quinta-feira, 30 de junho de 2011

Paradigma da Democracia

Quando os gregos criaram o conceito de democracia, a sociedade deles era bem diferente do que temos hoje, pois as únicas pessoas consideradas cidadãos eram educados e homens, deixando mulheres e escravos de fora. Esta elite era ativa nas cidades-estado, e procuravam resolver seus problemas de uma maneira técnica, para a época, considerando as informações que tinham à sua disposição e seu conhecimento do mundo. Apesar de termos avançado socialmente, incluindo minorias na participação dos assuntos da comunidade, passamos a abordar um método político, onde continuamos a tentar usar as respostas do passado, mesmo elas se mostrando falhas durante os séculos.
O ato de votar tem como objetivo principal manter uma elite dentro da população, uma forma de segregação desnecessária, ainda mais quando se considera que o conhecimento técnico de nossos políticos deixa a desejar quando se trata da resolução de problemas reais. Além disto, em certos casos, seu objetivo acaba sendo contrário ao da população que o elegeu, pois o ser humano pode ser corrompido, colocando suas próprias necessidades e desejos acima das de seus conterrâneos. A falta de transparência com linguagens cada vez mais complexas para o cidadão comum tem um motivo claro, e manter este paradigma beneficia apenas poucos, deixando a população na esperança de serem os sorteados da vez.
Assim que tivermos um número suficiente de pessoas ativas na sociedade, trabalhando para a melhoria da qualidade de vida de todos, usando a criatividade e a tecnologia disponível, nosso ponto de vista sobre a democracia será outro. Talvez ainda sentiremos a necessidade de fazer com que opiniões, raramente baseadas em estudos científicos, sejam forçadas por toda a nação, com a ajuda da polícia e do exército. Ou talvez a veremos como hoje vemos a escravatura.
:-)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Paradigma da Estrutura Social

Com escassez de informações mais do que qualquer outra coisa, nossos antepassados ficaram presos ao paradigma do egoísmo, necessário naqueles tempos para garantir a sobrevivência deles. Desta forma, criaram um sistema que obrigava todos a contribuirem com a sociedade, para que ela se mantivesse em constante crescimento e que necessidades básicas fossem atendidas. Quando analisado em seus detalhes, este modelo acaba se mostrando um carrasco sádico, pois precisa manter todas as pessoas contribuindo durante a maior parte de suas vidas, para, talvez, conseguirem colher os sonhados benefícios por relativamente pouco tempo, na reta final de sua estadia neste plano.
Como constatado estatisticamente, apenas uns poucos sortudos tem a chance de melhorar seu padrão de vida, dependendo sempre mais de como e onde nasceram do que seu esforço próprio, desmistificando a idéia de que todos podem ser contemplados com o prêmio. O desperdício do potencial humano é mais ilustrado quando notamos que as habilidades naturais de cada pessoa são, em sua maioria, abandonados em busca de uma profissão que dê mais chances de crescimento dentro da sociedade. Isto acaba criando muitos profissionais infelizes com seu trabalho, bem como alguns raros destaques que acabam usando sua posição para benefício próprio, mantendo o paradigma.
Desde a Revolução Industrial, temos a oportunidade de mudar este cenário, criando um sistema onde máquinas podem prestar serviços básicos, sendo mantidas por uma porcentagem mínima da população, interessada no benefício da sociedade em geral. Quando mais cidadãos tomarem consciência do potencial que tem e o colocarem a serviço das comunidades, mais atualizações teremos, e de melhor qualidade. Os problemas que a humanidade enfrenta não são políticos, mas técnicos, e podem ser resolvidos com educação e cooperação.
:-)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Paradigma do progresso

Desde a época das Grandes Descobertas, quando as florestas da Europa começaram a ser destruídas para a construção de barcos que pudessem chegar ao outro lado do mundo, temos nos acostumados com a idéia de expansão e crescimento. A Revolução Industrial impulsionou ainda mais este pensamento, mantendo a mentalidade de competição entre nações e estados, sem saber das consequências que logo começariam a aparecer. As duas Grandes Guerras que o mundo viu foram reações diretas deste tipo de ação, mas sem aprender com elas, o ser humano continou no mesmo caminho.
Com um pouco mais de informação sobre o resultado de suas ações, países europeus começaram a banir de seu solo certas práticas, que sem alternativa, tiveram que migrar para outras regiões do globo mais abertas à sua política de empreendimento. Aos poucos, África, Ásia e Ámericas foram tomadas por práticas que eram refutadas em seu local de origem, transformando estes locais em algo semelhante ao pós-guerra já conhecido. Com este paradigma sendo conhecido, continuar com sua prática já não parece um preço justo a se pagar, pois os benefícios não são para todos, ao contrário dos malefícios.
Tendo o objetivo do progresso como a melhoria da qualidade de vida de todos os habitantes do planeta, métodos diferentes podem ser utilizados para chegarmos ao mesmo fim, já que os atuais possuem demasiados efeitos colaterais que vão justamente contra a vida. Uma vez que mudemos nossa mentalidade e nossa postura com o mundo, seremos capazes de nos unir mais facilmente para evitar que certas catástrofes sejam criadas em nosso nome. Com informação podemos criar o conhecimento necessário para mudar nossa realidade, de uma forma que não fizemos até hoje.
:-)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Paradigmas

Devido à sua capacidade de observação, associação e, principalmente, adaptação, o ser humano conseguiu evoluir durante seu tempo neste planeta, melhorando suas condições de vida. Para cada novo patamar alcançado, foi preciso uma mudança coletiva da forma de pensar e de agir, pois somente assim a sociedade conseguiu sobreviver para o próximo estágio. Foi assim quando deixamos de ser nômades, quando abolimos o feudo e a escravatura, quando descobrimos os benefícios das máquinas, e será assim no novo cenário que está se formando.
Novas informações e novas condições do ambiente permitem a descoberta de novos meios de vida, alguns contrários ao que se estava acostumado, como quando passamos a ser agricultores sedentários. Isto significa que existirão aqueles acostumados com o antigo estilo de vida que, para se manterem em uma zona de conforto, irão ignorar qualquer novidade que aparecer, mesmo correndo o risco de desaparecerem no tempo com suas comunidades. Em contrapartida, existem os que abraçam a mudança desde seu início, crescendo e se fortalecendo com ela, pois enxergam a praia onde esta onda irá levá-los.
Estar ciente dos hábitos que temos é o primeiro passo para avaliarmos se eles devem ou não continuar sendo usados, pois com condições diferentes, pode ser mais interessante termos uma nova postura em relação ao mundo. Continuar em um paradigma apenas por comodidade é um risco que cada um deve avaliar se vale a pena correr, pois existem consequências tanto para os que mudam, como para os que não. As informações estão disponíveis para todos, basta termos a curiosidade de procurá-las.
:-)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ilusões que sentimos


Uma das ilusões mais dificeis de desfazer são aquelas criadas como consequência de nossas esperanças. Assim como nossos antepassados, tentamos melhorar o mundo de acordo com nossos conhecimentos, o que pode se mostrar restrito se não exploramos pontos de vistas além daqueles que nos ensinaram. Sem eles, acabamos focando apenas em um aspecto de nossa sociedade, isolando situações sem conseguir analisá-las em sua totalidade.
Atualmente, temos este tipo de situação em nossa organização social, onde separamos as diversas facetas sociais na esperança de conseguir resolver os problemas, mas falhando em cada um por não ver as relações complexas entre eles. Por exemplo, ao separarmos nossa segurança da educação, acabamos criando um mero serviço legalizado de vingança, assim como cidadãos sem conexão com o resto da sociedade. É preciso uma integração do nosso estilo de vida com o resto da sociedade, pois afinal, não conseguimos viver isolados e sozinhos.
Quando aprendermos que todos somos humanos, e que o que nos divide são apenas barreiras imaginárias, criadas por nossos ancestrais quando os tempos e as informações eram outras, poderemos criar uma sociedade mais coesa. Esta é a matéria que falta para que nossos sonhos se realizem, para que deixem de ser apenas ilusões que perseguimos eternamente. Esta é uma ação que não acontecerá com decreto de governantes, ele deve ser um esforço vindo de todos cidadãos.
:-)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Ilusões que ingerimos


Nosso paladar também não escapa das armadilhas criadas em nossa sociedade, que em cada esquina tentam nos aprisionar com seus sabores exóticos e artificialmente amplificados. Mas quando tentamos ver além das ilusões, nos deparamos com uma realidade mais gordurosa e salgada do que o esperado, e com menos nutrientes que precisamos. Esta receita acaba causando mais indigestão quando observamos o crescente números de problemas relacionados com nossa dieta.
Para realçar os sabores e nos atrair como moscas, químicos são utilizados quase que sem limites, mesmo aprendendo apenas agora, e a duras penas, quais são seus efeitos em nosso organismo. Como vivemos da ilusão e não observamos a realidade, para resolver o problema acabamos desafiando a lógica, e sobrecarregando nosso corpo com mais químicos, sem considerarmos mudar a dieta venenosa. Pílulas e comprimidos se tornaram tão essenciais quanto os alimentos que ingerimos.
A praticidade das soluções rápidas tem seu preço, e nossa saúde acaba com a conta, se não observamos a real causa de nossos males. Uma mudança de comportamento alimentar pode fazer milagres, até mais espantosos do que o prometido por alguns medicamentos. Cabe a cada um escolher para o que vai abrir ou fechar a boca.
:-)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ilusões que ouvimos

Não são apenas nossos olhos que são enganados pelas ilusões que o mundo apresenta. O exemplo mais clássico dos truques pregados em nossos ouvidos aparecem a cada dois anos, quando as eleições aparecem. Não são apenas rostinhos bonitos que atraem os votos, são principalmente as promessas vazias, que não tem como ser cumpridas, mesmo se existisse um real interesse do candidato.
Mas se ilude quem acha que são apenas políticos que tendem a bravar palavras sem base, pois em nossa rotina, acabamos nos acostumamos com fofocas e notícias sem real importância em nossas vidas. Estas, quando passadas adiante, acabam criando um efeito tão devastador quanto uma imagem sem legenda. Boatos são difíceis de serem desfeitos, pois a cada novo ouvinte, a especulação do que poderia ser aumenta proporcionalmente, mesmo sem terem base nenhuma.
Nossa própria linguagem é aberta a tantas interpretações que se torna ineficiente quando queremos transmitir uma idéia específica. Não é à toa que autores dedicam livros inteiros para tentar explicar e passar para o público o que querem dizer com uma certa palavra ou expressão, tornando o acesso ao seu pensamento mais difícil do que poderia ser. Talvez, quando conseguirmos ouvir além das ilusões que nos são apresentadas, possamos criar uma nova estrutura linguística que seja mais fechada a interpretações.
:-)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Ilusões que vemos

A mais básica das ilusões é aquela que engana nossos olhos, principalmente por termos montado grande parte de nosso mundo ao redor deste sentido. Portanto, não é de se espantar a quantidade delas que estão ao nosso redor, nos induzindo à ações que, por vezes, nem temos necessidade de realizar. Mas as fazemos por não termos consciência da realidade, sendo atraidos pelas ilusões como moscas.
Por apelarem para nossos instintos, ditam nossas preferências, inclusive algumas que consideramos pessoais. No caso da visão, nosso senso estético é o mais atingido, pois na enxurrada de imagens que temos em nossos meios de comunicação, poucos sabem nadar. Técnicas avançadas de alterações de imagens e bombardeios constantes transformam qualquer um em icone a ser almejado, utilizando os produtos indicados.
Sem uma mentalidade atenta à este tipo de ataque, ficamos vulneráveis a qualquer armadilha deste tipo, seja para virarmos meras estatísticas de consumo ou de eleição. Em contrapartida, de posse deste conhecimento, temos a capacidade de nos libertar de certas correntes e abandonar velhos hábitos, procurando aqueles que realmente nos interessam. A diferença entre o que queremos e o que precisamos é algo que ainda temos que descobrir.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ilusões que vivemos

Quando nossos antepassados idealizaram o estilo de vida que temos, certas variáveis não foram levadas em consideração. Algumas por não terem um impacto significante naquela época foram descartadas, enquanto outras não entraram na equação por não serem conhecidas naquele tempo. Isto fez com que sonhos não se materializassem em sua completitude, nos deixando apenas com as ilusões.
Diariamente participamos de uma sociedade que, por mais nobres ideais que tenha, não possui uma base firme para alcançá-los, deixando-nos a perseguir fumaça. Desde nossos primeiros passos neste planeta, somos instruídos à ignorar a lógica para manter coesa uma estrutura que já teria ruido, se não fosse o sacrifício de bilhões requerido para sua manutenção. Os argumentos usados para manter este quadro são, a cada dia, derrubados pela ciência, e mantidos apenas por instituições que desapareceriam se ela fosse ouvida, tornando mais clara a farsa que vivemos.
Os benefíciários do antigo sistema utilizam muitas técnicas diferentes, mas todas elas tem como objetivo sobrecarregar nossos sentidos com satisfação, para que não tenhamos tempo para pensar com clareza. Achar que ilusões existem apenas para nossos olhos é um engano, pois enquanto não aprendermos a utilizar nossa maior ferramenta, todo o corpo é um alvo para este tipo de armadilha. Mas ao estarmos atentos para elas, exercitamos o cérebro, e vemos o mundo como ele realmente é.
:-)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Dos tubos de ensaio para a cabeça

Algumas pessoas estão correndo atrás do prejuizo, ainda mais em países onde a proibição foi mais recente. Com o uso do método científico para estudar os benefícios e malefícios de certas substância, o que se está constatando é justamente o contrário do que se está praticando. E como estes estudos vão contra o interesse de certas pessoas e empresas, eles estão sendo descartados, e os pesquisadores, ridicularizados.
Em uma era onde as informações estão cada vez mais disponíveis, está cada vez mais difícil esconder este tipo de pesquisa, e as alternativas que poderiamos ter se houvesse um real interesse em melhorar a qualidade de vida da população. O primeiro aspecto a ser levado em conta seria o controle que cada um teria sobre sua própria vida, livres da represália do estado. Sem a proibição, poderíamos ver diferentes comportamentos como realmente são - diversidade cultural - e não como algo a ser temido e banido.
A tecnologia e o mêtodo científico servem como ferramentas para melhorarmos nossa vida, mas esses utensílios perdem seu valor se a mente que os empunha é egoísta e mimada. Temos condições de transformar nossa realidade de guerras e competição em paz e cooperação. Mas esta é uma mudança que dificilmente terá sucesso se for imposta, precisando que cada um a realize dentro de si primeiro, para depois vermos o resultado no mundo.
:-)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Interesses Financeiros

Considerar que nossos antepassados tiraram o tempo para pesquisar os benefícios e malefícios de cada substância utilizada conhecida na época, antes de tomarem a decisão de quais seriam banidas ou não é ingenuidade. Os interesses que ditaram suas ações podem ser vistos claramente no anúncio de cigarros do passado, onde médicos apareciam fumando e incentivando o ato. Por serem ponto de referência da população no que se trata de saúde, sua imagem ajudou na criação de supertições e folclore, além, claro, de aumentar as vendas da época.
A prática do lobby não é invenção recente, e tem influenciado os rumos da sociedade há muito tempo. Qualquer indústria, com uma quantia considerável de dinheiro a sua disposição, tem mais poder decisivo na criação de leis do que centenas de milhares de eleitores, que normalmente estão alheios ao que acontece, confiantes em seus governadores. Por causa disto, certas plantas, que tinham um papel fundamental no funcionamento da sociedade, pois podiam ser cultivadas em casa, foram banidas.
Junto com a proibição, coincidentemente apareceram alternativas propostas por indústrias, que antes eram desconsideradas por terem mais efeitos colaterais do que benefícios, ou não tinham qualidade suficiente. Mas por serem as únicas opções para quem queria ficar dentro da lei, foram absorvidas pela cultura da praticidade, ignorante das causas e consequências que seriam propagadas por gerações. Podemos interromper este ciclo com vontade, determinação e, principalmente, união.
:-)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Segregações


Quando observamos a história, e neste caso nem precisa ser tão antiga, podemos perceber que, em sua maioria, proibições tem a função principal de segregar certos grupos do convívio social. Em alguns casos são minorias étnicas, em outros são classes específicas, mas em todos a função é impedir o acesso destas pessoas ao grande grupo. É uma batalha que tem se travado à muito tempo, e por isto não percebemos mais seu real objetivo.
Assim que tornamos algo ilegal, automaticamente criamos também um grupo criminoso e um mercado alternativo correspondente, dependendo da demanda. Esta, apesar de nossas ilusões e esperanças, não se acabam quando um papel é assinado ou uma ordem é dada. Ela permanece até ter a oportunidade de ser suprida voltar, seja pelo orgão regulamentador oficial, ou pelo vendedor clandestino da esquina.
No caso das drogas, se temos a consciência de que existe uma demanda deste tempos remotos, e que o método atual de combate não funciona, deveríamos procurar por uma abordagem diferente. Mudar paradigmas não é fácil, mas também não é impossível, depende de procurarmos as informações pertinentes e termos a vontade de colocar em prática. Existem aqueles que tem um interesse próprio em não deixar que certas mudanças aconteçam, mas eles acabam se tornando uma simples pedra no caminho quando realmente queremos.
:-)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Coisa do capeta

Ao se perguntar nas ruas o motivo de certas drogas serem proibidas, ou incentivadas, a resposta mais frequente é de que elas fazem bem ou mal. Mas de onde vem essa nossa noção do benefício ou malefício delas é realmente a questão. Se vamos guiar nossa vida de acordo com certo ponto de vista, deveríamos fazer uma pesquisa sobre ele, e não apenas apoiar o que irá se tornar folclore.
Em certos casos, é exatamente isto o que aconteceu com o debate sobre drogas. Nossos antepassados, sem ter informações suficientes, criaram lendas em torno de algumas substâncias, apelando à nossos instintos, principalmente o medo. E não tardou muito para que esses mitos se alastrassem como um incêndio descontrolado, transformando tudo em simples superstições, quando visto do ponto de vista atual.
Existe o argumento de que para o melhor entendimento da população sobre o assunto, era preciso fazer as analogias mais perto da realidade que viviam. E realmente, é preciso passar as informações para as pessoas de uma maneira que elas entendam, sob pena de ter este conhecimento perdido e esquecido. Mas ainda não responde a questão do porque a demonização de certos elementos foi necessária, enquanto outros eram incentivados?
:-)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Droga!

Drogas se tornaram um assunto polêmico entre a sociedade humana, principalmente no último século. Antes disso, elas era utilizadas com a maior naturalidade, com poucas restrições impostas mais por pais sobre filhos jovens do que governos sobre a população inteira. Eram vistas como ritos de passagem e auxiliavam o desenvolvimento espiritual e mental das comunidades que as utilizavam.
Aproximadamente um século atrás, nossa posição com elas mudou drasticamente. Enquanto começamos a ser encorajados e incentivados a utilizar algumas mais frequentemente, outras acabaram sendo totalmente proibidas. As consequências dessa decisão são sentidas até hoje por todo o globo.
Entender os motivos da geração passada nos explica mais sobre a nossa atual estrutura social, portanto é fundamental entendê-los. Como hoje temos maior quantidade e mais atualizadas informações, podemos comparar com o que foi feito, mudando nossa mentalidade e leis, se preciso for. Este, talvez, seja o início que nos levará à liberação de grilhões ainda maiores que nos prendem.
:-)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A Alternativa que não vemos


Como impedir a crise é apenas uma forma de adiar e amplificar o inevitável, o mais racional que podemos fazer é se preparar para ela. Algumas pessoas não notam que este não é um problema capitalista, nem socialista, nem comunista, nem anarquista, nem budista; mas um problema monetário. Ele se iniciou com o sistema de trocas, onde o acúmulo era o maior objetivo, e se alastrou até a modernidade, nos condicionando a continuar este tipo de pensamento.
Por causa dele, comunidades são separadas e destruidas, na esperança que a competição entre elas signifique a garantia de sobrevivência e prosperidade de uma. E justamente este estilo de vida que precisamos mudar, esta alternativa que precisamos procurar: um meio de unirmos as pessoas e tornarmos as comunidades mais fortes. Sozinhos não seremos capazes de sobreviver, ainda mais lutando uns contra os outros por recursos que poderiam ser cultivados e compartilhados.
Quando a falta de empregos se tornar a regra, o papel pintado que tanto idolatramos perderá todo o brilho que agora vemos. Existirão aqueles que tentarão seguir os passos do passado, e ir de lugar em lugar, pilhando o que podem apenas para conseguir sobreviver mais um dia ou dois. E existirão aqueles que se tornaram verdadeiros cidadãos e ajudaram suas comunidades a se fortalecer e preparar, garantindo a prosperidade e continuidade da vida por tempo indefinido.
:-)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Revolta que não vemos

Os conflitos que estão ocorrendo ao redor do mundo já são sinais do que está por vir. O mundo árabe, por exemplo, está lutando para que seu mais precioso recurso não seja roubado deles para manter o estilo de vida de estrangeiros. Os países “desenvolvidos” estão sofrendo pois não conseguem mais pagar o preço para manter o estilo de vida conhecido, e mesmo com o conflito, outro padrão não é visto ou aceito pela maioria.
Mesmo no Brasil já se percebem os mesmos sinais que apareceram em outros lugares antes, indicando que estamos seguindo os mesmos passos, correndo o risco de acabar na mesma situação. A propaganda, no entanto, é de que está tudo bem e dentro do planejado. Dependendo do ponto de vista, se for da população geral ou dos anunciantes, nem podemos dizer que ela está mentindo, pois para quem lucra com esta crise mundial, não devem existir cenários mais perfeitos.
Assim como muitos bancos aumentaram sua lucratividade com a crise de 2008-2010, e seus líderes receberam enormes bônus, existem aqueles que estão contando com a queda da humanidade, pois é sua chance de superarem o já obsceno montante que acumulam. As revoltas que vemos ao redor do mundo são daqueles que já foram atingidos pelo começo de uma crise que só tende a piorar, e que não se prepararam para ela. Ainda estão procurando soluções da mesma forma que antes: passando a responsabilidade para outros.
:-)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A Consequência que não vemos


Em certos países da Europa, e até mesmo nos Estados Unidos, os cidadãos já estão sentindo as consequências de não ter agido no passado. Cortes massivos nos orçamentos do governo estão tendo impactos devastadores sobre a população dessas nações, e direta ou indiretamente, isto irá refletir sobre o resto do globo. O Japão, depois do desastre natural que aconteceu, está sentindo ainda mais o resultado do desastre econômico.
No passado do Brasil, o maior medo que tínhamos era o da inflação, que transformava o salário em troco em questão de dias. Mas com o acúmulo dos problemas que nunca foram propriamente resolvidos, casos como o de Zimbabwe serão apenas o começo. Com as demissões em massa acontecendo nos setores públicos, a demanda por produtos irá diminuir, criando o mesmo efeito no privado.
Como estamos acostumados a depender de um emprego para tirar nosso sustento, precisaremos aprender novos meios de sobrevivência. Especialmente nas cidades, onde parte do que é consumido vêm de fora, as pessoas irão precisar de muita criatividade para começarem a tirar sua comida e água de concreto. A possibilidade existe, ficando a nosso critério se faremos isto como comunidade agora, ou como mercenários depois.
:-)

terça-feira, 7 de junho de 2011

A Crise que não vemos

Desde o começo de nossa civilização, nossas comunidades tem entrado em conflito por recursos, pois não viam outra alternativa para suprir certas necessidades. Atualmente, percebemos que a única razão para continuarmos fazendo isto é por comodidade. Temos informação e tecnologia para encontrarmos diferentes métodos de nos satisfzermos, mas a comodidade não nos deixa.
Este estilo de vida acaba gerando uma crise que cresce na mesma proporção que nosso consumo. Atualmente, podemos ver alguns dos chamados países desenvolvidos quebrando, cada vez mais incapazes de fornecer o mínimo de suporte para seus cidadãos. E isto é apenas o começo deste tsunami econômico que irá mudar para sempre nosso modo de viver.
Quanto mais pessoas estiverem alheias ao que estamos prestes a enfrentar, maior o impacto que a onda terá em nossas vidas, e mais devastador será o estrago. Informação é uma grande arma para usarmos contra o que está vindo, mas ela é ineficaz se não deixarmos a comodidade de lado e procurarmos outro estilo de vida. De um jeito ou de outro teremos que fazer isto, a opção fica entre escolher como faremos ou deixar que escolham por nós.
:-)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A Guerra que não vemos


Os aspectos positivos das civilizações passadas precisam de resgate, principalmente porque os negativos tomaram conta e estão dominando nossa cultura. Nós, do ocidente, temos pouco contato com o que realmente acontece no resto do mundo, para manter nosso estilo de vida. O que conseguimos ver em nossas ruas, quando abrimos os olhos, são apenas as primeiras gotas que precedem a tormenta que irá, inevitavelmente, chegar.
Sem informações, somos facilmente manipulados para apoiar ações que nossos governos tomam em nosso nome, mas para benefício de poucos. Quando acordamos e notamos o que foi feito, inúmeras vidas já foram perdidas. Acaba se tornando sem sentido procurarmos, processarmos e punirmos os perpetuadores, pois todos fomos coniventes, se tornando cumplices.
Exemplos não faltam em nossa história, e se não aprendermos com eles, corremos o risco de repetir o mesmo erro novamente. Temos a opção de não esperar as atrocidades chegarem até nossa porta para agirmos, de mudarmos enquanto ainda não estamos tão comprometidos que já não vemos outro caminho. A alternativa pode ser mais devastadora do que imaginamos, e ela não está irá esperar eternamente para acontecer.
:-)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Os Destemidos Líderes

No passado, as pessoas estavam acostumadas a arregaçar as mangas e fazer o que precisava ser feito. Elas sabiam que, se não fizessem nada, nada seria feito. Além disto, existiam exemplos vivos do que deveria ser um cidadão, que davam orgulho para a população e ânimo para seguirem o mesmo caminho.
Estes exemplos acabavam seguindo o curso natural da sociedade e se tornavam líderes esforçados, que sabiam que se a comunidade estivesse bem, eles também estariam. Com o passar do tempo, no entanto, passamos a vê-los como os detentores de responsabilidades que antes eram de todos. Passamos a depositar em pessoas sobrecarregadas cada vez mais esperanças.
O que antes era um posto de orgulho hoje é visto como uma forma de enriquecimento rápido. Os líderes não saem mais de forma natural do meio da população, são escolhidos por sorteio, que pode beneficiar a aparência, como pode beneficiar o humor. Enquanto não descobrirmos o que é ser um cidadão, continuaremos nos vendendo à promessas nunca cumpridas, pois não mais em quem nos espelharmos.
:-)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Os Guias Espirituais


O contato de nossos antepassados com a natureza não se restringia apenas aos aspectos materiais, sociais ou filosóficos. As experiências que eles viviam adentravam também o lado espiritual, que é ignorado ou mal abordado em nossos dias pelas massas. O que era uma experiência pessoal e diversificada passou a ser vendido ou distribuído como uma única verdade, sendo este o principal motivo da confusão da atualidade.
Os guias do passado eram capazes de instruir os viajantes baseado nas experiências que haviam passado, sem seguir nenhuma receita de bolo. Além disto, cada indivíduo tem suas próprias habilidades e dificuldades, dependendo dele próprio seu sucesso ou fracasso. Mas por ser mais prático culparmos os outros por nossos problemas, logo aceitamos o descarte deste aspecto de nossas vidas, mesmo sem entender sua importância.
A indústria que se criou neste espaço não tem ajudado a resgatarmos este aspecto, simplesmente por não existir um lucro para ela. Ela trabalha para nos afastar cada vez mais do que precisamos, oferecendo o que queremos, pois assim somos facilmente iludidos. E com razão, pois abdicamos do espírito forte por um bolso cheio, mesmo que seja de ar.
:-)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Os Filósofos Construtores


Não são apenas as habilidades físicas que dominavam a antiguidade. As mentais também desempenhavam um papel vital na sociedade, pois eram responsáveis por deixar as vidas das pessoas mais confortáveis. Apesar de todo a avanço que nossos antepassados criaram, eles não deixaram claro a diferença entre conforto e praticidade, e acabamos procurando mais o segundo do que o primeiro.
Os antigos tinham mais conhecimento sobre nossa posição no universo do que temos hoje, com toda nossa tecnologia. Com base em constelações, por exemplo, foram capazes de erguer monumentos que até hoje desafiam nosso raciocínio. E não apenas materialmente, mas em outros aspectos também.
A mentalidade de algumas civilizações passadas se encontravam muito mais adiantadas do que temos atualmente. Viviam em harmonia com a natureza, que compartilhava seus mais íntimos segredos. Talvez se conseguirmos mudar nossa própria cabeça, seremos capazes de conhecer estes mistérios novamente, e criar uma sociedade ainda mais magnifíca do que as que existiram no passado.
:-)