Nossa mania pelo descartável irrestrito é tamanha que abdicamos da criação da própria moral, terceirizando a tarefa. Acabamos perdendo nossa personalidade, nos tornando robôs comandados por quem pagar mais, sendo completamente insignificantes. Ao deixarmos que o lucro guie nossa vidas, ficamos vulneráveis aos ataques mais diversos, principalmente que incentivam os instintos.
Deixamos a razão de lado para nos tornarmos parte do sensacionalismo que toma conta dos noticiários, vendidos como jornalismo. Participamos de obrigações sociais, como as eleições, mesmo sem nenhum compromisso dos eleitos com seus representados. E mais, ainda nos disponibilizamos para sermos marcados como gado, até sem existir nenhum motivo plausível para tal.
Talves nos comportamos como animais por sermos tratados de tal maneira, violando direitos básicos para qualquer forma de vida. Mas esperar uma mudança por parte dos donos do poder é uma ilusão: enquanto existir lucro, a situação se manterá na mesma. A resposta seria uma alteração na mente da população, mas como desprender tais mentes da alienação criada desde sua infância?
:-)
quinta-feira, 12 de junho de 2014
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