
Como impedir a crise é apenas uma forma de adiar e amplificar o inevitável, o mais racional que podemos fazer é se preparar para ela. Algumas pessoas não notam que este não é um problema capitalista, nem socialista, nem comunista, nem anarquista, nem budista; mas um problema monetário. Ele se iniciou com o sistema de trocas, onde o acúmulo era o maior objetivo, e se alastrou até a modernidade, nos condicionando a continuar este tipo de pensamento.
Por causa dele, comunidades são separadas e destruidas, na esperança que a competição entre elas signifique a garantia de sobrevivência e prosperidade de uma. E justamente este estilo de vida que precisamos mudar, esta alternativa que precisamos procurar: um meio de unirmos as pessoas e tornarmos as comunidades mais fortes. Sozinhos não seremos capazes de sobreviver, ainda mais lutando uns contra os outros por recursos que poderiam ser cultivados e compartilhados.
Quando a falta de empregos se tornar a regra, o papel pintado que tanto idolatramos perderá todo o brilho que agora vemos. Existirão aqueles que tentarão seguir os passos do passado, e ir de lugar em lugar, pilhando o que podem apenas para conseguir sobreviver mais um dia ou dois. E existirão aqueles que se tornaram verdadeiros cidadãos e ajudaram suas comunidades a se fortalecer e preparar, garantindo a prosperidade e continuidade da vida por tempo indefinido.
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