Mais do que um indicador de como deveria estar a população de um país, a economia é um reflexo das prioridades do povo. Tal guia da cultura já se demonstrou ineficiente e ineficaz para revelar o bem estar do público, quando muito para ser a base de relacionamentos de toda uma nação, ou pior: espécie. Mas ao mantermos tal medida como estrutura central de convivência, tornamos todo o resto irrelevante, pois fica propenso a desmoronar facilmente.
Abrimos mão da segurança em troca de conforto, mas nos iludimos duplamente, ficando sem nenhum, e ainda pagando pelos dois. Temos a liberdade ameaçada, em nome de um lucro que nunca é suficiente, e por aqueles que se mostram os mais confiáveis. Ficamos a mercê de predadores, mesmo quando menos esperamos, que nos induzem ao seu controle, seja ele qual for.
O estilo de vida dos vencedores nem sempre é o ideal para o crescimento de uma sociedade sadia, fazendo com que reconsideremos certas escolhas. Ao observarmos o Universo e nossa relação com ele sob diferentes aspectos, podemos mudar radicalmente a maneira como nos comportamos. E mais do que destruir o planeta que temos como casa, talvez sejamos capazes de ajudá-lo a se curar, criando mais diversidade?
:-)
quarta-feira, 11 de junho de 2014
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