Pensamos que aprender se restringe à obtenção de novos dados, à sua memorização e repetição conforme requerido. Mas podemos ir além, pois apenas provamos que assimilamos quando colocamos em prática o que estudamos. E apesar de nos considerarmos mestres quando acertamos, apenas nos tornamos de fato quando deixamos os erros para trás.
Ao sucumbirmos nas tentações que experimentamos diariamente, abrimos caminho para hábitos que nada somam para a saúde. Ao permitirmos que aqueles sob nossos cuidados se tornem alvo de exploração, apenas porque nos fomos criados desta maneira. Deixar que nossas decisões se tornem o tormento de outros, piorando a vida de pessoas com menos acesso à recursos.
Nos imaginamos como instruídos, mas permitimos que os mesmos ardis de pouco tempo atrás nos assombrem, evidenciando o quão pouco sabemos. Mas talvez seja para isto que estamos vivenciando o mesmo cenário novamente: para testarmos nosso conhecimento e crescermos além dele. E sabendo que estamos repetindo o mesmo cenário, seguiremos o mesmo caminho ou iremos procurar uma alternativa que nos tire deste ciclo?
:-)
segunda-feira, 30 de junho de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Como ter invulnerabilidade?
Existem aqueles que demonstram ter invulnerabilidade, passando por obstáculos como se estes nem existissem, tamanha sua determinação. Estes, além de compreenderem as ilusões do mundo, ainda são capazes de controlar suas emoções, agindo com consciência sobre o caminho que trilham. Nem sempre a estrada é livre de buracos ou acidentes, mas eles são hábeis em transformar desafios em oportunidades de crescimento.
Mesmo com a vida em risco, o objetivo é claro, pois os beneficiados vão além deles, transformando sua luta em algo maior. Separar a realidade das fantasias é uma tarefa difícil, ainda mais por existirem aqueles que lucram com os delírios que vendem. Enfrentar esteriótipos criados a décadas, tão encravados no imaginário social que nem os percebemos, pois parecem naturais até ser chamada a atenção.
O invulnerável consegue superar a dor, por maior que seja, demonstrando que, apesar de sentí-la, é dono de suas ações. O caminho nem sempre é cheio de flores, e pode levar para locais escuros, cheios de perigos e confrontos onde estamos despreparados. Mas ao termos a vontade de dar um significado para nossos atos, quem ficaria parado e entregue ao desespero?
:-)
Mesmo com a vida em risco, o objetivo é claro, pois os beneficiados vão além deles, transformando sua luta em algo maior. Separar a realidade das fantasias é uma tarefa difícil, ainda mais por existirem aqueles que lucram com os delírios que vendem. Enfrentar esteriótipos criados a décadas, tão encravados no imaginário social que nem os percebemos, pois parecem naturais até ser chamada a atenção.
O invulnerável consegue superar a dor, por maior que seja, demonstrando que, apesar de sentí-la, é dono de suas ações. O caminho nem sempre é cheio de flores, e pode levar para locais escuros, cheios de perigos e confrontos onde estamos despreparados. Mas ao termos a vontade de dar um significado para nossos atos, quem ficaria parado e entregue ao desespero?
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quinta-feira, 26 de junho de 2014
Onde conseguimos ânimo?
Ficamos intrigados quando personagens tiram de si a força necessária para seguir em frente, ao encararem desafios que quase os matam. Nos conectamos com eles, mas em níveis diferentes do que conhecemos, incapazes de serem traduzidos por palavras. Afinal, somos ensinados desde o berço a procurar fora de nós as respostas para as angústias e ansiedades que sentimos.
Abandonamos a ética e a moral em busca de prêmios prometidos por uma economia de acúmulo, que se mostram cada vez mais fantasiosos. Deixamos de lado os pontos em comum que temos, que nos unem em um objetivo, para incentivar o consumo de meios de segregação coletiva. Abdicamos do pensamento crítico para seguir doutrinas que nos tratam como gado, criando lotes a serem ordenhados até a morte.
Somos levados a acreditar que fazemos parte de um grupo seleto, capaz de decidir o futuro da nação, mesmos os números apontando para outro lado. Ao notarmos que vivemos uma ilusão, conseguimos entender o que perdemos, e encontramos o ânimo para correr atrás do tempo perdido. Mas isto apenas acontece quando compreendemos que nunca é tarde demais, ou nos entregaremos para os instintos mais básicos?
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Abandonamos a ética e a moral em busca de prêmios prometidos por uma economia de acúmulo, que se mostram cada vez mais fantasiosos. Deixamos de lado os pontos em comum que temos, que nos unem em um objetivo, para incentivar o consumo de meios de segregação coletiva. Abdicamos do pensamento crítico para seguir doutrinas que nos tratam como gado, criando lotes a serem ordenhados até a morte.
Somos levados a acreditar que fazemos parte de um grupo seleto, capaz de decidir o futuro da nação, mesmos os números apontando para outro lado. Ao notarmos que vivemos uma ilusão, conseguimos entender o que perdemos, e encontramos o ânimo para correr atrás do tempo perdido. Mas isto apenas acontece quando compreendemos que nunca é tarde demais, ou nos entregaremos para os instintos mais básicos?
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
Quando temos superação?
Frequentemente nos deparamos com situações onde precisamos tomar decisões difíceis, que definem a maneira como vemos a vida. Algumas nos deixam congelados no mesmo lugar, mas longe de ser medo ou pânico, por nos prender em ciclos lógicos. Imaginamos existir uma resposta certa, mas esquecemos que somos nós quem damos significado às ações que praticamos.
Ao utilizarmos as leis para proibir abusos corporativos em prol da saúde, ao contrário de banir o que é natural e benéfico. Por nos expressarmos contra os exageros em nome da nação, privilegiando a poucos, enquanto muitos passam necessidades. Encontrando meios de lutar contra a exclusividade de grupos econômicos no poder, fazendo a voz do povo ser ouvida em alto e bom tom.
Existem alternativas de vida que nos foram escondidas por milênios, para fazer com que nos mantivéssemos escravizados, fisica ou mentalmente. A cada confronto com o poder, aprendemos um pouco mais sobre a liberdade, e a responsabilidade que a acompanha. Ao ignorarmos tais obrigações, conseguimos compreender que nos tornamos o que mais tememos, o que mais criticamos?
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Ao utilizarmos as leis para proibir abusos corporativos em prol da saúde, ao contrário de banir o que é natural e benéfico. Por nos expressarmos contra os exageros em nome da nação, privilegiando a poucos, enquanto muitos passam necessidades. Encontrando meios de lutar contra a exclusividade de grupos econômicos no poder, fazendo a voz do povo ser ouvida em alto e bom tom.
Existem alternativas de vida que nos foram escondidas por milênios, para fazer com que nos mantivéssemos escravizados, fisica ou mentalmente. A cada confronto com o poder, aprendemos um pouco mais sobre a liberdade, e a responsabilidade que a acompanha. Ao ignorarmos tais obrigações, conseguimos compreender que nos tornamos o que mais tememos, o que mais criticamos?
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terça-feira, 24 de junho de 2014
Quem tem resistência?
Vemos filmes e lemos livros, maravilhados com os personagens que, no último instante, quando tudo parece terminado, encontram uma força adicional. Mas ao encararmos os desafios que a vida nos dá, nem sempre nos consideramos capazes de localizar a mesma reserva de energia deles. Nos sentindo tristes, enfraquecidos com tamanha bagagem em nossas costas, chegamos a considerar uma desistência de nossas tarefas.
Nos batemos com a ignorância de alguns, na dificuldade em passar uma simples mensagem para frente, por mais importante que seja. Lutamos por direitos que deveriam ser os mesmos para todos, mas que são retirados de alguns, sem cerimônia, por gananciosos. Da mesma maneira, observamos a lei ser distorcida, manipulada ou, simplesmente, esquecida, em prol de uma agenda que vai contra a própria população que deveria defender.
Sofremos injustiças em nosso caminho, ao cruzarmos com aqueles que tem um ponto de vista singular e uma mentalidade mais fechada. Mas sabemos que isto são apenas desafios, estímulos que nos colocam como protagonistas da maior aventura já criada: a da realidade. Com a missão sagrada de auxiliar tais criaturas para fora da escuridão onde se encontram, como ignorar a luz que brilha intensamente e dá vida, dentro de cada um?
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Nos batemos com a ignorância de alguns, na dificuldade em passar uma simples mensagem para frente, por mais importante que seja. Lutamos por direitos que deveriam ser os mesmos para todos, mas que são retirados de alguns, sem cerimônia, por gananciosos. Da mesma maneira, observamos a lei ser distorcida, manipulada ou, simplesmente, esquecida, em prol de uma agenda que vai contra a própria população que deveria defender.
Sofremos injustiças em nosso caminho, ao cruzarmos com aqueles que tem um ponto de vista singular e uma mentalidade mais fechada. Mas sabemos que isto são apenas desafios, estímulos que nos colocam como protagonistas da maior aventura já criada: a da realidade. Com a missão sagrada de auxiliar tais criaturas para fora da escuridão onde se encontram, como ignorar a luz que brilha intensamente e dá vida, dentro de cada um?
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
Por que ser resiliente?
Por vezes, nos encontramos em situações difícies, que nos forçam a crescer, mas esquecemos de perguntar de onde vem a resiliência. Nos deixamos influenciar pelo mundo ao redor, sem notar as consequências do que absorvemos, e da energia que geramos. Podemos escolher entre trabalhar esta carga iluminando nosso caminho e o de outros, ou acumular até o ponto de explodirmos como um fusível.
Podemos mostrar que existem exceções para as generalizações feitas, e que podem ser seguidos como exemplos dignos. Que, independente do serviço que realizamos, temos a opção de trabalhar para melhorá-lo, mostrando os erros e problemas encontrados no dia a dia. E que com consciência, conseguimos observar o que acontece ao nosso redor, separando a ilusão que nos aprisiona da realidade que nos liberta.
Superar os obstáculos que aparecem em nossa frente parece requerer um esforço que talvez nem consideramos ter. Mas ao nos acalmarmos, nos livrando do desespero e de outros sentimentos ruins, somos capazes de encontrar o esforço que necessitamos. Sem o peso que acumulamos inconscientemente em nossas costas, quais os limites que tentarão nos desafiar?
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Podemos mostrar que existem exceções para as generalizações feitas, e que podem ser seguidos como exemplos dignos. Que, independente do serviço que realizamos, temos a opção de trabalhar para melhorá-lo, mostrando os erros e problemas encontrados no dia a dia. E que com consciência, conseguimos observar o que acontece ao nosso redor, separando a ilusão que nos aprisiona da realidade que nos liberta.
Superar os obstáculos que aparecem em nossa frente parece requerer um esforço que talvez nem consideramos ter. Mas ao nos acalmarmos, nos livrando do desespero e de outros sentimentos ruins, somos capazes de encontrar o esforço que necessitamos. Sem o peso que acumulamos inconscientemente em nossas costas, quais os limites que tentarão nos desafiar?
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sexta-feira, 20 de junho de 2014
Como mudar?
Ignoramos a importância da mudança de mentalidade até notarmos o quanto somos influenciados por terceiros, e o quanto absorvemos suas distorções. Tomemos o caso da justiça como exemplo, onde atualmente, a vemos como uma mera vingança legalizada e padronizada. Em sua origem, ela sustentava a idéia de igualidade, onde justo era todos terem acesso ao básico para a sobrevivência, longe da fenda social que temos hoje.
Todos pagarem o mesmo de imposto, ou ter equidade, onde os que tem mais pagam mais, dando espaço para os que tem menos crescerem. O acesso à informação também pode ser incluída como direito essencial, pois a manipulação se encontra em diversas formas. A própria democracia se encontra deturpada nos moldes como a usamos hoje, favorecendo alguns às custas de outros.
O modo como pensamos se reflete nas ações que tomamos, portanto é necessário um maior cuidado com o que deixamos passar em nossas cabeças. O controle sobre a própria mente é o primeiro passo para conquistarmos um comando sobre as emoções, e consequentemente, sobre os atos que realizamos. E ao agirmos conscientemente, senhores de nosso próprio destino, o que teremos intenção de realizar, sendo capazes de tudo?
:-)
Todos pagarem o mesmo de imposto, ou ter equidade, onde os que tem mais pagam mais, dando espaço para os que tem menos crescerem. O acesso à informação também pode ser incluída como direito essencial, pois a manipulação se encontra em diversas formas. A própria democracia se encontra deturpada nos moldes como a usamos hoje, favorecendo alguns às custas de outros.
O modo como pensamos se reflete nas ações que tomamos, portanto é necessário um maior cuidado com o que deixamos passar em nossas cabeças. O controle sobre a própria mente é o primeiro passo para conquistarmos um comando sobre as emoções, e consequentemente, sobre os atos que realizamos. E ao agirmos conscientemente, senhores de nosso próprio destino, o que teremos intenção de realizar, sendo capazes de tudo?
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quinta-feira, 19 de junho de 2014
Onde converter?
Transformando os pensamentos, observamos o Universo sob um novo aspecto, compreendendo de maneira diferente antigos conceitos que usamos. Entendemos as diferentes tonalidades que as palavras trazem, as emoções que geram e as idéias que expressam de uma forma mais ampla. Pois sem distinguir entre eles, abandonamos qualquer tentativa de controle sobre a realidade, nos tornando peões manipulavéis.
Descobrimos que fama nada tem a ver com importância, ainda mais em uma cultura voltada para a futilidade e a ignorância. Concebemos que a base economica vigente incentiva aspectos maléficos do comportamento humano, como a competição ao contrário da cooperação. Concluímos que táticas proibicionistas tendem a aumentar o consumo de substâncias ilícitas, transformando doentes em bandidos.
Ao mudarmos a definição que temos sobre os assuntos, conseguimos analisar o mundo sob outros pontos de vista. Esta mudança de perspectiva faz toda a diferença, pois modifica o modo como nos relacionamos com o planeta e seus habitantes. Podemos deixar de ser vítimas do acaso tomando o destino em nossas mãos, mas seremos responsáveis o suficiente para construir ao invés de destruir?
:-)
Descobrimos que fama nada tem a ver com importância, ainda mais em uma cultura voltada para a futilidade e a ignorância. Concebemos que a base economica vigente incentiva aspectos maléficos do comportamento humano, como a competição ao contrário da cooperação. Concluímos que táticas proibicionistas tendem a aumentar o consumo de substâncias ilícitas, transformando doentes em bandidos.
Ao mudarmos a definição que temos sobre os assuntos, conseguimos analisar o mundo sob outros pontos de vista. Esta mudança de perspectiva faz toda a diferença, pois modifica o modo como nos relacionamos com o planeta e seus habitantes. Podemos deixar de ser vítimas do acaso tomando o destino em nossas mãos, mas seremos responsáveis o suficiente para construir ao invés de destruir?
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
Quando alterar?
Sem percebermos, os pensamentos que temos influenciam o que sentimos, deixando os nervos à flor da pele mesmo sem necessidade. Ficamos mais sentimentais do que o necessário, fazendo com que a mente se torne incapaz de assumir o controle, mesmo quando é indispensável. Abusamos das emoções mais depressivas para ficarmos em estado de alerta, esquecendo que existem outras, capazes de melhorar a maneira como vemos o mundo.
Por ganância, colocamos toda uma população em situações difíceis, abrindo o caminho para a venda da própria liberdade. Da mesma maneira, nos entregamos à fantasias promocionais, abdicando, em pouco tempo, de direitos que lutamos séculos para conquistar. Mas também, ao mudarmos, conseguimos mostrar que existe esperança, quando nos unimos para alcançar um objetivo em comum.
Observar o Universo por outros olhos pode mostrar uma realidade que nem imaginávamos que existisse, mesmo estando o tempo todo à nossa frente. Ao controlarmos os pensamentos, nos tornamos capazes de alterar as emoções para um espectro diferente, transformando completamente o que vemos. E ao termos o comando sobre o prisma sob a qual examinamos o mundo, escolheremos o que nos deprime ou o que nos motiva para construir uma nova realidade?
:-)
Por ganância, colocamos toda uma população em situações difíceis, abrindo o caminho para a venda da própria liberdade. Da mesma maneira, nos entregamos à fantasias promocionais, abdicando, em pouco tempo, de direitos que lutamos séculos para conquistar. Mas também, ao mudarmos, conseguimos mostrar que existe esperança, quando nos unimos para alcançar um objetivo em comum.
Observar o Universo por outros olhos pode mostrar uma realidade que nem imaginávamos que existisse, mesmo estando o tempo todo à nossa frente. Ao controlarmos os pensamentos, nos tornamos capazes de alterar as emoções para um espectro diferente, transformando completamente o que vemos. E ao termos o comando sobre o prisma sob a qual examinamos o mundo, escolheremos o que nos deprime ou o que nos motiva para construir uma nova realidade?
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terça-feira, 17 de junho de 2014
Quem modifica?
Ao alimentarmos os pensamentos inconscientemente, abrimos mão do controle sobre nossas vidas, deixando que os instintos aflorem mais rapidamente. Sem perceber, ao darmos asas à reflexões, estamos treinando reflexos e respostas de nosso corpo, que serão a primeira linha de reação. Esta pode ser guiada por emoções primordiais, como uma fera enjaulada, ou por um intelecto civilizado, responsável por suas ações.
Pode significar o fim de alguns hábitos, por inconsequência de nossos atos, entre outras consequências que ainda falhamos em ver. É a diferença entre manter a saúde de toda uma população ou colocá-la em contato com fatores capazes de criar um aumento de doenças. Manter ou abdicar de direitos também faz parte desta questão, uma vez que eles se encontram constantemente em votação para serem banidos.
Analisar e modificar antigos costumes sem sentido é um primeiro passo em direção à uma mentalidade mais aberta. Questionar cada ato de uma rotina absorvida sem contestamento é primordial para encontrarmos quem comanda nossos atos. E uma vez descoberto, nos entregaremos à fera irracional ou tentaremos uma escalada pela consciência, para alcançarmos um novo patamar evolutivo?
:-)
Pode significar o fim de alguns hábitos, por inconsequência de nossos atos, entre outras consequências que ainda falhamos em ver. É a diferença entre manter a saúde de toda uma população ou colocá-la em contato com fatores capazes de criar um aumento de doenças. Manter ou abdicar de direitos também faz parte desta questão, uma vez que eles se encontram constantemente em votação para serem banidos.
Analisar e modificar antigos costumes sem sentido é um primeiro passo em direção à uma mentalidade mais aberta. Questionar cada ato de uma rotina absorvida sem contestamento é primordial para encontrarmos quem comanda nossos atos. E uma vez descoberto, nos entregaremos à fera irracional ou tentaremos uma escalada pela consciência, para alcançarmos um novo patamar evolutivo?
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segunda-feira, 16 de junho de 2014
Por quê se transformar?
As mudanças que duram começam dentro de nós, ao alterarmos o ponto de vista que temos, incluindo outros e crescendo. Raramente notamos a influência que um simples pensamento tem em nossas vidas, mesmo sem notarmos sua presença. Inconscientemente, incentivamos uma imaginação influenciada, cujo único objetivo é saciar os desejos do corpo, por mais doentios que sejam.
Deixamos de prestar atenção nas consequências de nosso estilo de vida, sacrificando a própria saúde em nome da praticidade e do lucro. Permitimos que as emoções tomem conta, nublando a mente e nos fazendo esquecer objetivos, por mais nobres que sejam. Seguimos sugestões sem analisar o que é recomendado, enfeitiçados por ilusões de grandeza, que servem apenas para nos aprisionar.
Andamos no escuro quando nos mantemos nos mesmos moldes, pois o Universo se encontra em constante mudança. É necessário nos adaptarmos para os novos tempos, evoluindo com o Cosmos, ao contrário de tentar mantê-lo congelado no tempo. Ao acordarmos para este tipo de realidade, conseguiremos fazer as modificações necessárias em nossa mentalidade?
:-)
Deixamos de prestar atenção nas consequências de nosso estilo de vida, sacrificando a própria saúde em nome da praticidade e do lucro. Permitimos que as emoções tomem conta, nublando a mente e nos fazendo esquecer objetivos, por mais nobres que sejam. Seguimos sugestões sem analisar o que é recomendado, enfeitiçados por ilusões de grandeza, que servem apenas para nos aprisionar.
Andamos no escuro quando nos mantemos nos mesmos moldes, pois o Universo se encontra em constante mudança. É necessário nos adaptarmos para os novos tempos, evoluindo com o Cosmos, ao contrário de tentar mantê-lo congelado no tempo. Ao acordarmos para este tipo de realidade, conseguiremos fazer as modificações necessárias em nossa mentalidade?
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sexta-feira, 13 de junho de 2014
Por quê se tornam desnecessários?
Desde pequenos somos adestrados a nos comportarmos dentro de um padrão: o de sermos completamente descartáveis. Em nome do lucro, corporações moldam nosso estilo de vida, que seguimos sem, ou com o mínimo, de questionamento. Escravos destes hábitos, esta na hora de nos libertarmos, procurando meios de alterar a própria base da sociedade, a economia.
Para encontrarmos diferentes resultados, é necessário um novo tipo de mentalidade, disposta a desafiar o paradigma vigente. É preciso que estejamos dispostos a analisar conscientemente as direções que queremos dar para nós e para toda a nação. Mas também é fundamental que transformemos os pensamentos em ação, para deixar claro o que queremos, e como queremos.
Sem que a população mostre uma mudança de comportamento, tudo irá continuar na mesma, onde poucos se beneficiam do trabalho de muitos. Continuaremos sendo desnecessários, facilmente substituídos por uma nova geração, recém saída do chão de fábrica escolar. Podemos rapidamente mudar tal cenário, mas será que estamos preparados para crescer e assumir a responsabilidade de nossos próprios atos?
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Para encontrarmos diferentes resultados, é necessário um novo tipo de mentalidade, disposta a desafiar o paradigma vigente. É preciso que estejamos dispostos a analisar conscientemente as direções que queremos dar para nós e para toda a nação. Mas também é fundamental que transformemos os pensamentos em ação, para deixar claro o que queremos, e como queremos.
Sem que a população mostre uma mudança de comportamento, tudo irá continuar na mesma, onde poucos se beneficiam do trabalho de muitos. Continuaremos sendo desnecessários, facilmente substituídos por uma nova geração, recém saída do chão de fábrica escolar. Podemos rapidamente mudar tal cenário, mas será que estamos preparados para crescer e assumir a responsabilidade de nossos próprios atos?
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quinta-feira, 12 de junho de 2014
Quando nos tornamos insignificantes?
Nossa mania pelo descartável irrestrito é tamanha que abdicamos da criação da própria moral, terceirizando a tarefa. Acabamos perdendo nossa personalidade, nos tornando robôs comandados por quem pagar mais, sendo completamente insignificantes. Ao deixarmos que o lucro guie nossa vidas, ficamos vulneráveis aos ataques mais diversos, principalmente que incentivam os instintos.
Deixamos a razão de lado para nos tornarmos parte do sensacionalismo que toma conta dos noticiários, vendidos como jornalismo. Participamos de obrigações sociais, como as eleições, mesmo sem nenhum compromisso dos eleitos com seus representados. E mais, ainda nos disponibilizamos para sermos marcados como gado, até sem existir nenhum motivo plausível para tal.
Talves nos comportamos como animais por sermos tratados de tal maneira, violando direitos básicos para qualquer forma de vida. Mas esperar uma mudança por parte dos donos do poder é uma ilusão: enquanto existir lucro, a situação se manterá na mesma. A resposta seria uma alteração na mente da população, mas como desprender tais mentes da alienação criada desde sua infância?
:-)
Deixamos a razão de lado para nos tornarmos parte do sensacionalismo que toma conta dos noticiários, vendidos como jornalismo. Participamos de obrigações sociais, como as eleições, mesmo sem nenhum compromisso dos eleitos com seus representados. E mais, ainda nos disponibilizamos para sermos marcados como gado, até sem existir nenhum motivo plausível para tal.
Talves nos comportamos como animais por sermos tratados de tal maneira, violando direitos básicos para qualquer forma de vida. Mas esperar uma mudança por parte dos donos do poder é uma ilusão: enquanto existir lucro, a situação se manterá na mesma. A resposta seria uma alteração na mente da população, mas como desprender tais mentes da alienação criada desde sua infância?
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quarta-feira, 11 de junho de 2014
Onde fica o irrelevante?
Mais do que um indicador de como deveria estar a população de um país, a economia é um reflexo das prioridades do povo. Tal guia da cultura já se demonstrou ineficiente e ineficaz para revelar o bem estar do público, quando muito para ser a base de relacionamentos de toda uma nação, ou pior: espécie. Mas ao mantermos tal medida como estrutura central de convivência, tornamos todo o resto irrelevante, pois fica propenso a desmoronar facilmente.
Abrimos mão da segurança em troca de conforto, mas nos iludimos duplamente, ficando sem nenhum, e ainda pagando pelos dois. Temos a liberdade ameaçada, em nome de um lucro que nunca é suficiente, e por aqueles que se mostram os mais confiáveis. Ficamos a mercê de predadores, mesmo quando menos esperamos, que nos induzem ao seu controle, seja ele qual for.
O estilo de vida dos vencedores nem sempre é o ideal para o crescimento de uma sociedade sadia, fazendo com que reconsideremos certas escolhas. Ao observarmos o Universo e nossa relação com ele sob diferentes aspectos, podemos mudar radicalmente a maneira como nos comportamos. E mais do que destruir o planeta que temos como casa, talvez sejamos capazes de ajudá-lo a se curar, criando mais diversidade?
:-)
Abrimos mão da segurança em troca de conforto, mas nos iludimos duplamente, ficando sem nenhum, e ainda pagando pelos dois. Temos a liberdade ameaçada, em nome de um lucro que nunca é suficiente, e por aqueles que se mostram os mais confiáveis. Ficamos a mercê de predadores, mesmo quando menos esperamos, que nos induzem ao seu controle, seja ele qual for.
O estilo de vida dos vencedores nem sempre é o ideal para o crescimento de uma sociedade sadia, fazendo com que reconsideremos certas escolhas. Ao observarmos o Universo e nossa relação com ele sob diferentes aspectos, podemos mudar radicalmente a maneira como nos comportamos. E mais do que destruir o planeta que temos como casa, talvez sejamos capazes de ajudá-lo a se curar, criando mais diversidade?
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terça-feira, 10 de junho de 2014
Quem coleciona o desprezível?
Apesar de todo o descarte que, como cultura, estamos fazendo, existem aqueles que se apegam ao passado, esquecendo de viver o presente. Longe de aderir à práticas benéficas, amontoam apenas lixo, que corrompe suas vidas, e daqueles que estão ao seu redor. Vão criando montanhas cada vez mais difíceis de serem escaladas, e que podem, a qualquer momento, ruir sobre elas, soterrando-as.
A manipulação da mídia nas decisões de um país podem, se o povo acordar, se voltar contra a própria, acabando com impérios. O mesmo acontece com certos grupos da sociedade, que se acham no direito de explorar o resto por terem maiores condições financeiras. E é com o foco sempre no lucro que algumas corporações criam verdadeiros Montes Everest para o resto da população.
Talvez o acúmulo de um bem abstrato esteja em conflito com o tipo de realidade que queremos, ou que precisamos para garantir a sobrevivência. Eventualmente, chegaremos a conclusão de que existem outras opções, e que certos padrões devem ser modificados para podermos seguir em frente. Novas perspectivas podem mudar completamente como vemos o Universo, então por quê ignorá-las, se podem nos mostrar além de uma simples peça do quebra-cabeça?
:-)
A manipulação da mídia nas decisões de um país podem, se o povo acordar, se voltar contra a própria, acabando com impérios. O mesmo acontece com certos grupos da sociedade, que se acham no direito de explorar o resto por terem maiores condições financeiras. E é com o foco sempre no lucro que algumas corporações criam verdadeiros Montes Everest para o resto da população.
Talvez o acúmulo de um bem abstrato esteja em conflito com o tipo de realidade que queremos, ou que precisamos para garantir a sobrevivência. Eventualmente, chegaremos a conclusão de que existem outras opções, e que certos padrões devem ser modificados para podermos seguir em frente. Novas perspectivas podem mudar completamente como vemos o Universo, então por quê ignorá-las, se podem nos mostrar além de uma simples peça do quebra-cabeça?
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segunda-feira, 9 de junho de 2014
O que é descartável?
A Revolução Industrial trouxe uma mudança de paradigma, onde passamos da escassez material, para a abundância. Ainda estamos tentando nos adaptar a ela, e já temos também a Revolução Digital, que fez o mesmo com a informação. Tamanha fartura nos tornou desleixados, onde passamos a considerar tudo descartável, colocando em risco o novo estilo de vida.
Abandonamos nutrientes em prol de uma chamada praticidade, que acaba se tornando um tiro no pé, ao perdermos tempo correndo atrás da saúde abdicada. Desprezamos os impactos ambientais na procura por uma energia barata, como se tivêssemos inúmeros planetas para usufruir. Complicamos a vida da população com regras e normas que são ignoradas pelos seus criadores, sendo aplicadas quando convêm.
Temos como criar um padrão que traga benefício para todos, se conseguirmos focar em um objetivo claro para toda sociedade. Temos muito a descartar, como hábitos antigos, que precisam ser revistos para sabermos se ainda possuem valor em nossos dias. E também temos muito a manter, ou negligenciaremos toda a evolução que nos trouxe até esta fantástica era em que estamos vivendo?
:-)
Abandonamos nutrientes em prol de uma chamada praticidade, que acaba se tornando um tiro no pé, ao perdermos tempo correndo atrás da saúde abdicada. Desprezamos os impactos ambientais na procura por uma energia barata, como se tivêssemos inúmeros planetas para usufruir. Complicamos a vida da população com regras e normas que são ignoradas pelos seus criadores, sendo aplicadas quando convêm.
Temos como criar um padrão que traga benefício para todos, se conseguirmos focar em um objetivo claro para toda sociedade. Temos muito a descartar, como hábitos antigos, que precisam ser revistos para sabermos se ainda possuem valor em nossos dias. E também temos muito a manter, ou negligenciaremos toda a evolução que nos trouxe até esta fantástica era em que estamos vivendo?
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sexta-feira, 6 de junho de 2014
Onde encontramos sustentação?
Somos seres sociais, e, portanto, precisamos aprender a viver como tais, em cooperação, ao contrário da atual competição. Sem o apoio da comunidade, vivemos em estado de medo, receosos dos próprios vizinhos, que deveríamos ver como irmãos, ao invés de adversários. É necessário modificar a própria cultura, baseada no pavor da escassez, da justiça vingativa e no governo da força bruta.
É preciso mudar a abordagem frente a certas questões, onde desconsideramos a educação como resposta, ou preferimos escondê-la. Também devemos alterar os objetivos, focados em um lucro crescente e infinito, incompatível com um planeta estacionário e limitado. Trocar a maneira como vemos a alimentação é primordial para melhorarmos a saúde, que vem sofrendo ataques de onde menos se espera.
Sem estas variações, corremos o risco de perdermos ainda mais direitos do que já nos foram tirados, em nome de uma segurança e conforto ilusórios. A capacidade que temos de ir adiante depende da liberdade que temos, e, principalmente, da que os outros tem. Ou ainda ignoramos que apenas acrescentamos ao que os antepassados e companheiros presentes fazem, moldando o que já existe segundo nossa própria visão?
:-)
É preciso mudar a abordagem frente a certas questões, onde desconsideramos a educação como resposta, ou preferimos escondê-la. Também devemos alterar os objetivos, focados em um lucro crescente e infinito, incompatível com um planeta estacionário e limitado. Trocar a maneira como vemos a alimentação é primordial para melhorarmos a saúde, que vem sofrendo ataques de onde menos se espera.
Sem estas variações, corremos o risco de perdermos ainda mais direitos do que já nos foram tirados, em nome de uma segurança e conforto ilusórios. A capacidade que temos de ir adiante depende da liberdade que temos, e, principalmente, da que os outros tem. Ou ainda ignoramos que apenas acrescentamos ao que os antepassados e companheiros presentes fazem, moldando o que já existe segundo nossa própria visão?
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quinta-feira, 5 de junho de 2014
Quem tem suporte?
Conseguimos ver claramente quem tem uma fundação estável e firme, e quem vive na corda bamba, incerto de seu próximo passo. Aquele que tem um suporte, por mais instável que seja o terreno, se movimenta com segurança, por mais devagar que seja. Ele sabe exatamente onde quer ir, e como fazer para chegar lá, usando da paciência para alcançar seu objetivo, guardando sua energia para quando necessário.
Observando o que é feito com os recursos naturais, é possível prevenir sua escassez, ao voltar o consumo para a necessidade, ao invés do lucro. Analisando o próprio estilo de vida que temos hoje, poderemos prever como as próximas gerações irão se comportar, ou que mudanças terão de fazer. Perceber quem mais se beneficia com os problemas da sociedade é uma maneira de compreender onde falta estrutura.
Criar uma sustentação com o resto da comunidade é diferente de criar uma para ela, pois a primeira leva a cooperação, enquanto que a segunda pode ser uma imposição. E sem a população, qualquer um que diga ter uma base, se encontra sem nada, pois é incapaz de ir muito distante. Ao compreendermos que cruzamos o caminho com outros, escolheremos a guerra e a pressão, ou a paz e a colaboração?
:-)
Observando o que é feito com os recursos naturais, é possível prevenir sua escassez, ao voltar o consumo para a necessidade, ao invés do lucro. Analisando o próprio estilo de vida que temos hoje, poderemos prever como as próximas gerações irão se comportar, ou que mudanças terão de fazer. Perceber quem mais se beneficia com os problemas da sociedade é uma maneira de compreender onde falta estrutura.
Criar uma sustentação com o resto da comunidade é diferente de criar uma para ela, pois a primeira leva a cooperação, enquanto que a segunda pode ser uma imposição. E sem a população, qualquer um que diga ter uma base, se encontra sem nada, pois é incapaz de ir muito distante. Ao compreendermos que cruzamos o caminho com outros, escolheremos a guerra e a pressão, ou a paz e a colaboração?
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quarta-feira, 4 de junho de 2014
Quando mudar uma fundação?
Por vezes, existirá em nosso caminho, mudanças que precisarão acontecer, seja por causa da própria estrada, seja por causa da maneira como vemos o Universo. Uma ponte a ser erguida ou um reforço na fundação para sustentar mais peso são modificações que, em princípio, talvez nem estivessêmos imaginando. E, possivelmente, como podemos ser contra certas alterações, em um primeiro momento, precisamos analisar se estamos errados, criando disperdícios apenas por sermos teimosos e orgulhosos.
Ao notarmos que certas leis foram criadas arbitrariamente, servindo apenas para proteger certas organizações, lesando o resto da sociedade. A preferência dada a um exclusivo padrão de comportamento, seguindo indicações de corporações que visam o lucro, primeiramente. Até mesmo a maneira como nos tratamos, seja em nossos relacionamentos pessoais, ou entre nações e culturas diferentes.
Desde que nascemos, observamos o mundo sob diversos aspectos, que vão se complementando para criar a imagem completa da realidade. Podemos passar a vida toda sem entender como certas coisas funcionam, ou qual o propósito de outras, mostrando que é impossível saber sobre tudo. Mas ao contrário de nos desmotivarmos, deveríamos ver nisto um desafio, ou preferimos ficar com a mente estagnada no mesmo patamar?
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Ao notarmos que certas leis foram criadas arbitrariamente, servindo apenas para proteger certas organizações, lesando o resto da sociedade. A preferência dada a um exclusivo padrão de comportamento, seguindo indicações de corporações que visam o lucro, primeiramente. Até mesmo a maneira como nos tratamos, seja em nossos relacionamentos pessoais, ou entre nações e culturas diferentes.
Desde que nascemos, observamos o mundo sob diversos aspectos, que vão se complementando para criar a imagem completa da realidade. Podemos passar a vida toda sem entender como certas coisas funcionam, ou qual o propósito de outras, mostrando que é impossível saber sobre tudo. Mas ao contrário de nos desmotivarmos, deveríamos ver nisto um desafio, ou preferimos ficar com a mente estagnada no mesmo patamar?
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terça-feira, 3 de junho de 2014
Como criar um alicerce?
Para pavimentar o caminho da vida, é preciso prestarmos atenção para onde estamos nos dirigindo, e sobre que tipo de terreno estamos viajando. É necessário se adaptar às mudanças do solo, assim como com a rota, que pode variar conforme o objetivo que temos em mente. Para tanto, ver a realidade como ela é, livre de ilusões e fantasias, nos ajudam a criar algo duradouro, que pode ficar como uma plataforma para outros.
Ir contra a cultura do desperdício pode ser um suicídio político na atualidade, mas gerações futuras julgarão sob um outro ponto de vista. Outro exemplo é encontrar alternativas menos nocivas para a saúde enquanto se mantém o progresso, apesar da propaganda de grandes corporações. Lutar para manter a liberdade de usufruir de recursos naturais, antes que sejam transformados em lixos tóxicos, é outra maneira de encarar a realidade.
Ao notarmos sobre o que a sociedade se mantém, entendemos como certos comportamentos proliferam, por mais que sejam combatidos. Ao crescermos, aprendemos que a estrutura inicial, nem sempre é a mais recomendada para o terreno que estamos trilhando, ou para a carga que queremos levar. Compreendendo que existem mudanças no caminho, conseguiremos a sabedoria de rever o planejamento, modificando a fundação?
:-)
Ir contra a cultura do desperdício pode ser um suicídio político na atualidade, mas gerações futuras julgarão sob um outro ponto de vista. Outro exemplo é encontrar alternativas menos nocivas para a saúde enquanto se mantém o progresso, apesar da propaganda de grandes corporações. Lutar para manter a liberdade de usufruir de recursos naturais, antes que sejam transformados em lixos tóxicos, é outra maneira de encarar a realidade.
Ao notarmos sobre o que a sociedade se mantém, entendemos como certos comportamentos proliferam, por mais que sejam combatidos. Ao crescermos, aprendemos que a estrutura inicial, nem sempre é a mais recomendada para o terreno que estamos trilhando, ou para a carga que queremos levar. Compreendendo que existem mudanças no caminho, conseguiremos a sabedoria de rever o planejamento, modificando a fundação?
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segunda-feira, 2 de junho de 2014
Por quê ter uma base?
Para se construir uma casa ou um prédio, é necessário um alicerce, para que ela se mantenha erguida por um bom tempo. O mesmo vale para o caminho da vida, pois conseguimos andar onde nossos pés encontram firmeza, capaz de nos sustentar. Sem ter uma base para seguirmos, sofremos com os lamaçais onde nos enfiamos, atrasando a jornada e drenando nossas forças desnecessariamente.
É preciso conhecer o que colocamos na boca, sob pena de ficarmos doentes facilmente, sem nutrientes que nos fortaleçam. Para nos entendermos melhor, uma fundação sobre o próprio idioma é recomendável, para deixarmos o papel de idiotas longe. Até mesmo para a moral, ter onde se apoiar mostra a seriedade do que se pretende alcançar, e do tipo de sociedade que esperamos.
Saber onde pisamos fica mais fácil quando fomos nós que cimentamos o chão, pois nos dá a certeza de está bem feito, resistindo a qualquer vento mais forte. E podemos fazer da maneira como quisermos, sendo mais detalhistas, cuidadosos e econômicos com os recursos que temos. Aprendendo a pavimentar nosso próprio caminho, teremos o cuidado de prestar atenção para onde estamos indo, e sobre o que estamos construindo?
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É preciso conhecer o que colocamos na boca, sob pena de ficarmos doentes facilmente, sem nutrientes que nos fortaleçam. Para nos entendermos melhor, uma fundação sobre o próprio idioma é recomendável, para deixarmos o papel de idiotas longe. Até mesmo para a moral, ter onde se apoiar mostra a seriedade do que se pretende alcançar, e do tipo de sociedade que esperamos.
Saber onde pisamos fica mais fácil quando fomos nós que cimentamos o chão, pois nos dá a certeza de está bem feito, resistindo a qualquer vento mais forte. E podemos fazer da maneira como quisermos, sendo mais detalhistas, cuidadosos e econômicos com os recursos que temos. Aprendendo a pavimentar nosso próprio caminho, teremos o cuidado de prestar atenção para onde estamos indo, e sobre o que estamos construindo?
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