Os motivos que levaram o Brasil a abandonar o Império e procurar a República mostram que a população estava desenvolvendo uma consciência política que saia do escopo da monarquia. A solução foi utilizar um sistema já conhecido ao redor do mundo, e adaptá-lo para a nossa realidade. Ao prestarmos mais atenção, podemos observar que, desde o começo, o maior objetivo do presidente tem sido promover o desenvolvimento econômico do país.
Naquela época, este era um propósito que se confundia com qualidade de vida. Desde aqueles tempos, temos aprendido que eles são, em alguns casos, aspectos distintos, demonstrando que continuamos desenvolvendo nossa consciência política. A proliferação de partidos também aponta para a diversidade com que estamos acostumados a lidar, fazendo com que um cargo único force uma padronização artificial de toda uma nação. Ou talvez exista um partido capaz de abranger o máximo dessa gama, justificando a permanência desta posição central?
:-)
Eu nao concordo, eu acho que "alguém tem que por ordem no galinheiro", ou seja, as pessoas devem fazer o que o governo impoe a elas sem argumentar. Se cada pessoa fizer o que quiser, vira bagunca.
ResponderExcluirDesculpe o atraso em responder, dias corridos ultimamente. :-)
ResponderExcluirSe cada pessoa fizer o que quiser, só virará bagunça se não tiverem responsabilidade.
Um exemplo é o sistema atual, onde utiliza-se um sistema arcaico chamado leis, e fica-se na incerteza de que elas serão aplicadas, ou de que terão exceções para "casos especiais". Esta incerteza pode ser chamada de bagunça.
Enquanto utilizarmos um sistema social pré-revolução industrial, não acho que poderemos esperar outro tipo de comportamento e mentalidade daqueles presos e alheio à ele. Por isto minha insistência em se educar e passar o conhecimento adiante. De nada adiantará trocar o sistema, se ainda andarmos na direção de um abismo. Mesmo que inconscientemente.
Agradeço o ponto de vista, se quiser elaborar mais, acho que teremos um debate interessante.
:-)