Somos seres sociais, mas nem por isto é necessário perdermos a individualidade, nos comportando como o padrão que tentam forçar em anúncios. O Ego, quando em contato com o Eu verdadeiro, encontra os meios de respeitar as opiniões alheias, e de trabalhar em direção ao mesmo objetivo. É o contrário do que as propagandas pregam, ao fazer das diferenças motivos de segregação e desprezo, ao invés de união e celebração.
Onde os representantes do povo procuram se distanciar cada vez mais de seus “representados”, assumindo o papel de governantes. Fazendo a arte espontânea ser substituída pelas cores do comércio, levantando bandeiras de corporações no lugar da paz e cooperação. Nos jogando no esquecimento por mostrarmos a verdade sobre o que acontece no mundo, mas nos falta dinheiro para pagar os advogados certos.
Celebramos a mediocridade, rindo da própria desgraça, ao contraŕio de encará-la como o desafio que é, e superá-la. Preferimos nos separar do resto da sociedade, pois consideramos que esta só é melhor do que estarmos mal-acompanhados. Mas e se estivermos errados, fechando a mentalidade para desprezar o que consideramos diferente, ao invés de abrí-la pra reconhecer o que talvez seja a resposta para nossos problemas?
:-)
quinta-feira, 31 de julho de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Quando perdemos o egoísmo?
Quando o Espírito está em controle do Ego, nos tornamos altruístas, mais interessados em deixar uma boa contribuição para o planeta e a sociedade em que vivemos. Do contrário, nos tornamos completamente egoístas, pois deixamos de perceber que para termos uma vida boa, o resto da população precisa estar bem. Nos tornamos meros consumidores, preocupados apenas com a própria sobrevivência, cegos para o longo prazo que a convivência em grupo pode nos dar.
Assim, corporações destroem as comunidades onde se instalam, preocupadas com os lucros, por mais insustentáveis que sejam. Funcionários públicos e empresários se unem para lesar o Estado, esquecendo-se que este é composto de toda uma nação. A população também faz sua parte, se atirando de braços abertos em uma cultura de futilidade e vulgaridade, onde a moda é a arrogância.
Os representantes do povo nunca ilustraram tão bem os costumes de seus “representados”, mostrando o que realmente lhes garante o voto. Desconectados de quem realmente somos, permitimos ser tratados como animais de abate ou mulas de carga, bodes expiatórios dos mais fortes. Distraídos pelas propagandas, esquecemos que somos mais do que feras, capazes de domar nossa bestialidade para alcançarmos patamares mais altos?
:-)
Assim, corporações destroem as comunidades onde se instalam, preocupadas com os lucros, por mais insustentáveis que sejam. Funcionários públicos e empresários se unem para lesar o Estado, esquecendo-se que este é composto de toda uma nação. A população também faz sua parte, se atirando de braços abertos em uma cultura de futilidade e vulgaridade, onde a moda é a arrogância.
Os representantes do povo nunca ilustraram tão bem os costumes de seus “representados”, mostrando o que realmente lhes garante o voto. Desconectados de quem realmente somos, permitimos ser tratados como animais de abate ou mulas de carga, bodes expiatórios dos mais fortes. Distraídos pelas propagandas, esquecemos que somos mais do que feras, capazes de domar nossa bestialidade para alcançarmos patamares mais altos?
:-)
terça-feira, 29 de julho de 2014
Quem sabe usar a personalidade?
Para coordenar as idéias, organizando-as de maneira que conseguiremos colocar em prática, o Ego usa bastante da nossa atenção. É através dela que ele sabe quais são as nossas prioridades, o que deve ser realizado primeiro, e o que pode ficar para depois. Este é o motivo de qualquer propaganda ser chamativa, pois ao capturar a curiosidade, ela atrai a concentração necessária para se tornar uma preferência.
Ao nos encontrarmos em alguma situação de estresse, o corpo envia sinais para a cabeça que, sem controle, responde de forma instintiva, e bárbara. O mesmo acontece com a ganância, que cega as pessoas para seu estilo de vida, destrutivo para o resto da sociedade. A própria ignorância pode fazer com que o Ego confunda coisas básicas, aumentando ainda mais as segregações que deveria diminuir.
Sem ter uma alma por trás, parecemos robôs, sem noção dos atos que estamos cometendo, e das pessoas que estamos prejudicando. Deixamos de ser o Eu, e passamos a ser mais um gado a ser guiado, enquanto tiver utilidade, para mais tarde ser abatido, por ser descartável. Até quando daremos voz para o corpo, que apenas usa de instintos, nos rebaixando à menos do que animais, incapazes de se relacionar com o Universo?
:-)
Ao nos encontrarmos em alguma situação de estresse, o corpo envia sinais para a cabeça que, sem controle, responde de forma instintiva, e bárbara. O mesmo acontece com a ganância, que cega as pessoas para seu estilo de vida, destrutivo para o resto da sociedade. A própria ignorância pode fazer com que o Ego confunda coisas básicas, aumentando ainda mais as segregações que deveria diminuir.
Sem ter uma alma por trás, parecemos robôs, sem noção dos atos que estamos cometendo, e das pessoas que estamos prejudicando. Deixamos de ser o Eu, e passamos a ser mais um gado a ser guiado, enquanto tiver utilidade, para mais tarde ser abatido, por ser descartável. Até quando daremos voz para o corpo, que apenas usa de instintos, nos rebaixando à menos do que animais, incapazes de se relacionar com o Universo?
:-)
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Por quê temos Ego?
Para compreender o Ego, é necessário entender que somos um espirito em um corpo com uma mente, e que ele faz parte do pensamento. Ele tem o poder de nos ajudar a visualizar idéias, assim como bolar a maneira de colocá-las em prática, transformando conceitos em materialidade. Infelizmente, ele é incapaz de gerar algo próprio e original, precisando de uma fonte que, em circunstâncias normais, seria o Eu verdadeiro, ou nossa alma.
É quando ele mostra o quanto consegue ser altruísta, demonstrando o lado social do ser humano, preocupado com a melhoria de vida de todos. Aparece o equilíbrio da pessoa, sendo mais difícil de ser abalada por estímulos externos, mesmo que a pressão seja grande. Nos tornamos capazes de um raciocínio crítico e de uma opinião com base, algo que está cada vez mais difícil de ser encontrado.
Abrir nossa cabeça para novas idéias também significa deixarmos o Ego ouvir o Eu, a nossa alma, que tem sugestões necessárias para a vida. O espírito é uma fonte de criatividade e sugestões, mas ele, sozinho, é incapaz de atuar no plano material, precisando de todo o resto para isto. Sendo bombardeados por tanta propaganda, um momento de paz e silencio, como uma meditação, serviriam como a terra firme no meio de uma tempestade marítima?
:-)
É quando ele mostra o quanto consegue ser altruísta, demonstrando o lado social do ser humano, preocupado com a melhoria de vida de todos. Aparece o equilíbrio da pessoa, sendo mais difícil de ser abalada por estímulos externos, mesmo que a pressão seja grande. Nos tornamos capazes de um raciocínio crítico e de uma opinião com base, algo que está cada vez mais difícil de ser encontrado.
Abrir nossa cabeça para novas idéias também significa deixarmos o Ego ouvir o Eu, a nossa alma, que tem sugestões necessárias para a vida. O espírito é uma fonte de criatividade e sugestões, mas ele, sozinho, é incapaz de atuar no plano material, precisando de todo o resto para isto. Sendo bombardeados por tanta propaganda, um momento de paz e silencio, como uma meditação, serviriam como a terra firme no meio de uma tempestade marítima?
:-)
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Quem nos arrasta pra baixo?
Ao permitirmos que as emoções tomem conta de nossas ações, deixamos que o Ego no arraste para baixo, ao agirmos por instinto. Sem controle, ele cria o pior cenário possível em nossas mentes, nos incitando para o prazer do conforto ou para o medo do ataque. Se agimos, o fazemos de modo acuado, como um animal encurralado, que deixa a lógica de lado, se machucando na tentativa de escapar.
Vemos como governos reagem à mínima expressão de uma verdadeira democracia, mostrando quem realmente está apavorado. Somos distraídos pelo entretenimento, que organiza as festas mais esdrúxulas, na tentativa de conter o pedido de direitos. Enquanto isto, o verdadeiro alvo de nossas ações se esconde nos bastidores, escondendo a cara do tapa certeiro que levariam, no lugar de seus bodes expiatórios.
Controlados pela mídia, esquecemos até mesmo como funciona a sociedade de que participamos, e usamos o alvo que nos diponibilizam. Esquecemos de olhar para além do palco colocado em nossa frente, para ver quem são os financiadores, e quem acaba lucrando com o ocorrido. Será que algum dia teremos a capacidade de vermos que nossa força está na união, e que nosso maior inimigo está dentro de nós mesmos, junto com nosso maior aliado?
:-)
Vemos como governos reagem à mínima expressão de uma verdadeira democracia, mostrando quem realmente está apavorado. Somos distraídos pelo entretenimento, que organiza as festas mais esdrúxulas, na tentativa de conter o pedido de direitos. Enquanto isto, o verdadeiro alvo de nossas ações se esconde nos bastidores, escondendo a cara do tapa certeiro que levariam, no lugar de seus bodes expiatórios.
Controlados pela mídia, esquecemos até mesmo como funciona a sociedade de que participamos, e usamos o alvo que nos diponibilizam. Esquecemos de olhar para além do palco colocado em nossa frente, para ver quem são os financiadores, e quem acaba lucrando com o ocorrido. Será que algum dia teremos a capacidade de vermos que nossa força está na união, e que nosso maior inimigo está dentro de nós mesmos, junto com nosso maior aliado?
:-)
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Como continuamos cavando?
Cegos pelo orgulho, repudiamos qualquer evidência que possa comprovar algum erro de nossa parte, esquecendo que estamos em constante aprendizado. Crescemos por toda a vida, e durante seu período, somos ensinados que nunca sabemos tudo, sempre existe algo que nos escapa a atenção. Mas focados em nosso umbigo, desprezamos as lições do Universo, e vemos a entropia e o caos crescerem em nosso meio.
Apesar das informações disponíveis, deixamos que obstáculos prevaleçam entre nós e nossos direitos. Permitimos que pessoas sem conhecimento técnico tomem posições de poder na sociedade, e decidam sobre a vida dos outros. Mas o que podemos esperar, se nem sabemos como controlar nossos sentimentos, sendo influenciados por qualquer estímulo externo.
Sem conhecimento sobre nós mesmos, aceitamos que outros façam as escolhas por nós, quando eles mesmos lutam contra suas ganâncias e vícios. Esperamos que nos deixem em uma situação melhor, mas esquecemos que são pessoas como nós, ao as idealizarmos como salvadoras. Quando iremos notar que somos parte fundamental do processo de socialização, e iremos fazer nosso papel de cidadãos?
:-)
Apesar das informações disponíveis, deixamos que obstáculos prevaleçam entre nós e nossos direitos. Permitimos que pessoas sem conhecimento técnico tomem posições de poder na sociedade, e decidam sobre a vida dos outros. Mas o que podemos esperar, se nem sabemos como controlar nossos sentimentos, sendo influenciados por qualquer estímulo externo.
Sem conhecimento sobre nós mesmos, aceitamos que outros façam as escolhas por nós, quando eles mesmos lutam contra suas ganâncias e vícios. Esperamos que nos deixem em uma situação melhor, mas esquecemos que são pessoas como nós, ao as idealizarmos como salvadoras. Quando iremos notar que somos parte fundamental do processo de socialização, e iremos fazer nosso papel de cidadãos?
:-)
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Por quê somos cegos para o abismo?
Tornamos pensamentos em nossa própria realidade e acreditamos cegamente neles, refutando quaisquer evidências que mostrem os erros. Nos tornamos escravos dos sentimentos, considerando mais o orgulho e a honra do que a vida de terceiros, ou até mesmo a nossa. Tentamos defender esta imagem mental que temos com unhas e dentes, ignorando que ela pode ser a razão dos problemas que enfrentamos.
Esquecemos o papel que decidimos desempenhar na sociedade, quando está se mostra diferente do que estávamos preparados para enfrentar. Lutamos para manter o mesmo tipo de economia, mesmo se demonstrando necessárias algumas mudanças, para deixar de ser uma ameaça. Abrimos mão dos fundamentos da educação para escravizar estudantes com dívidas cada vez mais pesadas, onde muitos ficam presos até o fim de suas vidas.
Temos as ferramentas para aprendermos sobre o Universo, como ele funciona e quais as forças que regem seus movimentos. Mas enquanto dermos mais valor ao entretenimento do que ao ensino, ficaremos presos à velha armadilha do pão e circo. Como justificar tamanha futilidade, ao fecharmos os olhos para o que é necessário fazer, escolhendo o que queremos?
:-)
Esquecemos o papel que decidimos desempenhar na sociedade, quando está se mostra diferente do que estávamos preparados para enfrentar. Lutamos para manter o mesmo tipo de economia, mesmo se demonstrando necessárias algumas mudanças, para deixar de ser uma ameaça. Abrimos mão dos fundamentos da educação para escravizar estudantes com dívidas cada vez mais pesadas, onde muitos ficam presos até o fim de suas vidas.
Temos as ferramentas para aprendermos sobre o Universo, como ele funciona e quais as forças que regem seus movimentos. Mas enquanto dermos mais valor ao entretenimento do que ao ensino, ficaremos presos à velha armadilha do pão e circo. Como justificar tamanha futilidade, ao fecharmos os olhos para o que é necessário fazer, escolhendo o que queremos?
:-)
terça-feira, 22 de julho de 2014
Quando entramos no precipício?
Sem estarmos conscientes do que se passa em nossa própria cabeça, imaginamos mundos onde somos deuses absolutos, cheios de caprichos. Fantasiamos todas as vontades sendo realizadas, enquanto que obstáculos são despedaçados sem o menor esforço, mesmo sendo outras pessoas. Entretanto, deixamos de notar que pensamentos alteram o humor, e este dá o tom de como realizamos os atos.
Esquecemos o quanto somos egoístas, presos em nossa realidade imaginária, ainda mais quando nos comportamos como todos os outros. Usamos a ignorância para justificar atos selvagens, que ferem aqueles que mais precisam de auxílio e proteção. Mas o que mais vemos é a ganância, que destroi com milhares de vidas diariamente, fazendo com que nos comportemos piores que quaisquer animais.
Vemos vícios comandarem o país, onde atos que deveriam ser de cidadania foram deturpados, transformados em uma das carreiras mais lucrativas do planeta. E a população, sem educação, se deixa levar por tal ilusão, procurando meios de fazerem parte do processo, e receberem as migalhas da mesa. Que tipo de dignidade esperamos ter, se aceitamos tão facilmente rastejar aos pés daqueles que deveriam trabalhar para nós, ao contrário de comandar?
:-)
Esquecemos o quanto somos egoístas, presos em nossa realidade imaginária, ainda mais quando nos comportamos como todos os outros. Usamos a ignorância para justificar atos selvagens, que ferem aqueles que mais precisam de auxílio e proteção. Mas o que mais vemos é a ganância, que destroi com milhares de vidas diariamente, fazendo com que nos comportemos piores que quaisquer animais.
Vemos vícios comandarem o país, onde atos que deveriam ser de cidadania foram deturpados, transformados em uma das carreiras mais lucrativas do planeta. E a população, sem educação, se deixa levar por tal ilusão, procurando meios de fazerem parte do processo, e receberem as migalhas da mesa. Que tipo de dignidade esperamos ter, se aceitamos tão facilmente rastejar aos pés daqueles que deveriam trabalhar para nós, ao contrário de comandar?
:-)
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Onde é o fundo do poço?
Nos mantemos em uma rota destrutiva, cavando cada vez mais fundo, talvez na esperança de alcançar algum local que possamos chamar de fim. Mas nos enganamos, pois nos aprofundamos sem limites, onde os únicos sintomas são as condições de vida da espécie. Enquanto existir algum ser humano sendo explorado, manteremos o sentido de onde estamos indo, e o mesmo objetivo.
Observamos o exemplo máximo de uma economia de acúmulo, fazendo da democracia uma ilusão por conta de patrocinadores. Representantes do povo mostram seu verdadeiro caráter, se importanto apenas com o próprio bolso, esquecendo o restante da nação. E a própria população ajuda a manter esta cultura, abraçando impostos absurdos como se ainda estivêssemos no tempo do descobrimento.
Somos tratados como descartáveis, e ainda assim mantemos o mesmo comportamento de séculos, nos entregando aos vícios pelo prazer imediato. Enquanto tivermos tal mentalidade, teremos resultados iguais aos dos últimos milênios, vivendo como escravos sem importância. Quando entenderemos nosso papel no Universo, e assumiremos uma postura de indivíduos livres e, realmente, civilizados?
:-)
Observamos o exemplo máximo de uma economia de acúmulo, fazendo da democracia uma ilusão por conta de patrocinadores. Representantes do povo mostram seu verdadeiro caráter, se importanto apenas com o próprio bolso, esquecendo o restante da nação. E a própria população ajuda a manter esta cultura, abraçando impostos absurdos como se ainda estivêssemos no tempo do descobrimento.
Somos tratados como descartáveis, e ainda assim mantemos o mesmo comportamento de séculos, nos entregando aos vícios pelo prazer imediato. Enquanto tivermos tal mentalidade, teremos resultados iguais aos dos últimos milênios, vivendo como escravos sem importância. Quando entenderemos nosso papel no Universo, e assumiremos uma postura de indivíduos livres e, realmente, civilizados?
:-)
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Quando se é acariciado?
Recebemos carícias a todo instante que somos alvos de anúncios, mesmo que de forma inconsciente, como em marcas colocadas estrategicamente em filmes, novelas e afins. Mas de uma maneira mais intensiva, nos tornamos o objeto preferido de dois em dois anos, quando temos eleições. Estes momentos são quando demonstramos o quanto abdicamos da memória, em troca de afagos e mimos, mesmo que sejam apenas em promessas nunca cumpridas.
Querem que abandonemos as necessidades básicas, em troca de outras mais caras, e mais lucrativas, que levarão gerações para pagar. Demonstram interesse nas idéias do povo, quando, na verdade, querem manter o governo como um clube privado, para o benefício de seus financiadores. Nos passam a impressão de que temos o poder e a escolha, apesar de obedecerem aos mesmos patrocinadores de seus concorrentes.
Somos tratados como lixo durante todo o tempo, que, misteriosamente, se torna esquecido ou distorcido durante as votações. Apesar de boas, é necessário abrir os olhos para os efeitos das carícias que recebemos, e da massagem em nosso ego. Nos tornamos tão cegos ao ponto de nos segregarmos voluntariamente, esquecermos as reais prioridades e nos entregarmos para a futilidade?
:-)
Querem que abandonemos as necessidades básicas, em troca de outras mais caras, e mais lucrativas, que levarão gerações para pagar. Demonstram interesse nas idéias do povo, quando, na verdade, querem manter o governo como um clube privado, para o benefício de seus financiadores. Nos passam a impressão de que temos o poder e a escolha, apesar de obedecerem aos mesmos patrocinadores de seus concorrentes.
Somos tratados como lixo durante todo o tempo, que, misteriosamente, se torna esquecido ou distorcido durante as votações. Apesar de boas, é necessário abrir os olhos para os efeitos das carícias que recebemos, e da massagem em nosso ego. Nos tornamos tão cegos ao ponto de nos segregarmos voluntariamente, esquecermos as reais prioridades e nos entregarmos para a futilidade?
:-)
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Onde se é afagado?
Constantemente, ao observar anúncios, sentimos nosso ego sendo afagado, mas normalmente de uma maneira que o deixe inquieto. Junto da mão fazendo uma carícia, aparece um comentário que o intimida, procurando guiar sua revolta para o consumo do produto em questão. E tornamos nossa missão de vida obter tal bem, como se sua posse representasse o fim dos problemas, ou um novo patamar evolutivo.
Transformamos um ato de cidadania em carreira das mais rentáveis, onde se recebe muito por um serviço cada vez mais duvidável. Cobiçamos troféus e medalhas, ignorando completamente o custo que eles trazem para o resto da sociedade, que é deixada de lado. Fechamos os olhos para cartéis, mesmo estando na nossa frente, na esperança que o entretenimento continue por tempo indeterminado.
Nos tornamos cegos para o que deveriam ser realmente prioridades, motivos de reivindicações e luta, por nos tornarmos mimados. Gostamos dos afagos que recebemos, pois eles idolatram nossa personalidade, por mais mediocre e infatil que seja. Nossa entrega é tamanha, que nem percebemos que nossa submissão às carícias oferecidas nos transformam em animais adestrados, incapazes de um pensamento crítico?
:-)
Transformamos um ato de cidadania em carreira das mais rentáveis, onde se recebe muito por um serviço cada vez mais duvidável. Cobiçamos troféus e medalhas, ignorando completamente o custo que eles trazem para o resto da sociedade, que é deixada de lado. Fechamos os olhos para cartéis, mesmo estando na nossa frente, na esperança que o entretenimento continue por tempo indeterminado.
Nos tornamos cegos para o que deveriam ser realmente prioridades, motivos de reivindicações e luta, por nos tornarmos mimados. Gostamos dos afagos que recebemos, pois eles idolatram nossa personalidade, por mais mediocre e infatil que seja. Nossa entrega é tamanha, que nem percebemos que nossa submissão às carícias oferecidas nos transformam em animais adestrados, incapazes de um pensamento crítico?
:-)
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Como é ser imprudente?
O egoísmo é o primeiro passo para a imprudência, pois focamos apenas em nós, esquecendo que vivemos em um Universo com outros seres. Deixando de lado as relações que temos, criamos situações de dificuldade para o resto da sociedade, ignorando que ela se volta contra nós. Mesmo sem vermos um convívio direto, invariavelmente somos afetados pelo que fazemos, pois o ato é repetido inúmeras vezes, atingindo a todos que o propagam.
Observamos os hábitos do passado sendo repetidos no presente, alguns que são hediondos e condenados desde o começo pela sociedade. A manipulação da população para o auxílio à ganância serve de exemplo do que estamos preparados a aceitar, como nação, em nome do entretenimento. Representantes do povo, que deveriam servir de modelos, se encontram em situações cada vez mais vergonhosas, mostrando a verdadeira face da cultura que aprenderam.
Por incentivarmos a ambição, estamos desde antes da criação da nação, realizando atos bárbaros, que vemos como problemas dos outros. Esquecemos que, por termos hábitos de consumo ilimitados, condenamos os mais vulneráveis a pagarem tais costumes com a própria vida. E enquanto somos incapazes de estender a mão aqueles que mais precisam, como podemos esperar que façam o mesmo quando precisarmos?
:-)
Observamos os hábitos do passado sendo repetidos no presente, alguns que são hediondos e condenados desde o começo pela sociedade. A manipulação da população para o auxílio à ganância serve de exemplo do que estamos preparados a aceitar, como nação, em nome do entretenimento. Representantes do povo, que deveriam servir de modelos, se encontram em situações cada vez mais vergonhosas, mostrando a verdadeira face da cultura que aprenderam.
Por incentivarmos a ambição, estamos desde antes da criação da nação, realizando atos bárbaros, que vemos como problemas dos outros. Esquecemos que, por termos hábitos de consumo ilimitados, condenamos os mais vulneráveis a pagarem tais costumes com a própria vida. E enquanto somos incapazes de estender a mão aqueles que mais precisam, como podemos esperar que façam o mesmo quando precisarmos?
:-)
terça-feira, 15 de julho de 2014
Por quê tanta inconsequência?
Vemos nas guerras contra o terrorismo, drogas e outros, que ainda utilizamos a força bruta para fazer valer nosso ponto de vista. Como valentões que roubam os mais fracos, esperamos resolver as questões da vida na base da violência, nos impressionando por estarmos longe da paz. Apesar dos brinquedos mais modernos, mantemos, basicamente, uma mentalidade bárbara, onde nos apegamos à antigas respostas como se fossem verdades absolutas.
Compramos um sonho que a cada dia se mostra mais ser um pesadelo, porém ainda nos apegamos à ele, ignorando qualquer alternativa. Continuamos cavando um poço cada vez mais fundo, esperando a terra ruir e nos enterrar vivos, pois estamos completamente sem fundações. Abraçamos hábitos medievais por estimularem a ganância, independente do malefício que é criado para o resto da sociedade.
Incentivamos punições que são debatíveis até mesmo contra inimigos de guerra, mais para satisfazer um lado sadíco que temos, do que para obter algum resultado de fato. Esquecemos de nos perguntar qual o objetivo que temos com tais rotinas, e onde pretendemos chegar ao utilizá-las diariamente. Sem questionar o nosso comportamento, como esperamos deixar de agir como lunáticos, para conseguir realmente alcançar outro patamar de evolução?
:-)
Compramos um sonho que a cada dia se mostra mais ser um pesadelo, porém ainda nos apegamos à ele, ignorando qualquer alternativa. Continuamos cavando um poço cada vez mais fundo, esperando a terra ruir e nos enterrar vivos, pois estamos completamente sem fundações. Abraçamos hábitos medievais por estimularem a ganância, independente do malefício que é criado para o resto da sociedade.
Incentivamos punições que são debatíveis até mesmo contra inimigos de guerra, mais para satisfazer um lado sadíco que temos, do que para obter algum resultado de fato. Esquecemos de nos perguntar qual o objetivo que temos com tais rotinas, e onde pretendemos chegar ao utilizá-las diariamente. Sem questionar o nosso comportamento, como esperamos deixar de agir como lunáticos, para conseguir realmente alcançar outro patamar de evolução?
:-)
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Quem é mimado?
Vivemos na inconsequência, incapazes de observar o resultado de nossos atos, de imaginar sua magnitude ao se propagarem pelo planeta. Agimos como loucos, priorizando o entretenimento, esperando que a sociedade se alimente e se instrua com diversões e piadas. Estamos longe de ser sérios, e como tal, somos vistos e tratados como palhaços, no pejorativo, distantes da graça dos verdadeiros artistas de picadeiro.
Por perder uma partida de futebol, mostramos o quão mimados somos, quebrando o que aparece na frente por simples capricho e birra. Damos as costas, e até ridicularizamos, aqueles que deixamos em situação de desespero, incapazes de estendermos a mão para ajudá-los. Deixamos de reivindicar onde somos mais afetados, ilustrando onde estão nossos valores, e onde abrimos mão de direitos.
Clamamos por privilégios nas coisas mais absurdas, em um tentativa de voltar à selvageria, realizando uma homenagem à mediocridade. Esquecemos os deveres que assumimos ao viver em sociedade, nos focando em regalias colocadas à nossa frente como uma cenoura na frente de um burro de carga faminto. Estamos tão acostumados com o peso que levamos nas costas, que nem imaginamos o quanto podemos avançar, se nos livrarmos dele?
:-)
Por perder uma partida de futebol, mostramos o quão mimados somos, quebrando o que aparece na frente por simples capricho e birra. Damos as costas, e até ridicularizamos, aqueles que deixamos em situação de desespero, incapazes de estendermos a mão para ajudá-los. Deixamos de reivindicar onde somos mais afetados, ilustrando onde estão nossos valores, e onde abrimos mão de direitos.
Clamamos por privilégios nas coisas mais absurdas, em um tentativa de voltar à selvageria, realizando uma homenagem à mediocridade. Esquecemos os deveres que assumimos ao viver em sociedade, nos focando em regalias colocadas à nossa frente como uma cenoura na frente de um burro de carga faminto. Estamos tão acostumados com o peso que levamos nas costas, que nem imaginamos o quanto podemos avançar, se nos livrarmos dele?
:-)
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Como motivar?
Ao despertarmos para o fato de que somos parte do Universo, descobrimos novos meios de se relacionar com o mundo. Deixamos futilidades de lado, procurando experiências que tragam realizações pessoais completas, que nos deixem satisfeitos. Encontramos tais práticas na interação, pois ao auxiliarmos outros a alcançarem à seu potencial, descobrimos também o nosso.Desmascarando empregadores que se mantém na época da escravatura, se recusando a dar os direitos básicos do trabalhador. Ajudando as pessoas a encontrarem seu amor-próprio, esquecido em dias atuais, onde a mídia dita como devemos ser, e nos sentir. Dando vozes para os pequenos que querem crescer, mostrando valores como a disciplina para as novas gerações.
Ao abrirmos os olhos para os problemas gerados por antigos paradigmas, conseguimos enxergar novos meios de resolvê-los. Encontramos, dentro de nós, as respostas que tanto procuramos por fora, no consumo desenfreado de produtos cada vez mais venenosos. Ao olharmos para o Cosmos que somos, contendo todas as conclusões de que precisamos, iremos ainda buscar por futilidades?
:-)
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Onde se estimular?
Ao descobrirmos que somos um pedaço do Universo, conseguimos facilmente encontrá-lo dentro de nós mesmos. Enxergaremos estímulos em toda parte, pois eles são um reflexo do que temos incorporado, da mesma forma como é hoje. Mas nos sentiremos completos e cheios de vida, ao contrário dos defeitos que exaltamos na atualidade, e que regem o comportamento do povo.
Começaremos a ter um outro tipo de reação para as ações da vida, alguns que estão longe de dar audiência, mas que ainda assim são exemplos. Seremos capazes de ver outros pontos de vista sobre antigos esteriótipos, que a grande mídia insiste em manter, mas que vão, aos poucos, mudando. O aumento do conhecimento sobre os impactos de nossas decisões também servem para ilustrar as escolhas a serem feitas no futuro.
Ao modificarmos a maneira como realizamos as tarefas, descobrimos que podemos ver certos problemas diminuirem consideravelmente. São alterações simples, que começam com a perspectiva na qual observamos o mundo, passando pelos pensamentos que nos permitimos ter, e acabam com as ações que realizamos. Ao descobrirmos o Cosmo que existe dentro de nós, que estímulo faltará para que sejamos capazes de construir um mundo novo?
:-)
Começaremos a ter um outro tipo de reação para as ações da vida, alguns que estão longe de dar audiência, mas que ainda assim são exemplos. Seremos capazes de ver outros pontos de vista sobre antigos esteriótipos, que a grande mídia insiste em manter, mas que vão, aos poucos, mudando. O aumento do conhecimento sobre os impactos de nossas decisões também servem para ilustrar as escolhas a serem feitas no futuro.
Ao modificarmos a maneira como realizamos as tarefas, descobrimos que podemos ver certos problemas diminuirem consideravelmente. São alterações simples, que começam com a perspectiva na qual observamos o mundo, passando pelos pensamentos que nos permitimos ter, e acabam com as ações que realizamos. Ao descobrirmos o Cosmo que existe dentro de nós, que estímulo faltará para que sejamos capazes de construir um mundo novo?
:-)
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Por quê avivar?
Observar o Universo como ele realmente é nunca foi privilégio de apenas uma classe social, mesmo que sem a formalização do ocorrido. Pessoas de todas as posições tem acesso a tal cenário, dependendo do quão pouco se conectam à matéria e se perdem em futilidades. Elas são capazes de encontrar grandes incentivos dentro delas mesmas, pois se sentem em uníssono com o Cosmos ao seu redor.
A convencionalidade do agronegócio mantém o padrão de segregação, enquanto a agroecologia ilustra como tudo esta conectado. A mostra de coragem daqueles que tentam nos mostrar a realidade como ela é nos une em torno do mesmo objetivo, a transcendência. Os mais atingidos pelas consequências de nosso estilo de vida também encontram voz, demonstrando o quanto precisamos ser responsáveis pelo que fazemos.
Poetas enchem almas com suas inspirações, mostrando, à milênios, de forma subjetiva o que apenas agora conseguimos compreender de forma objetiva. Estamos começando a entender que fazemos parte de algo muito maior, benéfico para nossa existência, tanto física quanto psíquicamente. E quando despertarmos nosso comportamento para isto, quem dirá onde iremos parar, melhorando a qualidade de vida de todos do planeta?
:-)
A convencionalidade do agronegócio mantém o padrão de segregação, enquanto a agroecologia ilustra como tudo esta conectado. A mostra de coragem daqueles que tentam nos mostrar a realidade como ela é nos une em torno do mesmo objetivo, a transcendência. Os mais atingidos pelas consequências de nosso estilo de vida também encontram voz, demonstrando o quanto precisamos ser responsáveis pelo que fazemos.
Poetas enchem almas com suas inspirações, mostrando, à milênios, de forma subjetiva o que apenas agora conseguimos compreender de forma objetiva. Estamos começando a entender que fazemos parte de algo muito maior, benéfico para nossa existência, tanto física quanto psíquicamente. E quando despertarmos nosso comportamento para isto, quem dirá onde iremos parar, melhorando a qualidade de vida de todos do planeta?
:-)
terça-feira, 8 de julho de 2014
Quem acorda?
Olhar apenas para os bastidores do espetáculo deixou de ser suficiente a algum tempo: agora é preciso também conhecer os escritores da peça, e os financiadores. Em nossa vida, precisamos nos perguntar quem se beneficia com os atos que tomamos, e como podemos fazer que esta vantagem esteja de acordo com nossos princípios. Pois se temos convicções altruístas e a comunidade está em desvantagem, talvez nossas opiniões e ações estejam mais para o lado egoísta.
Vemos diariamente escandâlos de corrupção por parte de representantes do povo, esquecendo que foram eleitos por nós. Consumimos produtos que tem um impacto naqueles com menos condições, incentivando cada vez mais a prática. Desprezamos certos aspectos da sociedade, por considerarmos menos dignos de atenção, mas que voltam para nos atormentar.
Tentamos solucionar certos casos utilizando emoções, em particular o ódio, e sem procurar conhecer mais sobre o assunto antes de fazer alguma sugestão. No caso de administradores públicos, como são um reflexo da cultura popular, se preocupam mais em gerenciar seus próprios bolsos em certas questões. Somos doutrinados a enxergar apenas o lado financeiro do mundo, mas como fazê-lo ao nos depararmos com as atrocidades cometidas em seu nome?
:-)
Vemos diariamente escandâlos de corrupção por parte de representantes do povo, esquecendo que foram eleitos por nós. Consumimos produtos que tem um impacto naqueles com menos condições, incentivando cada vez mais a prática. Desprezamos certos aspectos da sociedade, por considerarmos menos dignos de atenção, mas que voltam para nos atormentar.
Tentamos solucionar certos casos utilizando emoções, em particular o ódio, e sem procurar conhecer mais sobre o assunto antes de fazer alguma sugestão. No caso de administradores públicos, como são um reflexo da cultura popular, se preocupam mais em gerenciar seus próprios bolsos em certas questões. Somos doutrinados a enxergar apenas o lado financeiro do mundo, mas como fazê-lo ao nos depararmos com as atrocidades cometidas em seu nome?
:-)
segunda-feira, 7 de julho de 2014
O que é despertar?
Podemos considerar que na maior parte de nosso dia, vivemos dormindo: sonhamos acordados, sem prestar atenção nas consequências de nossos atos. Deixamos o pensamento crítico de lado, distraido com futilidades, enquanto existimos em um delírio criado para nos prender. Esquecemos que somos uma alma com um corpo, e passamos a ser escravos da matéria por considerarmos esta nossa principal característica.
Consumimos o que nos dizem para comprar, sentindo as emoções que nos incentivam a ter, ao termos contato com seus produtos. Em nome do lucro, dão privilêgios para amigos, colegas e familiares, modificando as leis existentes para amparar os que deveriam ser punidos. A cultura reflete o que nos é ensinado como prioridades, e a arte passa a mostrar tais valores, influenciando novas gerações desde o berço.
A maior ilusão que vivemos é a da separação, pois consideramos estar segregados, quando na realidade fazemos todos parte de um mesmo Universo. E, embora a situação pareça complicada em um determinado momento no tempo ou espaço, é necessário ver o contexto todo. Por mais guerras que existem, ou que virão a aparecer, ao notarmos os avanços que a humanidade teve desde o início, ficaremos sem observar os progressos e os benefícios?
:-)
Consumimos o que nos dizem para comprar, sentindo as emoções que nos incentivam a ter, ao termos contato com seus produtos. Em nome do lucro, dão privilêgios para amigos, colegas e familiares, modificando as leis existentes para amparar os que deveriam ser punidos. A cultura reflete o que nos é ensinado como prioridades, e a arte passa a mostrar tais valores, influenciando novas gerações desde o berço.
A maior ilusão que vivemos é a da separação, pois consideramos estar segregados, quando na realidade fazemos todos parte de um mesmo Universo. E, embora a situação pareça complicada em um determinado momento no tempo ou espaço, é necessário ver o contexto todo. Por mais guerras que existem, ou que virão a aparecer, ao notarmos os avanços que a humanidade teve desde o início, ficaremos sem observar os progressos e os benefícios?
:-)
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Por quê saber?
Sem sabermos o que acontece nos bastidores da sociedade, ficamos sem entender como ela funciona, e incapazes de opinar sobre uma mudança. Ficamos nas mãos de outros que, nem sempre, terão o benefício público como objetivo principal de suas idéias e ações. Nos entregamos a quaisquer propostas, por mais esdrúxulas que sejam, por vivermos na ilusão de que virão sem custo para nós.
O aumento do poder à segurança cria a fantasia de que o cidadão será o protegido, quando na realidade, é cada vez mais a propriedade. Os representantes do povo simbolizam a cultura brasileira, fazendo uso do que é público como se fosse inesgotável e para interesses próprios. A indústria se mantém ao criar consumidores, cada vez mais acéfalos, incapazes de um pensamento crítico sobre o que consomem.
Observar a realidade do Universo nos permite encontrar as soluções de problemas que temos a muito tempo, mas que abordamos de forma ineficiente. Aprender é usar o conhecimento para modificar nosso estilo de vida, trazendo benefícios para toda a comunidade em que nos encontramos. Se cada pessoa conseguisse utilizar o aprendizado em todo seu potencial, com que espécie de mundo seríamos capazes de sonhar?
:-)
O aumento do poder à segurança cria a fantasia de que o cidadão será o protegido, quando na realidade, é cada vez mais a propriedade. Os representantes do povo simbolizam a cultura brasileira, fazendo uso do que é público como se fosse inesgotável e para interesses próprios. A indústria se mantém ao criar consumidores, cada vez mais acéfalos, incapazes de um pensamento crítico sobre o que consomem.
Observar a realidade do Universo nos permite encontrar as soluções de problemas que temos a muito tempo, mas que abordamos de forma ineficiente. Aprender é usar o conhecimento para modificar nosso estilo de vida, trazendo benefícios para toda a comunidade em que nos encontramos. Se cada pessoa conseguisse utilizar o aprendizado em todo seu potencial, com que espécie de mundo seríamos capazes de sonhar?
:-)
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Onde nos intruímos?
Existem aqueles que abrem suas mentes em situações específicas e esperadas, ignorando o aprendizado durante o resto do tempo. Mas a maior sabedoria pode se apresentar em qualquer momento e local, até ao estarmos despreparados para enxergá-la. Podemos deixar que passe em branco, nos deixando na mesma situação em que nos encontramos, ou podemos estar atentos à ela, aproveitando suas lições.
Cenas de séculos atrás se repetem hoje nas ruas de grandes cidades, ao defendermos nossos direitos contra os conquistadores, através da força. A opressão contra as críticas de governo tem tomado um aspecto histórico, com perseguições, apreensões e prisões. Procurando direito de cidadãos, principalmente sobre como funcionam as urnas em que vamos votar, uma vez que testes públicos foram restringidos.
Saber o que acontece nos bastidores do mundo nos dá uma perspectiva diferente de como observá-lo, e como modificá-lo. Aprender como funciona a sociedade em que vivemos é fundamental para termos como adaptá-la para o que quisermos. Mas devemos nos abrir para as lições que o Universo nos apresenta a todo o momento, ou queremos restringir nosso conhecimento?
:-)
Cenas de séculos atrás se repetem hoje nas ruas de grandes cidades, ao defendermos nossos direitos contra os conquistadores, através da força. A opressão contra as críticas de governo tem tomado um aspecto histórico, com perseguições, apreensões e prisões. Procurando direito de cidadãos, principalmente sobre como funcionam as urnas em que vamos votar, uma vez que testes públicos foram restringidos.
Saber o que acontece nos bastidores do mundo nos dá uma perspectiva diferente de como observá-lo, e como modificá-lo. Aprender como funciona a sociedade em que vivemos é fundamental para termos como adaptá-la para o que quisermos. Mas devemos nos abrir para as lições que o Universo nos apresenta a todo o momento, ou queremos restringir nosso conhecimento?
:-)
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Quando estudamos?
Desconsideramos que estamos constantemente em aprendizado, estudantes da escola da vida, apenas esperando a graduação. Desde o momento em que nascemos, e até antes disto, segundo alguns, estamos alimentando nossa mente com novas experiências. Mesmo que o cenário seja o mesmo, nossa perspectiva é outra, sendo impossível termos a mesma prática duas vezes iguais.
Cada protesto é feito com o conhecimento de incontáveis outras demonstrações e seus efeitos, dando um vigor cada vez maior a seus participantes. A perda de clientes no mercado local mostra os pontos fracos a serem trabalhados, para que o comércio possa sobreviver. Assim como a perda de vidas, demonstrando políticas proibicionistas ultrapassadas, que poderiam ser facilmente evitadas.
Esquecemos as lições que aprendemos, mas que ficam registradas em nosso inconsciente, para nos auxiliar em tomadas de decisões. Mas ao repetirmos as tarefas, trazemos à tona as memórias que se relacionam com o fato, e temos a escolha de adicionar pontos de vista à nossa mentalidade. Escolheremos ampliar nossos horizontes, ou mantê-los no mesmo padrão por toda a vida, estacionados no mesmo patamar?
:-)
Cada protesto é feito com o conhecimento de incontáveis outras demonstrações e seus efeitos, dando um vigor cada vez maior a seus participantes. A perda de clientes no mercado local mostra os pontos fracos a serem trabalhados, para que o comércio possa sobreviver. Assim como a perda de vidas, demonstrando políticas proibicionistas ultrapassadas, que poderiam ser facilmente evitadas.
Esquecemos as lições que aprendemos, mas que ficam registradas em nosso inconsciente, para nos auxiliar em tomadas de decisões. Mas ao repetirmos as tarefas, trazemos à tona as memórias que se relacionam com o fato, e temos a escolha de adicionar pontos de vista à nossa mentalidade. Escolheremos ampliar nossos horizontes, ou mantê-los no mesmo padrão por toda a vida, estacionados no mesmo patamar?
:-)
terça-feira, 1 de julho de 2014
Quem assimila?
Podemos distinguir claramente aqueles que conseguem assimilar algo na vida, daqueles que a observam como espectadores. A diferença está no que fazem de suas existências, ao se tornarem membros produtivos da sociedade, aplicando seu conhecimento. Usam o que aprenderam para o crescimento de todos, ao contrário de beneficiar somente a poucos, criando cada vez mais segregações.
Como funcionários públicos que agem em prol das comunidades afetadas pela pulverização aérea de agrotóxicos, e que são silenciadas na grande mídia. Como aqueles que viajam, e descobrem que somos mais iguais do que pensamos, todos no planeta procurando soluções para seus problemas. Como os que tentam nos mostrar a realidade, mas que encontram sérias dificuldades, vindas até mesmo daqueles que deveriam dar suporte.
Colocar em prática o que temos na teoria é bem complicado, pois existem pontos que esquecemos de analisar, ou que ignoramos cegamente. Eles podem prejudicar o estilo de vida que criamos, ainda mais quando deixamos que outros o criem para nós. Ao ficarmos em uma posição defensiva, onde nos encontramos sem saída, o que mais podemos utilizar além do que nos intruímos?
:-)
Como funcionários públicos que agem em prol das comunidades afetadas pela pulverização aérea de agrotóxicos, e que são silenciadas na grande mídia. Como aqueles que viajam, e descobrem que somos mais iguais do que pensamos, todos no planeta procurando soluções para seus problemas. Como os que tentam nos mostrar a realidade, mas que encontram sérias dificuldades, vindas até mesmo daqueles que deveriam dar suporte.
Colocar em prática o que temos na teoria é bem complicado, pois existem pontos que esquecemos de analisar, ou que ignoramos cegamente. Eles podem prejudicar o estilo de vida que criamos, ainda mais quando deixamos que outros o criem para nós. Ao ficarmos em uma posição defensiva, onde nos encontramos sem saída, o que mais podemos utilizar além do que nos intruímos?
:-)
Assinar:
Comentários (Atom)





















