Com escassez de informações mais do que qualquer outra coisa, nossos antepassados ficaram presos ao paradigma do egoísmo, necessário naqueles tempos para garantir a sobrevivência deles. Desta forma, criaram um sistema que obrigava todos a contribuirem com a sociedade, para que ela se mantivesse em constante crescimento e que necessidades básicas fossem atendidas. Quando analisado em seus detalhes, este modelo acaba se mostrando um carrasco sádico, pois precisa manter todas as pessoas contribuindo durante a maior parte de suas vidas, para, talvez, conseguirem colher os sonhados benefícios por relativamente pouco tempo, na reta final de sua estadia neste plano.Como constatado estatisticamente, apenas uns poucos sortudos tem a chance de melhorar seu padrão de vida, dependendo sempre mais de como e onde nasceram do que seu esforço próprio, desmistificando a idéia de que todos podem ser contemplados com o prêmio. O desperdício do potencial humano é mais ilustrado quando notamos que as habilidades naturais de cada pessoa são, em sua maioria, abandonados em busca de uma profissão que dê mais chances de crescimento dentro da sociedade. Isto acaba criando muitos profissionais infelizes com seu trabalho, bem como alguns raros destaques que acabam usando sua posição para benefício próprio, mantendo o paradigma.
Desde a Revolução Industrial, temos a oportunidade de mudar este cenário, criando um sistema onde máquinas podem prestar serviços básicos, sendo mantidas por uma porcentagem mínima da população, interessada no benefício da sociedade em geral. Quando mais cidadãos tomarem consciência do potencial que tem e o colocarem a serviço das comunidades, mais atualizações teremos, e de melhor qualidade. Os problemas que a humanidade enfrenta não são políticos, mas técnicos, e podem ser resolvidos com educação e cooperação.
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