Facilmente esquecemos que somos o resultado de bilhões de anos de evolução, e agimos como crianças mimadas. Nossos corpos são feitos de restos de estrelas que brilharam por incontáveis milênios e, no entanto, nos comportamos como buracos negros, acumulando matéria desesperadamente. Abdicamos do direito de nos expressarmos, passando a terceiros a tarefa de julgar os atos que praticamos, e nos punir por eles, da maneira que quiserem, quando bem entenderem.
Permitimos que o lucro domine as ações de pessoas, empresas e governos, fazendo com que a vida de todos se torne mais cara e com menores recursos. Tratamos semelhantes e necessitados de maneiras crueis, esperando que com este exemplo entendam que a sociedade da oportunidade à todos. Nos segregamos por mantermos definições arcaicas de quem somos, ignorando o progresso que passamos por séculos.
Ao nos tornarmos embaixadores de nós mesmos, descobrimos que somos capazes dos maiores feitos, por mais contrárias que sejam as condições. Podemos deixar o mundo da maneira que quisermos, mas é necessário saber o que queremos primeiro, para evitar de ficarmos perdidos. Ao descobrirmos nossa voz, quem irá se impor contra uma espécie que sabe ter toda a força do Cosmos a seu favor?
:-)
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
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