Apesar de nossos atos passarem a ilusão de que somos deuses, ao nos desfazermos de nossos recursos como se eles não tivessem parte em nosso sobrevivência, somos mais frágeis do que admitimos. Ao analisarmos nosso corpo, mente, espiríto e nossa conexão com o planeta que nos cerca, vemos que quase qualquer alteração em uma destas condições nos coloca em perigo. Mesmo tendo a habilidade de nos adaptar, o preço pode acabar sendo mais alto do que alguns estão aptos à pagar.
Raramente nos preparamos para os piores cenários, nos deixando levar pela esperança, e por isto podemos ser pegos de surpresa facilmente. E como grandes armadilhas tem como origem o próprio ser humano, mostramos o quanto desconhecemos e ignoramos nossa própria condição neste mundo. E sem reconhecer todos nossos aspectos, por melhor ou pior que sejam, não conseguiremos lidar com a realidade, nem nos manter nela por muito tempo.
Ao nos conscientizarmos de certos pontos críticos de quem somos e do que podemos fazer, notamos que somente nos tornamos frágeis se deixarmos. Temos todas as ferramentas necessárias para tomarmos as rédeas de onde queremos ir e de que mundo queremos construir. Se ele vai ser opressor ou libertador, depende muito mais de nós mesmos do que de outros fatores.
:-)
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