Juntamente com a crise econômica, está se formando também uma energética, pois poucos são aqueles que notam que, para gerarmos um, precisamos do outro. Independente se o petróleo irá acabar ou não, nos criamos um ciclo onde não conseguimos criar energia se não tivermos capital para investir, mas para ter este capital, é preciso usar energia. Este paradoxo irá ser explorado em breve, e em certos casos, especialmente onde o inverno requer montantes incríveis de energia para que as pessoas sobrevivam, sua resposta será crucial.
As novas tecnologias que estão surgindo ainda não possuem a infra-estrutura necessária para que substituam de imediato as antigas. Mesmo no Brasil, onde as fontes renováveis já desempenham um papel mais ativo em nossa rede, ainda existem muitos aspectos que não consideramos. Um deles, inclusive, se refere à algo básico, como esquentar a comida.
Mesmo com micro-ondas e fornos elétricos, o fogão a gás ainda domina a cozinha brasileira, e precisa ser recarregado periodicamente, com uma substância que precisa ser transportada por veículos movidos à petróleo. Quando realmente analisamos nossas conexões com o mundo, notamos o quão dependentes somos dele, e o quão pouco contribuimos para ele. Estes, talvez, sejam bons incentivos e oportunidades para mudarmos nossa mentalidade e estilo de vida.
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