Nosso conceito de justiça é o de ter uma vingança legalizada e regularizada, incapaz de propagar conceitos como o do perdão. Se a falha foi cometida por descuido, não existe um motivo de culpar; e se foi por maldade, os frutos de sua plantação não tardarão à aparecer. Nos comportamos como crianças em um parquinho, precisando sempre da supervisão de um adulto por não termos crescido e aprendido à desculpar.Vivemos repetidas situações por conta de nossas escolhas, vivenciando-as por não sermos capazes de sair do ciclo em que entramos. Deixamos de ver nossas falhas como lições, procurando esquecê-las, em vez de aprender e crescer com elas, tornando-as nossos mestres. Vivemos no momento, buscando causas imediatas por nossas mazelas, esquecendo que algumas são resultado do acúmulo de décadas de hábitos nocivos.
Direcionamos nossa sociedade para o caminho da violência e punição, com uma economia egoísta, e um sistema judiciário de retaliação. A cultura da agressividade e da vulgarização pode ser vista em qualquer propaganda ou notícia, pois é o que mais vende, e o que se mais compra. Ao mudarmos o foco do consumo do material para o espiritual, usamos nossa capacidade de criar e transformar para alterar a realidade, criando uma de benevolência, paz e amor.
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