Constantemente aprendemos sobre o Universo, pois a cada respiração, ganhamos segundos de experiência nesta realidade. Mesmo repetindo a mesma ação diariamente, dificilmente a vemos, após anos de replicação, da mesma maneira que nas primeiras vezes. Temos novas informações que, por vezes, nos fazem crescer mais do que aquilo que desempenhamos, nos forçando a mudar de patamar.
Com a Revolução Verde, imaginamos acabar com a fome no mundo, para descobrir que o problema é político, muito mais do que técnico. Usamos uma economia de acúmulo, incentivando o desperdício de recursos que passaram do público para o privado, em prol do lucro. Terceirizamos responsabilidades, na esperança de que princípios sejam seguidos, ignorando que manda quem investe, independente da vontade da maioria.
Nos desenvolvemos quando tomamos as rédeas de nosso destino, quando vemos que somos os bois puxando a carroça, guiados por mediadores. Quando aprendemos a ignorar a isca colocada em nossa frente, e a andar para onde queremos, descobrimos uma liberdade esquecida. E com autonomia, livres de cordas e grilhões, da influência daqueles que apenas pensam em seu próprio benefício, quem dirá para onde seremos capazes de ir?
:-)
sexta-feira, 18 de abril de 2014
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