html

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Como encontrar a energia?

Existem aqueles que encontram sua energia olhando para frente, motivados pela esperança de uma realidade melhor de vida. Também existem aqueles que olham para trás, querendo fugir de um passado onde tiveram inúmeras dificuldades, preocupados em evitá-las no futuro. Para aqueles que encaram o presente, suas forças aparecem na mistura dos dois: observando onde se encontram, e imaginando onde poderiam estar.
O importante é achar uma maneira de focar sua vontade na mudança, se adaptando com o mundo, mas puxando para o lado que se quer ver. Aqueles que lembram de implementar sua força na rotina são capazes de controlar seus relacionamentos, assim como se preparam para as situações que irão aparecer. Os outros, infelizmente, vivem inconscientes como se estivessem dormindo, levando suas vidas de desejo em desejo, felizes na ilusão de que estão realizando algum sonho.
Saber a diferença entre eles é primordial para conseguirmos mudar de patamar, pois um deles nos mantém na mesma, fantasiando uma transformação. O outro, no entanto, altera nossa mentalidade profundamente, fazendo com que olhemos para o Universo de uma maneira diferente, modificando nossas ações e reações. E quando passamos por tal metamorfose, compreendendo o que antes era desprezado e enxergando o que estava escondido, ignoramos os poderes que conquistamos?
:-)

Texto inspirado em:

Caipirismo - http://caipirismo.com.br/2014/10/08/canadense-leva-chefs-para-cacar-seus-proprios-pratos/
Nossa Matilha - http://www.nossamatilha.com.br/noticias-e-mercado/dog-news/eua-fbi-passa-a-classificar-crueldade-com-animais-como-um-crime-de-alto-nivel-91463n.aspx
Blog do Sakamoto - http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/10/02/candidatos-receberam-de-flagrados-com-trabalho-escravo-diz-estudo/
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/09/discernimento_22.html
Pública - http://apublica.org/2014/10/enquete-por-que-voce-votou-branconulo-nas-eleicoes-2014/

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Quem tem ânimo?

Ao crescermos, as responsabilidades vão se acumulando, e acabam virando pesos se nos tornamos incapazes de transformá-las em objetivos. Ignoramos que as acumulamos por trilharmos caminhos diferentes em outros momentos da vida, e que fazem parte de nós por estarmos em um novo. Ao contrário de as vermos como uma carga inútil, podemos mudar a perspectiva e observá-las como ferramentas de grande utilidade.
A experiência de vida que temos com os compromissos assumidos no passado são descartados quando somos inconsequentes. Esquecendo o tempo que dedicamos neles, jogamos fora pedaços de nós, habilidades que podem nos ser úteis no futuro, mas que ainda somos incapazes de notar. A adaptação é necessária para sermos capazes de equilibrar o que está em nossas costas, com o que temos de esperança em nossa frente.
Olhando para onde estávamos e para onde queremos chegar, notamos um aumento de energia dentro de nós, fruto da confiança que temos em nossas forças. E quanto mais acreditamos, mais potência conseguimos de nossa vontade, nos propulsionando para patamares que nem imaginamos. Ao confiarmos em nosso próprio esforço, que tipo de obstáculo irá ficar no caminho, esperando para ser sobrepujado?
:-)

Texto inspirado em:

Abordagem Policial - http://abordagempolicial.com/2014/10/europa-decide-garantir-sindicalizacao-a-militares/#.VDrbsK2qrSY
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/09/o-mundo-ideal.html
Dr. Drauzio - http://drauziovarella.com.br/audios-videos/obesidade-2/
Diário da Erva - http://www.diariodaerva.com/2014/10/legalizacao-da-maconha-no-colorado.html

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Por que precisamos de persistência?

Dificilmente somos capazes de alcançar um objetivo na primeira tentativa, pois começamos um caminho desconhecido ao tentarmos buscar um novo alvo. Iremos cometer diversos erros, causados por obstáculos inerentes de uma trilha e nossa inexperiência em sobrepujá-los. Mas com o tempo, iremos nos aperfeiçoar em conhecer as barreiras que nos atrasam, e chegam a nos parar, em alguns casos.
Algumas dificuldades levamos mais tempo para descobrir como deixá-las para trás, outras conseguimos de imediato. Sem persistência, seríamos incapazes de passar pelos mais complexos, alcançando sonhos criados, possivelmente, desde a infância. Ficaríamos sempre no mesmo patamar, indo contra a natureza, que se modifica e se adapta constantemente para melhor sobreviver.
Sonhamos com o passado, do tempo em que êramos crianças, usando-o de desculpa para tentarmos voltar ou, ao menos, ficarmos na mesma. Mas ignoramos que temos tais memórias por sermos imaturos, incapazes de ter qualquer tipo de responsabilidade, até sobre nós mesmos. Ao entendermos que crescimento também corresponde ao compromisso com o Universo, iremos abraçar esta faceta, ou tentaremos repudiar ela também?
:-)

Texto inspirado em:

Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/09/a-verdadeira-religiao.html
Justiça Global - http://global.org.br/arquivo/noticias/todo-o-apoio-a-luta-dos-quilombolas-do-maranhao/
Luiz Carlos Prates - http://pratesnosbt.com.br/2014/10/03/uma-zorra-total-03102014-comentario-no-sbt-meio-dia/
Ceticismo.net - http://ceticismo.net/2014/10/06/cientistas-gente-esperta-e-o-odio-que-sofremos/

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Onde vemos a determinação?

Nos sentimos determinados quando temos um objetivo em foco, e mantemos o olho nele principalmente ao passarmos por barreiras. Utilizamos sua visão como uma fonte de energia, que nos mantém no movimento em sua direção, desviando o mínimo possível para alcançá-lo o quanto antes. Sem um alvo, no entanto, desistimos facilmente no primeiro obstáculo, pois o consideramos muito trabalho para irmos para lugar nenhum.
Atualmente, encontramos diversas pessoas na sociedade que estão neste tipo de situação, empurrando a vida com a barriga, como se o futuro fosse resolver tal embate. Esquecemos que a construção do amanhã começa hoje, iniciando pela escolha de um sonho que nos agrade o suficiente para nos dar forças. Criamos demasiadas dependências dos outros, vivendo um eterno aguardo sem notar que também juntamos mofo, deixando nosso intelecto e corpos atrofiados.
Ausentes de finalidade, vivemos à esmo, sem vontade, nos contentando com o mínimo possível para viver, trazendo a média humana cada vez mais para baixo. Por outro lado, estamos livres para escolher a direção que quisermos, e embarcar em novas e emocionantes aventuras em sua perseguição. E quando alçamos velas em busca de um propósito, quem dirá que somos incapazes de o alcançarmos, se o realmente quisermos?
:-)

Texto inspirado em:

Cão Cidadão - http://caocidadaoblog.blogspot.com.br/2014/10/caes-e-gatos-podem-conviver-em-harmonia.html
Orgulhosamente Desajustado - http://www.desajustado.org/2014/10/06/ensaios-sobre-o-suposto-populismo/
Observar e Absorver - http://observareabsorver.blogspot.com.br/2014/09/a-lenda-do-beija-flor-e-o-incendio-na.html
Get Água Verde - http://staguaverde.blogspot.com.br/2014/09/nossas-acoes.html

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Quando temos firmeza?

Podemos medir a vontade de alcançar um objetivo pelos obstáculos que encontramos e sobrepujamos em nosso caminho. Dependendo do tamanho, quantidade e complexidade de cada barreira, alcançamos um patamar diferente de experiência e consciência. Do mesmo modo, ficamos conhecendo nossos limites, ao nos depararmos com alguma dificuldade que somos incapazes de sobrepor, precisando de um tempo indeterminado para retornar ao seu desafio.
Em nossos dias, com a avalanche de informações oferecida pela grande mídia e pela Internet, encontramos diversos tipos de impedimentos. Cada vez mais nos é revelado lados do funcionamento da sociedade que pensávamos ser contos, ou que imaginávamos ser parte de outras comunidades, longe da nossa. Se nos deixarmos influenciar por todo tipo de acusação, facilmente nos entregamos ao desespero, impedidos de ver alguma saída para tais cenários.
Primeiro tentamos encontrar culpados para a situação que agora contemplamos, como se isto fosse mudar o comportamento do resto da população. Em um segundo momento, entendemos que a questão é cultural, e que precisa ser trabalhada em sua raíz, nos re-educando. Ao compreendermos que devemos ilustrar com exemplos de nossa própria vida, que tipo de realidade iremos formar, de forma consciente e persistente?
:-)

Texto inspirado em:
Pública - http://apublica.org/truco/
Growroom - http://growroom.net/2014/10/06/sug-8-manifeste-se-pelo-cultivo/
Do Campo à Mesa - http://canaldocampoamesa.com.br/2014/10/09/por-que-ler-sempre-a-lista-de-ingredientes/
Get Água Verde – staguaverde.blogspot.com/2014/10/purificacao-mental.html

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Quem fala por nós?

Com representantes que mais parecem atores, fazendo comédias para empresas privadas enquanto transformam a vida da população em um drama, temos que aprender a agir com nossas próprias forças. É possível encontrar exemplos de vida a serem seguidos no meio em que convivemos, dentro das casas e, se prestarmos atenção, em nosso próprio íntimo. Os modelos que tentam se firmar como governantes precisam ser melhores escolhidos, capazes de unir o povo em um objetivo comum, ao contrário de colocar uns contra os outros.
Instituições milenares são capazes de, historicamente, colocar cidadãos a brigarem entre si, para manter seu poder e controle. Em épocas de eleições, elas demonstram que é indiferente o candidato escolhido, dividindo o povo, mas mantendo seus interesses como prioridade. Utilizando-se do monopólio da força bruta quando seus planos saem do trajeto, são capazes de atrocidades para fazer valer sua vontade mesquinha.
Aqueles que deveriam nos proteger, são ensinados desde o começo quem é o verdadeiro chefe, e quais são as consequências para aqueles que se desviam do caminho. Cada vez mais fica evidente que a própria população precisa encontrar os meios de modificar a cultura, pois esperar pela hierarquia acaba sendo contra-produtivo. E quando a base da sociedade acordar e se mexer, quem tentará ficar em seu caminho, para manter hábitos arcaícos e repugnantes?
:-)

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Por que nos tornarmos embaixadores?

Facilmente esquecemos que somos o resultado de bilhões de anos de evolução, e agimos como crianças mimadas. Nossos corpos são feitos de restos de estrelas que brilharam por incontáveis milênios e, no entanto, nos comportamos como buracos negros, acumulando matéria desesperadamente. Abdicamos do direito de nos expressarmos, passando a terceiros a tarefa de julgar os atos que praticamos, e nos punir por eles, da maneira que quiserem, quando bem entenderem.
Permitimos que o lucro domine as ações de pessoas, empresas e governos, fazendo com que a vida de todos se torne mais cara e com menores recursos. Tratamos semelhantes e necessitados de maneiras crueis, esperando que com este exemplo entendam que a sociedade da oportunidade à todos. Nos segregamos por mantermos definições arcaicas de quem somos, ignorando o progresso que passamos por séculos.
Ao nos tornarmos embaixadores de nós mesmos, descobrimos que somos capazes dos maiores feitos, por mais contrárias que sejam as condições. Podemos deixar o mundo da maneira que quisermos, mas é necessário saber o que queremos primeiro, para evitar de ficarmos perdidos. Ao descobrirmos nossa voz, quem irá se impor contra uma espécie que sabe ter toda a força do Cosmos a seu favor?
:-)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Onde agimos como mandatários?

Terceirizamos serviços na esperança de que eles continuem dando os benefícios de quando os realizavamos, pois serão feitos por profissionais. Quando pagamos diretamente e vemos que a qualidade caiu, vamos atrás de direitos, clamando por condições melhores do que as recebidas. Mas ao desembolsar indiretamente, através de impostos e taxas, esquecemos o que podemos fazer, e acabamos nos tornando os mandatários, quarteirizados de nós mesmos.
Precisamos fiscalizar o que é feito em nome do público, uma vez que os governantes agora representam apenas empresas privadas. O que nos é passado por tais corporações, é preciso ser estudado e analisado, para fugirmos da dependência que elas querem nos vender. Para tanto, é preciso saber o que se faz com o dinheiro que investimos, pois sabendo onde ele vai parar, temos uma idéia de quem tira proveito de nosso suor.
Somos capazes de cuidar de nós mesmos, mas insistimos em colocar outros no meio do caminho, na esperança de que nos sobre tempo. Nos falta aprender que o tempo é melhor aproveitado quando compartilhado com aqueles que mais necessitam de ajuda. Quando descobrirmos a cuidar da mais simples criatura do planeta, o que nos impedirá de compreendermos todo o resto do Cosmos?
:-)

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Como dar o exemplo?

Apesar da guerra entre instintos e lógica que temos dentro de nós desde a criação da massa encefálica que temos na cabeça, conseguimos criar um caminho a seguir. Temos uma noção de onde queremos ir e como chegar lá, mas, por vezes, nos deixamos ser guiados para outros rumos, nos perdendo. Aqueles de onde mais esperamos virem os exemplos a serem seguidos, decepcionantemente, tem sido aqueles de quem mais temos que nos afastar.
São mantidas urnas eletrônicas que são comprovadamente vulneráveis, permitindo sua manipulação por quem quer que seja. A remoção indevida de comunidades carentes, em benefício de interesses privados, são um indício de que o que vale é o financiamento, ao contrário do voto. A destruição dos recursos naturais que pertencem a todos, exportando-os em troca de miúdos, que acabam no bolso de poucos.
Felizmente, existem aqueles que aprendem, e estão tomando a liderança em cobrar mudanças fundamentais nas leis que regem nossas vidas. Para sermos capazes de mostrarmos o exemplo que queremos ver no mundo, é essencial termos autonomia sobre os próprios atos. Sem a liberdade de entender o que se passa dentro de nós, como esperar que outros compreendam sobre paz e harmonia?
:-)

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O que é representar?

No dicionário encontramos como definição de representar, o ato de estar no lugar de outro, mas também o de interpretar um papel, como em um teatro ou cinema. Candidatos tem distorcido seu trabalho, que originalmente tinha o primeiro significado, para ficarem mais parecidos com o segundo. Cada vez está mais difícil para perceber, no entanto, se tentam se mostrar mais como desastrados incompetentes, ou como os vilões que irão juntar o povo para serem combatidos juntos.
Deixamos que comunidades sejam massacradas por interesses financeiros, demonstrando onde estão as prioridades dos governantes. Nos permitimos ser enrolados por promessas que cada vez mais parecem piadas do que projetos sérios, ilustrando o conhecimento dos eleitores. Ignoramos os descumprimentos das leis com as desculpas mais esfarrapadas do mundo, mas que apenas servem para mostrar o tipo de cidadãos que somos.
Sem termos a representação que precisamos, temos que aprender a procurar por meios de nos defendermos de predadores soltos. É chegado o momento de notarmos a raposa que colocamos para cuidar do galinheiro, e agirmos para retirá-la. Descobriremos que este é um problema enraizado na cultura do mundo, ou apenas faz parte do jogo monetário que criamos?
:-)

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Quando ficamos insatisfeitos?

Nos sentimos insatisfeitos a todo o momento pois desprezamos nossa separação da natureza, e procuramos soluções no consumo. Tentamos atender os impulsos que sentimos na esperança de que sejam eles os responsáveis pelas decepções, recebendo respostas temporárias. Descontamos as frustrações no que aparece em nossa frente, sejam familiares e amigos, ou até mesmo em nosso próprio corpo ou nas urnas.
Procuramos por meios práticos de libertar nosso tempo, esquecendo que alguns deles irão cobrar seu preço mais tarde, na forma de momentos. Tentamos achar um “jeitinho” de tirar vantagem em tudo o que podemos, mesmo que seja baseado no prejuízo da sociedade. Retemos informações importantes, manipulando as poucas que passamos para beneficiar os anunciantes e financiadores.
Temos motivos de sobra para nos sentirmos desiludidos com a situação em que nos encontramos, sem precisar de ajuda dos outros. Esquecemos de observar como nos relacionamos com o ambiente, e aqueles que vivem nele, e tendemos a piorar tudo. Mas sem entendermos que mudar tudo isto depende apenas de nós, até quando viveremos esperando um salvador da pátria, aceitando os corruptos que aparecem no caminho?
:-)

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Onde perdemos o encantamento?

Nos desencantamos ao encontrarmos dificuldades em nosso caminho, mas esquecemos que elas são espelhos de nosso caráter. Temos objeção para tratar de falhas pessoais, preferindo evitar tais assuntos para mantermos a calma, enquanto deveríamos fazer o contrário. Ao percebermos que os contratempos que aparecem são as imperfeições que precisamos melhorar, descobrimos outros meios para lidarmos com eles.
Encontramos meios de mudar nossos hábitos de consumo, sejam alimentícios ou políticos, fazendo com que sejamos exemplos a serem seguidos. Lutamos para alterar idéias do passado, que ainda guiam nossas vidas, apesar de já termos informações muito mais avançadas cientificamente. Desvendamos os bastidores da criação de leis e regras, despindo-os para todo o mundo observar o que realmente acontece neste lugar sombrio.
Passar por obstáculos pode ser feito de maneira bem humorada, se abrirmos os olhos para o que acontece, e descobrirmos meios de mudar a realidade. Do contrário, nos tornamos vítimas de nossas próprias piadas, como tem acontecido nos últimos séculos, sem compreendermos como colocar informações em uso. Uma vez que tenhamos a capacidade de transformar dados em conhecimento, que tipo de enganadores terão coragem de aparecer em nosso caminho?
:-)

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Como nos desiludimos?

As falhas servem para nos ensinar, mas por vezes, incapazes de aprender a lição, repetimos o mesmo erro até desistirmos. Nos sentindo desiludidos com o objetivo, podemos deixá-lo de lado temporariamente, que se esquecemos, pode se tornar permanente. Desprezamos, então, todas as aulas que tivemos, estando fadados a voltar ao início do ciclo, com a mesma mentalidade, e percorrê-lo todo desde o começo.
Abraçamos a intolerância e o preconceito com mais facilidade do que a paz e a harmonia, sendo necessário mais e mais aulas sobre o assunto para aprendermos. Deixamos que particulares escolham o futuro de toda a nação, financiando quem podem para eliminar o risco de perdas pessoais. Terceirizamos o que é de mais fundamental para nossa vida, a socialização e a cidadania, para cuidarmos do próprio umbigo, espantados com o resultado.
Perdemos vidas a todo o momento por esquecermos lições do passado e repetirmos os mesmos erros de proibições e repressões. Abatidos, devemos entender os passos a tomar, e quais devem ser evitados, para que sejamos capazes de superar os obstáculos que encontramos. Quem conseguirá dizer até onde somos capazes de chegar, nos tornando mais sábios e adaptados a cada uma das barreiras que passamos?
:-)