Parte de nossas vidas, raramente questionamos o propósito de ter um objeto mediador de relacionamentos, e qual a relação que temos com ele. Indiferente da ideologia que tentamos seguir, ele se mantêm como peça central, guiando a maneira como interagimos com as outras pessoas. Assim como outros itens que utilizamos na rotina de maneira tão natural quanto a respiração, ignoramos que ele talvez possa ser parte de um passado que já deveria ter sido modificado.
Em uma época de escassez, era comum, e até lógico, nos apegarmos aos poucos bens que conseguíamos, pois eram resultados de muito suor e sangue. As trocas eram o meio de nos aproximarmos de outros, de termos mais garantias de que tinham boa índole, e que iriam seguir seu caminho sem nos fazer mal. Descobriamos, assim, aqueles que eram trabalhadores, capazes de manter sua própria sobrevivência, em um período onde os mais fracos dificilmente iam longe.
Com o passar do tempo, mudamos as nossas condições no planeta, acumulando conhecimento sobre ele, de maneira que conseguimos prever catastrofes e nos proteger de seu clima rigoroso. Transformamos o insuficiente em abundante, e passamos a conhecer todas as tribos do globo de maneira íntima e atual, entendendo cada vez mais sobre nós mesmos e o próximo. Mas ao mantermos o mesmo tipo de relacionamento de milênios, ficamos parados socialmente, apenas atualizando os brinquedos que temos?
:-)
Texto inspirado em:
G1 - http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2014/10/governo-apresenta-projeto-para-beneficiar-ex-governadores-do.html
Epilepsia Brasil - www.epilepsiabrasil.org.br/noticias/uso-do-cannabidiol-para-tratamento-de-epilepsia
Canal do Otário - http://www.canaldootario.com.br/blog/falencia-sistema-eleitoral-brasileiro/
Get Água Verde – staguaverde.blogspot.com/2014/10/karma_17.html
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
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