Ao olharmos para trás, notamos que diversas lógicas que foram seguidas, hoje são consideradas falácias, mesmo que ainda usadas. A linha de raciocínio de nossos antepassados era diferente do que temos hoje, ainda mais por eles possuírem bem menos informação do que estamos acostumados. Leis, então, se tornam irrelevantes, pois aprendemos que precisamos de guias, que nos indiquem o caminho a seguir, mas nos deêm liberdade de utilizar novos conhecimentos.
Justificamos a brutalidade policial como consequência da violência do povo, como se existisse alguma desculpa para tal. Mantemos um sistema governamental corrupto por apelo ao medo das alternativas, e por deixarmos que os beneficiados façam as regras. Seguimos o que nos empurram pelo apelo à emoção, nos fazendo viver de uma esperança que nunca chega, empurrando os problemas com a barriga.
A originalidade atualmente está em baixa, pois estamos perdendo a criatividade ao seguirmos o padrão estabelecido. O que é tentado hoje para enganar o povo, pode ser encontrado em livros de história, testado e aprovado por aqueles que conhecem seu passado. E para aqueles que o ignoram, o que podem esperar, além de uma exploração cada vez maior, inclusive com incentivo próprio?
:-)
quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
Quem faz a narrativa?
Talvez o aspecto que mais ignoramos quando vemos a história da humanidade é o de quem está fazendo a narrativa. Dizemos que os derrotados são silenciados, mas poderíamos considerar também que os mudos são esquecidos mais facilmente. E conceituamos como vencedores os dizimadores, os que tem a capacidade de riscar outras culturas do mapa, a superioridade da força bruta.
Filmes nos mostram que ainda aplaudimos aqueles capazes da maior destruição possível, satisfazendo um lado que secretamente encorajamos. Nos maravilhamos com as intrigas dos programas de realidade, editados para incentivar o máximo de fofoca, sobre os temas mais irrelevantes. Deixamos de cuidar da nossa própria vida para sonhar com a de personagens criados com intuito comercial, de vender produtos para manter uma elite no poder.
Sem consciência de nossos atos, diariamente damos apoio para aqueles que dominam, nos tornando submissos por comprar o tipo de cultura que ostentam. Enquanto eles escrevem as páginas da história para as gerações futuras, nos seguimos calados, hipnotizados por bens decadentes. Sem saber ler ou escrever, até quando iremos ser marionetes de tais indivíduos, e sofrermos sem a infra-estrutura necessária para uma vida digna?
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Filmes nos mostram que ainda aplaudimos aqueles capazes da maior destruição possível, satisfazendo um lado que secretamente encorajamos. Nos maravilhamos com as intrigas dos programas de realidade, editados para incentivar o máximo de fofoca, sobre os temas mais irrelevantes. Deixamos de cuidar da nossa própria vida para sonhar com a de personagens criados com intuito comercial, de vender produtos para manter uma elite no poder.
Sem consciência de nossos atos, diariamente damos apoio para aqueles que dominam, nos tornando submissos por comprar o tipo de cultura que ostentam. Enquanto eles escrevem as páginas da história para as gerações futuras, nos seguimos calados, hipnotizados por bens decadentes. Sem saber ler ou escrever, até quando iremos ser marionetes de tais indivíduos, e sofrermos sem a infra-estrutura necessária para uma vida digna?
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
O que é história?
Aprendemos que a história é o registro dos acontecimentos da humanidade de maneira cronológica, e nos contentamos com tal explicação. Deixamos de explorar o que nos é passado, de debater outros pontos de vista, de descobrir o que incentivava os seres humanos do passado. Sem conhecer tal narrativa, nos fadamos a repetir seus erros, estagnados em um patamar que parece o mais alto, mas apenas por mantermos a cabeça no chão.
Tentamos ser imperadores e faraós, fugindo do sofrimento dos escravos, incapazes de entender que nestas posições, somos parte ainda maior do problema. Procuramos ditadores que possam erguer nossas bandeiras, cegos para as consequências do extremismo, que falharam em resolver as questões básicas por milênios. Seguimos criando leis cada vez mais específicas, quando deveríamos seguir o caminho contrário, e nos libertar das amarras da ignorância.
Lemos livros e seguimos as passagens que nos convêm, sejam elas baseadas em evidência, mitológicas metáforas ou frutos completos da imaginação. Esquecemos de aprender com os que vieram antes de nós, pois abriram caminhos que nem imaginamos existirem ainda. Estamos iludidos com as luzes da estrada em que viajamos, tão desatentos para onde elas nos leva, que seremos capazes de enxergar os muros e grades antes que seja tarde?
:-)
Tentamos ser imperadores e faraós, fugindo do sofrimento dos escravos, incapazes de entender que nestas posições, somos parte ainda maior do problema. Procuramos ditadores que possam erguer nossas bandeiras, cegos para as consequências do extremismo, que falharam em resolver as questões básicas por milênios. Seguimos criando leis cada vez mais específicas, quando deveríamos seguir o caminho contrário, e nos libertar das amarras da ignorância.
Lemos livros e seguimos as passagens que nos convêm, sejam elas baseadas em evidência, mitológicas metáforas ou frutos completos da imaginação. Esquecemos de aprender com os que vieram antes de nós, pois abriram caminhos que nem imaginamos existirem ainda. Estamos iludidos com as luzes da estrada em que viajamos, tão desatentos para onde elas nos leva, que seremos capazes de enxergar os muros e grades antes que seja tarde?
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Onde nos desenvolvemos?
Constantemente aprendemos sobre o Universo, pois a cada respiração, ganhamos segundos de experiência nesta realidade. Mesmo repetindo a mesma ação diariamente, dificilmente a vemos, após anos de replicação, da mesma maneira que nas primeiras vezes. Temos novas informações que, por vezes, nos fazem crescer mais do que aquilo que desempenhamos, nos forçando a mudar de patamar.
Com a Revolução Verde, imaginamos acabar com a fome no mundo, para descobrir que o problema é político, muito mais do que técnico. Usamos uma economia de acúmulo, incentivando o desperdício de recursos que passaram do público para o privado, em prol do lucro. Terceirizamos responsabilidades, na esperança de que princípios sejam seguidos, ignorando que manda quem investe, independente da vontade da maioria.
Nos desenvolvemos quando tomamos as rédeas de nosso destino, quando vemos que somos os bois puxando a carroça, guiados por mediadores. Quando aprendemos a ignorar a isca colocada em nossa frente, e a andar para onde queremos, descobrimos uma liberdade esquecida. E com autonomia, livres de cordas e grilhões, da influência daqueles que apenas pensam em seu próprio benefício, quem dirá para onde seremos capazes de ir?
:-)
Com a Revolução Verde, imaginamos acabar com a fome no mundo, para descobrir que o problema é político, muito mais do que técnico. Usamos uma economia de acúmulo, incentivando o desperdício de recursos que passaram do público para o privado, em prol do lucro. Terceirizamos responsabilidades, na esperança de que princípios sejam seguidos, ignorando que manda quem investe, independente da vontade da maioria.
Nos desenvolvemos quando tomamos as rédeas de nosso destino, quando vemos que somos os bois puxando a carroça, guiados por mediadores. Quando aprendemos a ignorar a isca colocada em nossa frente, e a andar para onde queremos, descobrimos uma liberdade esquecida. E com autonomia, livres de cordas e grilhões, da influência daqueles que apenas pensam em seu próprio benefício, quem dirá para onde seremos capazes de ir?
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quinta-feira, 17 de abril de 2014
Quando avançamos?
Compreendendo os caminhos que nossas escolhas abrem para nós, ficamos cientes de onde podemos ir, e como chegar até lá. Entendemos sobre as armadilhas que podemos encontrar pelo roteiro, assim como as paisagens que teremos a oportunidade de apreciar. Este conhecimento pode fazer toda a diferença entre uma viagem tranquila, ou uma cheia de percalços, que põe em risco a chegada ao destino.
Utilizar um sistema econômico que promove a desigualdade social produz uma violência desnecessária, comparando com alternativas. Encorajar o consumo de alimentos e produtos que danificam a saúde, tanto dos consumidores, quanto do planeta, cria problemas que terão de ser enfrentados. Manter uma medicina voltada para a remediação, sem a consciência sobre uma mudança de estilo de vida, necessária para o desaparecimento de doenças, é outro tiro no próprio pé.
O compartilhamento de informações faz com que tenhamos conhecimento sobre o que, talvez, nem imaginávamos que fizesse alguma diferença em nosso trajeto. Portanto, é importante manter a mente aberta para o que se descobre diariamente no mundo, pois são novos pontos de vista sobre antigas práticas. Algumas notícias podem desafiar tudo o que conhecemos até hoje, mas quem gostaria de rejeitar tudo o que conquistamos, para tentar nos manter congelados no tempo?
:-)
Utilizar um sistema econômico que promove a desigualdade social produz uma violência desnecessária, comparando com alternativas. Encorajar o consumo de alimentos e produtos que danificam a saúde, tanto dos consumidores, quanto do planeta, cria problemas que terão de ser enfrentados. Manter uma medicina voltada para a remediação, sem a consciência sobre uma mudança de estilo de vida, necessária para o desaparecimento de doenças, é outro tiro no próprio pé.
O compartilhamento de informações faz com que tenhamos conhecimento sobre o que, talvez, nem imaginávamos que fizesse alguma diferença em nosso trajeto. Portanto, é importante manter a mente aberta para o que se descobre diariamente no mundo, pois são novos pontos de vista sobre antigas práticas. Algumas notícias podem desafiar tudo o que conhecemos até hoje, mas quem gostaria de rejeitar tudo o que conquistamos, para tentar nos manter congelados no tempo?
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
Quem amplia sua mentalidade?
Conhecer as influências que temos ao tomarmos as decisões é imprescindível para sabermos para onde queremos ir. Sem entender quem nos instiga, podemos seguir por um caminho cheio de perigos e que nos faz andar em círculos, ficando sempre no mesmo lugar. É necessário compreendermos pelo que estamos passando, para notar se estamos dando voltas desnecessárias, ou se conseguimos seguir em frente.
Criar punições na lei, enquanto a falta de segurança aumenta, é contraditório, e apenas nos remete à épocas mais bárbaras. Proliferar tecnologias de entretenimento enquanto o básica se torna inacessível para parte da população gera mais problemas do que soluções. Permitir que corporações controlem o sistema educativa em uma econômia de acúmulo, ao contrário de um colaborativo e sustentável, planta sementes que seremos incapazes de aproveitar mais tarde.
Somos responsáveis pelo que fazemos, e teremos que arcar com as consequências, por mais inconscientemente que elas sejam tomadas. Podemos optar por entender nossa relação com o Universo e sermos os criadores de nossa realidade, ou apenas aqueles que sobrevivem nela. Quando fizermos nossa escolha, seremos o tipo de deuses benevolentes, capazes de perdoar, ou seremos o tipo vingativo, que prefere a guerra?
:-)
Criar punições na lei, enquanto a falta de segurança aumenta, é contraditório, e apenas nos remete à épocas mais bárbaras. Proliferar tecnologias de entretenimento enquanto o básica se torna inacessível para parte da população gera mais problemas do que soluções. Permitir que corporações controlem o sistema educativa em uma econômia de acúmulo, ao contrário de um colaborativo e sustentável, planta sementes que seremos incapazes de aproveitar mais tarde.
Somos responsáveis pelo que fazemos, e teremos que arcar com as consequências, por mais inconscientemente que elas sejam tomadas. Podemos optar por entender nossa relação com o Universo e sermos os criadores de nossa realidade, ou apenas aqueles que sobrevivem nela. Quando fizermos nossa escolha, seremos o tipo de deuses benevolentes, capazes de perdoar, ou seremos o tipo vingativo, que prefere a guerra?
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terça-feira, 15 de abril de 2014
Por que progredir?
Compramos o ideal da liberdade e passamos a vida em sua procura, ignorantes às influências e manipulações que sofremos com isto. Ao abandonarmos o conceito adolescente que nos foi passado, entendemos que inspiramos outros, ao mesmo tempo que somos motivados por eles. Esta troca nos dá novas percepções sobre o mundo, onde passamos a entender que existem coisas a serem evitadas, onde antes procurávamos apoio, e vice-versa.
Compreendemos que há uma diferença enorme entre alimento e produto alimentício, onde o segundo pode ser um veneno de longo prazo consumível. Observamos em primeira mão as falhas de certos mêtodos econômicos, como o de acúmulo, onde o crescimento da desigualdade gera inúmeros problemas sociais. Aprendemos que o entretenimento fútil nada acrescenta em nossa vida, agindo ao contrário, nos fazendo perder tempo e nos tirando do caminho de nossos sonhos.
A maior autonomia que podemos ter é a de escolher conscientemente quem e o que instiga os passos que damos nesta realidade. Sem ter uma noção de como funciona a sociedade em que vivemos, ficamos sem esta opção, sendo dominados por qualquer tipo de propaganda. Ao fazermos, nós mesmos, a distinção entre o que queremos para nossas vidas, e o que pretendemos manter fora, seremos capazes de encontrar a paz que procuramos?
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Compreendemos que há uma diferença enorme entre alimento e produto alimentício, onde o segundo pode ser um veneno de longo prazo consumível. Observamos em primeira mão as falhas de certos mêtodos econômicos, como o de acúmulo, onde o crescimento da desigualdade gera inúmeros problemas sociais. Aprendemos que o entretenimento fútil nada acrescenta em nossa vida, agindo ao contrário, nos fazendo perder tempo e nos tirando do caminho de nossos sonhos.
A maior autonomia que podemos ter é a de escolher conscientemente quem e o que instiga os passos que damos nesta realidade. Sem ter uma noção de como funciona a sociedade em que vivemos, ficamos sem esta opção, sendo dominados por qualquer tipo de propaganda. Ao fazermos, nós mesmos, a distinção entre o que queremos para nossas vidas, e o que pretendemos manter fora, seremos capazes de encontrar a paz que procuramos?
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segunda-feira, 14 de abril de 2014
Como evoluir?
Desde cedo somos ensinados a repetir os comportamentos de nossos instrutores, como se fossem verdades universais a serem perpetuadas. Mas a repetição nos deixa entediados, pois precisamos de desafios para o intelecto, ou sofremos de problemas como a ansiedade. Adicionar desafios às tarefas diárias nos ajudam a entender melhor o Universo, descobrindo novas maneiras de se relacionar com ele, e de melhorar nossa vida no processo.
Prestar mais atenção ao que estamos ingerindo reduz as possibilidades de doenças, aumentando, inclusive, a longevidade. Procurar métodos mais econômicos para construirmos produtos, desde a obtenção de matéria-prima, até a inclusão de reciclagem adequada no final do processo permitem menor disperdício na administração de recursos. Diminuir a burocracia é outro passo na redução de despesas, além de agilizar procedimentos que, antes, tomariam precioso tempo.
Vivemos na Era da Informação, onde temos bibliotecas em nossos bolsos, disponíveis para o acesso em qualquer hora. Temos a oportunidade de aumentar a qualidade de vida, tanto nossa, quanto daqueles com que nos importamos, criando um ciclo de restauração. Com consciência, entendemos que podemos sair do buraco que cavamos, mas encontraremos a Vontade para realmente fazê-lo?
:-)
Prestar mais atenção ao que estamos ingerindo reduz as possibilidades de doenças, aumentando, inclusive, a longevidade. Procurar métodos mais econômicos para construirmos produtos, desde a obtenção de matéria-prima, até a inclusão de reciclagem adequada no final do processo permitem menor disperdício na administração de recursos. Diminuir a burocracia é outro passo na redução de despesas, além de agilizar procedimentos que, antes, tomariam precioso tempo.
Vivemos na Era da Informação, onde temos bibliotecas em nossos bolsos, disponíveis para o acesso em qualquer hora. Temos a oportunidade de aumentar a qualidade de vida, tanto nossa, quanto daqueles com que nos importamos, criando um ciclo de restauração. Com consciência, entendemos que podemos sair do buraco que cavamos, mas encontraremos a Vontade para realmente fazê-lo?
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sexta-feira, 11 de abril de 2014
Conseguiremos ser deuses?
No caminho de nos transformarmos em heróis, descobrimos que o maior inimigo está dentro de nós mesmos, e é difícil de ser derrotado. Mas longe de ser um desencorajamento, devemos ver isto como um incentivo para a melhoria contínua, pois notamos que o limite é estipulado por nós. Podemos seguir infinitamente, alcançando patamares cada vez maiores, enquanto tivermos vontade de colocar um pé na frente do outro.
Com o aumento de fiscalização, começamos a entender que as nossas ações diárias influenciam nos representantes que escolhemos para nós. Compreendemos que nos envenenamos de livre e espontânea vontade, e que podemos parar no momento em que quisermos, pois temos livre-arbítrio. Passamos a ver os vizinhos como parte da família, perdendo o medo criado por uma mídia que lucra cada vez mais com nosso isolamento.
Temos todo o espaço do Universo para crescermos, mas nos restringimos em cubículos cada vez menores por opção própria. Justificamos com a inocência, esquecendo a falta de desejo de esclarecimento, preferindo a ignorância sobre o mundo. Mas ao procurarmos a informação, e encontrando muito mais do que imaginávamos, vamos nos abater como sempre, ou nos inspirarmos para irmos além do que sonhávamos?
:-)
Com o aumento de fiscalização, começamos a entender que as nossas ações diárias influenciam nos representantes que escolhemos para nós. Compreendemos que nos envenenamos de livre e espontânea vontade, e que podemos parar no momento em que quisermos, pois temos livre-arbítrio. Passamos a ver os vizinhos como parte da família, perdendo o medo criado por uma mídia que lucra cada vez mais com nosso isolamento.
Temos todo o espaço do Universo para crescermos, mas nos restringimos em cubículos cada vez menores por opção própria. Justificamos com a inocência, esquecendo a falta de desejo de esclarecimento, preferindo a ignorância sobre o mundo. Mas ao procurarmos a informação, e encontrando muito mais do que imaginávamos, vamos nos abater como sempre, ou nos inspirarmos para irmos além do que sonhávamos?
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quinta-feira, 10 de abril de 2014
Escolhemos nos tornar paladinos?
Ainda desconsideramos que são os detalhes do que realizamos em nosso dia a dia que criam um impacto maior no mundo do que atos eventuais. Ao mudarmos nossa mentalidade, conseguimos enxergar novas maneiras de realizar velhas ações, transformando o modo como interagimos com o mundo. Ao criarmos diferentes hábitos, mostramos às demais pessoas que existem alternativas, algumas que eram ignoradas anteriormente.
Passamos a procurar o entretenimento longe de telas, interagindo diretamente com o mundo, nos exercitando e encontrando meios mais saudáveis de diversão. Modificamos o comportamento perante o consumo, procurando por escolhas mais construtivas, duradouras e moderadas. Voltamos a fiscalizar aqueles que escolhemos para nos representarem, para ter certeza de que nosso dinheiro está sendo bem administrado, e os serviços básicos funcionando.
Simples atos podem ter um significado maior quando são repetidos diversas vezes, ainda mais por converter nossa conduta. Ter consciência do que fazemos é apenas o primeiro passo, mas também é o mais difícil, pois nos tira da comodidade para nos colocar em um novo trajeto. E uma vez que nos acostumamos a colocar um passo na frente do outro, quem pode dizer até onde podemos ir, ou o que podemos nos tornar?
:-)
Passamos a procurar o entretenimento longe de telas, interagindo diretamente com o mundo, nos exercitando e encontrando meios mais saudáveis de diversão. Modificamos o comportamento perante o consumo, procurando por escolhas mais construtivas, duradouras e moderadas. Voltamos a fiscalizar aqueles que escolhemos para nos representarem, para ter certeza de que nosso dinheiro está sendo bem administrado, e os serviços básicos funcionando.
Simples atos podem ter um significado maior quando são repetidos diversas vezes, ainda mais por converter nossa conduta. Ter consciência do que fazemos é apenas o primeiro passo, mas também é o mais difícil, pois nos tira da comodidade para nos colocar em um novo trajeto. E uma vez que nos acostumamos a colocar um passo na frente do outro, quem pode dizer até onde podemos ir, ou o que podemos nos tornar?
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quarta-feira, 9 de abril de 2014
Sabemos o que é ser campeões?
Imaginamos que com grandes poderes aparecem responsabilidades proporcionais, e portanto, ficamos à espera destas habilidades especiais. Desconsideramos que a relação seja ao contrário: primeiro assumimos o compromisso, para então desenvolvermos a prática necessária para sua realização. Sem aceitar deveres nos tornamos menos que cidadãos, pois abrimos mão de suas consequências, como a liberdade.
Abdicamos a fiscalização dos representantes do povo e eles se tornaram embaixadores de investidores, que financiam suas campanhas. Desistimos de observar o que comemos e passamos a ingerir venenos cada vez mais nocivos, por serem mais baratos para serem fabricados, gerando maior lucro. Passamos a viver em realidades cada vez mais isoladas, sendo caçados por uma mídia predatória, patrocinada por anunciantes que rastreiam seus consumidores por todos os lados.
Desconhecemos a rotina da vida de um herói, de todo o trabalho realizado que culmina nos raros momentos extraordinários que prestamos atenção. Desconsideramos o treinamento do dia a dia, o estudo e a preparação necessários para a criação de um único instante de perfeição. Estamos tão acostumados com a fantasia, que esquecemos que a vida é feita de toda esta organização e disposição, muito mais do que raras ocasiões?
:-)
Abdicamos a fiscalização dos representantes do povo e eles se tornaram embaixadores de investidores, que financiam suas campanhas. Desistimos de observar o que comemos e passamos a ingerir venenos cada vez mais nocivos, por serem mais baratos para serem fabricados, gerando maior lucro. Passamos a viver em realidades cada vez mais isoladas, sendo caçados por uma mídia predatória, patrocinada por anunciantes que rastreiam seus consumidores por todos os lados.
Desconhecemos a rotina da vida de um herói, de todo o trabalho realizado que culmina nos raros momentos extraordinários que prestamos atenção. Desconsideramos o treinamento do dia a dia, o estudo e a preparação necessários para a criação de um único instante de perfeição. Estamos tão acostumados com a fantasia, que esquecemos que a vida é feita de toda esta organização e disposição, muito mais do que raras ocasiões?
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terça-feira, 8 de abril de 2014
Queremos ser idolatrados?
Outra questão que podemos levantar sobre as nossas habilidades é sobre a possibilidade de as termos abandonado por comodidade. Afinal de contas, se com grandes poderes aparecem grandes responsabilidades, e temos a mania de terceirizar os deveres, talvez tenhamos mesmo abdicado de tais talentos. Eventualmente, podemos ter passado tal compromisso para pessoas incompetentes, sem a preocupação de realizá-lo corretamente.
Temos representantes do povo agindo em benefício de meia dúzia de financiadores de campanhas, quando milhares de cidadãos são prejudicados. Vemos empresas mantendo as pessoas na ignorância para continuar vendendo seus produtos, mesmo sendo tóxicos e cheios de efeitos colaterais. Mantemos uma mídia voltada para o entretenimento, mas que tenta enganar como jornalismo, mais preocupada com seus anunciantes do que com os espectadores.
Abrimos mão da autonomia sobre nossas vidas para conseguirmos uma ilusão de conforto, e um pouco de comodidade. Vivemos sonhando com o que já possuímos no passado, e perdemos no caminho de satisfazer completamente um lado egoísta que temos. Sabendo da rota que tomamos no passado, seremos capazes de admitir o erro, e procurar uma maneira de consertá-lo?
:-)
Temos representantes do povo agindo em benefício de meia dúzia de financiadores de campanhas, quando milhares de cidadãos são prejudicados. Vemos empresas mantendo as pessoas na ignorância para continuar vendendo seus produtos, mesmo sendo tóxicos e cheios de efeitos colaterais. Mantemos uma mídia voltada para o entretenimento, mas que tenta enganar como jornalismo, mais preocupada com seus anunciantes do que com os espectadores.
Abrimos mão da autonomia sobre nossas vidas para conseguirmos uma ilusão de conforto, e um pouco de comodidade. Vivemos sonhando com o que já possuímos no passado, e perdemos no caminho de satisfazer completamente um lado egoísta que temos. Sabendo da rota que tomamos no passado, seremos capazes de admitir o erro, e procurar uma maneira de consertá-lo?
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segunda-feira, 7 de abril de 2014
Podemos ser super-heróis?
Sonhamos em ter a capacidade de realizar ações sobre-humanas, que ninguém mais, ou apenas um seleto grupo, consegue executar. Nos comparamos com personagens e deixamos a imaginação correr livre, nos vendo no papel de protagonistas das maiores aventuras. Tentamos utilizar tal lógica para resolver os problemas do dia a dia, na esperança de solucionar o que tem nos incomodado a muito tempo.
Fantasiamos a captura e o aprisionamento de bandidos, com direito a destruição de símbolos da corrupção, como o Congresso Nacional. Sonhamos com a facilitação de trabalho, utilizando métodos como a telepatia e a telecinésia para realizar tarefas diárias. Idealizamos uma posição de destaque, onde nossa palavra é lei, onde somos reconhecidos, respeitados e celebrados por todos os povos do planeta.
Esquecemos que, se cada pessoa tiver seu desejo realizado, estaríamos de novo na estaca zero, possuindo habilidades comuns, que todos possuem. E, talvez, por isto, seja mais difícil de percebermos os poderes que todos temos, mas que ignoramos por serem corriqueiros. Possivelmente somos capazes de feitos notáveis, mas, porventura, teríamos esquecido de nossas habilidades, ao vê-las sendo usadas de maneira vulgar?
:-)
Fantasiamos a captura e o aprisionamento de bandidos, com direito a destruição de símbolos da corrupção, como o Congresso Nacional. Sonhamos com a facilitação de trabalho, utilizando métodos como a telepatia e a telecinésia para realizar tarefas diárias. Idealizamos uma posição de destaque, onde nossa palavra é lei, onde somos reconhecidos, respeitados e celebrados por todos os povos do planeta.
Esquecemos que, se cada pessoa tiver seu desejo realizado, estaríamos de novo na estaca zero, possuindo habilidades comuns, que todos possuem. E, talvez, por isto, seja mais difícil de percebermos os poderes que todos temos, mas que ignoramos por serem corriqueiros. Possivelmente somos capazes de feitos notáveis, mas, porventura, teríamos esquecido de nossas habilidades, ao vê-las sendo usadas de maneira vulgar?
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sexta-feira, 4 de abril de 2014
Onde observamos os rebanhos?
Rebanhos, como vírus, destroem o que encontram em seu caminho, consumindo todos os recursos disponíveis, deixando para trás nuvens de poeira. Eles migram constantemente, procurando novos meios para se sustentar, indiferentes às necessidades do ambiente, apenas às suas. Sua rota pode ser alterada se encontrarem uma ameaça grande o suficiente no caminho, ou se tiverem sua atenção desviada para algo de interesse.
Somos intimidados pela mídia, que incita a violência e a corrupção, tentando nos fazer seguir padrões impossíveis de serem alcançados. A mesma puxa nossa concentração para micuinhas sem importância, enquanto o que é relevante acontece em notas de rodapé, ou por debaixo dos panos. Sustentada por anunciantes, dificilmente veremos alguma notícia que vai contra seus financiadores ou associados, por pior que sejam contra a população.
Ignorantes, deixamos para trás aqueles que param para pensar, nos mantendo em movimento, por medo de virarmos presas. Vivemos com pavor do pânico, e nos convencemos que, para evitá-lo, devemos baixar a cabeça e seguir em frente, com o resto da manada. Corremos contra o tempo e em busca de um lugar melhor, mas quando iremos parar para notar se ainda existe alguém nos perseguindo?
:-)
Somos intimidados pela mídia, que incita a violência e a corrupção, tentando nos fazer seguir padrões impossíveis de serem alcançados. A mesma puxa nossa concentração para micuinhas sem importância, enquanto o que é relevante acontece em notas de rodapé, ou por debaixo dos panos. Sustentada por anunciantes, dificilmente veremos alguma notícia que vai contra seus financiadores ou associados, por pior que sejam contra a população.
Ignorantes, deixamos para trás aqueles que param para pensar, nos mantendo em movimento, por medo de virarmos presas. Vivemos com pavor do pânico, e nos convencemos que, para evitá-lo, devemos baixar a cabeça e seguir em frente, com o resto da manada. Corremos contra o tempo e em busca de um lugar melhor, mas quando iremos parar para notar se ainda existe alguém nos perseguindo?
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
Quando andamos em manadas?
Somos o constante alvo de propagandas, criadas para vender os mais inúteis produtos e serviços, alguns beirando o absurdo. Desafiando a lógica e a razão, somos atraídos pelo espetáculo colocado em nossa frente, e por informações que esquecemos de verificar a veracidade. Nos entregamos à desejos irracionais, que nos levam cada vez mais longe de sonhos de vida, pagando caro pelos momentos de distração.
Nos alimentamos com venenos cada vez piores, alguns recomendados com selos que deveriam auxiliar, mas que são patrocinados pelas próprias marcas. Somos convencidos que o constante descarte de artigos nos trazem melhores mercadorias, mas nos mantemos no mesmo patamar, e com menos recursos. Deixamos que as emoções e instintos dominem nossas decisões, ao ouvirmos discursos criados para este fim, de políticos que já provaram, mais de uma vez, desmerecer a atenção que os damos.
Em manada, compramos a imagem de uma vida irresponsável, ignorante e fútil, mas com um enriquecimento rápido. Esquecemos de questionar, maravilhados com as praticidades que nos são apresentadas, esperançosos de nos livrarmos de serviço. Vemos o avanço da tecnologia, mas desprezamos que existam aqueles que irão se beneficiar do desconhecimento para proveito próprio?
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Nos alimentamos com venenos cada vez piores, alguns recomendados com selos que deveriam auxiliar, mas que são patrocinados pelas próprias marcas. Somos convencidos que o constante descarte de artigos nos trazem melhores mercadorias, mas nos mantemos no mesmo patamar, e com menos recursos. Deixamos que as emoções e instintos dominem nossas decisões, ao ouvirmos discursos criados para este fim, de políticos que já provaram, mais de uma vez, desmerecer a atenção que os damos.
Em manada, compramos a imagem de uma vida irresponsável, ignorante e fútil, mas com um enriquecimento rápido. Esquecemos de questionar, maravilhados com as praticidades que nos são apresentadas, esperançosos de nos livrarmos de serviço. Vemos o avanço da tecnologia, mas desprezamos que existam aqueles que irão se beneficiar do desconhecimento para proveito próprio?
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
Por quê habitamos galinheiros?
Nos sentimos confortáveis ao termos necessidades básicas atendidas, mesmo quando temos que trabalhar para pagá-las duas ou mais vezes. Esquecemos que o tempo é o bem mais precioso que temos, pois é impossível recuperar o que passou, mesmo quando somos levados a doá-lo. Compramos esta utopia na esperança de sermos capazes de mudar o passado, abdicando das ações do presente para guiar o nosso futuro.
Recebemos farelo em troca de uma vida, ignorando que temos nosso caminho a seguir, longe da prisão em que fomos agrupados. Observamos os frutos de nossos esforços serem pegos para satisfazer o egoísmo de outros, ao contrário de gerar os meios de fazer a vida prosperar. Quando nos enfraquecemos, nos arrancam as penas com medicamentos cada vez mais caros, que longe de prevenir, remediam problemas que talvez sejam graves demais.
Vivemos tentando subir mais alto no poleiro, para escaparmos dos abusos que vêm de cima, esquecendo que existe muito mais espaço do lado de fora. Lutamos contra aqueles que deveríamos estar ajudando, detentores da alternativa de escapar da prisão que construímos para nós mesmos. Pois de que adianta encontrarmos a porta aberta, se voltamos voluntariamente para sermos engordados e, finalmente, abatidos?
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Recebemos farelo em troca de uma vida, ignorando que temos nosso caminho a seguir, longe da prisão em que fomos agrupados. Observamos os frutos de nossos esforços serem pegos para satisfazer o egoísmo de outros, ao contrário de gerar os meios de fazer a vida prosperar. Quando nos enfraquecemos, nos arrancam as penas com medicamentos cada vez mais caros, que longe de prevenir, remediam problemas que talvez sejam graves demais.
Vivemos tentando subir mais alto no poleiro, para escaparmos dos abusos que vêm de cima, esquecendo que existe muito mais espaço do lado de fora. Lutamos contra aqueles que deveríamos estar ajudando, detentores da alternativa de escapar da prisão que construímos para nós mesmos. Pois de que adianta encontrarmos a porta aberta, se voltamos voluntariamente para sermos engordados e, finalmente, abatidos?
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terça-feira, 1 de abril de 2014
Quem vive como ovelha?
Uma educação cada vez mais decadente é interessante para aqueles que estão acostumados a tocar rebanhos por onde querem. A falta de vontade da população contribui para que seja empurrada para onde pode dar mais retorno, sem necessariamente ficar com uma melhor qualidade de vida. Sem o pensamento crítico, dificilmente conseguimos ver que a retirada de lã do corpo representa uma ameaça, mesmo sendo feita no verão mais castigante.
Somos requisitados a eleger representantes, para em seguida sermos colocados de lado em favor de interesses de instituições que patrocinaram campanhas de grande parte dos candidatos. Vemos privilégios sendo oferecidos para os mesmos, enquanto a infra-estrutura da sociedade se encontra abandonada e em decadência. Temos diferentes tipos de justiça, baseado em quantos advogados o indivíduo consegue pagar, e por quanto tempo.
Aceitamos que ladrões que prejudicam poucas pessoas sejam punidos com pena máxima, enquanto corruptos que lesam milhares ou milhões são absolvidos e ainda recebem bônus. Trabalhamos meses, apenas para pagar o salário de uma categoria que poderia ser bem menor, se tivêssemos mais interesse e vontade. Gostamos de ser arrebanhados por termos as necessidades básicas atendidas enquanto produzimos, mas esquecemos que, cedo ou tarde, iremos querer mais, ou seremos incapazes de render?
:-)
Somos requisitados a eleger representantes, para em seguida sermos colocados de lado em favor de interesses de instituições que patrocinaram campanhas de grande parte dos candidatos. Vemos privilégios sendo oferecidos para os mesmos, enquanto a infra-estrutura da sociedade se encontra abandonada e em decadência. Temos diferentes tipos de justiça, baseado em quantos advogados o indivíduo consegue pagar, e por quanto tempo.
Aceitamos que ladrões que prejudicam poucas pessoas sejam punidos com pena máxima, enquanto corruptos que lesam milhares ou milhões são absolvidos e ainda recebem bônus. Trabalhamos meses, apenas para pagar o salário de uma categoria que poderia ser bem menor, se tivêssemos mais interesse e vontade. Gostamos de ser arrebanhados por termos as necessidades básicas atendidas enquanto produzimos, mas esquecemos que, cedo ou tarde, iremos querer mais, ou seremos incapazes de render?
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